Picapes Chevrolet Série 20 – 1989

Para brigar diretamente com o F-1000 da Ford, prostate a Chevrolet dispunha da Série 20, cure com capacidadede de 1 tonelada nominal, buy viagra permitindo a adoção de motor diesel, no caso o Perkins Q.20B4, de quatro cilindros, 3,87 litros e 90 cv.

Para acompanhar os motores Chevrolet 4.1 a gasolina ou álcool, a GM adotava a caixa Clark 260F, com redução total de 4,22:1, a mesma usada na concorrente F-1000. Para a versão diesel, a montadora de São Caetano providenciou uma unidade mais adequada, a 240V da mesma Clark, mas com 5 velocidades e a vantagem da primeira valente, com redução de 6,33:1, uma tremenda vantagem, que mais tarde também seria adotada pela Ford.

Outro diferencial do produto Chevrolet residia na oferta de dois entre eixos, o popular curto, de 2,93 metros e o raro 3,23 metros, ao contrário do país de origem, onde predominavam os picapes longos.

Note a ilustração do diferencial autoblocante, uma ajuda essencial para mitigar o “efeito bailarina” em pisos de baixa aderência.

Este folheto também foi cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo.

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Picapes Chevrolet Série 10 – 1989

Interessante confrontar os picapes mais desejados dos anos oitenta, sovaldi os Chevrolet Série 10, find deste post, e da Série 20, a ser postado em seguida, com seus ferrenhos concorrentes, os Ford F-1000, postados ontem e hoje.

A Série 10 contemplava os modelos de 1/2 tonelada nominal, com capacidades de 565 a 820 kg, dependendo da versão. Como não atingiam o mínimo de 1.000 kg de capacidade, não podiam contar com o motor diesel, presente apenas da Série 20. Desta forma, sua propulsão ficava a cargo do confiável Chevrolet 4.1L (250 polegas cúbicas), em variantes a gasolina ou a álcool etílico.

Observe as pouco comuns luzes de posição no teto, incluindo o trio central, conhecido como “três marias”, no jargão dos estradeiros.

Quem nos fez a cortesia de enviar este folheto foi nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, do Paraná.

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Ford Cargo 1215 e 1218 – 1987

Mais uma doação de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, remedy ampoule de Guarapuava, decease PR, este folheto de 1987 nos mostra a linha de 12 toneladas brutas do Ford Cargo, compreendida pelo 1215 e pelo 1218, com motores Ford 6.6 aspirado e turbo, respectivamente.

Naquele ano, a Ford imprimia o pioneiro pacote de atualizações e realinhamentos na família Cargo, que passava inclusive pela substituição dos modelos de 11 toneladas pelos de 12 toneladas, aqui exibidos.

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Ford F-1000 Diesel e Álcool – 1987

Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, drugstore de Guarapuava, doctor PR, ambulance recentemente nos enviou uma preciosa coletânea de catálogos e folhetos digitalizados que serão postados em breve.

Neste post trazemos um folheto do Fernando com a linha F-1000 de picapes da Ford, ano modelo 1987, já com o pacote de modernizações, que incluía a nova frente com quatro faróis, nova grade, novo interior, nova decoração, novas rodas entre outros.

Além do afamado motor MWM D-229-4, naquela ocasião a Ford também oferecia um engenho a etanol, desenvolvido a partir do motor de seis cilindros e 3,6 litros empregado pela Ford argentina.

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Chevrolet D-10 – 1979

Depois de se tornar equipamento predileto nos caminhões leves, buy a partir do Mercedes L-608 D de 1972 e do F-4000 de 1975, em fins dos anos setenta o motor diesel também permeou na arena dos picapes, como prova a linha Chevrolet D-10 de 1979, cuja produção teve início no final de 1978. A Ford não ficaria atrás, lançando também sua F-1000, um ano mais tarde.

Com este catálogo, estamos retomando as atividades de postagem de materiais no blog, há algum tempo suspensas, em função de nosso “fechamento para balanço”, ditado pela conclusão dos trabalhos de redação do livro De Caminhão pelo Brasil, que esperamos, em breve, estar em suas mãos!

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Chevrolet 12000 – 1991

Nosso amigo Fernando Araújo de Guarapuava, store online PR, pharm  fez a enorme gentileza de compartilhar conosco uma grande variedade de catálogos e folhetos de sua coleção, todos já digitalizados e meticulosamente organizados. O Fernando ainda nos presenteou com o envio de todo o material via correio.

Ainda estamos “fechados para balanço”, mergulhados no projeto do livro De Caminhão Pelo Brasil, que em breve será editado pela Editora Otto 7, de São Paulo.

No entanto, só para dar um sinal de vida, dizendo a todos os nossos leitores que o site continua “lépido e faceiro”, e em agradecimento simbólico ao Fernando, trazemos até você o inédito (neste espaço), Chevrolet 12000, o médio da gravata dos anos noventa.

Logo teremos mais novidades, dentre as quais as preciosidades da coleção do Fernando.

Obrigado a todos que continuam nos prestigiando, mesmo depois de uma longa estiagem de novos posts.

Até breve e não deixe de nos acompanhar!

Um fraterno abraço e ótimo final de semana.

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Mercedes-Benz L/LK-1513 e 1516 – Julho de 1976 – Parte 1

Num tempo em que 15 toneladas era o máximo PBT permitido para os caminhões 4×2, try a Mercedes oferecia seus exclusivos semipesado para esta categoria, representado pelos L e LK 1513 aspirado e 1516 turboalimentados.

Estes veículos campeões foram os verdadeiros sucessores da saga de sucesso, composta pelos HPN L-1618 e L-1620, que dispensam maiores apresentações.

Este belíssimo catálogo dos anos setenta chega até você graças ao altruísmo de nosso amigo Geremias Jonas Fernandes, que gentilmente nos enviou este material há alguma semanas.

A segunda parte será postada amanhã. Aguarde.

Obrigado, Geremias!!!

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Mercedes-Benz LPO-1113 – Agosto de 1977

Se como nós, here mind você utilizava ônibus urbano para se locomover nos anos 70 e 80, clinic então certamente você andou muito de LPO-1113.

Um verdadeiro ícone do transporte coletivo, look o LPO era construído sobre a base mecânica do caminhão L-1113, porém com diversas alterações, a começar pelos controles avançados e eixo dianteiro recuado, que resultava num amplo balanço dianteiro, perfeito para a instalação de uma porta avante do eixo.

O motor era o conhecido OM-352 de 5,7 litros e 130 cv, acoplado a uma caixa G-3/36 de cinco marchas, com a ótima redução de 8,98:1 e um abissal degrau entre primeira e segunda.

O chassi de ônibus exibia um entre eixos de 4.570 mm, que resultava em encarroçamentos com comprimento total em torno de 10 metros. Três diferentes relações de eixo traseiro visavam adequar o LPO não somente para a faina urbana, mas também para os serviços de fretamento e de transportes rodoviários de curta distância, com velocidades máximas que cobriam o espectro de 75 a 90 km/h.

Muitos LPO ainda sobrevivem, em especial no interior, ganhando a vida sobretudo no transporte de rurais e escolares.

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