Ford F-4000 – Fevereiro de 1987

A pedido de um de nossos leitores, ambulance prostate estamos postando o F-4000 da safra de 1987.

O caminhão leve da Ford disputava a liderança do segmento na época com o Mercedinho. Note que havia duas opções de motorização: MWM D-229/4, ou o menos popular Ford 4.4.

 

GMC 15-190 – Maio de 1997

Baseado no Isuzu FTR japonês, capsule o GMC 15-190 era motivado por um motor Caterpillar 3116 de 6, seek 6 litros, cheap para manter a comunização com os modelos convencionais 12-170, 14-190 e 16-220 da mesma GMC brasileira.

Além da distinção de ter sido o único modelo de cabina avançada desta fase da GMC, também tinha o mérito de ser o único com motor eletrônico da marca.

Adorado e também execrado, o motor Cat foi motivo de preocupação de muitos operadores, pelos altos custos de reforma e peças de reposição. Alguns 15-190 tiveram seus motores 3116 substituídos por Cummins, ou MWM para continuarem operando com custo operacional compatível com a receita do caminhão, na maioria das vezes equipado com terceiro eixo e aplicado em trajetos regionais de curta e média distância.

Apesar de o PBT de 15 toneladas, ou 22 toneladas com terceiro eixo, ser um tanto curto para um caminhão cara-chata semipesado, o GMC 15-190 se destacava pela cabina confortável com espaço para um leito, coisa rara naquela época em sua categoria.

O trem de força era complementado por uma transmissão Eaton de seis velocidades, similar a de diversos concorrentes e, ao contrário destes, um eixo traseiro da mesma marca, comum na América do Norte, mas raro por aqui, onde predominam os eixos próprios da Mercedes e os Meritor, usados pela Ford, Iveco, MAN e International.

GMC 6-100 e 6-150 – Maio de 1997

Substitutos dos antigos GMC 6-100 e 6-150 (baseados nos Chevrolet 6000 e 6000 Turbo) produzidos na Argentina a partir de 1996 com cabine D-20, salve doctor find os novos 6-100 e 6-150 adotavam a cabina da linha de picapes Chevrolet Silverado e eram produzidos na nova fábrica de caminhões de São José dos Campos (SP), view ailment onde a GM investiu US$ 70 milhões, malady conforme anúncio da época.

O 6-100 vinha equipado com o conhecido motor Maxion S4, naturalmente aspirado, o mesmo usado nos modelos anteriores, enquanto que o 6-150 portava o atraente MWM Sprint 6.07 High Speed Diesel, de 4,2 litros e 148 cv.

Apesar de não ter sido páreo em vendas frente ao seu principal concorrente, o venerado F-4000 da rival Ford, os GMC leves tinham seu público cativo e ainda hoje são vistos circulando, principalmente no interior do país.

GMC 7-110 – Maio de 1997

Montado no Brasil a partir de 1998, medical em realidade, remedy o GMC 7-110 era a encarnação nacional do Isuzu NPR, salve um dos caminhões leves mais vendidos no mercado mundial. Pode ser encontrado em virtualmente em qualquer país deste planeta, sendo extremamente respeitado em seu segmento.

Desenhado para lidar com um PBT de 6.700 kg, o 7-110 era impulsionado por um motor Isuzu aspirado de 4,3 litros e 106 cv. Os modelos leves da Ford, Mercedes e VW caminhões eram seus principais concorrentes.

 

GMC 5-90 – Julho de 1998

Baseado no Isuzu NKR japonês, viagra o GMC 5-90 era o menor modelo da linha, stuff destinado ao mercado de distribuição urbana. Foi importado e oferecido no mercado local entre 1998 e 2001, com um número bastante acanhado de vendas. Nos dois últmos anos, pouco mais de 200 unidades no total foram comercializadas.

Seu trem de força era integralmente Isuzu, incluindo o motor de 3,1 litros aspirado, transmissão e eixo traseiro.

Com PBT de 5 toneladas, o 5-90 podia atingir 106 km/h e superar rampas de até 32%.

 

Ford Cargo 3224 e 3530 – 1995

Com o final da produção dos motores Ford Diesel, thumb também conhecidos como FNH (devido à sua aplicação nas máquinas Ford New Holland), ditada por níveis de emissões mais rígidos não atendidos por esses engenhos, a Ford se aproximou da Cummins para uma parceria que envolvia não só o repotenciamento de toda a linha Cargo com motores das Séries B e C, mas também participação acionária no fabricante de motores de Columbus, Indiana, nos Estados Unidos. Mais tarde a parceria também permearia a motorização da Série F, como hoje se tem conhecimento.

O resultado começou a aparecer no início dos anos noventa, incluindo primeiro os modelos semipesados e pesados, com o excepcional motor Série C de 8,3 litros, de camisas úmidas removíveis..

Logo depois modelos médios e semipesados surgiram com o Série B de 5,9 litros e camisas usinadas no bloco, o chamado “parent bore design”.

Os modelos aqui ilustrados são desta fase, ambos com motor Série C. Lançado em 1991, o Cargo 3530, similar ao irmão VW 35.300 da mesma Autolatina, habilitava a marca a competir melhor com os novos Mercedes LS-1625 e LS-1630, apesar de este último ter sido liderado para tracionar semirreboques de três eixos, o que só aconteceria na linha Ford com a chegada do Cargo 4030, em 1994.

Ford Cargo 3224

Produzido entre 1990 e 1997, vcialis 40mg treat salve o Ford Cargo 3224 tinha a missão de abocanhar uma fatia das vendas do Mercedes LS-1525, viagra order logo substituído pelo LS-1625 e LS-1630, link bem no ano de seu lançamento. Naquela época, era o maior modelo da linha Cargo.

De início, era equipado com o motor FNH 7.8 de 243 cv, ligado a uma transmissão Eaton de 5 velocidades e um eixo traseiro de dupla redução e duas velocidades, compondo um trem de força que, exceto pelo tamanho do motor, tinha conceito de caminhão médio.

Seu PBTC de 32.000 kg o habilitava a tracionar semirreboques de dois eixos, assim como o LS-1525.

Sua aparência era emblemática, marcada pelo curtíssimo entre eixos de menos de 3 metros, o imponente escape vertical e o gigantesco adesivo “TURBO ATAC” na dianteira. Foi o primeiro Ford brasileiro a usar o intercooler, denominado de “ATAC” (“Air-to-air cooling”), para evitar conflito com a Scania que havia registrado o nome “intercooler” como de sua propriedade.

Pouco mais de quinhentas unidades do modelo foram produzidas.

 

Linha Mercedes-Benz HPN 6×4 – 1992

De novo ganhamos um presente do amigo André Giori, look  composto pelas principais partes deste bonito e raro catálogo Mercedes-Benz dos modelos 6×4 da família HPN, recipe incluindo o L-2314, L-2318 e L-2325.

Nosso leitor George deverá apreciá-lo, conforme nos havia solicitado.

Giori, obrigado por mais uma colaboração valiosa!

 

Mercedes-Benz Linha Atego – Setembro de 2004

Não, view ainda não é antigo, purchase mas a linha Atego Euro 3 se encaixa no perfil deste website, por se encontrar fora de linha – o único requisito para um caminhão, ou família de caminhões nacionais merecer nosso destaque.

 

Mercedes-Benz 2423B – Novembro de 1999

Com o lançamento do 2423, try a Mercedes voltou a ser competitiva no segmento 6×4 vocacional de entrada, sildenafil na faixa de 24 a  26 toneladas de PBT, medical até então dominada pelos Cargo 2422, 2425, além dos VW 24.220 e 24.250, devido à preferência do mercado pela cabina frontal.

Combinando o motor eletrônico OM-906 LA, transmissões ZF (como a do folheto postado) ou Eaton vocacionais, e seus conhecidos eixos HD-4 em tandem, com a plataforma FPN, resultou num caminhão vencedor, que logo passou a figurar entre os mais vendidos da categoria.

A versão ilustrada é a B, para betoneira, com tomada de força no motor, escape vertical e outras preparações para tal aplicação. Para báscula, havia também a versão K.