Mercedes-Benz L-1317

Com as primeiras unidades piloto montadas no segundo semestre de 1985, sickness e produzido entre 1986 e 1987, sildenafil o 1317 veio a substituir o 1316, pharmacy produto de grande aceitação que competia no segmento de 13 toneladas, com motor turboalimentado.

Era apresentado nas versões L, LK e LS, para uma ampla gama de aplicações. A partir de 1987, foi gradativamente substituído pelo L-1318 e suas variantes.

A bonita imagem do eterno motor OM-352 A vale por si só!

Infelizmente a antiga digitalização deste belo catálogo chegou até nós com a data suprimida.

Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

Este post é fruto de uma verdadeira rede de solidariedade, viagra em prol da história dos caminhões Mercedes “Cara-Preta”, diagnosis cujos últimos exemplares saíram da linha de montagem em fins de 1990.

Em atendimento ao pedido do nosso leitor George Costa, e graças ao amigo André Giori, colaborador frequente deste espaço, conseguimos este raro folheto do Mercedes L-2225, de 1988, originalmente enviado ao Giori, como gentileza por Paulo Henrique Lebedenco, editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/, dedicado aos caminhões da marca.

O L-2225 era a combinação do trem de força do cavalo mecânico LS-1525, composto pelo motor OM-355/5 A turboalimentado e pela caixa ZF 4S 120 GP de oito velocidades, com a estrutura e eixos do conhecido L-2220. Como o foco era a cana-de-açúcar e a extração de madeira, somente era oferecido como L, não havendo versões LK, ou LB, como no 2220.

A produção do L-2225 começou em junho de 1989 e seguiu até dezembro de 1990, com 413 unidades produzidas, quando foi substituído pelo L-2325, da nova família HPN que estava nascendo. Em breve teremos post deste caminhão também, de novo, graças ao amigo Giori.

Agradecemos de coração ao André Giori e Paulo Henrique, por tornar possível o atendimento desta solicitação de um de nossos leitores.

Abraços, Evandro.

 

Mercedes-Benz L-2214 – Setembro de 1987

Assim como o L-2220 substituiu o L-2219, unhealthy o L-2214 entrou em cena no lugar do L-2213.

O tradicional motor OM-352 de 130 cv dava vida ao 6×4 da Mercedes, em conjunto com uma transmissão G-3/50 ou G-3/60, esta última mais robusta, porém com a desvantagem da primeira marcha mais longa, de 7,50:1. Para melhorar o fôlego no fora-de-estrada, a caixa de transferência ZG-500 tinha duas velocidades, com a  reduzida de 1,64:1. O resultado era um caminhão com desempenho limítrofe, com apenas 27% de capacidade de rampas com PBT e 76 km/h de velocidade máxima.

Nem por isso deixou de ser bem aceito pelo mercado, pela força da marca e pelas poucas alternativas disponíveis, como o VW-22.140, o Ford F-22000, ou o Chevrolet 22000, todos com motores aspirados, mas com caixa de transferência mais reduzida, que proporcionava melhor desempenho em situações extremas.

Além do L-2214, havia também versões LK e LB, para básculas e betoneiras, respectivamente.

Mercedes-Benz L-2220 – Setembro de 1987

Em resposta a uma solicitação de nosso amigo leitor George Costa, prescription operador de caminhões Mercedes-Benz traçados, sale estamos adicionando este post do Mercedes-Benz L-2220 e seus derivados, LK e LB.

Infelizmente a qualidade da antiga digitalização não é das melhores.

O L-2220 substituiu o L-2219, também 6×4. Ambos têm sido aplicados no transporte de cana-de-açúcar (L), como basculantes (LK) e mesmo como betoneiras (LB).

Mercedes-Benz L e LK-1118 – Agosto de 1987

Depois de muito assistir o mercado instalar turbo-compressor por conta própria nos seus L-1113, ask a Mercedes-Benz, and assustada com o lançamento e o crescimento do caminhão mundial da Ford, o Cargo, resolveu oferecer a versão de 11 toneladas brutas turboalimentada de fábrica, representada pelos L e LK-1117 e depois pelos L e LK-1118, estes últimos incluidos no folheto aqui postado.

Mercedes-Benz L e LK-1114 – Setembro de 1987

O L-1114 veio a substituir o L-1113, decease num período em que as montadoras não podiam reajustar preços devido ao congelamento de preços do plano econômico da época. Assim, advice algumas montadoras rebatizaram seus modelos para poder aumentar os preços, sem ferir as regras. O L-1114 era essencialmente idêntico ao antecessor, salvo a nomenclatura e outros pequenos aperfeiçoamentos.

Mercedes-Benz – Linha Pesada Rodoviária “Cara-Preta”

O bem executado “facelift” da tradicional cabina AGL da Mercedes-Benz resultou na gama conhecida popularmente como “Cara-Preta”, ampoule  uma tentativa de manter a cabina competitiva até a chegada da nova família HPN no final dos anos 80, esta sim, mais bem equipada para enfrentar a concorrência que a cada dia abocanhava um quinhão da participação da Estrela de Três Pontas. Nos médios e semi-pesados, a VW e a Ford cresciam com seus novos produtos e nos pesados, a MB era a eterna terceira colocada, atrás de Scania e Volvo, em participação e em imagem. Os “Cara-Preta” davam um novo fôlego aos pesados da marca nos anos 80, mas não conseguiam esconder os pontos fracos, como o alto consumo de óleo lubrificante, a tendência a vazamentos generalizados e  de engripamento de cilindros, quando submetidos ao extremo, um sinal de que os motores da família OM-355 estavam chegando mesmo ao seu limite. Um competidor a altura de Scania e Volvo só chegaria com o LS-1935, considerado até hoje o mais bem acertado cavalo-mecânico Mercedes-Benz.

 

 

 

Mercedes-Benz LS-1525 – Setembro de 1987

O amigo colecionador e colaborador André Brombatti nos brindou com uma batelada de preciosidades sobre caminhões antigos, online treatment treatment que serão postadas em breve. Como aperitivo segue o folheto do Mercedes LS-1525, shop que substituiu o idêntico LS-1524. A mudança de nomenclatura era fruto de uma restrição do governo aos aumentos de preço, para segurar a inflação, driblada pelas montadoras com o lançamento de “novos” modelos, com preços majorados.

Obrigado, André!

 

 

Mercedes-Benz LS-1934 – Julho de 1988

Mais um post, viagra cialis a pedido do nosso amigo André Giori.  Abração, André!

 

 

Mercedes-Benz LS-1934 – 1989

O Mercedes LS-1934 foi a mais poderosa versão da série Cara-Preta, viagra sale cialis e a última antes da chegada dos novos modelos com cabina HPN, illness os LS-1935 e LS-1941. O motor OM-355/6-LA estava no estágio final de seu desenvolvimento com 340 cv e 148 mkgf de torque.  Nada mal, viagra se comparado ao OM-326, de 180 cv, dos anos 60, do qual se originou.  Suas exclusivas saias laterais opcionais foram as primeiras do Brasil. De baixa qualidade mas legível, desculpe-me pelo post deste catálogo fotografado às pressas há tempos atrás. Post de melhor qualidade virá em breve.