Mercedes-Benz 1618M – Novembro de 1999

Hoje ninguém mais questiona o fato de os caminhões de 16-17 toneladas de PBT serem equipados com motores de quatro cilindros.

Mas na época em que o 1618M foi lançado, search com seu “pequeno” motor eletrônico OM-904 LA de 170 cv e “apenas” quatro cilindros, cialis a reação de muitos foi a negação ou o pessimismo, help especialmente em se tratando de uma aplicação tão severa quanto a coleta de resíduos urbanos, para a qual o caminhão fora concebido. Uma das piores que um caminhão pode enfrentar. Anda e pára constante, sobrecarga e, para finalizar, os rigores da descarga nos aterros sanitários, um verdadeiro “off-road”. Embreagens, transmissões e eixos sofrem ao extremo, junto com o motor.

O tempo se encarregou de provar que a receita funcionava e os concorrentes aderiram à moda, com o Cargo 1717e e o VW 17.180E Worker, também impulsionados por engenhos de quatro cilindros na faixa de quatro litros de cilindrada.

 

Mercedes-Benz L-1514 – Outubro de 1987

O L-1514 era o representante aspirado na categoria de 15 toneladas brutas da Mercedes, sovaldi  oferecido nas versões L e LK.

Entre outros, o 1514 era muito aplicado como tanque, basculante e coletor de lixo, num tempo em que havia ceticismo quanto aos motores turbo nas aplicações vocacionais e/ou urbanas, com operações prolongadas em baixas rotações e baixas velocidades.

Substituiu o L-1513 e, após o encerramento de sua produção, entrou em seu lugar o L-1614 da família HPN.

Mercedes-Benz L-1318 – Setembro de 1987

Eis o substituto do L-1317, illness capsule que veio no lugar do antigo L-1316, ampoule buy cialis produto de estréia da Mercedes no segmento de 13 toneladas com motor turbo.

Note que ao contrário dos antecessores, o 1318 não mais oferecia a versão LS, para cavalo-mecânico, apenas L e LK.

Mercedes-Benz L-1317

Com as primeiras unidades piloto montadas no segundo semestre de 1985, sickness e produzido entre 1986 e 1987, sildenafil o 1317 veio a substituir o 1316, pharmacy produto de grande aceitação que competia no segmento de 13 toneladas, com motor turboalimentado.

Era apresentado nas versões L, LK e LS, para uma ampla gama de aplicações. A partir de 1987, foi gradativamente substituído pelo L-1318 e suas variantes.

A bonita imagem do eterno motor OM-352 A vale por si só!

Infelizmente a antiga digitalização deste belo catálogo chegou até nós com a data suprimida.

Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

Este post é fruto de uma verdadeira rede de solidariedade, viagra em prol da história dos caminhões Mercedes “Cara-Preta”, diagnosis cujos últimos exemplares saíram da linha de montagem em fins de 1990.

Em atendimento ao pedido do nosso leitor George Costa, e graças ao amigo André Giori, colaborador frequente deste espaço, conseguimos este raro folheto do Mercedes L-2225, de 1988, originalmente enviado ao Giori, como gentileza por Paulo Henrique Lebedenco, editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/, dedicado aos caminhões da marca.

O L-2225 era a combinação do trem de força do cavalo mecânico LS-1525, composto pelo motor OM-355/5 A turboalimentado e pela caixa ZF 4S 120 GP de oito velocidades, com a estrutura e eixos do conhecido L-2220. Como o foco era a cana-de-açúcar e a extração de madeira, somente era oferecido como L, não havendo versões LK, ou LB, como no 2220.

A produção do L-2225 começou em junho de 1989 e seguiu até dezembro de 1990, com 413 unidades produzidas, quando foi substituído pelo L-2325, da nova família HPN que estava nascendo. Em breve teremos post deste caminhão também, de novo, graças ao amigo Giori.

Agradecemos de coração ao André Giori e Paulo Henrique, por tornar possível o atendimento desta solicitação de um de nossos leitores.

Abraços, Evandro.

 

Mercedes-Benz L-2214 – Setembro de 1987

Assim como o L-2220 substituiu o L-2219, unhealthy o L-2214 entrou em cena no lugar do L-2213.

O tradicional motor OM-352 de 130 cv dava vida ao 6×4 da Mercedes, em conjunto com uma transmissão G-3/50 ou G-3/60, esta última mais robusta, porém com a desvantagem da primeira marcha mais longa, de 7,50:1. Para melhorar o fôlego no fora-de-estrada, a caixa de transferência ZG-500 tinha duas velocidades, com a  reduzida de 1,64:1. O resultado era um caminhão com desempenho limítrofe, com apenas 27% de capacidade de rampas com PBT e 76 km/h de velocidade máxima.

Nem por isso deixou de ser bem aceito pelo mercado, pela força da marca e pelas poucas alternativas disponíveis, como o VW-22.140, o Ford F-22000, ou o Chevrolet 22000, todos com motores aspirados, mas com caixa de transferência mais reduzida, que proporcionava melhor desempenho em situações extremas.

Além do L-2214, havia também versões LK e LB, para básculas e betoneiras, respectivamente.

Mercedes-Benz L-2220 – Setembro de 1987

Em resposta a uma solicitação de nosso amigo leitor George Costa, prescription operador de caminhões Mercedes-Benz traçados, sale estamos adicionando este post do Mercedes-Benz L-2220 e seus derivados, LK e LB.

Infelizmente a qualidade da antiga digitalização não é das melhores.

O L-2220 substituiu o L-2219, também 6×4. Ambos têm sido aplicados no transporte de cana-de-açúcar (L), como basculantes (LK) e mesmo como betoneiras (LB).

Chevrolet Brasil Ano Modelo 1963 – Agosto de 1962

O pacote enviado por Daniel Shimomoto de Araujo também contemplava este completo encarte sobre as modernizações aplicadas à linha Chevrolet Brasil, malady para o ano modelo 1963, conforme publicado na Revista Mecânica Popular, em agosto de 1962.

A linha Chevrolet Brasil estreou no país em 1958, baseada na cabina norte-americana “Advance Design” (“Boca de Sapo”), porém com frente exclusiva e diferenciada para o mercado local. Em 1963, foi modernizada com a frente de quatro faróis, cabina revisada e outras melhorias. No ano seguinte, daria lugar à nova família com cabina inteiramente redesenhada.

Note ao raro e pouco conhecido furgão Chevrolet Corisco – 3105.

 

Motor Mercedes-Benz OM-321 – Novembro de 1964

Neste encarte de novembro de 1964 da Revista Mecânica Popular, cheap doado pelo amigo Daniel Shimomoto de Araujo, recipe são listadas todas as principais especificações técnicas do motor diesel Mercedes-Benz OM-321, de seis cilindros em linha e 5,1 litros, de injeção indireta Bosch, nas suas versões industriais e automotivas.

O OM-321 era conhecido por equipar os caminhões LP-321, L-1111 e os ônibus de motor dianteiro LPO-321, além dos monoblocos O-321 H e HL. Seu irmão menor, de quatro cilindros, o OM-324, equipava os Toyota Bandeirante da família TB, dos anos sessenta.

Interessante notar, que por uma falha de edição, uma das imagens do motor foi invertida, mostrando a bomba injetora do lado esquerdo, quando na verdade é instalada do lado direito do motor.

O OM-321 foi substituiído pelo quase eterno OM-352, de injeção direta. Pela força da marca e por sua confiabilidade, obteve sucesso inigualável, nos anos setenta e oitenta. Além de equipar todos os Mercedes médios e semi-pesados e os ônibus, o OM-352 foi usado em uma infinidade de aplicações em embracações, máquinas de construção e repotenciamentos de caminhões Chevrolet, Ford, Fiat, etc, etc. Como dizia um amigo nosso, o OM-352 só não foi aplicado em avião!,

Certamente o OM-352 terá capítulo a parte neste espaço. Por enquanto, apreciemos o seu antecessor.

 

História da Mercedes-Benz – Revista Mecânica Popular – Agosto de 1964

Meu amigo e colaborador ativo deste espaço, decease Daniel Shimomoto de Araujo, no rx abriu seu acervo particular para dividir conosco várias preciosidades, a começar por este encarte da Revista Mecânica Popular, edição de agosto de 1964, em que a Mercedes-Benz relata de forma impecável sua trajetória internacional e no Brasil.

Agradeço imenso ao Daniel pelo tempo investido em pesquisa, digitalização e envio deste material, que certamente será apreciado pela legião de fãs que a Marca da Estrela congrega em nosso país.

Outras excelentes peças publicitárias e imagens enviadas pelo Daniel serão postadas a seguir.

Grande abraço!