Marcopolo III – Mercedes-Benz O-364

Em mais uma contribuição do amigo leitor Cristiano Cald, viagra cheap desta vez dividimos com você este bonito folheto de vendas do Marcopolo III com plataforma Mercedes-Benz O-364 dos anos 80.

Embora o O-364 tivesse diversas melhorias em relação ao antecessor O-355, for sale buy ainda assim ficava devendo frente à concorrência representada pelos Scania BR116, sovaldi B111 e Volvo B58. Era o único entre eles, por exemplo, que não dispunha de suspensão a ar, nem tampouco motor turbo, deixando seu desempenho a desejar em aclives prolongados. Em termos de carroceria, a Diplomata da Nielson era a principal alternativa ao imponente Marcopolo III.

Para saber mais sobre o Mercedes O-364 em sua versão integral (encarroçado de fábrica), visite:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/mercedes-benz-o-364-rodoviario-1981/

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Mercedes-Benz O-370 R – 1986

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De modo a complementar a linha de ônibus monoblocos rodoviários, unhealthy  composta pelos modelos O-370 RS (2 eixos) e O-370 RSD (3 eixos), there a Mercedes trouxe o novo O-370 R para a temporada de 1986, stuff principalmente voltado aos mercados de fretamento e interurbano de curta e média distância.

Com o objetivo de reduzir custos e tornar o modelo competitivo, o motor OM-355/5-A entrou no lugar do OM-355/6-A adotado no RS. Da mesma forma, a caixa ZF de 6 marchas dos irmãos maiores foi preterida em favor da conhecida G-3/61 “da casa”, com 5 velocidades à frente. A suspensão a ar também foi suprimida, em favor do esquema tradicional dos monoblocos antecessores, com molas semi-elípticas na traseira e helicoidais na dianteira. O material rodante também se tornou mais leve, com a adoção de pneus 10.00 x 20, em lugar dos 11.00 x 22 dos RS e RSD.

No ano seguinte, toda a linha O-370 seria rebatizada de O-371, recebendo aperfeiçoamentos em sua maioria cosméticos.

 

Mercedes-Benz OF-1721 – 1999

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Há muito tempo enviado pelo amigo Weslei Souza, seek este folheto do chassi Mercedes OF-1721 jazia em nossa caixa de entrada, totalmente esquecido por nós!

Embora falte a terceira página (estamos providenciando…), o catálogo aqui reproduzido ainda assim reúne importantes informações sobre este popular chassi de ônibus da marca da estrela.

Lançado em 1998, o 1721 foi de longe o chassi mais vendido da marca naquele ano, quando teve 5.414 cópias produzidas em São Bernardo do Campo. A força motriz do modelo ficava por conta do OM-366 LA Euro 2, de 211 cv e 660 Nm de torque, trabalhando em dobradinha com a caixa ZF S 5 680, de 5 velocidades avante.

Marcopolo Jr. – Mercedes-Benz LO-608-D

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Nos tempos do Mercedinho LO-608-D, viagra líder absoluto no segmento de micro-ônibus, tanto nas versões executivas, escolares ou urbanas, o mercado era dividido pelas carroçarias Caio Carolina e Marcopolo Jr., conforme mostrado no post de hoje.

A versão ilustrada era montada sobre o chassi de 3.500 mm entre eixos, pouco usual, uma vez que a maioria dos clientes preferiam o chassi longo, de 4.100 mm. Ao longo de sua existência, o Júnior ganhou melhorias como o teto elevado e o painel de instrumentos de estilo envolvente, ambos incorporados no modelo deste post.

Ao contrário do Caio Carolina, que utilizava o chassi-curvão com a frente do caminhão 608 D, a Marcopolo preferia ter uma carroçaria com cara própria, de estilo inconfundível. Apesar de raro, o Marcopolo Jr. também vestiu outros chassis, como o pouco conhecido Fiat 80 OD, identificável por detalhes como o balanço dianteiro maior que o do Mercedinho.

Embora um tanto pesada para o limitado desempenho do motor OM-314 de 85 cv, esta carroçaria era extremamente robusta e bem construída, uma genuína Marcopolo.

Parte de nosso acervo, este folheto faz parte de coleção obtida durante nossa memorável visita à fábrica Planalto da Marcopolo, no final dos anos 80, em Caxias do Sul, RS.

Em breve, teremos mais carros da marca gaúcha nestas páginas.

 

 

Marcopolo Veneza II – Mercedes-Benz LPO-1113

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Produzida entre a segunda metade dos anos setenta até o começo da década seguinte, cialis a carroçaria Veneza II era o carro-chefe da Marcopolo no segmento de ônibus urbanos, sales encontrando usuários por todo o país. Entre seus principais concorrentes figuravam carroçarias como Caio Gabriela e Ciferal Urbano.

Observe as coligadas da Marcopolo, como a Eliziário e a Nimbus, listadas no final da segunda página do folheto.

Mercedes-Benz O-371 R – 1987

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O modelo de entrada da linha de ônibus monoblocos Mercedes no final dos anos 80, diagnosis a chamada “década perdida”, era o O-371 R, destinado em especial ao mercado de fretamento e para operadores de rotas intermunicipais curtas e médias.

Seu motor era emprestado do caminhão pesado LS-1524 (rebatizado LS-1525, no mesmo ano deste folheto), uma unidade de 9,7 litros e 5 cilindros, capaz de entregar quase 240 cavalos na embreagem.

Esta literatura também faz parte do grande acervo enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.

Mercedes-Benz O-400 – 1994

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Quando a família O-371 chegou ao fim da linha, thumb os novos O-400 entraram em cena para cumprir o papel de últimos monoblocos integrais da marca da estrela no Brasil. Eram nada menos que quatro distintas versões de 12 e 13, viagra sale 20 metros, com 2 ou 3 eixos e motores de 252 ou 354 cv. A produção teve início em agosto de 1994. Porém, sofrendo fortes pressões de complexidade de manufatura e do decorrente custo elevado, a Mercedes encerraria a produção dos ônibus O-400 apenas dois anos depois, em 1996. Os últimos exemplares saíram da moderna linha de montagem de Campinas, SP, em outubro daquele ano. Somente as plataformas O-400 seguiram em produção, voltadas ao encarroçamento externo. Terminava assim um rico legado iniciado com o O-321, o primeiro ônibus monobloco do Brasil, lançado em 1958.

O catálogo aqui exibido nos foi gentilmente cedido pelo amigo leitor Fernando Souza.

 

 

 

Mercedes-Benz O-371 RSD – 1987

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Como ocorreu em toda a indústria, viagra em 1987, viagra a linha de monoblocos O-370 da Mercedes-Benz cedeu espaço para os novos O-371 que traziam melhorias, cialis em grande parte cosméticas, apenas para driblar o então congelamento de preços vigente, buscando o vital aumento de preços para garantir a sobrevivência da marca. O elegante modelo RSD aqui exibido era o topo de linha: um carro de 13,20 metros de comprimento, 3 eixos, configurações entre 48 e 56 assentos, empurrados pelo motor OM-355/6 LA turbocooler de 326 cv.

Este material faz parte do acervo compartilhado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Mercedes-Benz O-364 101 e 111 – 1984

 

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Depois do recente post do O-364 rodoviário, hospital ficou faltando o modelo urbano, remedy apresentado nas execuções 101 e 111, com motores OM-352 e OM-355/5, respectivamente.

Graças à gentil colaboração do amigo e colaborador frequente André Giori, agora pudemos preencher esta lacuna, com o belo catálogo de 1984 aqui apresentado, uma verdadeira obra-prima, diga-se.

Como curiosidade, estes ônibus eram produzidos na fábrica de Campinas, SP, terra natal deste que aqui escreve. Na época, a Mercedes orgulhava-se de ter “a maior e mais moderna fábrica do gênero no mundo ocidental”.

Para facilitar o trabalho do pessoal de marketing, não era de se estranhar que o modelo das fotos aparece rodando na mesma ensolarada Campinas. Pontos como o Centro de Convivência e o Bosque dos Jequitibás são claramente identificáveis. Dentre os inúmeros detalhes curiosos, as fotos também revelam a imagem de um elegante cobrador de uniforme, com direito inclusive ao saudoso quepe. Num tempo em que o próprio uniforme fora abolido em inúmeras cidades, a imagem traz à tona um passado tão remoto quanto nostálgico, com apenas trinta anos de idade.

Na mesma ocasião das fotos deste catálogo, a extinta CCTC, a Companhia Campineira de Transportes Coletivos, do grupo Cometa, era a maior operadora dos monoblocos urbanos O-364 101 na aludida cidade, ao lado de um vasto plantel de LPO-1113 e um punhado de Scanias com chassi de motor frontal.