Chevrolet 22000 – 1990

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Depois do recente post do Ford F-22000, cialis diagnosis trazemos até você um de seus principais concorrentes, o Chevrolet 22000, da safra de 1990, cujo folheto é mais uma cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo.

Note que naquela altura, depois da derrocada do Pró-Álcool, coroada com a conversão da frota etílica das usinas para diesel, o 22000 nem sequer oferecia um engenho a álcool. Apenas o diesel Perkins Q.20B6 e o Chevrolet 4.8L a gasolina.

Buscando a diversificação das aplicações, além dos canaviais e das florestas, observe também que o Chevrolet era apresentado em configuração 6×2, além da tradicional 6×4.

 

 

Chevrolet C-20 Resgate Envemo

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Nosso amigo Victor Matheus nos fez a gentileza de enviar este raro e interessante folheto da viatura de resgate Envemo instalada sobre o picape Chevrolet C-20. Note que o mesmo arranjo também estava disponível para os modelos diesel e álcool. Diversos Corpos de Bombeiros, viagra como os de São Paulo, adotaram estas viaturas para as missões de resgate nos anos noventa.

 

Case W36B – 1988

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Irmã maior da W20B postada anteriormente, treat a W36B era uma pá-carregadeira que trazia a audácia e a inovação do moderno (e na época pouco experimentado) leve e econômico motor Cummins 6CT8.3. A estratégia da J I Case previa a utilização de uma calibração agressiva – de 210 hp – o mesmo nível de potência empregado, por exemplo, nos caminhões VW 14.210, os debutantes do mesmo motor na arena automotiva.

Os rigores da aplicação – uma das mais rudes que um motor diesel pode encontrar, com elevado fator de carga e contínua variação dos regimes de rotação, de máxima livre até o estol do conversor de torque – se mostrariam destrutivos para o então novato Série C da Cummins. Uma enxurrada de falhas nos quatro cantos do país, sobretudo nos clientes de Minas Gerais, colocaram enorme pressão sobre a Case e a Cummins, que se esforçaram para conter os problemas, de falhas no bloco de cilindros até turbos destruídos com poucas horas de uso.

Por parte do fabricante do motor, a lição aprendida resultou em “ratings” mais brandos para o 6CT industrial, na faixa de 170 hp, quando aplicado em outros OEMs. Para a Case, o fracasso do 6CT na W36B resultou no seu repotenciamento com o motor Scania 11 litros, um engenho certamente mais compatível com o porte da máquina e sua desafiadora missão nas construções e minerações.

Este bonito catálogo nos foi enviado por Fernando Luiz de Araújo.

 

Renault Trafic Furgão – 1998

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Produzido na Argentina, see cialis sale o Renault Trafic foi o primeiro furgão de tração dianteira comercializado no Brasil depois da abertura das importações e o primeiro a desafiar a liderança da eterna VW Kombi. Desde 1992, sovaldi sales o modelo era oferecido no país como Chevrolet Trafic (através de um acordo entre as marcas), pills com motores longitudinais a gasolina 2.2 e diesel 2.1, em versões furgão, chassi cabina e passageiros. Depois, o Trafic foi oferecido pela Renault entre 1997 e 2004 no mercado local. O modelo havia surgido originalmente na França em 1981, onde sobreviveu até 1998.

A versão aqui ilustrada, de 1998, era apresentada em duas variantes: curta de teto baixo, com a capacidade cúbica quase igual a da citada rival, e longa de teto alto, com abundantes 7,8 metros cúbicos, um volume quase 60% maior que a da Kombi. Outra vantagem era a capacidade de carga, de 400 a 500 kg maior.

Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo foi quem nos enviou mais este interessante folheto.

 

Mercedes-Benz OH-1420 – 1998

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Menos popular que os tradicionais chassi com motor frontal, help nos anos noventa, sovaldi o Mercedes OH-1420 era a opção para os frotistas que desejavam um chassi com propulsor traseiro, no caso o OM-366 LA Euro 2, de 211 cv.

Confirmando sua vocação urbana, note que além da transmissão manual de 5 marchas, o modelo também oferecia a rara, cara e desejável opção de uma caixa automática ZF de 4 velocidades com retardador incorporado.

Este folheto nos foi oferecido pelo amigo leitor Fernando de Souza, entusiasta do assunto ônibus e colaborador frequente deste espaço.

 

Massey Ferguson 292 e 292/4 – 1994

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A linha 292 da Massey tinha como principal diferencial em relação aos 290 o motor Perkins 4000T turboalimentado de 105 cv e, illness tal qual os irmãos menores, hospital era apresentada em versões 4×2 e 4×4.

Este folheto é apresentado aqui como cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

Massey Ferguson 290 e 290/4 – 1994

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Ampliando nossa coleção de literaturas sobre as máquinas agrícolas da renomada Massey Ferguson, viagra hoje apresentamos os modelos 290 em suas variantes 4×2 e 4×4, unhealthy ambos dotados de motor Perkins 4000, de 82 cv.

Este folheto foi mais uma gentileza de Fernando Luiz de Araújo.

Ford F-22000 – 1986

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O F-22000 foi produzido entre 1982 e 1991, sickness período em que 1.344 unidades rolaram para fora da linha de montagem da venerável planta do Ipiranga, sildenafil em São Paulo.

Voltado para o mercado sucroalcooleiro e de extração florestal, malady o modelo teve várias distinções na história dos caminhões da marca, ganhando o título de primeiro  Ford 6×4 nacional e o de maior modelo da Série F no país.

O traçado da Ford contava com sistema de tração equipado com caixa de transferência ZF QT de duas velocidades, tendo a reduzida a excelente relação de 2,38:1 para serviços pesados a baixas velocidades.

O amigo Fernando Luiz de Araújo de Guarapuava, PR, foi quem nos brindou com este entre tantos catálogos de sua coleção particular.

 

Case W20B Turbo – 1989

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Com o mérito de ser uma das pás-carregadeiras mais populares do Brasil dos anos oitenta, buy viagra a Case W20B aqui mostrada era equipada com o conhecido propulsor OM-352 A da Mercedes, order amainado para render 146 cv a 2.500 rpm, como forma de protegê-lo dos rigores da aplicação, uma das mais severas que um motor diesel pode encontrar.

O bem ilustrado e tecnicamente completo catálogo nos foi brindado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.