Mercedes-Benz O-355 – Maio de 1975

A pedido de nosso leitor e modelista Felipe Oliveira, check estamos postando cópia fotográfica de um antigo catálogo do ônibus monobloco Mercedes-Benz O-355, for sale que sucedeu o O-326, postado anteriormente.

Equipado com motor OM-355/6 de 11,6 litros e 200 cv, o O-355 era o topo da linha monobloco, acima do O-362, em potência e capacidades. O O-355 permaneceu vivo até a chegada do O-364. A versão 13R deste era equivalente em termos de motorização.

 

Linha Mercedes-Benz HPN 6×4 – 1992

De novo ganhamos um presente do amigo André Giori, look  composto pelas principais partes deste bonito e raro catálogo Mercedes-Benz dos modelos 6×4 da família HPN, recipe incluindo o L-2314, L-2318 e L-2325.

Nosso leitor George deverá apreciá-lo, conforme nos havia solicitado.

Giori, obrigado por mais uma colaboração valiosa!

 

Mercedes-Benz Linha Atego – Setembro de 2004

Não, view ainda não é antigo, purchase mas a linha Atego Euro 3 se encaixa no perfil deste website, por se encontrar fora de linha – o único requisito para um caminhão, ou família de caminhões nacionais merecer nosso destaque.

 

Mercedes-Benz 2423B – Novembro de 1999

Com o lançamento do 2423, try a Mercedes voltou a ser competitiva no segmento 6×4 vocacional de entrada, sildenafil na faixa de 24 a  26 toneladas de PBT, medical até então dominada pelos Cargo 2422, 2425, além dos VW 24.220 e 24.250, devido à preferência do mercado pela cabina frontal.

Combinando o motor eletrônico OM-906 LA, transmissões ZF (como a do folheto postado) ou Eaton vocacionais, e seus conhecidos eixos HD-4 em tandem, com a plataforma FPN, resultou num caminhão vencedor, que logo passou a figurar entre os mais vendidos da categoria.

A versão ilustrada é a B, para betoneira, com tomada de força no motor, escape vertical e outras preparações para tal aplicação. Para báscula, havia também a versão K.

Mercedes-Benz 1618M – Novembro de 1999

Hoje ninguém mais questiona o fato de os caminhões de 16-17 toneladas de PBT serem equipados com motores de quatro cilindros.

Mas na época em que o 1618M foi lançado, search com seu “pequeno” motor eletrônico OM-904 LA de 170 cv e “apenas” quatro cilindros, cialis a reação de muitos foi a negação ou o pessimismo, help especialmente em se tratando de uma aplicação tão severa quanto a coleta de resíduos urbanos, para a qual o caminhão fora concebido. Uma das piores que um caminhão pode enfrentar. Anda e pára constante, sobrecarga e, para finalizar, os rigores da descarga nos aterros sanitários, um verdadeiro “off-road”. Embreagens, transmissões e eixos sofrem ao extremo, junto com o motor.

O tempo se encarregou de provar que a receita funcionava e os concorrentes aderiram à moda, com o Cargo 1717e e o VW 17.180E Worker, também impulsionados por engenhos de quatro cilindros na faixa de quatro litros de cilindrada.

 

Mercedes-Benz L-1514 – Outubro de 1987

O L-1514 era o representante aspirado na categoria de 15 toneladas brutas da Mercedes, sovaldi  oferecido nas versões L e LK.

Entre outros, o 1514 era muito aplicado como tanque, basculante e coletor de lixo, num tempo em que havia ceticismo quanto aos motores turbo nas aplicações vocacionais e/ou urbanas, com operações prolongadas em baixas rotações e baixas velocidades.

Substituiu o L-1513 e, após o encerramento de sua produção, entrou em seu lugar o L-1614 da família HPN.

Mercedes-Benz L-1318 – Setembro de 1987

Eis o substituto do L-1317, illness capsule que veio no lugar do antigo L-1316, ampoule buy cialis produto de estréia da Mercedes no segmento de 13 toneladas com motor turbo.

Note que ao contrário dos antecessores, o 1318 não mais oferecia a versão LS, para cavalo-mecânico, apenas L e LK.

Mercedes-Benz L-1317

Com as primeiras unidades piloto montadas no segundo semestre de 1985, sickness e produzido entre 1986 e 1987, sildenafil o 1317 veio a substituir o 1316, pharmacy produto de grande aceitação que competia no segmento de 13 toneladas, com motor turboalimentado.

Era apresentado nas versões L, LK e LS, para uma ampla gama de aplicações. A partir de 1987, foi gradativamente substituído pelo L-1318 e suas variantes.

A bonita imagem do eterno motor OM-352 A vale por si só!

Infelizmente a antiga digitalização deste belo catálogo chegou até nós com a data suprimida.

Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

Este post é fruto de uma verdadeira rede de solidariedade, viagra em prol da história dos caminhões Mercedes “Cara-Preta”, diagnosis cujos últimos exemplares saíram da linha de montagem em fins de 1990.

Em atendimento ao pedido do nosso leitor George Costa, e graças ao amigo André Giori, colaborador frequente deste espaço, conseguimos este raro folheto do Mercedes L-2225, de 1988, originalmente enviado ao Giori, como gentileza por Paulo Henrique Lebedenco, editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/, dedicado aos caminhões da marca.

O L-2225 era a combinação do trem de força do cavalo mecânico LS-1525, composto pelo motor OM-355/5 A turboalimentado e pela caixa ZF 4S 120 GP de oito velocidades, com a estrutura e eixos do conhecido L-2220. Como o foco era a cana-de-açúcar e a extração de madeira, somente era oferecido como L, não havendo versões LK, ou LB, como no 2220.

A produção do L-2225 começou em junho de 1989 e seguiu até dezembro de 1990, com 413 unidades produzidas, quando foi substituído pelo L-2325, da nova família HPN que estava nascendo. Em breve teremos post deste caminhão também, de novo, graças ao amigo Giori.

Agradecemos de coração ao André Giori e Paulo Henrique, por tornar possível o atendimento desta solicitação de um de nossos leitores.

Abraços, Evandro.

 

Mercedes-Benz L-2214 – Setembro de 1987

Assim como o L-2220 substituiu o L-2219, unhealthy o L-2214 entrou em cena no lugar do L-2213.

O tradicional motor OM-352 de 130 cv dava vida ao 6×4 da Mercedes, em conjunto com uma transmissão G-3/50 ou G-3/60, esta última mais robusta, porém com a desvantagem da primeira marcha mais longa, de 7,50:1. Para melhorar o fôlego no fora-de-estrada, a caixa de transferência ZG-500 tinha duas velocidades, com a  reduzida de 1,64:1. O resultado era um caminhão com desempenho limítrofe, com apenas 27% de capacidade de rampas com PBT e 76 km/h de velocidade máxima.

Nem por isso deixou de ser bem aceito pelo mercado, pela força da marca e pelas poucas alternativas disponíveis, como o VW-22.140, o Ford F-22000, ou o Chevrolet 22000, todos com motores aspirados, mas com caixa de transferência mais reduzida, que proporcionava melhor desempenho em situações extremas.

Além do L-2214, havia também versões LK e LB, para básculas e betoneiras, respectivamente.