Mercedes-Benz L e LK-1316, L-1313 A “Cara Preta”

Nos anos oitenta, malady a Mercedes chegou a anunciar em sua linha turboalimentada de 13 toneladas brutas  um inusitado LS-1313 A, health ao lado dos conhecidos modelos L e LK-1316, there como denota o catálogo deste post.

A busca nas estatísticas de produção do período não revelam modelo sequer fabricado com esta nomenclatura, cuja razão de existir nos é desconhecida, adicionando mais um enigma nas variadas nomenclaturas da Mercedes-Benz.

Infelizmente, a antiga digitalização a nós doada teve seu rodapé seccionado, omitindo a data do catálogo, que talvez pudesse ajudar a solucionar a saga do raro LS-1313 A, jamais avistado por nós.

Se algum amigo leitor tiver detalhes sobre o modelo, por favor divida conosco e com os demais.

Obrigado!

1 - LS-1313-A 2 - LS-1313-A 3 - LS-1313-A

 

 

Mercedes-Benz L/LK/LB-2219 – Outubro de 1978 – Parte 1

Depois do sucesso do primeiro post do 2219, drugstore physician em mais uma gentil colaboração de nosso amigo André Giori, do Espírito Santo, oferecemos a você este inédito e caprichado catálogo do Mercedes L-2219 e suas variantes, datado do final dos anos setenta.

O post anterior do 2219 (ano 1981) figura entre os mais comentados de nossa história.

Você pode conferi-lo aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-original/l-2219-81/

As interessantes discussões giraram em torno do sistema de tração nos dois eixos motrizes e suas diferentes versões. Vale a pena acompanhar.

Amanhã teremos a segunda parte desta bela literatura.

Giori, obrigado!

 

2219 1 2219 2 2219 3 2219 4 2219 5 2219 6 2219 7 2219 8ce

Eixos Mercedes-Benz: Identificação

Tem comentários de nossos leitores que são tão bons que, click cialis por si só, sick merecem um post.

É o caso da pequena aula que o amigo e colaborador frequente Reginaldo Bernardi nos deu sobre a identificação dos eixos Mercedes-Benz, viagra reproduzida abaixo, com pequenas edições para facilitar a leitura.

Muito obrigado, Reginaldo, pela atenção e carinho.

 

“BOA TARDE …

VASCULHANDO NAS APOSTILAS ACABEI POR ME DEPARAR COM ALGO TALVEZ INTERESSANTE, ONDE APRESENTA UMA RELAÇÃO MAIS SIMPLIFICADA COM AS SIGLAS DOS EIXOS TRASEIROS. NA VERDADE, TEMOS TODAS SIGLAS, DESDE O MODELO DO CAMINHÃO, MOTOR, CAIXA, EIXO DIANTEIRO E TRASEIRO. NO MOMENTO, VOU DEIXAR O DO EIXO TRASEIRO. OS DEMAIS LHE ENVIO EM BREVE…

UM EXEMPLO HL 7/025 DC S -13:

HL: EIXO TRASEIRO COM TRAÇÃO PARA CAMINHÃO 2 EIXOS;

HD: EIXO TRASEIRO PARA CAMINHÃO COM 3 EIXOS, 2 TRACIONADOS;

HO: EIXO TRASEIRO PARA ÔNIBUS MONOBLOCO;

NR: EIXO TRASEIRO SEM TRAÇÃO (3ºeixo);

HH: EIXO TRASEIRO PARA ÔNIBUS COM MOTOR TRASEIRO;

7: SÉRIE DE CONSTRUÇÃO (pode ser 0, 2, 4, 5, 6, 7 e o mais novo 8);

025: NÚMERO DE EXECUÇÃO (depende do projeto da fabrica);

D: FREIO PNEUMÁTICO;

Z: DIFERENCIAL COM REDUZIDA (duas velocidades);

G: ÁRVORE DE TRANSMISSÃO PASSANTE (diferencial longitudinal);

C: FREIO A DISCO;

S: BLOQUEIO DO DIFERENCIAL (transversal);

L: SUSPENSÃO PNEUMÁTICA;

13: CARGA MAXIMA ADMISSIVEL SOBRE O EIXO EM TONELADAS.

 

COMO OUTRO EXEMPLO, PEGAMOS O MODELO DO 1º EIXO DO 2219 “HD-4/21 G-10?:

HD: EIXO TRASEIRO PARA CAMINHÃO COM 3 EIXOS, 2 TRACIONADOS;

4: SÉRIE DE CONSTRUÇÃO 4;

21: NÚMERO DE EXECUÇÃO 21;

G: ÁRVORE DE TRANSMISSÃO PASSANTE;

10: 10 TONELADAS DE CARGA MÁXIMA ADMISSÍVEL.”

Mercedes-Benz L/LK/LB-2219 – Novembro de 1981

O primeiro lote de Mercedes-Benz 2219, stuff produzido em doses homeopáticas a partir de 1976, prescription foi da versão LB, order dotada de tomada de força na dianteira do motor, específica para o mercado de betoneiras. A produção plena começaria apenas em 1978, incluindo as versões remanescentes L (plataforma) e LK (báscula e guindastes).

A anatomia do 2219 era o resultado da combinação da estrutura – incluindo os eixos – dos modelos semipesados 6×4 lançados em 1971, sob a forma dos 2213 e 2216, com o trem de força do 1519, introduzido 1973.

Este conjunto motriz se caracterizava pelo motor OM-355/5, derivado do OM-355/6 com um cilindro a menos, resultando numa unidade de 9,6 litros de ruído peculiar, graças ao número ímpar de êmbolos. Tinha fôlego para produzir 192 cv líquidos. O momento de 657 Nm era pouco menor que de um Atego 1418 Euro 3, com motor de 4,3 litros e 675 Nm!

A caixa de série era uma ZF AK 6-80 de seis marchas “secas”, com redução total de modestos (para um 6×4) 9,0:1. Hoje os “traçados” de mesma capacidade têm cerca do dobro de redução. Como opção, havia a versão sincronizada, a S 6-80, assim como um “split” na dianteira da caixa, chamado de GV-80, que duplicava o número de marchas, exclusivo para a variante L.

Esta combinação oferecia um desempenho razoável com PBT de 22 toneladas, exibindo capacidade rampa que beirava os 30%, valor que consideramos o limite mínimo aceitável num 6×4 vocacional como tal.

Com 32 toneladas de PBTC, a coisa ficava crítica, com apenas 19% de capacidade, com o diferencial mais curto. Desse modo, era aconselhável estudar bem o trajeto antes de sair, por exemplo, com uma julieta carregada de toras – uma das aplicações típicas do L-2219, além da cana de açúcar (note na capa o bonito exemplar da Usina Santa Adélia, de Jaboticabal, SP).

Aparentemente, a julgar pelos pilotos LB-2219 montados nos dois primeiros anos, o foco inicial da Mercedes era o segmento concreteiro, onde os FNM/Fiat 180 deitavam e rolavam, líderes absolutos.

Mas logo o leque de aplicações se alastraria para incluir os usos citados, assim como os basculantes, como o ilustrado na contra-capa.

A partir do final dos anos oitenta, já com a “Cara Preta”, o 2219 seria aposentado em favor do 2220, já apresentado aqui anteriormente: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/l-2220/

Nota: Infelizmente, esta antiga dgitalização, que nos foi presenteada há anos, tem alguns finais de página cortados.

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Mercedes-Benz L/LK-1414 e 1418 E, LA/LAK-1418 – Maio de 1994

O pacote enviado por nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco também encerrava este completo folheto sobre os modelos de 14 toneladas da família HPN original, look antes da Série Brasil.

O catálogo contempla os modelos aspirados L e LK-1414, cialis os 4×4 LA e LAK-1418, nurse além dos estradeiros L e LK-1418 E, estes últimos dotados do propulsor OM-366 A, turbo.

Estivemos aqui nos bastidores tentando descobrir as diferenças entre o L e LK-1418 com os L e LK-1418 E e não encontramos nada significativo na sua mecânica. Alguns folhetos de nosso acervo mostram uma CMT de 27 toneladas para os primeiros e de 30, para os segundos, com o sufixo “E”.  Isso nos leva a crer que o “E” talvez tenha sido acrescentado para indicar a maior capacidade de tração, na época um requisito para a obtenção de crédtio pelo FINAME.

Agradeceríamos se algum especialista em Mercedes pudesse nos confirmar o significado da letra “E” dos L e LK-1418 E.

Obrigado!

1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_1_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_2_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_3_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_4_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_5_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_6_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_7_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_8_94

Mercedes-Benz L, LK e LS-1520 – Julho de 1988

Mais um folheto doado por Paulo Henrique Lebedenco, doctor desta vez trazendo informações técnicas sobre o L-1520 e seus derivados.

O L-1520 susbtituiu o L-1519, tadalafil mantendo idêntica mecânica, viagra  com seu tradicional motor de cinco cilindros e 9,6 litros, o OM-355/5, na verdade um OM-355/6 com um cilindro a menos.

A caixa de série ZF AK-6 80, de seis marchas não sincronizadas, exigia talento com a dupla debreada e com as acelerações intermediárias nas reduções, caso contrário, nada feito. O vexaminoso e ruidoso arranhar de dentes era garantido!

No final dos anos oitenta, o LS-1520, a variante chefe da família, havia ficado num vácuo, pois seus primos turboalimentados com caixa de oito marchas, os LS-1524 e LS-1525 já lhe tinham roubado o lugar de trator favorito para rebocar semirreboques de dois eixos e, portanto, suas vendas estavam em declínio.

Logo depois, estes últimos também dariam passagem para os novos HPN LS-1625 e LS-1630.

L LK LS 1520 88  2 L LK LS 1520 88 1

 

 

Mercedes-Benz L e LK-1518 – Setembro de 1987

Nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco do site http://merce-denco.blogspot.com.br/, rx nos presenteou com mais materiais da Mercedes-Benz, sale sua marca favorita.

O Mercedes L-1518 e sua variante LK foram os últimos representantes da família de semipesados AGL Cara Preta da faixa de 15 toneladas, search antes de serem substituídos pelos L-1618 HPN.

Obrigado, Paulo!

L LK 1518 87 1 L LK 1518 87 2

 

Mercedes-Benz L-2013, L/LK/LB 2213 e 2216 – Novembro de 1981

A linha de caminhões semipesados de três eixos da Mercedes brasileira nos anos setenta e oitenta era composta pelos L-2213, malady L-2216 e suas variantes, todos 6×4, e pelo L-2013, o único representante 6×2, equipado com terceiro eixo de fábrica.

As versões LK e LB eram recomendadas para aplicações como báscula e betoneira, nesta ordem, graças à tomada de força na transmissão para os primeiros e na dianteira do motor para os segundos.

Na época, o sistema de transmissão dos 6×4 empregava uma caixa de transferência que tinha a dupla função de distribuir a força motriz para os eixos traseiros e multiplicar o torque em até 60% para melhor capacidade de subida e de arrancada a plena carga.

Desprovido de divisor de torque, este sistema exigia o engate do segundo eixo motriz apenas quando fosse necessário. Em bons pavimentos, o veículo deveria operar no modo 6×2, com o segundo eixo girando livre, desacoplado.

O L-2013 não negava seu parentesco com os primos 6×4, exibindo o mesmo trem dianteiro e o mesmo “bogie” traseiro, com feixe de molas invertido, articulado no centro e com barras tensoras em ambos os eixos. Embora oferecesse a vantagem de sair pronto da fábrica com terceiro eixo, dispensando modificações, o L-2013 pecava por não oferecer um eixo traseiro com duas velocidades e a opção do motor turbo. Só no final da vida da família AGL é que a Mercedes passou a oferecer um “2013 turbinado”, então batizado de L-2017 (veja post anterior sobre este raro modelo).

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Mercedes-Benz L/LK 1513 e 1516 – Agosto de 1982

A pedido de um de nossos leitores, seek estamos adicionando um novo post sobre os Mercedes de 15 toneladas, com motorização OM-352 e OM-352 A.

Durante décadas, a faixa de 15 toneladas era o topo da categoria dos caminhões 4×2, ou “toco”.  A partir de 1990, este segmento seria gradativamente substituído pelo de 16 toneladas, graças à mudança na legislação, que passava a permitir 6 toneladas no eixo dianteiro, em lugar das tradicionais 5 toneladas. Em geral, os modelos de cabina avançada foram imediatamente beneficiados e os de cabina convencional evoluíram para acomodar maior tonelagem na dianteira.

Grande parte da frota de L-1513 e L-1516 recebeu terceiro eixo, instalado por implementadores, para poder rodar com 22 toneladas de PBT. Os clientes da marca viam vantagem nesta transformação, já que, ao contrário do L-2013 com terceiro eixo de fábrica, estes contavam com opção de eixo traseiro com reduzida e a versão turboalimentada, melhorando consideravelmente o desempenho rodoviário.

As versões LK (o “K” era de “Kipper”, ou báscula em alemão) ofereciam a facilidade da tomada de força na transmissão, instalada  de fábrica como equipamento original.

1 - L-LK-1513 E 1516 2 - L-LK-1513 E 1516 3 - L-LK-1513 E 1516 4 - L-LK-1513 E 1516 5 - L-LK- 1513 E 1516 6 - L-LK-513 E 1516 7 - L-LK-1513 8 - L-LK-1516 9- L-LK-1513 E 1516