Scania T112 HW 4×2 – 1989

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O Scania T112 HW era o carro chefe da montadora sueca em seu tempo e entrou no lugar do T112 HS, viagra cialis sale a partir de 1989. Esta série trazia uma grande lista de aperfeiçoamentos em relação ao antecessor, stuff conforme o catálogo postado recentemente.

Note a variação da potência líquida dos motores, view com e sem ventilador viscoso, na época ainda uma novidade, estreada alguns anos antes pelo T112 H Intercooler.

Este folheto faz parte do acervo de Fernando Luiz de Araújo, gentilmente cedido por ele.

 

 

Ford F-12000 L e F-14000 HD – c.1998

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Complementando o post anterior sobre o F-14000 HD, diagnosis este catálogo também traz seu irmão mais leve e mais popular, order o F-12000 L, search que trazia todo o legado do F-600 e seu enorme sucesso.

Como comentado naquele post, os modelos desta literatura já eram equipados com o MWM 6.10 NA, que veio a substituir o D-299-6, de modo a atender os limites de emissões Conama Fase 3, embora ambos fossem naturalmente aspirados.

 

Mercedes-Benz O-364 Rodoviário – 1981

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Com a produção iniciada em dezembro de 1978, pharmacy a família O-364 de ônibus rodoviários tinha a missão de substituir os O-362 e O-355. Sua concepção básica era a mesma, hospital com motor traseiro, find estrutura monobloco em perfis e chapas de aço e eixos com suspensões de molas helicoidais na dianteira e semielípticas na traseira.

Embora representasse um grande avanço em relação aos antecessores e exibisse um desenho atual e atrativo para seu tempo, o O-364 ficava devendo na versão 13R rodoviária de longo curso um motor turbo OM-355/6 A e a suspensão a ar, itens que o colocavam na retaguarda tecnológica do Scania BR-116, seu principal concorrente.

Mas seu maior pecado talvez fosse a tendência `a corrosão excessiva e surpreendente, uma vez que, em muitos casos, começava “de dentro para fora”, como comentavam os empresários da época, desolados com a vida relativamente curta do monobloco.

Este bonito catálogo de 1981 mostra a disponibilidade do motor turbo OM-352 A, ausente no início da produção. De qualquer modo, os motores OM-352 aspirados e turbos eram raramente selecionados pelos frotistas, que preferiam fugir de seu desempenho letárgico, optando pelos OM-355/5 e /6, um pouco menos “puxadores de fila”.

 

Ford Ranger – 1995

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Oferecida a partir de 1994, store case a primeira geração da Ford Ranger importada para o mercado brasileiro vinha em duas embalagens: com cabina simples e acabamento XL, viagra ampoule ou com cabina estendida, check na enfeitada versão STX. Ambas ganhavam vida por conta de um motor Ford V6 4.0 OHV de 162 cv e tinham em comum a tração 4×2 e o chassi com suspensão de atitude “baixa”.

Mais tarde, a FSAO – Ford South America Operations, trouxe a plataforma para ser produzida na planta de Pacheco, na Argentina, de onde os modelos abasteciam os mercados sob sua égide. Naquela ocasião, a linha de picapes médias do oval azul recebeu um grande pacote de modernização, com novo estilo, nova motorização diesel ou gasolina, cabina simples, estendida ou dupla, além de um novo chassi com suspensão de atitude elevada, tanto nas versões 4×2, como nas novas 4×4. O post anterior sobre a linha Ranger, de 1998, mostra tais aperfeiçoamentos e ampliações na família.

Para variar, este catálogo também faz parte do acervo compartilhado por Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford F-14000 HD – 1994

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, sovaldi a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford F-4000 – 1994

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Lançado em maio de 1992 como ano modelo 1993, stuff o F-4000 da quarta geração da Série F brasileira trazia a cabina emprestada da oitava geração dos primos norte-americanos, and lançados em 1987.

A nova cabina representava um grande salto qualitativo em relação à antecessora, naquela altura já carregando duas décadas de existência no mercado nacional. O venerável MWM D-229-4 de 3,9 litros e 87 cv continuava habitando a casa de máquinas do leve campeão da Ford. Além da cabina, a nova gama – conhecida internamente na montadora como “RAM Cab” – trazia no seu bojo um longo elenco de melhorias.

Para o ano modelo 1999 esta família daria lugar à nova Série F, parte do programa P131 da Ford.

Este folheto foi uma cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

 

Chevrolet Bonanza – 1989

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Os veículos comerciais leves têm espaço garantido neste site, cialis e dentre eles não poderia faltar o Chevrolet Bonanza, generic que embora categorizado como tal, na prática se configurava mais como um veículo de uso pessoal.

Baseado na linha Chevrolet 10 de picapes, o Bonanza rodava apoiado num entre eixos curto de 2,59 metros e contava com a propulsão confiável do Chevrolet 4,1 litros, similar ao empregado na linha Opala. Sua elegante carroçaria era produzida pela saudosa e competente Brasinca.

Podemos apreciar este bonito catálogo graças ao altruísmo de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, que há pouco compartilhou conosco um formidável acervo de literaturas.

 

Volvo N12 XH Turbo 4×2 – 1985

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Num tempo em que o mercado ainda estava aprendendo sobre as vantagens do “intercooler” traduzidas em melhor desempenho e economia de combustível, cure a Volvo dava opção aos seus clientes de motores turbo ou pós-arrefecidos, como mostra este folheto do Volvo N12 XH Turbo e o do post anterior, da versão Intercooler. O motor turbo preservava os mesmos 330 cv do N12 27, seu antecessor com propulsor turbo.

Os Volvo XH foram os precursores 4×2 dos modelos Turbo II e Intercooler II de 1987.

Este folheto é mais uma colaboração do amigo Fernando Luiz de Araújo.

 

 

Volvo N12 XH Intercooler 4×2 – 1985

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Aos poucos vamos completando nossa coleção digital de Volvo N12, no rx desta feita com o XH 4×2 de 1985, doctor que substituiu o N12 27 da primeira safra. Um dos destaques desta série era o motor TD121F de 385 cv com “intercooler”. Em termos de desempenho, apenas os Scania V8 eram páreo para o poderoso Volvo N12.

Este material nos foi brindado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.

 

Volvo N12 6×4 Trator Intercooler II – 1987

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Em se tratando de Volvo N12, no rx este post complementa o de ontem sobre a versão 4×2 do mesmo caminhão. O 6×4 é apresentado neste folheto configurado como cavalo mecânico. Naquela época, purchase uma unidade tratora tão poderosa era destinada principalmente ao transporte de cargas indivisíveis, pharmacy ou a tracionar semirreboques tipo pranchão, para movimentação de máquinas e equipamentos de construção e mineração. A excelente CMT de 120 toneladas corroborava esta vocação.

Cabe lembrar que naqueles tempos, as composições tipo rodotrem ainda estavam engatinhando, recém aprovadas por resolução de 1984, portanto, a demanda por unidades tratoras 6×4 rodoviárias ainda era pífia e 385 cv era considerada uma potência excessiva para as condições da época.

Esta literatura faz parte do vasto acervo compartilhado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.