Ford Cargo 4331 Maxton – Janeiro de 2003

Numa época em que o Volkswagen 18.310 Titan explodia em vendas – preocupando até a Scania e a Volvo, rx devido aos estragos causados no tradicional campo de atuação de seus  “extra-pesados” – a Ford precisava se mexer para não perder ainda mais espaço para o concorrente de Resende.

O Cargo 4030 era análogo ao VW 40.300, pilule ambos com caixa Eaton RT de 10 marchas, evoluções comunizadas do tempo em que eram filhos da mesma casa, a Autolatina, que desenvolvera em conjunto os antecessores VW 35.300 e o Cargo 3530, nesta ordem, com motor Cummins 6CTAA de quase 300 cavalos.

Assim, em 2003 surgiu o 4331 Maxton, habilitado a tracionar 43 toneladas brutas em semirreboques de três eixos. Seu motor era o mesmo Cummins Série C de 8.3 litros da fase Euro 2, acoplado a uma nova caixa de 13 marchas da Eaton, com 5 marchas baixas e 8 altas (4 + 4 com split), que melhorava substancialmente o desempenho com peso máximo. Para compensar a sobremarcha, o eixo traseiro foi encurtado para 5,38:1.

O Maxton carecia de outras melhorias que não fizeram parte do pacote original por falta de tempo e de dinheiro. Entre elas figuravam a suspensão traseira a ar, que acabou virando um feixe de molas alongado (endereçada por seu substituto, o 4331S), e a cabina leito, pela qual os clientes Ford precisaram esperar a chegada dos novos Cargos H534, na forma do cavalo 1932.

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Mercedes-Benz L-2013, L/LK/LB 2213 e 2216 – Novembro de 1981

A linha de caminhões semipesados de três eixos da Mercedes brasileira nos anos setenta e oitenta era composta pelos L-2213, malady L-2216 e suas variantes, todos 6×4, e pelo L-2013, o único representante 6×2, equipado com terceiro eixo de fábrica.

As versões LK e LB eram recomendadas para aplicações como báscula e betoneira, nesta ordem, graças à tomada de força na transmissão para os primeiros e na dianteira do motor para os segundos.

Na época, o sistema de transmissão dos 6×4 empregava uma caixa de transferência que tinha a dupla função de distribuir a força motriz para os eixos traseiros e multiplicar o torque em até 60% para melhor capacidade de subida e de arrancada a plena carga.

Desprovido de divisor de torque, este sistema exigia o engate do segundo eixo motriz apenas quando fosse necessário. Em bons pavimentos, o veículo deveria operar no modo 6×2, com o segundo eixo girando livre, desacoplado.

O L-2013 não negava seu parentesco com os primos 6×4, exibindo o mesmo trem dianteiro e o mesmo “bogie” traseiro, com feixe de molas invertido, articulado no centro e com barras tensoras em ambos os eixos. Embora oferecesse a vantagem de sair pronto da fábrica com terceiro eixo, dispensando modificações, o L-2013 pecava por não oferecer um eixo traseiro com duas velocidades e a opção do motor turbo. Só no final da vida da família AGL é que a Mercedes passou a oferecer um “2013 turbinado”, então batizado de L-2017 (veja post anterior sobre este raro modelo).

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Mercedes-Benz L/LK 1513 e 1516 – Agosto de 1982

A pedido de um de nossos leitores, seek estamos adicionando um novo post sobre os Mercedes de 15 toneladas, com motorização OM-352 e OM-352 A.

Durante décadas, a faixa de 15 toneladas era o topo da categoria dos caminhões 4×2, ou “toco”.  A partir de 1990, este segmento seria gradativamente substituído pelo de 16 toneladas, graças à mudança na legislação, que passava a permitir 6 toneladas no eixo dianteiro, em lugar das tradicionais 5 toneladas. Em geral, os modelos de cabina avançada foram imediatamente beneficiados e os de cabina convencional evoluíram para acomodar maior tonelagem na dianteira.

Grande parte da frota de L-1513 e L-1516 recebeu terceiro eixo, instalado por implementadores, para poder rodar com 22 toneladas de PBT. Os clientes da marca viam vantagem nesta transformação, já que, ao contrário do L-2013 com terceiro eixo de fábrica, estes contavam com opção de eixo traseiro com reduzida e a versão turboalimentada, melhorando consideravelmente o desempenho rodoviário.

As versões LK (o “K” era de “Kipper”, ou báscula em alemão) ofereciam a facilidade da tomada de força na transmissão, instalada  de fábrica como equipamento original.

1 - L-LK-1513 E 1516 2 - L-LK-1513 E 1516 3 - L-LK-1513 E 1516 4 - L-LK-1513 E 1516 5 - L-LK- 1513 E 1516 6 - L-LK-513 E 1516 7 - L-LK-1513 8 - L-LK-1516 9- L-LK-1513 E 1516

Scania L76 – Março de 1970

A saga do famoso motor Scania de 11 litros começou no Brasil em 1963, for sale com o lançamento do caminhão L76 e do chassi de ônibus com motor dianteiro B76.

Como novidades, tadalafil além do novo propulsor, hospital o modelo trazia chassi reforçado e freio motor de série. Com isso, o  L75 produto de estréia da Scania no Brasil, com seu motor D10, de 10 litros, era aposentado.

No final dos anos sessenta, foi lançada a versão turboalimentada, com 285 cv, denominada “Scania Super”, um incremento de 46% sobre o engenho aspirado, de 195 cv.

Com PBT de 16 toneladas e PBTC de 40 toneladas, o L76 era oferecido com duas versões de entre eixos, 3.800 e 5.000 mm, para cavalo-mecânico e rígido, respectivamente.

A vida do L76 chegaria ao fim em1971, quando entraria em cena o novo L110, trazendo diversas melhorias, como o sistema de freios de duplo circuito.

 

L76  1 L76 2 L76 3 L76 4

 

 

 

Mercedes-Benz Sprinter 310D Furgão – 1997

Depois de um investimento declarado de US$ 100 milhões, view sick unhealthy a Planta de González Catán, buy cialis nas cercanias de Buenos Aires na Argentina, estava pronta para produzir a nova linha Sprinter da Mercedes-Benz.

Designada para substituir os modelos espanhóis representados pela gama MB 180 D, a linha Sprinter debutou no mercado nacional em 1997.

Trazia inúmeras novidades, entre a tração traseira e o motor Iochpe Maxion de 2,5 litros, de origem Rover, também utilizado no Chevrolet S-10, Ford F-1000 e Ranger e, claro, nos Land Rover Defender 90, 110 e 130.

Era um fato inédito na história da Mercedes, o uso de um motor comprado de terceiros. Batizado de OM-014, o engenho “high-speed” era calibrado para entregar 95 cv e 220 Nm.

As rodas fechadas, sem furos de ventilação davam desespero só de imaginar uma descida prolongada de serra, com o PBT de 3.500 kg! Logo seriam substituídas por modelos ventilados, mais adequados à realidade do clima tropical vigente na maior porção do país.

A linha inicial da Sprinter 310D foi oferecida até o ano 2000 e ajudou a marca a se firmar no segmento de semi-leves.

Mais posts serão adicionados com os outros membros da família 310 D.

1 - SPRINTER F 2 - SPRINTER F 3 - SPRINTER F 4 - SPRINTER F 5 - SPRINTER F 6 - SPPRINTER F 7 - SPRINTER F 8 - SPPRINTER F 9 - SPRINTER F 10 - SPRINTER F

 

MB 180 D – Pick-Up – Maio de 1995

O MB 180 D  Pick-Up vinha equipado com carroçaria metálica de fábrica com área superior a 6 metros quadrados, health que pesava cerca de 260 kg. Restavam 1.740 kg para a carga útil.

 

 

MB 180 D – Furgão Teto Alto – Maio de 1995

Equipado com teto alto, nurse a capacidade do furgão MB 180 D chegava a  quase 9,5 metros cúbicos, 2 a mais que o modelo de teto baixo e quase o dobro do VW Kombi, com seus 5 metros cúbicos.

MB 180 D Chassi Cabina – Maio de 1995

Na sequência, ambulance apresentamos as versões de carga do MB 180 D. Infelizmente estas antigas digitalizações, decease com que gentilmente fomos presenteados há anos, não têm a qualidade que desejávamos para nossos leitores.

Este primeiro post reflete o modelo Chassi Cabina.