Ford Ranger – 1995

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Oferecida a partir de 1994, store case a primeira geração da Ford Ranger importada para o mercado brasileiro vinha em duas embalagens: com cabina simples e acabamento XL, viagra ampoule ou com cabina estendida, check na enfeitada versão STX. Ambas ganhavam vida por conta de um motor Ford V6 4.0 OHV de 162 cv e tinham em comum a tração 4×2 e o chassi com suspensão de atitude “baixa”.

Mais tarde, a FSAO – Ford South America Operations, trouxe a plataforma para ser produzida na planta de Pacheco, na Argentina, de onde os modelos abasteciam os mercados sob sua égide. Naquela ocasião, a linha de picapes médias do oval azul recebeu um grande pacote de modernização, com novo estilo, nova motorização diesel ou gasolina, cabina simples, estendida ou dupla, além de um novo chassi com suspensão de atitude elevada, tanto nas versões 4×2, como nas novas 4×4. O post anterior sobre a linha Ranger, de 1998, mostra tais aperfeiçoamentos e ampliações na família.

Para variar, este catálogo também faz parte do acervo compartilhado por Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford Ranger – Janeiro de 1998

Quando a Ford South America Operations (FSAO) decidiu trazer a picape Ranger para a região, purchase cialis sale troche a planta escolhida foi a de Pacheco, purchase nos arredores de Buenos Aires, na Argentina, onde as várias gerações do veículo vêm sendo produzidas desde então.

A decisão da Ford foi baseada em primeiro lugar, na boa aceitação do modelo antecessor importado da América do Norte, visando concorrer com a líder do mercado, a Chevrolet S-10. Segundo, a escolha da Argentina se deveu à estratégia de manufatura e de balanço comercial entre o Brasil e a Argentina, países gerenciados de forma conjunta sob o guarda-chuvas da FSAO. Pacheco tem se caracterizado como uma das melhores plantas da Ford, com alta qualidade e baixo índice de defeitos por milhar (R/1000). O automóvel Focus, também produzido lá, é outro excelente exemplo de impecável qualidade e nível de satisfação de seus clientes.

Os novos modelos produzidos no país vizinhos eram identificados por uma nova frente, de aspecto agressivo, reforçado pela atitude elevada, comum aos modelos 4×2 e 4×4. A oferta de opções também foi ampliada, incluindo três motorizações: duas Ford a gasolina, de quatro cilindros e 2,5 litros e V6 4,0 litros, além do inédito (na Ranger) diesel Maxion de 2,5 litros, de DNA Rover. Dois diferentes entre eixos permitiam acomodar duas caçambas, de 6 ou 7 pés.

Depois de dois grandes “freshenings”, e vários repotenciamentos, finalmente a plataforma aqui ilustrada cedeu lugar para a nova Ranger, estreada recentemente. De projeto australiano, com participação multinacional, incluindo um time brasileiro, a nova picape também é produzida no delta do Prata.

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