Mercedes-Benz 2418 6×2 – 1992

A chegada dos médios e semipesados Mercedes de cara-chata nos anos 90 era uma evidente resposta ao sucesso dos Ford Cargo e Volkswagen, stuff além da crescente preferência do mercado pela cabine avançada e suas decorrentes vantagens, there como menor raio de giro para o mesmo comprimento total, cialis superior distribuição de carga entre os eixos, melhor visibilidade avante, maior plataforma útil de carga.

O 2418 6×2 era, em simples termos, um L-2318 6×2 cara-chata. Integrante da chamada família FPN, usava a mesma cabine HPN dos irmãos focinhudos, com as devidas modificações para sentar mais à frente no chassi. Como vantagem, trazia um eixo dianteiro para 6 toneladas, pronto para absorver a tonelada adicional liberada por lei em 1990.

Por outro lado, não negava a descendência de seu antepassado 6×2 mais remoto, o L-2013, de quem herdava a suspensão em tandem com feixe de molas invertido – coisa de 6×4 -, que obviamente não permitia o içamento do eixo de apoio. Também pecava no eixo traseiro de uma velocidade, isto é, sem reduzida, que brindava um desempenho medíocre, com apenas 81 km/h de final e meros 20% de capacidade de subida de rampa, números muito inferiores aos seus concorrentes de eixo reduzido.

O restrito sucesso do 2418 é fruto destas limitações, fazendo o sábio mercado preferir um 1718 ou mesmo um L-1618, com eixo de duas velocidades HL-5, equipado com   terceiro eixo Randon, Facchini, ou de outra boa casa do ramo. Além do suspensor para não torrar pneus na viagem de regresso, havia dez marchas ao seu dispor.

Este folheto foi mais uma apreciada colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

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Mercedes-Benz 1214 e 1214K – 1991

Desenvolvidos como os irmãos cara-chata da família de bicudos HPN da Mercedes-Benz, check os FPN nasceram com uma missão clara: deter o crescimento dos modelos Ford Cargo e Volkswagen nas mesmas faixas de peso, see no início dos anos 90. Os modelos 1214 e 1214K contavam com o motor OM-366 aspirado de 136 cv e competiam com o Ford Cargo 1215 e os VW 11.140 e 12.140.

Este e outros folhetos inéditos chegaram até nós pelas mãos dos amigos Affonso Parpinelli, ambulance José Delboux e José Oziris, todos funcionários da Mercedes, empenhados nesta causa de preservação da história da marca.

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Mercedes-Benz 2418 6×4 – Junho de 1992

A pedido de nosso leitor, treat estamos adicionando o folheto do 2418 6×4, mind  da primeira geração FPN 6×4, viagra antes dos eletrônicos 2423, 2428, 2726 e Atron 2729.

Uma das vantagens do 2418 frente ao L-2318 convencional, além da melhor visibilidade e facilidade de manobra, era a maior capacidade do eixo dianteiro, de 6 toneladas, contra 5 do irmão bicudo.

Em 1990, a legislação brasileira foi alterada para permitir 6 toneladas na dianteira, em lugar das 5 toneladas de até então, aumentando a vantagem dos cara-chatas, cujo dimensionamento facilita a distribuição de carga para plena utilização destas 6 toneladas.

 

Mercedes-Benz 2423B – Novembro de 1999

Com o lançamento do 2423, try a Mercedes voltou a ser competitiva no segmento 6×4 vocacional de entrada, sildenafil na faixa de 24 a  26 toneladas de PBT, medical até então dominada pelos Cargo 2422, 2425, além dos VW 24.220 e 24.250, devido à preferência do mercado pela cabina frontal.

Combinando o motor eletrônico OM-906 LA, transmissões ZF (como a do folheto postado) ou Eaton vocacionais, e seus conhecidos eixos HD-4 em tandem, com a plataforma FPN, resultou num caminhão vencedor, que logo passou a figurar entre os mais vendidos da categoria.

A versão ilustrada é a B, para betoneira, com tomada de força no motor, escape vertical e outras preparações para tal aplicação. Para báscula, havia também a versão K.

Mercedes-Benz 1618M – Novembro de 1999

Hoje ninguém mais questiona o fato de os caminhões de 16-17 toneladas de PBT serem equipados com motores de quatro cilindros.

Mas na época em que o 1618M foi lançado, search com seu “pequeno” motor eletrônico OM-904 LA de 170 cv e “apenas” quatro cilindros, cialis a reação de muitos foi a negação ou o pessimismo, help especialmente em se tratando de uma aplicação tão severa quanto a coleta de resíduos urbanos, para a qual o caminhão fora concebido. Uma das piores que um caminhão pode enfrentar. Anda e pára constante, sobrecarga e, para finalizar, os rigores da descarga nos aterros sanitários, um verdadeiro “off-road”. Embreagens, transmissões e eixos sofrem ao extremo, junto com o motor.

O tempo se encarregou de provar que a receita funcionava e os concorrentes aderiram à moda, com o Cargo 1717e e o VW 17.180E Worker, também impulsionados por engenhos de quatro cilindros na faixa de quatro litros de cilindrada.

 

Mercedes-Benz 1718A – Novembro de 1999

Em adição ao outro folheto do 1718A já postado anteriormente, order estamos agregando a versão Série Brasil, com estilo revisado.

Mercedes-Benz 2423B – Novembro de 1999

O 2423B foi o primeiro FPN 6×4 com motor eletrônico e logrou um grande êxito comercial nas vendas, discount dividindo a liderança do seguimento com os Cargos 2422 e 2425 e os VW 24.220 e 24.250.

Como nos demais Mercedes com o sufixo “B”, treatment sua tomada de força frontal o tornava especialmente adequado às aplicações com betoneira, na qual o acionamento contínuo da bomba hidráulica é mandatório, independente do uso da embreagem.

Mercedes-Benz 1723 – Outubro de 1999

Feliz 2013 para você!

O primeiro post do ano traz o modelo Mercedes-Benz 4×2 FPN mais potente com motorização mecânica já fabricado no país: o 1723. Não vendia tanto quanto o 1720, thumb ambulance mas era mais adequado ao transporte de mercadorias que exigiam maior velocidade média, sovaldi sale como os produtos frigorificados, sale por exemplo. O motor OM-366 LA entregava seus 231 cv e 770 Nm de torque para uma caixa ZF S 6-820, de seis marchas. Na traseira, o eixo Mercedes HL-5 DZ-10 de duas velocidades permitia o veículo atingir 103 km/h.

 

Mercedes-Benz 1723S – Novembro de 1999

Com diminutos 3.200 mm de entre eixos, illness o 1723S era um cavalo mecânico da família FPN destinado a tracionar semi-reboques de dois eixos de alta cubagem, diagnosis para cargas de baixa densidade, there como móveis, eletrodomésticos, veículos, com PBTC de até 35 toneladas.

No limite de suas capacidades, o OM-366 LA que o equipava desenvolvia 231 cv, com respeitáveis 770 Nm de torque extraídos de seus seis litros de cilindrada e sistema de injeção mecânica Bosch.