Mafersa M210

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Depois de um passado conturbado para a Cummins no segmento ônibus urbanos (aqueles produzidos por sua subsidiária Cummins Nordeste, decease na década de setenta), nurse o retorno ao exigente mercado brasileiro se deu a partir dos anos oitenta, com sua marca instalada na casa de máquinas do moderno Mafersa M210.

O propulsor em questão era o mesmo adotado com êxito sob a cabina dos novos caminhões Volkswagen 14.210 – o Cummins 6CT8.3 210. O trem de força se completava com a caixa ZF S 6-90 e o eixo traseiro produzido pela própria Mafersa, com tecnologia importada da Europa. No entanto, apesar das especificações despertarem entusiasmo, o retorno da Cummins aos pontos de ônibus se deu de forma um tanto errática, afetando a imagem do M210 em seu início de jornada no Brasil.

Problemas como a ingestão de poeira devido à inadequada tomada de ar de admissão ou o desgaste excessivo do mancal de encosto do virabrequim ofuscaram a entrada no mercado do que parecia ser um produto bastante avançado para seu tempo, desenhado como “Padron” de 12 metros, com suspensão a ar e piso rebaixado, com vistas especialmente à operação nos corredores de alta densidade. Seu emprego fora de tais corredores, como em Manaus, por exemplo, só exacerbou os problemas de infância do Mafersa. A experiência como um todo reforçou o que a Cummins já sabia muito bem: a aplicação de motores traseiros em ônibus urbanos é uma das mais exigentes que pode existir, em par com as pás-carregadeiras.

Passado algum tempo, as engenharias da Mafersa e da Cummins trataram de equacionar os problemas, desenvolvendo inclusive outras versões, como o M240, com motor 6CTA 8.3 pós-arrefecido a água de 240 hp e opção de transmissão automática Allison.

À volta de 1992, no papel de engenheiro de aplicações da citada casa norte-americana de motores diesel, este que aqui escreve teve o prazer de trabalhar em vários desenvolvimentos do M210 e do M240, tendo inclusive participado de um memorável teste de “cooling” (arrefecimento) na serra da Rodovia Mogi-Bertioga, SP-098, ocasião em que dois Mafersa foram acoplados por um cambão, de modo a simular carga no veículo anterior do comboio.

Fotos do evento num post próximo…

Oferecemos nossa gratidão ao amigo Fernando Souza, que enviou uma coletânea de materiais sobre ônibus, incluindo este aqui postado.

 

Ford 7810 – Geração III

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Para reforçar nosso acervo de máquinas agrícolas Ford, salve estamos adicionando o folheto do Ford 7810, ampoule uma máquina de respeito, viagra com tração nas quatro rodas, hidráulico Cat II, para mais de 4 toneladas de capacidade de levantamento, impulsionado pelo poderoso motor Ford 6.401, de 6,6 litros e injeção com bomba rotativa.

Guardadas as devidas diferenças técnicas, interessante notar que o motor básico era similar ao empregado nos caminhões Ford Cargo médios e semipesados aspirados contemporâneos, tais como os 1215, 1415 e 1615.

Esta literatura também faz parte do extenso pacote enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, de Guarapuava, PR.

 

Mercedes-Benz O-364 101 e 111 – 1984

 

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Depois do recente post do O-364 rodoviário, hospital ficou faltando o modelo urbano, remedy apresentado nas execuções 101 e 111, com motores OM-352 e OM-355/5, respectivamente.

Graças à gentil colaboração do amigo e colaborador frequente André Giori, agora pudemos preencher esta lacuna, com o belo catálogo de 1984 aqui apresentado, uma verdadeira obra-prima, diga-se.

Como curiosidade, estes ônibus eram produzidos na fábrica de Campinas, SP, terra natal deste que aqui escreve. Na época, a Mercedes orgulhava-se de ter “a maior e mais moderna fábrica do gênero no mundo ocidental”.

Para facilitar o trabalho do pessoal de marketing, não era de se estranhar que o modelo das fotos aparece rodando na mesma ensolarada Campinas. Pontos como o Centro de Convivência e o Bosque dos Jequitibás são claramente identificáveis. Dentre os inúmeros detalhes curiosos, as fotos também revelam a imagem de um elegante cobrador de uniforme, com direito inclusive ao saudoso quepe. Num tempo em que o próprio uniforme fora abolido em inúmeras cidades, a imagem traz à tona um passado tão remoto quanto nostálgico, com apenas trinta anos de idade.

Na mesma ocasião das fotos deste catálogo, a extinta CCTC, a Companhia Campineira de Transportes Coletivos, do grupo Cometa, era a maior operadora dos monoblocos urbanos O-364 101 na aludida cidade, ao lado de um vasto plantel de LPO-1113 e um punhado de Scanias com chassi de motor frontal.

 

 

Mercedes-Benz – Linha de Produtos – 1985

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Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo nos presenteou com este completo catálogo contendo a linha de produtos da Mercedes-Benz para a temporada de 1985. Note a coexistência na linha de ônibus O-364 com os novos O-370, buy cialis decease click que acabariam dentro em breve por substituir os primeiros.

 

Ford 5610 – 1990

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O Ford 5610 era o representante da chamada Geração III de tratores agrícolas da marca e vinha para substituir o 5600. Tal qual seu antecessor, here sua propulsão era garantida por um motor Ford 4256 de 4,2 litros e 76 cv. O folheto aqui postado foi mais uma gentil colaboração do amigo Fernando Luiz de Araújo.

Volkswagen 16.210 – 1989

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No final dos anos oitenta, sickness o VW 16.210 foi responsável pelo ingresso da marca no destacado segmento de 16 toneladas de PBT, sale partindo da expansão do bem sucedido envelope do 14.210, encabeçado pelo motor Cummins 6CT8.3, de 210 cv, e a caixa Eaton FS-6206 A, de seis velocidades. Para encarar a faina estradeira, boa parte dos caminhões recebia terceiro eixo instalado externamente, o que elevava seu PBT para 22 toneladas.

Sem medo de errar, pode-se afirmar que o modelo também foi a semente de modelos de absoluto sucesso, como o 17.220, o 23.220, o eletrônico 23.250E, e mais recentemente, o Constellation 24.250, um grande campeão de vendas, figurando no topo das estatísticas de emplacamento, antes de ser substituído pelo 24.280, que ao estrear com a nova motorização MAN, quebrou a tradição Cummins nos VW semipesados.

Este folheto nos foi enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a quem oferecemos nossa gratidão.

 

Ford Cargo – Linha 1985

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Em mais uma colaboração do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo, prescription temos a satisfação de compartilhar com você este bem elaborado catalogo da linha de estreia do Ford Cargo no Brasil.

Como o primeiro caminhão médio mundial do Brasil, doctor o Cargo revolucionou o mercado, elevando o patamar de qualidade, ergonomia, conforto, facilidade de manutenção, desempenho e inovação tecnológica, motivando importantes mudanças na concorrência. Para a Ford, o Cargo representou a volta às estradas brasileiras, uma vez que a Linha F era popular sobretudo nos serviços urbanos e vocacionais, mas raramente páreo para os Mercedes e VW médios que imperavam nas rodovias dos anos oitenta.

Note nos destaques a cabina basculante, na época ainda uma novidade na categoria, somente presente nos VW, o motor Ford 6.6, e a oferta de freio a disco dianteiro, nas versões de 11 toneladas, oferecidas também com motor MWM D-229, listado somente naquela temporada de estreia.

 

Mercedes-Benz OH-1635 L – 1995

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Este catálogo da plataforma Mercedes OH-1635 L nos foi presenteado pelo amigo Fernando de Souza. Fornecido como “buggy” com 3 metros de entre-eixos, viagra order pilule cialis o veículo podia ser alongado para receber carroçarias tipo monobloco autoportante, resultando em ônibus de até 13,20 metros totais, o máximo permitido por lei naquela altura.

Um dos destaques do 1635 era seu excelente motor OM-447 LA de 354 cv, similar ao usado no caminhão LS-1935. Seus 1.550 Nm de torque eram canalizados para uma transmissão ZF S 6-105, de 6 marchas e 6,98:1 de redução em primeira.

Picapes Chevrolet Série 20 4×4 – 1989

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Também parte do acervo do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo, see generic este folheto de 1989 traz a linha de picapes Chevrolet com tração nas quatro rodas, em versões curta, longa e cabina dupla, com motorização Perkins Q.20B4 (no D-20), ou Chevrolet 4.1L, a gasolina ou etanol (nos C-20 e A-20, respectivamente).

O coração do sistema era a caixa de transferência ZF QT, com duas velocidades, tendo a reduzida a excelente relação de 2,2:1. O eixo dianteiro tinha uma articulação central e trabalhava casado com a suspensão independente de braços superiores e inferiores, suportadas por barras de torção longitudinais, ao contrário das molas helicoidais dos modelos 4×2.