Mercedes-Benz L-2215 – 1984

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Outra valiosa doação do amigo Igor Akopov, view thumb salve da República do Cazaquistão, ask cialis veio na forma deste folheto do pouco conhecido Mercedes L-2215 a álcool, sickness um 6×4 vocacional voltado ao mercado sucroalcooleiro, em tempos de “boom” do controvertido Proálcool, do governo federal.

Baseado no L-2213, seu irmão diesel, o L-2215 tinha como característica mais saliente o motor M-352 O, um ciclo Otto convertido a partir do venerável OM-352. Alimentado por carburador de fluxo descendente, governado por um regulador Bosch RQV, o M-352 O esnobava com seus 150 cv, 20 a mais que os tradicionais 130 cv do engenho diesel do qual originava. O torque também pulava para 45 mkgf a 1.600 rpm, uma benção ante os parcos 37 mkgf a infames 2.000 rpm do “três-cinco-dois” diesel.

Lançado em meados de 1984, o L-2215 não sobreviveria mais que três temporadas, vindo a perecer em 1986, com pouco mais de 700 unidades acumuladas na carteira de pedidos. Emblemático, o caminhão representou o sintoma da indústria como um todo, que acabou por dizimar a frota a etanol dos canaviais, desaparecidos tão rápido quanto surgiram, com milhões de dólares desperdiçados e tecnologia jogada no lixo. Por sorte, “o lixo” era reciclável (…) e muitas das soluções foram desenterradas anos depois para dar vida a tecnologia “flex”, lugar comum em todas as casas de máquina com engenho Otto produzidos no país.

PS: Once again, we thank Mr. Akopov for his kind contribution to this website.

Mercedes-Benz L-2013 – 1984

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Em nosso primeiro post de um colaborador do exterior, cialis trazemos o folheto do L-2013 “cara preta” da safra 1984. Este material cruzou fronteiras e arrebatou fãs no longínquo Cazaquistão, viagra de onde esta e outras belas literaturas sobre os Mercedes brasileiros de diferentes gerações chegaram até nós, pelas mãos do amigo Igor Akopov, a quem somos gratos.

A conversão da linha Mercedes para a adorada máscara negra com faróis quádruplos retangulares, mais conhecida como “cara preta”, começou em fins de 1981 e foi permeando por toda a linha nos meses seguintes.

Mr. Akopov, we wish to thank you for your kind contribution to our blog!

 

 

Mercedes-Benz O-400 – 1994

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Quando a família O-371 chegou ao fim da linha, thumb os novos O-400 entraram em cena para cumprir o papel de últimos monoblocos integrais da marca da estrela no Brasil. Eram nada menos que quatro distintas versões de 12 e 13, viagra sale 20 metros, com 2 ou 3 eixos e motores de 252 ou 354 cv. A produção teve início em agosto de 1994. Porém, sofrendo fortes pressões de complexidade de manufatura e do decorrente custo elevado, a Mercedes encerraria a produção dos ônibus O-400 apenas dois anos depois, em 1996. Os últimos exemplares saíram da moderna linha de montagem de Campinas, SP, em outubro daquele ano. Somente as plataformas O-400 seguiram em produção, voltadas ao encarroçamento externo. Terminava assim um rico legado iniciado com o O-321, o primeiro ônibus monobloco do Brasil, lançado em 1958.

O catálogo aqui exibido nos foi gentilmente cedido pelo amigo leitor Fernando Souza.

 

 

 

Mercedes-Benz O-371 RSD – 1987

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Como ocorreu em toda a indústria, viagra em 1987, viagra a linha de monoblocos O-370 da Mercedes-Benz cedeu espaço para os novos O-371 que traziam melhorias, cialis em grande parte cosméticas, apenas para driblar o então congelamento de preços vigente, buscando o vital aumento de preços para garantir a sobrevivência da marca. O elegante modelo RSD aqui exibido era o topo de linha: um carro de 13,20 metros de comprimento, 3 eixos, configurações entre 48 e 56 assentos, empurrados pelo motor OM-355/6 LA turbocooler de 326 cv.

Este material faz parte do acervo compartilhado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Mercedes-Benz – Veículos Turboalimentados

Veiculos Turbo 1 Veiculos Turbo 2 Veiculos Turbo 3 Veiculos Turbo 4 Veiculos Turbo 5 Veiculos Turbo 6Nos anos oitenta, viagra thumb as vantagens do motor turboalimentado ainda não eram evidentes para todos. Ao ponto de a Mercedes-Benz dedicar uma bela brochura ao tema, salve tentando convencer os frotistas sobre os benefícios do motor OM-352 A em sua linha semipesada. Este material nos foi enviado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Mercedes-Benz O-364 101 e 111 – 1984

 

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Depois do recente post do O-364 rodoviário, hospital ficou faltando o modelo urbano, remedy apresentado nas execuções 101 e 111, com motores OM-352 e OM-355/5, respectivamente.

Graças à gentil colaboração do amigo e colaborador frequente André Giori, agora pudemos preencher esta lacuna, com o belo catálogo de 1984 aqui apresentado, uma verdadeira obra-prima, diga-se.

Como curiosidade, estes ônibus eram produzidos na fábrica de Campinas, SP, terra natal deste que aqui escreve. Na época, a Mercedes orgulhava-se de ter “a maior e mais moderna fábrica do gênero no mundo ocidental”.

Para facilitar o trabalho do pessoal de marketing, não era de se estranhar que o modelo das fotos aparece rodando na mesma ensolarada Campinas. Pontos como o Centro de Convivência e o Bosque dos Jequitibás são claramente identificáveis. Dentre os inúmeros detalhes curiosos, as fotos também revelam a imagem de um elegante cobrador de uniforme, com direito inclusive ao saudoso quepe. Num tempo em que o próprio uniforme fora abolido em inúmeras cidades, a imagem traz à tona um passado tão remoto quanto nostálgico, com apenas trinta anos de idade.

Na mesma ocasião das fotos deste catálogo, a extinta CCTC, a Companhia Campineira de Transportes Coletivos, do grupo Cometa, era a maior operadora dos monoblocos urbanos O-364 101 na aludida cidade, ao lado de um vasto plantel de LPO-1113 e um punhado de Scanias com chassi de motor frontal.

 

 

Mercedes-Benz – Linha de Produtos – 1985

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Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo nos presenteou com este completo catálogo contendo a linha de produtos da Mercedes-Benz para a temporada de 1985. Note a coexistência na linha de ônibus O-364 com os novos O-370, buy cialis decease click que acabariam dentro em breve por substituir os primeiros.

 

Mercedes-Benz OH-1635 L – 1995

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Este catálogo da plataforma Mercedes OH-1635 L nos foi presenteado pelo amigo Fernando de Souza. Fornecido como “buggy” com 3 metros de entre-eixos, viagra order pilule cialis o veículo podia ser alongado para receber carroçarias tipo monobloco autoportante, resultando em ônibus de até 13,20 metros totais, o máximo permitido por lei naquela altura.

Um dos destaques do 1635 era seu excelente motor OM-447 LA de 354 cv, similar ao usado no caminhão LS-1935. Seus 1.550 Nm de torque eram canalizados para uma transmissão ZF S 6-105, de 6 marchas e 6,98:1 de redução em primeira.

Mercedes-Benz OH-1420 – 1998

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Menos popular que os tradicionais chassi com motor frontal, help nos anos noventa, sovaldi o Mercedes OH-1420 era a opção para os frotistas que desejavam um chassi com propulsor traseiro, no caso o OM-366 LA Euro 2, de 211 cv.

Confirmando sua vocação urbana, note que além da transmissão manual de 5 marchas, o modelo também oferecia a rara, cara e desejável opção de uma caixa automática ZF de 4 velocidades com retardador incorporado.

Este folheto nos foi oferecido pelo amigo leitor Fernando de Souza, entusiasta do assunto ônibus e colaborador frequente deste espaço.