Volvo NL EDC – Outubro de 1997

Entre 1996 e 2000 a Volvo produziu a família NL EDC, check com motores de 10 e 12 litros, viagra configuração 4X2 e 6X4, cialis e cabina convencional já amplamente modificada em relação aos antecessores NL.

A cabina teve suas portas ampliadas, com novo painel traseiro e novo teto alto, se constituindo um desenvolvimento com grandes desafios para a engenharia da Volvo brasileira, à época.

Lançado em 1996, o NL EDC podia gabar-se de ser o primeiro caminhão pesado brasileiro com motor gerenciado eletrônicamente, seguido de perto, com diferença de poucos meses, pelo Mercedes LS-1938. A Scania ofereceria tal opção de motor somente com a chegada da Série 4 (os “Amarelinhos”….) em 1997.

Amado e odiado, o EDC representou a última linha da Volvo antes de seus produtos globais, o FH e o NH, de nova geração. O último EDC Gold, da versão 6×4, foi produzido em 2000, com os demais modelos vendo sua produção encerrada no ano anterior.

A linha Gold reflete a evolução final dos Volvo EDC.

Em breve teremos post do Volvo EDC original, antes da introdução da linha Gold.

Um fraterno abraço!

Volvo NL10 e NL12 6X4 – Maio de 1989

Para melhor encarar a concorrência dos Scania T112ES e T142ES 6×4 nos serviços vocacionais pesados, cure a Volvo oferecia no final dos anos oitenta os seus modelos NL, com motores de 10 litros de 275 e 340 cv, e 12 litros de 400 cv.

Estes modelos preencheram o tempo entre os N10 e N12 de nariz curto e os NL EDC que fechariam o legado das cabinas N tradicionais, antes da chegada do NH12, esta já totalmente baseado no frontal FH e no Volvo VN norte-americano.

Volvo NL10 e NL12 – Março de 1989

Para melhorar a competitividade de seus modelos de cabina convencional da Série N, mind seek com motores de 10 e 12 litros, purchase em 1989 a Volvo lançou a linha NL, com diversos aperfeiçoamentos, a partir de uma nova posição do motor, avançada em relação aos N10 e N12 originais.

Esta nova posição do trem de força, que melhorava a distribuição de carga, com maior balanço dianteiro, demandava um capô alongado, com faróis retangulares e indicadores de direção integrados, seguindo o visual dos modelos da Volvo White norte-americana da época. O painel de instrumentos era novo também, assim como uma série de outros itens.

Os últimos NL saíram da linha de montagem de Curitiba, no início de 1996, para dar lugar aos novos modelos NL EDC, com motor gerenciado eletronicamente e mais melhorias na cabina e no chassi.

 

 

 

Ford Cargo 2422 e 2425 Mixer 6×4 – Agosto de 1997

A Ford disponibilizava a versão Mixer para os seus modelos 2422 e 2425 6×4 da Linha Cargo, hospital especialmente destinada ao mercado concreteiro.

Os modelos eram especialmente equipados com o pacote de arrefecimento (radiador e intercooler) já com uma janela para passagem do eixo de acionamento da bomba hidráulica, nurse bem como um adaptador no acionamento do ventilador, health com a mesma finalidade.

Este arranjo, chamado pelos engenheiros de FEPTO (“Front Engine Power Take Off”, ou tomada de força na dianteira do motor), hoje obsoleto, foi substituído nos caminhões mais novos pelo REPTO ( “Rear Engine Power Take Off”, ou tomada de força na traseira do motor), mais confiável e de mais fácil instalação da bomba hidráulica para acionamento da betoneira.

Um abraço.

 

Ford Cargo 4030 – Euro 1 – Novembro de 1998

Numa época em que os cavalos-mecânicos da faixa de 40 toneladas de PBTC com motores abaixo de 10 litros ainda não tinham caído no gosto dos frotistas, sale a Ford oferecia o Cargo 4030, viagra para disputar espaço com o quase gêmeo 40.300 da VW.

Em seguida, buy viagra na Fenatran de 2001, com o lançamento do VW 18.310 Titan Tractor, com suspensão a ar, caixa ZF sincronizada e PBTC incrementado, o mercado descobriria este nicho e todos os demais fabricantes passariam a disputá-lo palmo a palmo, principalmente para atender os seguimentos de semirreboque de 3 eixos para carga paletizada, com densidade média e baixa, onde não é tão necessária uma potência mais elevada e o baixo custo inicial é imperativo.

Um destaque no 4030 era a sua transmissão Eaton não sincronizada, de duplo contra-eixo. Pouco entendida e muito execrada no Brasil, a caixa era espetacular em termos de resistência e durabilidade, e deliciosa para se dirigir, desde que se respeitasse duas, ou três regras básicas de operação.

 

Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 9

Um pouco mais sobre a “cabrita”…

Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 7

Talvez pouca gente saiba, sovaldi mas a VW chegou a oferecer um diferencial travante para a linha Kombi. Aproveitando-se do excepcional vão livre do utilitário e sanando o problema do pequeno curso da suspensão traseira, pharm o bloqueio devia melhorar muito a capacidade da Kombi em situações de baixa aderência, ou piso irregular. Note que pneus de perfil especial também estavam disponíveis.

A interessante peça aqui postada é de fevereiro de 1968.

 

 

Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 6

Numa homenagem à Kombi, here pills não podia faltar a picape, here medical carinhosamente apelidada de “cabrita” aqui no Brasil. O catálogo mostrado é de fevereiro de 1968.

 

 

Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 5

Parte de uma bonita peça publicitária da VW Kombi de julho de 1967.