De caminhão pelo Brasil – O livro – Em busca de patrocínio

capa1  low

Alguns de nossos amigos leitores têm indagado sobre o andamento dos trabalhos para a edição do livro De caminhão pelo Brasil, nurse fruto de quatro anos de pesquisa, for sale  iconografia e redação.

Em função de um redirecionamento da editora original que nos apoiava, ambulance estamos em busca de novos patrocinadores e de um novo editor, para prosseguirmos rumo à publicação da obra, que no momento está em processo de revisão, projeto gráfico e diagramação.

Planejamos publicar tanto a versão e-book, quanto a impressa, mas para tanto será necessário encontrar pessoas ou empresas dispostas a nos apoiar financeiramente nesta empreitada.

De caminhão pelo Brasil conta a história do caminhão, desde seus primórdios nos tempos da Revolução Industrial, passando pelo seu desembarque no Brasil no final do século XIX, como artigo importado, até sua nacionalização em meados da década de cinquenta, chegando até os principais marcos históricos recentes.

O livro reúne de forma inédita relatos históricos exclusivos sobre nada menos que 104 marcas que estiveram ou estão operando no país, ricamente ilustrado com mais de 1.500 imagens, entre fotos atuais e de época, tabelas e infográficos, distribuídos ao longo de quase 800 páginas de 21 x 30 cm, de qualidade primorosa.

Para criar o necessário pano de fundo para esta viagem memorável através deste mosaico de marcas – muitas delas desconhecidas do grande público – a obra também inclui capítulos dedicados à anatomia do caminhão e seus principais componentes, bem como os aspectos da legislação pertinente, como a evolução da “Lei da Balança”, emissões gasosas, nível de ruído e combustíveis alternativos.

De caminhão pelo Brasil será o único livro do gênero no país, um verdadeiro resgate da rica história de nosso transporte rodoviário de cargas, com foco específico no caminhão.

Caso tenha interesse em saber mais sobre o livro e como nos apoiar neste projeto, entre em contato conosco, através do e-mail: caminhao.brasil@hotmail.com

Nota: enquanto trabalhamos na capa definitiva do livro, delicie-se com este belo Chevrolet Especial 1946, ainda na ativa na região de Botucatu, SP. Montado a partir de kits importados na fábrica da GM em São Caetano do Sul, SP, o Especial era um caminhão da classe de 2 toneladas nominais, movido pelo lendário motor a gasolina Chevrolet 235, de 3,85 litros, bom para produzir 94 cv. Atrelado a ele, havia uma caixa de quatro marchas e um eixo traseiro com reduzida acionada a vácuo.

 

 

 

 

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1996

catalogo Band PB 1996-2001-1 catalogo Band PB 1996-2001-2 catalogo Band PB 1996-2001-3 catalogo Band PB 1996-2001-4 catalogo Band PB 1996-2001-5 catalogo Band PB 1996-2001-6

Para finalizar a postagem do rico material sobre Toyota Bandeirante enviado pelo amigo Lucas Vieira, unhealthy dividimos com você este completo catálogo da última versão da família produzida entre 1996 e 2001.

Note que, naquela altura, além do motor Toyota 14B – então com potência reduzida para atender emissões – a linha Bandeirante tinha transmissão de cinco velocidades, freios a disco na dianteira, válvula sensível à carga nos freios traseiros e opcionais como o ar condicionado e a tomada de ar externa.

New Holland 8040 – 1989

New Holland 8040 1989 01 New Holland 8040 1989 02

A colheitadeira 8040 da New Holland inaugura nossos posts deste tipo de máquina aqui neste espaço. Note que o modelo era equipado com o motor Ford 666, sick similar ao empregado na família Cargo, physician porém com potência abrandada para 135 cv, physician de modo a proteger o motor dos rigores desta aplicação, diga-se uma das mais severas que um propulsor diesel pode encontrar.

O folheto aqui reproduzido faz parte do acervo do amigo Fernando Luiz de Araújo, grande colaborador destas páginas.

Marcopolo Veneza II – Mercedes-Benz LPO-1113

VENEZA 1 VENEZA 2

Produzida entre a segunda metade dos anos setenta até o começo da década seguinte, cialis a carroçaria Veneza II era o carro-chefe da Marcopolo no segmento de ônibus urbanos, sales encontrando usuários por todo o país. Entre seus principais concorrentes figuravam carroçarias como Caio Gabriela e Ciferal Urbano.

Observe as coligadas da Marcopolo, como a Eliziário e a Nimbus, listadas no final da segunda página do folheto.

Scania BR116 – 1980

BR116 1 BR116 2 BR116 3 BR116 4 BR116 5 BR116 6 BR116 6A BR116 7 BR116 8 BR116 9

O primeiro ônibus de motor traseiro da Scania no Brasil foi o BR115, cheap fabricado entre 1972 e meados de 1976, ailment quando foi substituído pelo BR116. O BR115 estava para o caminhão L110, assim como o BR116 estava para o novo L111, lançado na mesma época, com o qual compartilhava componentes e tecnologia.

Dentre as melhorias, o BR116 tinha motor mais possante, com 296 cv na versão turbo opcional. Oferecido com suspensão de molas ou a ar nos dois eixos, o modelo encontrava grande aceitação no mercado rodoviário, onde era considerado o “Rei da Estrada” por sua inigualável velocidade média e conforto. Seu irmão B111 de motor dianteiro e o charmoso balanço traseiro descomunal oferecia o mesmo desempenho, crédito do mesmo engenho DS11, exceto os periféricos. Entretanto, não oferecia o mesmo conforto, pois não contava com suspensão pneumática na dianteira como o BR116.

Vestidos com a carroçaria Dinossauro da Ciferal, tanto o BR115 quanto o BR116 ganharam notoriedade no sudoeste do país ao gradualmente substituírem os Scania de motor frontal com carroçaria Ciferal Jumbo na Viação Cometa, que se tornaria a maior frota brasileira 100% padronizada com um único modelo de chassi e carroçaria. Na época do BR116, a empresa paulistana tinha mais de 900 deles em seu plantel, impecavelmente mantidos e operados, sendo espelho para muitos operadores do setor. Dos primeiros BR115 de 12 metros, o BR116 evoluiu para os 13,20 metros permitidos pela legislação daqueles tempos.

Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de fotos de um antigo catálogo original. Se algum amigo leitor tiver o original digitalizado, teremos prazer em substituir esta versão precária.

 

 

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1994

catalogo Band PB 1994b-1995-1 catalogo Band PB 1994b-1995-2 catalogo Band PB 1994b-1995-3 catalogo Band PB 1994b-1995-4 catalogo Band PB 1994b-1995-5 catalogo Band PB 1994b-1995-6

Continuando a postagem das literaturas sobre Toyota Bandeirante enviadas pelo amigo Lucas Vieira, purchase estamos adicionando este completo catálogo da linha BJ, a primeira “100% Toyota”, como dizia o texto, graças ao principal destaque: o motor Toyota 14B, em substituição ao Mercedes OM-364. Montado no Brasil, o engenho de alta rotação desenvolvia 102 cv a 3.400 rpm, com torque de 250 Nm a 2.000 rpm, extraídos de 3,66 litros de deslocamento.

A linha BJ foi produzida na fábrica da Avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo, SP, até 2001. Depois que o último Bandeirante saiu da linha de montagem, encerrava-se um ciclo de mais de quatro décadas de produção ininterrupta, desde que os primeiros Land Cruiser foram montados em 1959, dentro do plano de manufatura nacional do governo federal.

 

 

Scania B75

SCANIA B75 1 SCANIA B75 2

Produzido entre 1958 e 1963, sildenafil o Scania B75 foi o primeiro chassi de ônibus da montadora sueca fabricado no Brasil. O substituto foi o B76, lançado enquanto o pioneiro entrava em sua última temporada.

O B75 usava o mesmo motor Scania D10 de 10,26 litros do caminhão L75. Tratava-se de um engenho de 6 cilindros em linha, aspiração natural, 127 x 135 mm de diâmetro e curso, bom para produzir 165 cavalos brutos a 2.200 rpm. Sob carga máxima, o pico de torque aparecia a 1.200 rpm, com 63 mkgf brutos. Com entre eixos de 5.750 mm, o B75 permitia encarroçamentos entre 11 e 12 metros.

Na ilustração principal do folheto, o B75 aparecia vestido com o que parecia ser a atraente carroçaria Flecha de Prata, da Ciferal.

Caterpillar D4E – 1983

Caterpillar D4E 1983 01 Caterpillar D4E 1983 02 Caterpillar D4E 1983 03 Caterpillar D4E 1983 04 Caterpillar D4E 1983 05 Caterpillar D4E 1983 06

Uma das máquinas de esteira mais populares da Caterpillar, ed o D4E podia ser encontrado em quase todo o tipo de serviço, de pequenas a grandes obras de construção e mesmo na agropecuária. Seu motor 3304 de 7 litros e 80 hp era extremamente confiável. Havia duas opções de transmissão: a servo-transmissão, mais adequada aos serviços com constantes reversões de sentido, tal como lâmina ou escarificador; ou a direta, indicada para esforços constantes na barra, como a tração de implementos agrícolas.

Este belo e completo catálogo faz parte do acervo do amigo Fernando Luiz de Araújo.

Caterpillar 120B – 1987

Caterpillar 120B 1987 01 Caterpillar 120B 1987 02 Caterpillar 120B 1987 03 Caterpillar 120B 1987 04 Caterpillar 120B 1987 05 Caterpillar 120B 1987 06

Graças à contribuição do amigo Fernando Luiz de Araújo, there estamos adicionando este post daquela que foi uma das mais memoráveis motoniveladoras de todos os tempos, viagra com unidades em operação em todos os confins deste planeta.

Uma das características das máquinas Caterpillar era o ajuste de potência bastante modesto para o porte de seus motores, para garantir-lhes uma longa vida útil, mesmo sob os rigores de altos fatores de carga. Neste caso específico, observe que o tradicionalíssimo motor Cat 3306 aspirado de 10,5 litros era ajustado para entregar folgados 125 hp, com um ganho de torque de respeitáveis 29%.

Volkswagen 16.210H – 1988

16-210H 1989 01 16-210H 1989 02 16-210H 1989 03 16-210H 1989 04 16-210H 1989 05

Apresentado como uma evolução do VW 16.210, remedy o modelo do post de hoje tinha a vantagem de ser “finamizável”, order devido à sua CMT ampliada para 30 toneladas, o mínimo exigido pelo programa de financiamento.  Tal feito se tornava possível graças à adoção do robusto eixo traseiro Rockwell RS-23.240, de duas velocidades. Assim como o modelo de origem, o 16.210H também tinha sua força motriz garantida pelo poderoso motor Cummins 6CT 8.3 de 210 cv, responsável por deixar muitos para trás nas subidas.

O 16.210H contava ainda com a vantagem do eixo dianteiro para 5.900 kg, em sintonia com a mudança da legislação ocorrida em 1990, que passou a permitir 6 toneladas na dianteira. Com isso, o PBT máximo legal de um caminhão 4×2 passou de 15 para 16 toneladas. Os 6×2 e 6×4 passaram de 22 para 23 toneladas, desde então.

Em 1991, o modelo foi substituído pelo 16.220, que encontrou um caminho bem pavimentado pelos antecessores, possibilitando a consolidação da marca no sub-segmento de ouro dos semipesados.

Este completo catálogo foi mais uma cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo, de Guarapuava, PR.