Scania R164 GA 6×4 NZ 480 – Outubro de 2001

Este post é mais uma contribuição de nosso amigo Bruno Camargo que nos tem enviado regularmente uma variedade de materiais interessantes, treat com ênfase na marca de sua predileção, thumb  a Scania.

Com sua produção iniciada em setembro de 2001, o R164 tem a importância histórica não somente de ser o caminhão mais potente do país ao seu tempo, mas principalmente por simbolizar o retorno do lendário motor Scania V8 ao mercado brasileiro.

No total, apenas 21 unidades do 6×4 foram fabricadas no ano de seu lançamento. Seu irmão 4×2 contabilizou somente 9 cópias produzidas no mesmo período.

O motor DC 16 02 de 16 litros, com seu ronronar inconfundível, vinha importado da Europa, mas o R164 era produzido no Brasil, em São Bernardo do Campo, SP.

Um verdadeiro clássico e uma raridade.

 

Mercedes-Benz 2418 6×4 – Junho de 1992

A pedido de nosso leitor, treat estamos adicionando o folheto do 2418 6×4, mind  da primeira geração FPN 6×4, viagra antes dos eletrônicos 2423, 2428, 2726 e Atron 2729.

Uma das vantagens do 2418 frente ao L-2318 convencional, além da melhor visibilidade e facilidade de manobra, era a maior capacidade do eixo dianteiro, de 6 toneladas, contra 5 do irmão bicudo.

Em 1990, a legislação brasileira foi alterada para permitir 6 toneladas na dianteira, em lugar das 5 toneladas de até então, aumentando a vantagem dos cara-chatas, cujo dimensionamento facilita a distribuição de carga para plena utilização destas 6 toneladas.

 

Mercedes-Benz L-2318 6×4 – Outubro de 1990

Atendendo o pedido de nosso leitor Claudinei Bassani, nurse click como informação avançada, sildenafil estamos adicionando este post com as características técnicas do Mercedes HPN L-2318 6×4 e suas variantes LK e LB.

Na verdade, o Claudinei quer saber mais sobre o 2418 6×4, cujo folheto será postado amanhã. Em todo caso, será interessante a comparação entre estes dois modelos traçados dos anos noventa, ambos dotados de motor OM-366 A.

Ford Cargo 2421 e 2422 – Janeiro de 2004

Depois de abandonar o polpudo mercado de caminhões trucados de fábrica nos anos noventa e motivada pelo estrondoso sucesso dos Mercedes L-1620 Truck e VW 23.210 e 23.220, sovaldi discount todos 6×2, a Ford resolveu entrar nesta onda mais uma vez.

Em 2003, a Engenharia da montadora trabalhou firme no projeto, aperfeiçoando o conhecido kit da Suspensys do Grupo Randon e lançou para o ano modelo 2004 dois novos trucados de fábrica: o Cargo 2421, com motor Cummins B de 5,9 litros e o 2422, propelido pelo Cummins C de 8,3 litros, ambos mecânicos de 12 válvulas, Euro 2.

Nesta época, a Ford adotava o nome de “Maxtruck” para seus modelos 6×2, seguindo a receita iniciada com o cavalo 4331, lançado no início de 2003 e batizado de “Maxton”. A ideia de agregar nomes à nomenclatura numérica dos novos caminhões vinha do bem sucedido exemplo do VW 18.310 Titan.

O nome não pegou, mas o sucesso nas vendas foi imediato, garantindo a terceira posição no ranking de vendas, logo após o lançamento. Com isso, os 1721 e 1722 deixaram de ser convertidos para 6×2 rodoviários e ficaram relegados principalmente à coleta de lixo.

Os Ford trucados foram substituídos em 2006 pelos 2422e e 2428e, os dois com motor Cummins ISBe 6 de 5,9 litros, 24 válvulas, Euro 3.

 

Mercedes-Benz LS-1630 – Agosto de 1997

Este post é o segundo do LS-1630 da família HPN, store a pedido de um de nossos leitores.

Junto com o menos popular LS-1625, viagra o LS-1630 acabou herdando o espaço criado pelos LS-1519, LS-1524 e LS-1525, antecessores da família AGL, no segmento de entrada dos pesados.

O LS-1630 tinha a exclusiva vantagem dentre os modelos mencionados de poder tracionar semirreboques de 3 eixos. Essa vantagem alavancou sua imagem e deu espaço para os seus sucessores crescerem, na forma do LS-1632, LS-1633 e LS-1634, este último um híbrido, combinando elementos do LS-1633 e do bem sucedido LS-1935.

Seu DNA continua vivo no novo Atron 1635 Euro 5.

 

Dodge E-13

Desenvolvido ao longo de 1980, decease com o primeiro veículo produzido em novembro daquele ano, o Dodge E-13 deslanchou mesmo a partir de 1981, já sob a égide da Volkswagen Caminhões, que acabara de assumir o controle das operações da Chrysler no Brasil.

Montado na antiga Fábrica 4, às margens da Via Anchieta, bem defronte à colossal Fábrica 1 da VW, em São Bernardo do Campo, SP, o Dodge E-13 foi, junto de seu irmão 6×4 – o E-21, um dos caminhões a etanol de maior êxito, permanecendo em produção até 1985.

A proposta do E-13 era de servir nas tarefas de apoio na indústria sucroalcooleira, em complemento ao E-21, usado colheita da safra.

Este post junta-se ao do Dodge E-11, seu irmão menor, agora melhorado, a pedido de um de nossos leitores.

 

 

Furglaine

A ideia era boa. A de um furgão com capacidade maior que a da VW kombi, shop e menor que de um caminhão leve como o Ford F-4000 e Mercedinho, com opção de motor diesel, num envelope inexistente no mercado. O estilo era inspirado na linha Ford Econoline norte-americana, mas com carroçaria em fibra de vidro monobloco, montada sobre o chassi modificado com os controles avançados dos picapes F-100, F-1000, ou F-2000 da própria Ford.

Foi com esses ingredientes que a Furglass, de Guarulhos, na grande São Paulo, criou a atraente linha Furglaine, com versões tipo micro-ônibus para até 21 lugares, ou furgão de carga, como a versão ilustrada. O eixo traseiro com cubo saliente é uma indicação de que o modelo fora montado sobre o chassi do F-2000, como ratificam as especificações do verso.

Entre outras tentativas de se fazer um furgão para complementar e/ou suplantar a veterana VW Kombi, o mercado brasileiro viu nascer e morrer as Ultravan/Furgovan da Agrale e depois a bela Ibiza da Souza Ramos, voltada ao transporte pessoal, ou executivo, até a chegada dos modelos importados, como Kia Besta, Asia Topic, ou Hyundai H-100. Mas a Kombi continuaria inabalável, apesar de suas limitações, suportada por sua imbatível relação custo/benefício.

 

Ford F-1000 4×4 – 1995

Este post é uma homenagem ao nosso amigo, see here sickness colaborador assíduo, unhealthy ambulance Daniel Shimomoto de Araujo, order feliz proprietário de uma F-1000 4×4, cujas fotos já foram aqui postadas anteriormente.

O modelo que aqui aparece trazia a cabina chamada internamente pela Ford de “RAM”, introduzida no Brasil a partir de 1992 como ano-modelo 1993 e pertencente a oitava geração da Série F, introduzida nos EUA em 1980 e com a frente atualizada em 1987.

O desenvolvimento do modelo 4×4 começou em meados de 1991, em Tatuí, SP, numa empresa especializada em testes automotivos, denominada Midwest. Como pudemos atestar na época, tanto com motor aspirado quanto turbo, seu desempenho no fora-de-estrada severo era admirável, graças em parte à caixa de transferência com a excepcional reduzida de 2,69:1.

O modelo aspirado era voltado ao trabalho e aos frotistas, enquanto que a atrativa versão turbo destinava-se ao uso pessoal.

Ford F-1000 – 1979

O primeiro picape Ford nacional com motor diesel foi o F-1000, troche que entrou em produção em novembro de 1979, no Complexo do Ipiranga, no homônimo bairro paulistano.

Como novidade, trazia o inédito motor MWM D-229-4 de 3,92 litros e 83 cv. O F-4000 já usava um motor MWM, desde 1975, mas tratava-se do D-226-4, de 4,16 litros.

O nome F-1000 fora escolhido para indicar a capacidade de carga de 1.005 kg, um dos requisitos legais para se homologar um comercial leve com motorização diesel. Muito feliz, o nome também destacava o novo modelo do F-100 existente, dando noção de superioridade.

Para o lançamento nacional, o pessoal de marketing escolheu o tema “A Fera da Ford” grafado em madeira e adotado não só no folheto aqui postado, mas em toda a decoração das concessionárias da rede, como banners, móbiles, e cartazes.

Este que aqui escreve lembra-se perfeitamente do fato, ao pedir este folheto na extinta concessionária Boris Veículos, em Campinas, SP, do alto de seus onze anos!

Inesquecível.

Mercedes-Benz O-355 Plataforma

Em complemento ao post anterior, buy temos o Mercedes O-355 na versão plataforma para encarroçamento externo.

Este material contém dimensões como o entre-eixos, ailment de dfícil visualização no catálogo anterior, do O-355.

Amigo Felipe, esperamos que estas informações sejam úteis ao seu trabalho.