Mercedes-Benz O-371 R – 1987

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O modelo de entrada da linha de ônibus monoblocos Mercedes no final dos anos 80, diagnosis a chamada “década perdida”, era o O-371 R, destinado em especial ao mercado de fretamento e para operadores de rotas intermunicipais curtas e médias.

Seu motor era emprestado do caminhão pesado LS-1524 (rebatizado LS-1525, no mesmo ano deste folheto), uma unidade de 9,7 litros e 5 cilindros, capaz de entregar quase 240 cavalos na embreagem.

Esta literatura também faz parte do grande acervo enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.

Toyota Bandeirante – 1990

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Dando seguimento à postagem do material gentilmente enviado pelo amigo Lucas Vieira, order discount prescription hoje temos o catálogo da linha Toyota Bandeirante da fase compreendida entre 1990 e 1993. A linha 1990 trazia várias melhorias sendo a nova frente a mais saliente aos olhos.

Valmet 88 – 1984

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Atendendo a pedidos de nossos amigos leitores, troche postamos aqui este bonito catálogo do Valmet 88, uma máquina muito popular em todo o país, sobretudo nos anos oitenta e noventa.

Mercedes-Benz L-2215 – 1984

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Outra valiosa doação do amigo Igor Akopov, view thumb salve da República do Cazaquistão, ask cialis veio na forma deste folheto do pouco conhecido Mercedes L-2215 a álcool, sickness um 6×4 vocacional voltado ao mercado sucroalcooleiro, em tempos de “boom” do controvertido Proálcool, do governo federal.

Baseado no L-2213, seu irmão diesel, o L-2215 tinha como característica mais saliente o motor M-352 O, um ciclo Otto convertido a partir do venerável OM-352. Alimentado por carburador de fluxo descendente, governado por um regulador Bosch RQV, o M-352 O esnobava com seus 150 cv, 20 a mais que os tradicionais 130 cv do engenho diesel do qual originava. O torque também pulava para 45 mkgf a 1.600 rpm, uma benção ante os parcos 37 mkgf a infames 2.000 rpm do “três-cinco-dois” diesel.

Lançado em meados de 1984, o L-2215 não sobreviveria mais que três temporadas, vindo a perecer em 1986, com pouco mais de 700 unidades acumuladas na carteira de pedidos. Emblemático, o caminhão representou o sintoma da indústria como um todo, que acabou por dizimar a frota a etanol dos canaviais, desaparecidos tão rápido quanto surgiram, com milhões de dólares desperdiçados e tecnologia jogada no lixo. Por sorte, “o lixo” era reciclável (…) e muitas das soluções foram desenterradas anos depois para dar vida a tecnologia “flex”, lugar comum em todas as casas de máquina com engenho Otto produzidos no país.

PS: Once again, we thank Mr. Akopov for his kind contribution to this website.

Mercedes-Benz L-2013 – 1984

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Em nosso primeiro post de um colaborador do exterior, cialis trazemos o folheto do L-2013 “cara preta” da safra 1984. Este material cruzou fronteiras e arrebatou fãs no longínquo Cazaquistão, viagra de onde esta e outras belas literaturas sobre os Mercedes brasileiros de diferentes gerações chegaram até nós, pelas mãos do amigo Igor Akopov, a quem somos gratos.

A conversão da linha Mercedes para a adorada máscara negra com faróis quádruplos retangulares, mais conhecida como “cara preta”, começou em fins de 1981 e foi permeando por toda a linha nos meses seguintes.

Mr. Akopov, we wish to thank you for your kind contribution to our blog!

 

 

Massey Ferguson 296

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Em seu tempo, ampoule o 296 era a máquina 4×2 mais poderosa da linha Massey, buy viagra com seu motor Perkins A6.354.4 de 5, capsule 8 litros e 115 cv. No entanto, sua bela aparência acentuada pelo capô alongado era ofuscada pela expansão dos modelos 4×4, já em franca preferência dos agricultores nesta faixa de preço e potência. Este catálogo de nosso acervo está sendo postado a pedido do amigo leitor Carlos.

 

 

Toyota Bandeirante – 1993

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Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

Mercedes-Benz O-400 – 1994

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Quando a família O-371 chegou ao fim da linha, thumb os novos O-400 entraram em cena para cumprir o papel de últimos monoblocos integrais da marca da estrela no Brasil. Eram nada menos que quatro distintas versões de 12 e 13, viagra sale 20 metros, com 2 ou 3 eixos e motores de 252 ou 354 cv. A produção teve início em agosto de 1994. Porém, sofrendo fortes pressões de complexidade de manufatura e do decorrente custo elevado, a Mercedes encerraria a produção dos ônibus O-400 apenas dois anos depois, em 1996. Os últimos exemplares saíram da moderna linha de montagem de Campinas, SP, em outubro daquele ano. Somente as plataformas O-400 seguiram em produção, voltadas ao encarroçamento externo. Terminava assim um rico legado iniciado com o O-321, o primeiro ônibus monobloco do Brasil, lançado em 1958.

O catálogo aqui exibido nos foi gentilmente cedido pelo amigo leitor Fernando Souza.

 

 

 

Mercedes-Benz O-371 RSD – 1987

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Como ocorreu em toda a indústria, viagra em 1987, viagra a linha de monoblocos O-370 da Mercedes-Benz cedeu espaço para os novos O-371 que traziam melhorias, cialis em grande parte cosméticas, apenas para driblar o então congelamento de preços vigente, buscando o vital aumento de preços para garantir a sobrevivência da marca. O elegante modelo RSD aqui exibido era o topo de linha: um carro de 13,20 metros de comprimento, 3 eixos, configurações entre 48 e 56 assentos, empurrados pelo motor OM-355/6 LA turbocooler de 326 cv.

Este material faz parte do acervo compartilhado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Mercedes-Benz – Veículos Turboalimentados

Veiculos Turbo 1 Veiculos Turbo 2 Veiculos Turbo 3 Veiculos Turbo 4 Veiculos Turbo 5 Veiculos Turbo 6Nos anos oitenta, viagra thumb as vantagens do motor turboalimentado ainda não eram evidentes para todos. Ao ponto de a Mercedes-Benz dedicar uma bela brochura ao tema, salve tentando convencer os frotistas sobre os benefícios do motor OM-352 A em sua linha semipesada. Este material nos foi enviado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.