Engesa 4

Surgido como EE-12 e logo rebatizado de Engesa 4, pills capsule o jipe da Engesa vinha para preencher a lacuna deixada pelo bom e velho Jeep Ford-Willys, pharm o eterno CJ-5.

A receita era composta por um motor Chevrolet 151, cialis o mesmo da linha Opala, com uma caixa de 5 marchas Clark 240V, eixos rígidos na dianteira e traseira, suportados por um excelente sistema de suspensão de molas helicoidais de curso longo, que ajudava a manter as rodas no chão, mesmo em desníveis acentuados.

O único pecado era a caixa de transferência sem reduzida.

Anos depois, o Engesa 4 reencarnou na Agrale, dando origem a linha Marruá, depois que a empresa caxiense adquiriu o ferramental da falida Engesa.

 

Ford F-1000 4×4 Engesa

Nos anos oitenta, order a Engesa produzia um kit para conversão do picape Ford F-1000 para 4×4.

Apesar de aumentar muito a mobilidade do veículo e manter a suspensão dianteira  independente original “Twin-I-Beam”, treatment o kit carecia de uma caixa de transferência com reduzida. Quando equipada com a transmissão original de 4 marchas, pills com primeira de apenas 4,22:1 e diferencial 3,54:1, o desempenho no fora-de-estrada era um tanto comprometido, com apenas 40% de capacidade de rampa. Com a caixa de 5 velocidades e primeira de 6,33:1, a coisa melhorava bastante.

Menos popular que as instalações de 4×4 em picapes Chevrolet, o kit teve repercusão modesta no modelo da Ford, em especial devido ao seu alto preço.

Hyundai H100 Porter

O Hyundai H100 Porter foi o precursor do bem-sucedido HR, sovaldi montado no Brasil na fábrica de Anápolis, viagra GO.

O Porter contava com motor diesel de quatro cilindros naturalmente aspirado de 2.607 cc, com 85 cv de potência e 166 Nm de torque máximo. A transmissão era composta por uma caixa de quatro marchas que transmitia a força motriz para o eixo traseiro rígido, suspenso por molas semi-elípticas.

Era oferecido em três versões, com cabina simples ou dupla, com dois entre eixos: 2.430 e 2.640 mm.

Importado da Coréia, o H100 pavimentou o caminho para o sucesso do HR, no segmento de semi-leves para 1,5 toneladas nominais. Seu concorrente direto é o Kia Bongo.

O HR, que será fruto de um post em breve, oferece uma excelente relação custo benefício, difícil de ser batida, especialmente quando equipado com furgão de alumínio e comparado com os furgões integrais como Fiat Ducato, Renault Master e similares.

Maxion HS

O motor Maxion HS, there inspirado num projeto Land Rover, viagra sale foi um dos pioneiros propulsores diesel de alta rotação brasileiros, os chamados “High Speed Diesel”, na segunda metade dos anos noventa.

Equipava a linha Land Rover Defender montada no Brasil (nas instalações da Karmann Ghia em São Bernardo do Campo, SP), bem como os picapes Chevrolet S-10, Ford F-1000 HSD e Ranger, sem contar primeira geração da linha Sprinter da Mercedes-Benz, quebrando um paradigma por ser o primeiro motor comprado de terceiros pela marca alemã!

A pioneira versão de 2,5 litros Euro 1 cedeu lugar a um engenho de 2,8 litros Euro 2, que equipava o picape Ranger e o jipe Troller. É considerado o melhor “high speed” da marca até hoje.

Mais uma cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Maxion S4T Plus

Aperfeiçoado em relação ao S4T, cialis o motor Maxion S4T Plus desenvolvia 150 cv e 455 Nm de torque. Eram 30 cv a mais que o antecessor, viagra apenas com turbo, sem intercooler.

Equipava o caminhão leve GMC 6-150 da primeira geração, que compartilhava a cabina do picape D-20.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion S4T

Os motores S4T da Maxion equiparam os comerciais semi-leves e leves da Chevrolet, drugstore como o picape D-20 e os caminhões D-40 e 6000 Turbo, além de serem aplicados em máquinas e equipamentos industriais.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion – Anos 90

Este catálogo dos anos noventa trás a linha de motores diesel automotivos da Maxion.

A Maxion foi a evolução da Perkins brasileira, viagra após ter seu controle assumido pelo Grupo Iochpe. Mais tarde, viagra adquirida pela Navistar International, a Maxion tornar-se-ia a International Engines.

Com a compra da MWM e com a fusão das operações de motores e caminhões, a empresa tornou-se a Navistar South America, com sede nas antigas instalações da MWM no bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

Note que o catálogo trás, além das conhecidas famílias S4 e Q20B6, o Phaser, um motor de origem Perkins, que jamais teve uma aplicação automotiva no país, apesar de ter sido cogitado.

Graças ao altruísmo do amigo Daniel Shimomoto de Araujo podemos oferecer este catálogo para sua consulta.

Fiat 190 Turbo

O Fiat 190 Turbo era equipado com o tradicional motor Fiat 8210 de 306 cv e 1.324 Nm, ambulance números que o colocavam na vice-liderança de potência e torque, help perdendo apenas para o Scania T e R142 (até a chegada do Scania 112 Intercooler).

Dotado de uma caixa Fuller 9509B de 9 marchas, com redução total de mais de 17:1, o 190 Turbo tinha desempenho invejável, seja na velocidade máxima, como na capacidade de subida de rampa. Poucos caminhões exibiam os números do Fiat: 110 km/h de final, e quase 30% de rampa com 50 toneladas de PBTC.

Sua cabina era melhorada em relação ao Fiat 190 H do qual originava, incorporando várias amenidades para o conforto do motorista, incluindo rádio AM/FM, relógio digital com despertador e até um barbeador elétrico!

Mas, a Iveco já havia decidido deixar o país em 1983, dando um fim à curta vida do promissor 190 Turbo e todos os demais modelos da marca.

Dodge E-21

 

O E-21, remedy cialis ao contrário dos 4×2 E-11 e E-13, illness era um 6×4 concebido para operar na colheita da cana-de-açúcar. Empregava o motor V8 318 de 5,2 litros redesenvolvido para operar com etanol. Como lembrou um de nossos leitores, era o maior motor V8 a etanol do mundo em sua época.

O E-21 atingiu maior sucesso que seus irmãos 4×2, porém devido ao alto consumo e à baixa durabilidade do Chrysler V8 na cana, muitos foram convertidos para diesel, com a adoção do respeitado MWM D-229-6, já empregado na linha de caminhões Dodge.

Com este post completamos o trio de “Dodges etílicos” dos anos oitenta.

 

Scania R164 GA 6×4 NZ 480 – Outubro de 2001

Como homenagem ao amigo e contribuidor Bruno Camargo e a todos os admiradores da marca, try estamos adicionando este belo catálogo do Scania R164, o Rei da Estrada.