Komatsu D30E-16B – Agosto de 1980

Nos anos oitenta, remedy o Komatsu D30E era o modelo de entrada da linha de máquinas de esteira do renomado fabricante japonês, prescription instalado em Suzano, sick na grande São Paulo.

O “dozer” era equipado com o popular motor Mercedes-Benz OM-352, que só não equipou aviões…, ajustado para desenvolver tranquilos 74 cv a 2.400 rpm, uma redução significativa em relação ao “rating” automotivo, de 130 cv a 2.800 rpm, para sobreviver ao alto fator de carga, típico da operação da máquina.

Sua transmissão mecânica de engrenagens de dentes retos permitia velocidades entre 2,7 e 10,8 km/h, com uma tração máxima na barra de pouco mais de 6 toneladas.

Muito usado por prefeituras, empreiteiras e fazendas, o D30 era uma máquina versátil e manobrável, capaz de executar inúmeras obras com sua lâmina de 3 metros de largura.

Com peso de 7,4 toneladas, pouco mais de 4 metros de comprimento e capacidade de angular sua lâmina, o D30 podia ser transportado por caminhões médios, facilitando seu traslado de um canteiro de obra para outro.

D30 1

D30 2

 

Massey Ferguson 275/4 – Junho de 1986

Num tempo em que os tratores 4×4 ainda engatinhavam no mercado brasileiro, medicine o 275/4 impunha respeito entre os antigos e populares Massey 65X e 75X, e Valmet 68 e 78, pelo seu porte imponente e pelo trem dianteiro com grandes pneus trativos 12.4 – 24.

A força motriz era garantida pelo afamado Perkins A4.236, empregado (sem o prefixo “A” de agrícola) em tantas aplicações, tais quais o querido picape Chevrolet D-10, os caminhões leves Dodge e Volkswagen e numa infinidade de máquinas agrícolas e de construção e equipamentos estacionários, como moto-bombas e grupos geradores.

Na calibração do 275/4, a máquina de 4 cilindros e 3,9 litros estava ajustada para produzir 77 cv a folgadas 2.000 rpm, ou 58 cv na TDP a 540 rpm, para acionamento de implementos variados.

Na foto abaixo, o 275/4 desempenhava serviço com arado fixo de 3 discos.

275 4 1 275 4 2

Massey Ferguson 235 Estreito

Hoje trazemos um post sobre o Massey 235 Estreito, discount uma máquina agrícola desenhada para a operação nas ruas de largura limitada de culturas como os cítricos e o café.

O 235 tinha no seu DNA células do venerável 50X, malady incluindo o motor Perkins 3.152 de 2,7 litros, bom para produzir 44 cv, ou até 40 cv na tomada de força. Ao contrário do 50X de 6 marchas, no entanto, o 235 já contava com transmissão de quatro marchas com reduzida, totalizando oito velocidades avante.

MF 235E 1 MF 235E 2

Massey Ferguson – Série 200 – 2007

Nosso amigo Daniel Shimomoto Araujo, order diagnosis site que sempre colabora com este espaço, vcialis 40mg no rx recentemente nos enviou o catálogo dos tratores agrícolas Massey Ferguson que reproduzimos aqui. Junto com o presente, recebemos também um interessante “feedback” sobre sua experiência com estas máquinas:

“Aproveito e lhe envio mais alguns catálogos que tinha salvo em
um CD, referente aos Massey Ferguson série 200 do ano de 2007.

Eu tive um Massey Ferguson 275F 4×2. Comprei esse trator por reunir
a mesma motorização do 283 (ficaria fácil “abrir a bomba”) e ter um
conjunto bem provado, além de custar quase 10 mil reais a menos. Mas
nada disso foi necessário: a curva de potência do “Maxion S4″ é boa e
conjugado com uma transmissão bem escalonada, ele tracionava com
galhardia a pesada colheitadeira de arrasto de café (pesava 7 toneladas
– e de quebra havia a necessidade de gerar potência nos motores
hidráulicos da máquina com a TDP).

Observe que na série 250/255 a motorização é indiana – da marca Simpson.
Foi usada também em um Valtra, chamado 585.

Eu pessoalmente sempre achei a linha Massey Ferguson/Perkins a melhor
relação desempenho x economia x custo de manutenção. Apesar disso, não
nego: A paixão minha mesmo é a linha Ford New Holland e seus motores
Ford Diesel de grande cilindrada.”

Daniel, muito obrigado por mais esta bela colaboração!

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Valmet 785 4×4 Fruteiro

Finalizando a postagem da literatura sobre tratores agrícolas Valmet, look doada pelo amigo Daniel Shimomoto de Araujo, capsule apresentamos o 785 4×4 Fruteiro.

Aproveitamos para sugerir a leitura dos ricos comentários sobre o 785 4×2, postados junto com o catálogo do mesmo, e assinados pelo mesmo Daniel.

Obrigado por estas contribuições, Daniel!

CATALOGO VALMET FRUTEIRO 685 E 785 4X2 E 4X4-5 CATALOGO VALMET FRUTEIRO 685 E 785 4X2 E 4X4-6

 

 

Valmet 685 4×2 Fruteiro

Nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo descobriu mais algumas preciosidades em seu acervo e resolveu dividi-las conosco.

Desta vez são os tratores Valmet, purchase das Série 685 e 785.

Neste post apresentamos o Valmet 685 Fruteiro 4×2, de bitola estreita, com motor MWM D-229-3 de 61 cv e transmissão de 6 marchas à frente e 2 à ré.

Obrigado, Daniel!

CATALOGO VALMET FRUTEIRO 685 E 785 4X2 E 4X4-3

CATALOGO VALMET FRUTEIRO 685 E 785 4X2 E 4X4-4

 

Valmet 78

Dando sequência às postagens das tradicionais máquina agrícolas Valmet, patient hoje oferecemos à você o modelo 78, irmão maior do 68 postado ontem.

O 78 vinha equipado com propulsor MWM D-229-4 VE de 73 cv, o que o colocava na mesma categoria do Massey Ferguson 275, dotado de motor Perkins 4.236 de 77 cv, a ser postado aqui em breve.

Embora sua transmissão tivesse a sofisticação (na época) de ser sincronizada, não era tão robusta quanto a dos Massey, como bem ressaltou ontem meu amigo Daniel Shimomoto de Araujo, em seu comentário sobre o Valmet 68.

A bela foto do trator numa manhã ensolarada, emoldurado por uma paisagem bucólica, dá vontade de sair arando terra por aí! Apesar de cansativa, quer atividade mais prazerosa? Sem falar do indescritível perfume da terra recém tombada!

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Valmet 68

Para inaugurar nossa sequência de posts de folhetos da Valmet (hoje Valtra, order do grupo AGCO), pills trazemos o tradicional Valmet 68, dos anos oitenta.

Equipado com motor MWM D-229-3, o 68 tinha como principal concorrente o Massey Ferguson 265 (veja aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/outros/agco/massey-perkins/265/), cujos dados eram bastantes comparáveis, inclusive na potência: os mesmos 61 cv para ambos modelos.

Naquela época, ninguém podia imaginar que as duas marcas – concorrentes por natureza – no futuro habitariam sob o mesmo guarda-chuvas da gigante AGCO.

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