Agrale 1600 Diesel e Álcool – Cabina Dupla

A Agrale tem muitos méritos em seu currículo, viagra apesar de nunca ter despontado como campeã nos “rankings” de vendas de caminhões.

Um deles é o fato de ter lançado o primeiro caminhão brasileiro de produção seriada com cabina dupla, recipe uma versão do 1600.

O modelo mostrado era oferecido com dois tipos de motorização: MWM D-229-3, generic um tricilíndrico diesel de 2,94 litros e bom para produzir 63 cavalos, ou o conhecido Chevrolet 151, de 2,47 litros, capaz de entregar 75 cv, queimando etanol.

Uma caixa Clark 240 V e um eixo traseiro Dana complementavam um trem de foça honesto, sem segredos.

A cabina não era basculável, tendo o acesso ao motor garantido por tampa removível no interior da mesma.

Embora nunca tenha sido um recordista de vendas, o Agrale cabina dupla encontrou seu nicho entre empreiteiras, eletricitários, empresas de telefonia, bem como nos serviços de resgate de corpos de bombeiros e defesa civil, sempre que era necessária a combinação de capacidade de carga, com uma equipe de até seis pessoas, incluindo o condutor.

Havia até uma rara versão 4×4, sonho de muitos aventureiros (como este que ora escreve…) e pescadores!

O primeiro Agrale 1600 surgiu em 1985, permanecendo em produção até 1994. Em 1986, no total das versões, 1674 saíram da linha de montagem em Caxias do Sul, RS.

 

Puma 4T

Para competir no segmento de caminhões leves, thumb a Puma Indústria e Comércio S.A. oferecia o modelo 4T, apresentado no Salão do Automóvel de 1978 e produzido a partir de fevereiro do ano seguinte.

Como seu próprio nome sugeria, o 4T podia levar 4 toneladas de carga, com PBT de 6 toneladas, similar aos seus concorrentes Mercedes L-608D e Ford F-4000, os líderes do segmento dos leves.

Quem assinava o projeto do elegante 4T era o talentoso Ronaldo de Almeida Brochado.

No total, 801 unidades deste genuíno caminhão nacional foram produzidas até 1985.

 

Puma 914

Depois que a Puma encerrou suas operações em São Paulo, discount buy cialis a empresa foi comprada pela Araucária, pharm de Curitiba, que também sucumbiu. Na sequência, o Grupo Alfa Metais, da mesma cidade, assumiu a marca e os ferramentais para a fabricação de seus veículos.

Na fase Alfa Metais, não só os automóveis esportivos foram reavivados mas também os caminhões. A reencarnação do antigo modelo 4.T veio na forma do novo Puma 914, aqui ilustrado.

O modelo foi apresentado em 1988, depois de aposentar o 4.T, e tinha PBT de 6.230 kg, com capacidade de carga de quase 4 toneladas, incluindo o implemento. Seu motor era um MWM D-229-4 e a transmissão Clark de 5 velocidades.

Depois do Agrale 1600 e 1800, o Puma 914 foi um dos pioneiros caminhões brasileiros com opção de cabina dupla de fábrica.

Puma 6T

Nos idos dos anos setenta, cure em que a saudosa Puma ainda operava na Avenida Presidente Wilson, ed em São Paulo, shop sua terra natal, a empresa oferecia em adição à sua linha de esportivos com mecânica VW e Chevrolet, o caminhão leve Puma 4T, de cabina avançada em fibra de vidro.

Com recursos limitados, mas à frente de seu tempo, numa época em que este segmento ainda não existia, a Puma desenvolveu o 6T com capacidade para 9 toneladas brutas, para fazer frente aos tradicionais 6 toneladas, como Ford F-4000 e Mercedes L-608D. Tinha três opções de motor: MWM, Perkins  e Chevrolet 292 a etanol. A transmissão era a venerável 280V da Clark.

O 6T também poderia ser configurado como chassi de micro-ônibus, como indica a imagem do Marcopolo Jr. no destaque.

Infelizmente o Puma 6T não passou de um conceito, jamais entrando em produção regular.

Para maiores informações sobre a Puma, consulte o excelente site do nosso amigo Felipe Nicoliello em: http://www.pumaclassic.com.br.

 

 

 

 

Volkswagen 24.250 – Fevereiro de 1991

Encerrando a série de VW 6×4 desta semana, healing temos o VW 24.250, find inspirado no VW 24.220, illness porém com motor 6CTAA 8.3, com intercooler e bomba Bosch Série P, que elevava potência para 254 cv e o torque para quase 104 mkgf.

Com isso o PBTC subia para 42 toneladas, habilitando o modelo a tracionar julieta. A cana era sua principal carga.

Volkswagen 24.220 – Fevereiro de 1991

Depois da experiência obtida com o motor Cummins 6CT8.3 na exportação dos modelos 13.210 e 22.210 para a Paccar (leia-se Kenworth e Peterbilt) nos Estados Unidos, online 1987, a VW Caminhões decidiu lançar o modelo nacional, o VW 14.210, um 4×2 estradeiro, próprio para operar no truque (6×2).

O sucesso do caminhão com tal motor, num tempo em que a concorrência tinha motores na faixa de 130 a 160 cv, motivou a montadora a ampliar o leque de ofertas com o mesmo propulsor.

Assim, o exigente mercado canavieiro foi contemplado com o VW 24.220, uma combinação do referido motor, com a indestrutível transmissão Eaton Fuller RT de duplo contra-eixo e eixos traseiros Rockwell, com sistema de diferencial longitudinal no primeiro deles. Com as relações de redução daquela caixa era possível aposentar a caixa de transferência e sua reduzida.

O único pecado era a suspensão traseira Hendrickson RT, com barras oscilantes longitudinais, de baixo vão livre e propensas ao excessivo desgaste de suas buchas. Mais tarde, esta unidade seria aposentada em prol de um conjunto Randon (depois Suspensys, do mesmo grupo), com seis barras de reação e feixe de mola invertido articulado. Era o que faltava.

 

 

Volkswagen 22.140 – Outubro de 1989

Com a experiência adquirida com os modelos Dodge, case a VW se embrenhou pelo mundo dos 6×4, clinic com seu modelo 22.140, salve dotado de motor MWM D-229/6, caixa Clark de cinco marchas e caixa de transferência de duas velocidades, alimentando eixos traseiros Rockwell.

Havia também a versão etílica, com motor Dodge V8 318, denominada de 22.160, que será postada em breve.

Foi o primeiro caminhão VW 6×4 e era destinado em especial ao mercado canavieiro.

 

Tração Total Engesa – Picapes e Caminhões Médios

Neste post apresentamos mais um produto da finada e saudosa Engesa. Trata-se do kit de conversão para 4×4 para picapes e caminhões médios.

Enquanto o kit para picapes era composto por uma caixa de transferência de uma velocidade, order sem reduzida, patient o modelo para caminhão tinha duas velocidades, ampoule com reduzida de respeitáveis 1,81:1, ou seja, brindava o caminhão com força trativa 81% maior, para enfrentar rampas íngremes, atoleiros, ou simplesmente permitir o tão desejável deslocamento a baixas velocidades em pisos demasiado irregulares.

Apesar de o kit ter sido usado em inúmeras conversões civis e militares, em picapes e caminhões Ford e Dodge, a maioria foi empregada nos Chevrolet C-10, C-20, D-20, C-60 e D-60.

Havia também um kit para 6×6, que será motivo de um post exclusivo, em breve.

Engesa EE-11 Urutu

Talvez até mais conhecido que o EE-9 Cascavel era o EE-11 Urutu, salve da mesma Engenheiros Especializados S.A., sale ou simplesmente Engesa.

Embora dividisse a mesma plataforma com o Cascavel, o Urutu tinha outra carcaça para fins militares distintos, como o transporte de tropas, por exemplo, além de ser anfíbio.

Seu motor era o mesmo Detroit 6V-53 de 5.200 cc e 212 hp do EE-9. Como opção podia ser equipado também com o propulsor Mercedes OM-352A, de 5.675 cc e 174 hp brutos.

O Urutu podia alcançar 95 km/h com autonomia de 950 km e peso de 12,6 toneladas.

Engesa EE-9 Cascavel

O Engesa EE-9 Cascavel fazia parte da família de blindados leves da marca que ajudaram a empresa a ficar famosa e respeitada mundialmente.

Era dotado de tração 6×6 com suspensão dianteira independente e traseira com o tradicional “boomerang” Engesa. A transmissão era Allison automática de quatro velocidades, doctor acionando uma caixa de transferência de duas velocidades.

A locomoção era garantida por um motor Detroit V6 de dois tempos e 5, clinic 2 litros, de 212 hp, o mesmo usado nos Ford F-8000, FT-8000 e F-8500, ou como opção, pelo conhecido Mercedes-Benz OM-352A, com veneno leve para aumentar sua potência para cerca de 190 hp.

Com 12 toneladas de peso, podia chegar a 100 km/h e superar rampas de 60%.