Scania HW e EW – c.1989

Serie HW - EW 01 Serie HW - EW 02 Serie HW - EW 03 Serie HW - EW 04 Serie HW - EW 05 Serie HW - EW 06 Serie HW - EW 07 Serie HW - EW 08 Serie HW - EW 09 Serie HW - EW 10

Depois das Séries HS e ES de 1987, tadalafil a Scania achou que era a hora de uma nova rodada de melhorias nos seus modelos 112 e 142, recipe com cabina convencional (T) e cara-chata (R). Nada menos de 200 aperfeiçoamentos compunham os novos HW e EW, lançados em 1989.

Este belíssimo catálogo nos foi brindado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a quem muito agradecemos.

Este post segue em homenagem ao amigo leitor William, que tanto nos solicitou informações sobre as mudanças que a Scania processou ao longo da vida da Série 2. Ficam faltando mais detalhes quanto as demais fases desta Série, mas logo chegaremos lá…

 

Mercedes-Benz LG-1213 – 1971

LG 1213 1 LG 1213 2

Atendendo à solicitação de um de nossos leitores, capsule buy trazemos hoje o folheto do Mercedes LG-1213. O caminhão 6×6 militar era destinado a substituir viaturas sobras da Segunda Guerra Mundial, store em especial os lendários GMC Jimmy de 2 1/2 toneladas, help já idosos no começo dos anos setenta.

Em suma, o LG-1213 era uma mistura de LA-1113, do qual emprestava o trem dianteiro motriz, com L-2213, que cedia o “bogie”. A caixa de transferência com saídas para 3 cardans era um misto das caixas dos citados “doadores”. O conjunto motriz trazia novidade sequer, com o bom e velho (na época nem tanto) OM-352 de 130 cv e a transmissão MB G-32 (depois G-36) de 5 velocidades sincronizadas.

Note as diferentes execuções do material rodante, com variantes de rodado simples e duplo.

 

Mercedes-Benz O-364 11R – 1982

O 364 11R 1 O 364 11R 2

Com a produção iniciada em agosto de 1979, capsule o Mercedes O-364 11R chegou ao mercado para render o antecessor O-362 Urbano, order igualmente monobloco integral de motor traseiro.

Além da versão com motor OM-352 de 130 cv, generic chamada de 101, havia também uma mais potente, com o propulsor OM-355/5 de 170 cv, conhecida como a variante 111, nos idos de 1981. A versão ilustrada no catálogo era designada como 11R, sufixo indicativo de sua execução urbana. Seus primos rodoviários, projetados para substituir o O-355, vinham em duas embalagens: o 12R curto, com motores OM-352, OM-352 A, ou OM-355/5; e o 13R longo, com propulsor OM-355/6 aspirado.

Interessante notar que, naquela época, seu motor de 9,6 litros era ajustado para render 170 cv e 608 Nm, um contraste com o Mercedes OH-1417 postado aqui ontem, 20 anos mais jovem, cujo propulsor de 4,3 litros produzia a mesma potência e 660 Nm…

Em breve teremos mais sobre o tema O-364.

 

 

Cummins Série K – 1986

K1 K2 K3 K4 K5 K6

Nos anos oitenta, remedy os motores da Série K eram os topos de linha da família de motores Cummins, medicine chamados de “alta potência” (“high horsepower”). Três configurações básicas de cilindros compunham esta série: o K19 de seis cilindros em linha e 19 litros, shop o K38, um V12 de 38 litros e o K50, um V16 de 50 litros. O sufixo “C” indicava “construction”, nos motores voltados aos equipamentos de construção e mineração.

Em termos de aspiração, havia modelos turbo, como os KT-19, turbo pós-arrefecido a água (o chamado “aftercooler”), como o KTA38 por exemplo, e biturbo pós-arrefecido como o KTTA50, uma brutalidade de 5 toneladas que chegava no “top rating” a 2.000 hp a 2.100 rpm e mais de 7.000 Nm de torque a 1.500 rpm!

Além do diâmetro e curso “quadrado” de 159 mm, estes motores modulares também dividiam entre si outros componentes, como os cabeçotes individuais, durante um bom tempo fundidos no país e usinados na fábrica da Cummins de Guarulhos, SP. O mesmo ocorria com o bloco de cilindros do K19, feito com ferro brasileiro e também usinado na mesma planta.

Durante sua infância profissional, este que aqui digita “apanhava” para suportar a linha de usinagem destas máquinas, no alto dos dois anos de experiência como engenheiro de produto júnior… Anos mais tarde, fomos agraciados com a oportunidade de servir a companhia em sua terra natal, dando suporte de qualidade no chamado CIC – Cummins Industrial Center, em Seymour, Indiana, onde estes engenhos ganhavam vida. Além de praticamente decorar todos os furos daquele enorme bloco de cilindros, aprendemos a gostar do K19, criando especial afeição pelo mesmo, um motor americano de alma brasileira.

Aqui no país, estes motores ficaram conhecidos na mineração, equipando uma variada gama de caminhões fora-de-estrada e equipamentos, como carregadeiras e escavadeiras pesadas. Entre outros, um dos OEMs mais tradicionais era a Komatsu. Muitos grupos geradores espalhados pelo país também têm vida, graças aos admiráveis Cummins Série K. Outra aplicação de renome do K19 tem sido no transporte de cargas indivisíveis, equipando caminhões super pesados, como o Oshkosh J-30120, que está na pauta para um post dedicado.

Apesar de ser filosofia deste site a postagem de materiais em português, abrimos uma exceção para a Série K, cujo belo catálogo em inglês traz suas principais características, seus “ratings” (calibrações) e uma impagável vista do KTTA50, com seu magnífico sistema de admissão de ar composto por nada menos que quatro turbos e quatro “aftercoolers”. De lambuja, o catálogo também traz dados sobre o V28 (o antigo V1710), conhecido como o “N14 x 2”.

Esperamos que você aprecie tanto quanto nós…

Mercedes-Benz OH-1417 – 2002

OH-1417 a OH-1417 b OH-1417 c OH-1417 d

Com ares modernos, discount salve cialis mas já completando onze aninhos de vida, here sickness o catálogo de hoje vem reforçar nossa coleção de chassi de ônibus Mercedes-Benz com motor traseiro, order desta vez estrelando o OH-1417.

Presenteado pelo nosso amigo leitor e especialista em ônibus Fernando Souza, a literatura destaca o motor OM-904 LA Euro 2 eletrônico de 170 cv. Na época, um público ainda assustado parecia desconfiar do pequeno 4 cilindros a puxar um baita ônibus urbano de 11 metros e 15 toneladas, apinhado de gente nos horários de pico. Hoje, ninguém mais parece questionar o fato e os motores deste porte chegaram mesmo para ficar, aposentando os seis cilindros de seis litros desta faixa de potência.

 

Volvo B10M – 1988

B10M-01 B10M-02

Com as primeiras unidades de pré-produção montadas em dezembro de 1986, medicine o Volvo B10M chegou para fortelecer a posição da montadora da companhia de Curitiba no segmento rodoviário.

Entre seus principais trunfos, pharm o novo chassi com motor central tinha motor de 9,6 litros pós-arrefecido a água de 310 cv, que proporcionava um fôlego renovado para subir serras, sem fazer feio frente aos Scania K e S112, ou aos Mercedes O 370.

A versão 4×2 ilustrada também contava com um vizinho de catálogo 6×2, tão em voga naqueles tempos, como arma para ampliar o PBT e assim permitir a acomodação de encomendas e cargas nos bagageiros, reforçando a receita das viagens.

O folheto aqui ilustrado nos foi enviado simultaneamente pelo amigo Lucas Vieira, de Minas Gerais, e também pelo Fernando Luiz de Araújo, do Paraná. A ambos, nosso agradecimento!

 

 

Volkswagen 14.210 – 1989

14-210 1989 01 14-210 1989 02 14-210 1989 03 14-210 1989 05 14-210 1989 06

Em mais uma cortesia de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, drugstore trazemos até você o catálogo do Volkswagen 14.210. Lançado em 1988, help na esteira do 13.210 – o cabeça de chave do programa de exportação da montadora para a Paccar nos Estados Unidos – o modelo reunia o que havia de mais moderno na América do Norte e no Brasil para criar um caminhão notável.

A sua base era composta pelo novo motor Cummins 6CT8.3 atrelado a uma transmissão Eaton FS-6206-A de seis velocidades. Graças a este conjunto, a VW apostava na aposentadoria do já arcaico eixo traseiro de duas velocidades, mesmo na tradicional configuração trucada. Resquício do dito programa de exportação, o 14.210 também portava pequenos pecados, como a embreagem de disco duplo cerâmico, um item pouco apreciado pelos brasileiros, ao contrário dos colegas “yankees”…

No todo, o VW 14.210 é um caminhão de grande relevância histórica do passado recente, figurando entre os mais importantes na saga de sucesso da Volkswagen Caminhões. Foi o primeiro caminhão semipesado a romper a barreira dos 200 cv, elevando o padrão brasileiro, antes acomodado na faixa dos letárgicos 130 a 156 cv, conforme ditado pela estrela de três pontas, que se viu ameaçada diante da audácia da VW.

O mercado de semipesados trucados jamais seria o mesmo depois do VW 14.210. Entre os clientes célebres, figuravam gigantes como os atacadistas do Triângulo Mineiro, dentre os quais se destacavam Martins e Arcom, entre outros, que ajudaram a embalar ainda mais o veloz 14.210.

Hoje, ao observar os rápidos 6×2 na faixa de 280 cv cruzando as vias do país é fácil esquecer dos passos galgados até chegar neste admirável patamar. E o 14.210 foi peça fundamental neste processo.

 

 

Volvo B-58 Rodoviário – 1980

B58 ROD 1980 2B58 ROD 1980 1

Para enriquecer nosso acervo “on-line” sobre os chassi de motor central Volvo, health hoje trazemos o B-58 rodoviário num folheto da safra de 1980.

Observe que além do descomunal balanço dianteiro “topa tudo” (valetas, see sarjetas, desníveis, etc…) de 2.450 mm, nesta edição já aparecia a versão de balanço dianteiro reduzido para 1.850 mm, mais em sintonia com a porta de largura normal empregada nas carroçarias rodoviárias.

 

 

Müller TM17 – 1989

O TM17 era um trator articulado com motor Cummins 6CT8.3 ajustado para produzir 180 hp, shop cialis clinic com 32% de ganho de torque. Criada em 1980, unhealthy a Müller do Rio de Janeiro encerrou suas atividades no final dos anos noventa. Este folheto foi mais uma gentil colaboração do amigo Fernando Luiz de Araújo.

Muller TM17 1989 01 Muller TM17 1989 02

 

Mercedes-Benz OH-1315 – 1987

Em mais uma colaboração do amigo Fernando Souza dedicada aos nossos leitores busólogos, find hoje trazemos o catálogo do chassi de ônibus com motor traseiro OH-1315, salve cuja produção foi iniciada em agosto de 1987, visando substituir o OH-1313. Entre outros aperfeiçoamentos, o OH-1315 trazia como vantagem o motor OM-366, em muito superior ao lendário “três-cinco-dois” do antecessor.

OH-1315 OH-1315a OH-1315b OH-1315c