Mercedes-Benz L/LK/LB-2219 – Novembro de 1981

O primeiro lote de Mercedes-Benz 2219, stuff produzido em doses homeopáticas a partir de 1976, prescription foi da versão LB, order dotada de tomada de força na dianteira do motor, específica para o mercado de betoneiras. A produção plena começaria apenas em 1978, incluindo as versões remanescentes L (plataforma) e LK (báscula e guindastes).

A anatomia do 2219 era o resultado da combinação da estrutura – incluindo os eixos – dos modelos semipesados 6×4 lançados em 1971, sob a forma dos 2213 e 2216, com o trem de força do 1519, introduzido 1973.

Este conjunto motriz se caracterizava pelo motor OM-355/5, derivado do OM-355/6 com um cilindro a menos, resultando numa unidade de 9,6 litros de ruído peculiar, graças ao número ímpar de êmbolos. Tinha fôlego para produzir 192 cv líquidos. O momento de 657 Nm era pouco menor que de um Atego 1418 Euro 3, com motor de 4,3 litros e 675 Nm!

A caixa de série era uma ZF AK 6-80 de seis marchas “secas”, com redução total de modestos (para um 6×4) 9,0:1. Hoje os “traçados” de mesma capacidade têm cerca do dobro de redução. Como opção, havia a versão sincronizada, a S 6-80, assim como um “split” na dianteira da caixa, chamado de GV-80, que duplicava o número de marchas, exclusivo para a variante L.

Esta combinação oferecia um desempenho razoável com PBT de 22 toneladas, exibindo capacidade rampa que beirava os 30%, valor que consideramos o limite mínimo aceitável num 6×4 vocacional como tal.

Com 32 toneladas de PBTC, a coisa ficava crítica, com apenas 19% de capacidade, com o diferencial mais curto. Desse modo, era aconselhável estudar bem o trajeto antes de sair, por exemplo, com uma julieta carregada de toras – uma das aplicações típicas do L-2219, além da cana de açúcar (note na capa o bonito exemplar da Usina Santa Adélia, de Jaboticabal, SP).

Aparentemente, a julgar pelos pilotos LB-2219 montados nos dois primeiros anos, o foco inicial da Mercedes era o segmento concreteiro, onde os FNM/Fiat 180 deitavam e rolavam, líderes absolutos.

Mas logo o leque de aplicações se alastraria para incluir os usos citados, assim como os basculantes, como o ilustrado na contra-capa.

A partir do final dos anos oitenta, já com a “Cara Preta”, o 2219 seria aposentado em favor do 2220, já apresentado aqui anteriormente: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/l-2220/

Nota: Infelizmente, esta antiga dgitalização, que nos foi presenteada há anos, tem alguns finais de página cortados.

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Mercedes-Benz L, LK e LS-1520 – Julho de 1988

Mais um folheto doado por Paulo Henrique Lebedenco, doctor desta vez trazendo informações técnicas sobre o L-1520 e seus derivados.

O L-1520 susbtituiu o L-1519, tadalafil mantendo idêntica mecânica, viagra  com seu tradicional motor de cinco cilindros e 9,6 litros, o OM-355/5, na verdade um OM-355/6 com um cilindro a menos.

A caixa de série ZF AK-6 80, de seis marchas não sincronizadas, exigia talento com a dupla debreada e com as acelerações intermediárias nas reduções, caso contrário, nada feito. O vexaminoso e ruidoso arranhar de dentes era garantido!

No final dos anos oitenta, o LS-1520, a variante chefe da família, havia ficado num vácuo, pois seus primos turboalimentados com caixa de oito marchas, os LS-1524 e LS-1525 já lhe tinham roubado o lugar de trator favorito para rebocar semirreboques de dois eixos e, portanto, suas vendas estavam em declínio.

Logo depois, estes últimos também dariam passagem para os novos HPN LS-1625 e LS-1630.

L LK LS 1520 88  2 L LK LS 1520 88 1

 

 

Mercedes-Benz L e LK-1518 – Setembro de 1987

Nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco do site http://merce-denco.blogspot.com.br/, rx nos presenteou com mais materiais da Mercedes-Benz, sale sua marca favorita.

O Mercedes L-1518 e sua variante LK foram os últimos representantes da família de semipesados AGL Cara Preta da faixa de 15 toneladas, search antes de serem substituídos pelos L-1618 HPN.

Obrigado, Paulo!

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Mercedes-Benz L-2013, L/LK/LB 2213 e 2216 – Novembro de 1981

A linha de caminhões semipesados de três eixos da Mercedes brasileira nos anos setenta e oitenta era composta pelos L-2213, malady L-2216 e suas variantes, todos 6×4, e pelo L-2013, o único representante 6×2, equipado com terceiro eixo de fábrica.

As versões LK e LB eram recomendadas para aplicações como báscula e betoneira, nesta ordem, graças à tomada de força na transmissão para os primeiros e na dianteira do motor para os segundos.

Na época, o sistema de transmissão dos 6×4 empregava uma caixa de transferência que tinha a dupla função de distribuir a força motriz para os eixos traseiros e multiplicar o torque em até 60% para melhor capacidade de subida e de arrancada a plena carga.

Desprovido de divisor de torque, este sistema exigia o engate do segundo eixo motriz apenas quando fosse necessário. Em bons pavimentos, o veículo deveria operar no modo 6×2, com o segundo eixo girando livre, desacoplado.

O L-2013 não negava seu parentesco com os primos 6×4, exibindo o mesmo trem dianteiro e o mesmo “bogie” traseiro, com feixe de molas invertido, articulado no centro e com barras tensoras em ambos os eixos. Embora oferecesse a vantagem de sair pronto da fábrica com terceiro eixo, dispensando modificações, o L-2013 pecava por não oferecer um eixo traseiro com duas velocidades e a opção do motor turbo. Só no final da vida da família AGL é que a Mercedes passou a oferecer um “2013 turbinado”, então batizado de L-2017 (veja post anterior sobre este raro modelo).

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Mercedes-Benz L/LK 1513 e 1516 – Agosto de 1982

A pedido de um de nossos leitores, seek estamos adicionando um novo post sobre os Mercedes de 15 toneladas, com motorização OM-352 e OM-352 A.

Durante décadas, a faixa de 15 toneladas era o topo da categoria dos caminhões 4×2, ou “toco”.  A partir de 1990, este segmento seria gradativamente substituído pelo de 16 toneladas, graças à mudança na legislação, que passava a permitir 6 toneladas no eixo dianteiro, em lugar das tradicionais 5 toneladas. Em geral, os modelos de cabina avançada foram imediatamente beneficiados e os de cabina convencional evoluíram para acomodar maior tonelagem na dianteira.

Grande parte da frota de L-1513 e L-1516 recebeu terceiro eixo, instalado por implementadores, para poder rodar com 22 toneladas de PBT. Os clientes da marca viam vantagem nesta transformação, já que, ao contrário do L-2013 com terceiro eixo de fábrica, estes contavam com opção de eixo traseiro com reduzida e a versão turboalimentada, melhorando consideravelmente o desempenho rodoviário.

As versões LK (o “K” era de “Kipper”, ou báscula em alemão) ofereciam a facilidade da tomada de força na transmissão, instalada  de fábrica como equipamento original.

1 - L-LK-1513 E 1516 2 - L-LK-1513 E 1516 3 - L-LK-1513 E 1516 4 - L-LK-1513 E 1516 5 - L-LK- 1513 E 1516 6 - L-LK-513 E 1516 7 - L-LK-1513 8 - L-LK-1516 9- L-LK-1513 E 1516

Mercedes-Benz L-1514 – Outubro de 1987

O L-1514 era o representante aspirado na categoria de 15 toneladas brutas da Mercedes, sovaldi  oferecido nas versões L e LK.

Entre outros, o 1514 era muito aplicado como tanque, basculante e coletor de lixo, num tempo em que havia ceticismo quanto aos motores turbo nas aplicações vocacionais e/ou urbanas, com operações prolongadas em baixas rotações e baixas velocidades.

Substituiu o L-1513 e, após o encerramento de sua produção, entrou em seu lugar o L-1614 da família HPN.

Mercedes-Benz L-1318 – Setembro de 1987

Eis o substituto do L-1317, illness capsule que veio no lugar do antigo L-1316, ampoule buy cialis produto de estréia da Mercedes no segmento de 13 toneladas com motor turbo.

Note que ao contrário dos antecessores, o 1318 não mais oferecia a versão LS, para cavalo-mecânico, apenas L e LK.

Mercedes-Benz L-1317

Com as primeiras unidades piloto montadas no segundo semestre de 1985, sickness e produzido entre 1986 e 1987, sildenafil o 1317 veio a substituir o 1316, pharmacy produto de grande aceitação que competia no segmento de 13 toneladas, com motor turboalimentado.

Era apresentado nas versões L, LK e LS, para uma ampla gama de aplicações. A partir de 1987, foi gradativamente substituído pelo L-1318 e suas variantes.

A bonita imagem do eterno motor OM-352 A vale por si só!

Infelizmente a antiga digitalização deste belo catálogo chegou até nós com a data suprimida.

Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

Este post é fruto de uma verdadeira rede de solidariedade, viagra em prol da história dos caminhões Mercedes “Cara-Preta”, diagnosis cujos últimos exemplares saíram da linha de montagem em fins de 1990.

Em atendimento ao pedido do nosso leitor George Costa, e graças ao amigo André Giori, colaborador frequente deste espaço, conseguimos este raro folheto do Mercedes L-2225, de 1988, originalmente enviado ao Giori, como gentileza por Paulo Henrique Lebedenco, editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/, dedicado aos caminhões da marca.

O L-2225 era a combinação do trem de força do cavalo mecânico LS-1525, composto pelo motor OM-355/5 A turboalimentado e pela caixa ZF 4S 120 GP de oito velocidades, com a estrutura e eixos do conhecido L-2220. Como o foco era a cana-de-açúcar e a extração de madeira, somente era oferecido como L, não havendo versões LK, ou LB, como no 2220.

A produção do L-2225 começou em junho de 1989 e seguiu até dezembro de 1990, com 413 unidades produzidas, quando foi substituído pelo L-2325, da nova família HPN que estava nascendo. Em breve teremos post deste caminhão também, de novo, graças ao amigo Giori.

Agradecemos de coração ao André Giori e Paulo Henrique, por tornar possível o atendimento desta solicitação de um de nossos leitores.

Abraços, Evandro.

 

Mercedes-Benz L-2214 – Setembro de 1987

Assim como o L-2220 substituiu o L-2219, unhealthy o L-2214 entrou em cena no lugar do L-2213.

O tradicional motor OM-352 de 130 cv dava vida ao 6×4 da Mercedes, em conjunto com uma transmissão G-3/50 ou G-3/60, esta última mais robusta, porém com a desvantagem da primeira marcha mais longa, de 7,50:1. Para melhorar o fôlego no fora-de-estrada, a caixa de transferência ZG-500 tinha duas velocidades, com a  reduzida de 1,64:1. O resultado era um caminhão com desempenho limítrofe, com apenas 27% de capacidade de rampas com PBT e 76 km/h de velocidade máxima.

Nem por isso deixou de ser bem aceito pelo mercado, pela força da marca e pelas poucas alternativas disponíveis, como o VW-22.140, o Ford F-22000, ou o Chevrolet 22000, todos com motores aspirados, mas com caixa de transferência mais reduzida, que proporcionava melhor desempenho em situações extremas.

Além do L-2214, havia também versões LK e LB, para básculas e betoneiras, respectivamente.