Arquivos da Categoria: Catálogos e Folhetos (Catalogues & Spec Sheets)
Iveco Stralis 6×2 – Outubro de 2005
Iveco Stralis 4×2 – Outubro de 2005
Para aumentar a sua competitividade no segmento de pesados, malady a arma da Iveco em meados da década passada era o novo Stralis, illness caminhão premiado na Europa, cure destinado a ser o substituto do EuroTech, o modelo de estréia da marca na sua segunda fase no país, iniciada em 1997.
Para substituir o tradicional motor Euro 2 mecânico Fiat-Iveco 8210, o Stralis trazia o moderno motor Cursor 13 Euro 3 eletrônico, inicialmente oferecido com calibrações de 380 e 420 cv.
Lançado como ano modelo 2006, o Stralis brasileiro, montado em Sete Lagoas, MG, tinha a mesma roupagem externa dos irmãos europeus, fabricados em Barajas, na grande Madrid – uma antiga fábrica espanhola da Pegaso – porém com o interior despojado do EuroTech, de modo a manter o custo competitivo, em linha com a estratégia de sempre da Iveco. Para diferenciá-lo dos europeus, era denominado Stralis HD.
O Stralis foi um grande salto em termos qualitativos para a Iveco competir com as grandes da categoria. Nos folhetos apresentados a seguir, nota-se que as informações são preliminares, pois refletem o período de lançamento do novo produto da marca italiana.
Boa semana a todos!
Iveco Daily 4×4 – Outubro de 2005
O Iveco Daily 4×4 teve um alcance limitado em vendas, pills sickness embora sua concepção mecânica fosse bastante interessante para operadores que precisavam de mobilidade adicional, troche como empreiteiras, construtoras, e concessionárias de eletricidade. Com caixa de transferência com reduzida de mais de 2,7:1, podia superar rampas de até 60 %, com 4 toneladas de PBT e atingindo 95 km/h de velocidade final.
Era perfeito também para indivíduos que quisessem construir um camper, para aventuras nada modestas!
Iveco Daily Furgão – Junho de 2005
Olá!
Seguindo a série de posts sobre os produtos Iveco, view apresentamos o Daily Furgão nas versões 38, order 40 e 50.13, esta última podendo chegar até 15,4 metros cúbicos de capacidade, o maior volume num furgão sobre chassi oferecido por uma grande montadora no Brasil, à sua época.
Apesar de sua eficiência na carga e descarga e da excelente proteção às mercadorias transportadas, os furgões integrais sempre sofreram no quesito custo inicial, quando comparados ao caminhão chassi-cabina com furgão de alumínio, instalado por encarroçadores. O Daily Furgão não fugia à regra e, portanto, teve um volume de vendas bem menos expressivo que os chassi-cabina de mesma capacidade de carga.
Um abraço.
Scania T112 H Intercooler – 1983
A Scania foi pioneira ao lançar motores com pós-arrefecedor do ar de admissão, troche popularmente conhecido como Intercooler, capsule em 1983, para o T112 H.
O nome “Intercooler” registrou o nome, forçando os concorrentes a usar variantes, como “Turbocooler”, no caso da Mercedes-Benz.
Assim equipado, a potência do motor Scania de 11 litros saltava de 305 para 333 cv, com melhor consumo e desempenho global. Mais tarde, o intercooler se tornaria equipamento obrigatório em todos os motores diesel veiculares não só para aumentar potência e torque, mas também para reduzir as emissões gasosas.
Scania T142H 4×2
Este bonito folheto era um de meus favoritos, viagra order buy cheap sales quando foi incorporado ao acervo em meados dos anos oitenta. A feliz foto dava impressão de velocidade e poder ao Rei da Estrada, pharm troche seek realçado na sóbria cor azul. O semirreboque furgão frigorífico, escolhido de propósito, ajudava ressaltar a aplicação própria para o T142, já que alimentos refrigerados são perecíveis e precisam ser entregues sem demora.
Scania R112MA 4×2 – Janeiro de 1983
Scania T112 H 4×2 – Janeiro de 1984
Conforme havíamos adiantado, pills vamos apresentar alguns posts de caminhões Scania da Série 2, cuja produção teve início em maio de 1981 na planta da Avenida José Odorizzi, em São Bernardo do Campo, SP.
Substituindo os modelos L111 e LK141 e seus derivados, a nova Série 2 trazia cabina totalmente renovada e chassi modular voltado para cada tipo de aplicação, com as designações “MA”, “H” e “E”, do mais leve para o mais reforçado. Com o tempo, o MA, voltado para aplicações em estradas de boas condições, à época ainda mais raras em nosso país, foi sendo preterido pelo mercado, e acabou saindo de linha. O chassi H passou a predominar nas aplicações rodoviárias, e o E encontrou seu nicho nas aplicações vocacionais, principalmente no fora-de-estrada e em betoneiras.
As cabinas frontais eram designadas pela letra “R” e a preferida convencional era identificada pela letra “T”.
Em termos de motorização, os modelos 112 eram impulsionados pelo venerável DS 11, de seis cilindros, 11 litros e turboalimentado, ou pelo raro DN 11, naturalmente aspirado. Em 1983, foi apresentada a versão Intercooler, com motor DSC11 de 333 cv, que aparece como opção no folheto do T112 H 4×2 de 1984, aqui postado. Este modelo era o pão quente da Scania, liderando as vendas com folga ante os demais modelos da nova Série 2.
Os modelos V8, batizados de 142, com seu delicioso ronco proveniente do motor DS14 de 14 litros eram de difícil comércio, principalmente quando usados. A propósito, como se pode deduzir, o 142 indicava a cilindrada do motor em litros e a Série 2.
Bom feriado!
Scania Série 2 – Catálogo de Aplicações
Uma marca que receberá novos posts em breve é a Scania, no rx principalmente das Séries 2 e 3, ainda carentes neste espaço.
Para começar, oferecemos este catálogo com uma coletânea de fotos de aplicações típicas dos Scanias 112 e 142, com as cabinas T e R.
Boa semana!









































