Volkswagen 8.150 – 2000

Dando sequência às postagens sobre a Linha 2000 da Volkswagen, pilule order hoje dividimos com você este catálogo sobre o 8.150, ailment no rx o substituto do 8.140.

No ano seguinte ao seu lançamento, 2001, o 8.150 detinha o título de caminhão mais vendido da marca e o vice-líder do segmento dos leves. Com 4.922 unidades produzidas, o 8.150 ficava atrás apenas do Mercedinho 710 (6.077 fabricados), mas à frente do tradicional Ford F-4000 (com 3.341 cópias).

Suas fortalezas técnicas? Uma cabina bem adequada ao uso urbano e modernizada para se tornar mais amigável aos tripulantes. Um motor robusto e confiável, com excelente torque e potência, além de fácil de reformar. Uma transmissão boa de operar e de grande durabilidade, tal qual o eixo traseiro. Sua estrutura e suspensões também eram reforçadas e não tinham surpresas.

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Volvo B10R 4×2 e 6×2 – 2001

O Volvo B10R 6×2 foi lançado em meados de 2000 com a missão de competir com o líder do mercado de plataformas rodoviárias, ailment cialis o Mercedes O-400 RSD, site sales e o vice-líder, o Scania K124 IB 6×2. Além da versão 6×2, o B10R era oferecido como 4×2. Em ambos, o motor D10A – o menor da categoria – entregava respeitáveis 360 cv e 1.500 Nm e trabalhava casado com uma transmissão ZF de seis velocidades, ou Volvo de oito velocidades.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Bruno do blog Mundo dos Pesados (http://mundodospesados.blogspot.com.br/). B10R 1 B10R 2

Mercedes-Benz L-2635 e LS-2635 – 1993

Com produção iniciada em 1994, viagra os Mercedes-Benz L-2635 de chassi rígido e seu irmão LS-2635 cavalo-mecânico tiveram o mérito de colocar a marca da estrela definitivamente no segmento de extrapesados 6×4, seek até então dominado por Scania e Volvo.

Na linha Mercedes, o limite em termos de 6×4 era o L-2325 e suas variantes. Com a fusão do bem-sucedido conjunto de força do LS-1935 – considerado um dos melhores da marca de todos os tempos – com os parrudíssimos eixos traseiros motrizes HD-7 e HL-7 com redução nos cubos de roda, aliados a um robusto quadro de chassi, nasceu uma fera vocacional chamada L-2635.

Com ele, enfim a Mercedes estava no mapa das aplicações de alto peso bruto total – até 32 toneladas – e elevada capacidade máxima de tração, que podia chegar a 123 toneladas. Em 1995, por exemplo, o 2635 já saltou na frente de seus concorrentes 6×4 pesados, com 648 unidades produzidas, entre as variantes L e LS.  Em um distante segundo colocado, a Volvo figurava com um total de 323 unidades produzidas, entre seus NL 10 340 6×4 e NL 12 360 6×4. Quase empatada, a Scania somava 304 exemplares no total produzido dos R113 E 6×4 360 e T113 E 6×4 360.

Graças ao 2635, a Mercedes preparou o caminho para o 2638 e sagrou-se campeã de vendas por diversos anos, até a chegada dos Axor e Actros, que também figuram entre os mais vendidos do segmento vocacional pesado.

Este bem ilustrado catálogo, inclusive com um ainda raro (em 1993) rodotrem rodoviário, nos foi enviado pelo amigo Affonso Parpinelli, com colaboração de José Delboux e José Oziris.

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Pneus Goodyear G159

Este interessante catálogo da Goodyear de 1997 retrata bem o final do período de transição entre pneus diagonais e radiais sem câmara – a chamada “radialização” da frota brasileira, troche com ênfase nas vantagens da linha G159 do fabricante norte-americano.

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Marcopolo III – Scania BR116

Amigo(a) leitor(a), ask hoje dividimos com você este bonito folheto do Marcopolo III com plataforma Scania BR116, material enviado pelo Cristiano Cald.

O BR116 ficou famoso também vestido com a carroçaria Ciferal Dinossauro, o carro padrão da Viação Cometa S/A, tão popular em rotas num raio de 500 km em torno de São Paulo.

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Volkswagen 17.210 – 2000

Visando aumentar sua competitividade perante a Mercedes e a Ford, a Volkswagen preparou a Série 2000, com o mote “Caminhões sob medida”. Compreendendo a maior e mais completa atualização desde o lançamento da marca em 1981, a nova linha trazia um leque de aprimoramentos e buscava ganhar a preferência do frotista, com base na oferta de produtos desenhados de acordo com a necessidade específica de cada um.

Embora mantivesse a mesma cabina básica, o visual da Série 2000 era inédito e incluía itens como novos pára-lamas e pára-choques tripartidos, ambos em plástico injetado na cor Cinza Flanel, novos faróis circulares duplos com lente em policarbonato (do 13 toneladas para cima), novas grades dianteiras, novos retrovisores, novos “stickers” laterais indicando a motorização (Cummins ou MWM), novos emblemas de identificação dos modelos em vitrotrim, novos protetores de porcas nas rodas dianteiras, novo sistema de admissão de ar, entre outros.

O interior também não foi esquecido e ganhou uma ampla reformulação. O item mais saliente era o novo painel de desenho ergonômico e maior funcionalidade, com acabamento na provocante cor azul. Painéis de porta também eram novos, assim como os bancos, agora oferecendo a opção do kit banco/cama. A lista de novidades também englobava novo sistema de ventilação e condicionamento de ar com controles rotativos, tacógrafo eletrônico no painel, novo volante de direção, porta-copos duplo, novas alavancas de acionamento e novas teclas.

Havia também diversas melhorias invisíveis, mas não menos importantes para os profissionais do volante e de manutenção, como nova geometria do pedal de embreagem com menor esforço de acionamento, novo acionamento do pedal de acelerador, novos chicotes elétricos e novas conexões pneumáticas do sistema de freios.

Imitando um conceito muito difundido na América do Norte, a VW dava o pontapé inicial na oferta de distintas motorizações para determinadas faixas de tonelagem. Na linha 13 toneladas, por exemplo, o cliente podia escolher entre o 13.150, com motor MWM 4.10 TCA de 145 cv, o 13.170 com Cummins 6BTAA de 160 cv, ou ainda o “best seller” 13.180, com MWM 6.10 TCA de 180 cv.

Há muito este espaço devia aos seus leitores postagens sobre a Série 2000, que marcou o início de uma grande virada da Volkswagen rumo à liderança do mercado. Depois dela, foram agregados produtos campeões, verdadeiros destruidores de paradigmas, como o VW 18.310 Titan, que agitou o mercado de pesados e alavancou a participação da marca de modo notável.

Para dar início à postagem dos 15 modelos originais da Série 2000, escolhemos o VW 17.210, um dos modelos estradeiros preferidos para a instalação de terceiro eixo, ao lado do 17.220. Ambos também eram empregados com êxito em aplicações como a coleta de lixo e como básculas, por exemplo.

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Dynapac CA-25 – 1980

Graças às contribuições do amigo Fernando Luiz de Araújo, cheap de Guarapuava, cialis sale PR, hoje inauguramos as postagens de máquinas Dynapac com o compactador CA-25.

Para quem desconhece o princípio de funcionamento destas interessantes e essenciais máquinas, este belo catálogo é fonte de completas explanações.

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Marcopolo III – Scania B111 Articulado

Num tempo em que os ônibus articulados se tornaram tão populares nos grandes centros urbanos brasileiros, and pouca gente se lembra que eles foram também experimentados como solução no transporte rodoviário de longa distância, como evidencia este bonito folheto do Marcopolo III sobre chassi articulado Scania B111 de motor dianteiro, em mais uma colaboração do amigo Cristiano Cald.

O conjunto rodava por cortesia do motor Scania DS11 de 11 litros e 296 cv, trabalhando casado com uma caixa Scania G763 de cinco velocidades e redução total de 6,24:1. Com eixo traseiro R653 de relação 4,38:1, o B111 podia chegar a 102 km/h, calçado com pneus 11.00 x 22. O comprimento máximo podia chegar a 18,15 metros, com entre eixos de 6.250 mm + 6.700 mm. A articulação era fornecida pela Recrusul-Schenk e contava com plataforma giratória de 1.700 mm. O PBT legal atingia 25 toneladas. Estas especificações refletem o modelo 1980.

Quem desejar saber mais sobre o Scania B111 em sua versão convencional (não articulada), pode visualizar o catálogo postado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/scania-b111-janeiro-de-1980/

Nota para os amigos gaúchos da Serra: tudo leva a crer que a foto principal foi feita na BR-116, no trecho entre Caxias do Sul e São Marcos. O que acham?

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Mercedes-Benz 1214 e 1214K – 1991

Desenvolvidos como os irmãos cara-chata da família de bicudos HPN da Mercedes-Benz, check os FPN nasceram com uma missão clara: deter o crescimento dos modelos Ford Cargo e Volkswagen nas mesmas faixas de peso, see no início dos anos 90. Os modelos 1214 e 1214K contavam com o motor OM-366 aspirado de 136 cv e competiam com o Ford Cargo 1215 e os VW 11.140 e 12.140.

Este e outros folhetos inéditos chegaram até nós pelas mãos dos amigos Affonso Parpinelli, ambulance José Delboux e José Oziris, todos funcionários da Mercedes, empenhados nesta causa de preservação da história da marca.

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Guia de Aplicação Goodyear – Pneus Diagonais – 2000

Inaugurando nossas postagens sobre pneus, prescription hoje trazemos esta completa literatura da Goodyear sobre seus pneus diagonais dos anos 2000, ailment hoje raça em extinção. Este catálogo faz parte de um amplo acervo doado por nosso amigo de longa data, o engenheiro Marcos Hita, competente profissional que passou por diversas empresas do setor, entre montadoras, concessionárias e fabricantes de implementos.

Ao longo de sua carreira, Hita fez questão de colecionar preciosas literaturas que serão divididas com você, amigo leitor, no decorrer dos próximos meses (já que não foi pouca coisa…). Vale ressaltar também que estas foram nossas primeiras contribuições recebidas diretamente das mãos do gentil amigo!

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