Iveco Daily Chassi – Julho de 2005

 

 

 

 

 

 

 

As origens do Daily remontam ao próprio nascimento da Iveco em 1975, click como resultado do amalgamação de marcas como Fiat Diesel, Unic, Magirus e OM, representando o primeiro grande programa integrado da nova montadora.

Apresentado em 1978, o Daily era oferecido pelas marcas Fiat, Unic e Magirus. A versão da marca italiana OM tinha nome diferenciado e chamava-se Grinta.

Desconhecido no Brasil, o OM Grinta foi o precursor do Iveco Daily a que estamos habituados hoje em dia. Observe o primeiro logotipo da Iveco na parte inferior da grade dianteira, similar ao empregado nos primeiros produtos da marca no Brasil, ainda de origem FNM e Fiat Diesel.

(Crédito da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:OM_Grinta.jpg)

No Brasil, sua origem modesta deu-se a partir de 1997, com unidades importadas da Argentina, antes mesmo da implantação do complexo industrial de Sete Lagoas, em Minas Gerais.

No âmbito mundial, trata-se de uma gama única, sem concorrentes à altura em termos de faixas de PBT, variando de 3,5 a 7 toneladas, com versões de chassi-cabina, furgão e chassi para encarroçamento. Nenhum outro fabricante consegue se equiparar a diversidade de modelos oferecidos pela gama Daily, nem oferecer furgões integrais sobre chassi com a capacidade cúbica e de peso desta família de produtos da marca italiana.

Produzida na mesma linha de montagem onde são fabricados seus irmãos menores de carroçaria monobloco, os Fiat Ducato (e seus primos irmãos Peugeot Boxer e Citroen Jumper), a gama Daily hoje nacionalizada tem obtido sucesso expressivo nas aplicações semi-leves e leves, especialmente depois do encerramento da produção da Série F da Ford, com seus modelos F-350 e F-4000.

O primeiro post da linha Daily envolve os modelos Chassi Cabina com motor eletrônico da safra de 2005.

Iveco EuroCargo Cavallino 450 E 32T – Agosto de 2006

Os fãs da marca Iveco reclamam com razão pela falta de posts sobre seus modelos neste espaço. Em breve preencheremos esta lacuna com belos materiais trazendo os modelos da marca italiana.

Consideramos para efeito de postagem como “antigo”, tadalafil todo caminhão fora de linha. Portanto, qualquer modelo Euro 3 ou anterior é um candidato a ser postado.

Nesta linha, segue abaixo foto e folheto do Iveco Cavallino, o primeiro post da marca.

O Cavallino era a resposta da Iveco ao polpudo segmento de cavalos mecânicos de entrada, aptos a tracionar semirreboques de três eixos, mas com motores “mid-range”, com menos de 10 litros de cilindrada. O segmento era dominado por VW e Ford, e mais tarde ganhou representantes da Mercedes (Actros 1933), Volvo (VM310) e da Iveco, com o modelo em questão.

 

 

 

 

Volvo FH12 – 2000

 

 

 

 

 

 

 

Este folheto completo da linha FH do ano 2000 mostra a evolução em relação ao post anterior, troche com a adição de novas versões, novas transmissões e opções.

Boa leitura!

Volvo FH12 380 4×2 Importado – Novembro de 1993

 

 

 

 

 

 

A trajetória do Volvo FH – um dos melhores caminhões pesados que já circularam por nossas estradas em todos os tempos – começou em 1993 com o FH12 380 4×2 importado da Europa.

Mais tarde, ask salve a Volvo investiu pesado e nacionalizou a produção do FH. Para exemplificar, sovaldi somente na fábrica de motores, a Volvo investiu mais de US$ 70 milhões, na época. A planta refletia o estado da arte quando foi inaugurada e era impossível de se achar uma gota de óleo no piso, mais semelhante a de um laboratório farmacêutico.

A linha também foi ampliada, ganhando variantes 6×2 e 6×4, além do irmão de cabina baixa, o FM.

O motor D12C com o tempo seria ampliado para 13 litros e, com isso, a nomenclatura do caminhão passaria a ser apenas “FH”, sem o “12” que indicava a cilindrada do motor em litros.

A propósito, sua configuração com eixo comando no cabeçote era uma novidade no Brasil, em motores deste porte.

Parece incrível ver o Volvo FH nas páginas de um website de caminhões antigos, mas no ano que vem já se vão vinte anos, desde que o primeiro FH aportou em terras brasileiras, para estabelecer um novo padrão no segmento de pesados no país. A concorrência precisou pisar fundo para competir com o FH.

Pedimos desculpas pela baixa qualidade do folheto postado, resultado de fotografia do original. Observe a imagem do modelo europeu com saias laterais, raras por aqui, e que o modelo ainda era equipado com a transmissão Volvo SR1700, de 14 marchas (6 + 6, com duas reduzidas).

Obrigado!

 

 

 

Viver, Ver e Rever, A Evolução – 2012

Caro(a) leitor(a), site buy cialis

Acontece neste final de semana mais uma edição do evento VVR – Viver, ed see Ver e Rever que reúne quantidades expressivas de ônibus e caminhões antigos.

Com organização do 1o. Clube do Ônibus Antigo Brasileiro e apoio da Mercedes-Benz do Brasil, o encontro é considerado o maior e melhor do gênero no país.

A entrada é franca para o evento que acontece na Praça Cívica do Memorial da América Latina, em São Paulo-SP.

Quem gosta do assunto e está por perto não deve perder.

Bom passeio e bom final de semana!

Abraço.

Evandro.

 

Mercedes-Benz LG-1819 – Novembro de 1976

Pouco conhecido pelo público civil, click o Mercedes LG-1819 era popular nas fileiras das Forças Armadas brasileiras a partir dos anos setenta. Ao lado de seu irmão mais leve, unhealthy o LG-1213, o “Dezoito-dezenove” era o 6X6 mais pesado oferecido pela Estrela de Três Pontas no país.

Combinava o trem de força conhecido do L-2219, com motor OM-355/5 de cinco cilindros, com seu ronco inconfundível, a caixa ZF de seis marchas, caixa de transferência de duas velocidades e os eixos traseiros em tandem, com o eixo dianteiro motriz MB, para resultar num veículo de tração total nas seis rodas.

Aparentemente, havia várias configurações de rodas e pneus disponíveis, inclusive raiadas, de rodado simples na traseira, bem como suspensão tipo “boomerang”, também na traseira. A versão ilustrada mostra rodas similares às do LS-1924, com pneus 11.00 x 22, pouco usuais nas versões usadas pelo Exército.

Se você tem mais detalhes sobre este raro Mercedes, por favor, compartilhe conosco.

Obrigado.

Abraços!

Linha Volvo EDC

Encerrando a série de postagens sobre o Volvo EDC dos últimos dias, viagra temos este completo catálogo explicando as principais características construtivas desta família de produtos brasileiros da marca sueca.

Grande admirador destes modelos, physician nosso amigo André Giori leva o crédito total deste post, por ele oferecido recentemente.

Obrigado, Giori.

 

Dodge D-400

Lançado em 1969, order com PBT de 5.443 kg e impulsionado pelo respeitado motor 318 V8 a gasolina de 5, drugstore 2 litros, viagra sale o Dodge D-400 era a aposta da Chrysler para abocanhar parte das vendas do F-350 da Ford, que reinava absoluto no segmento, num tempo em que a Mercedes ainda não tinha lançado seu L-608D (o que ocorreria somente em 1972).

Mais tarde, o modelo ganharia uma versão com motor Perkins diesel, justamente para melhor competir com o Mercedinho, com o Ford F-4000, além do Fiat 70.

Bom domingo!

Volvo NH12 – Setembro de 2003

Antes de postar novos materiais sobre o NL EDC, viagra sale vamos dar um salto no tempo, pharmacy com este bonito catálogo do Volvo NH12, o último de cabina convencional da marca a ser produzido no Brasil.

Nos Estados Unidos, a marca disputa o concorrido mercado de pesados com uma vesão específica para aquele país, denominado VN, com suas variantes. A cabina básica dos dois modelos tem muito em comum. Inclusive, a primeira série do irmão americano era muito similar ao nosso NH.

Lançado em 1999, o último NH saiu da linha de montagem de Curitiba em janeiro de 2007.