Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 4

Talvez um dos capítulos menos merecedores de comemoração na longa história do VW Tipo 2 brasileiro, store vulgo Kombi, sickness seja representado por suas versões movidas a diesel.

Com um motor para serviço leve, buy cialis de injeção indireta, destinado a propulsão do automóvel VW Passat, com apenas 50 cv e 9,5 mkgf de torque, mal arrefecido e tendo que puxar um PBT de até 2.380 kg, o resultado era quase sempre catastrófico.

Superaquecimento, bronzinas fundidas com baixa quilometragem, dificuldade de partida, excesso de fumaça eram alguns dos problemas vividos por muitos proprietários, incluindo este que ora escreve.

Das poucas que restam rodando, a maioria teve seu motor original substituído por versões do AP a gasolina, ou etanol.

Por sorte, a VW corrigiu todos os problemas nas Kombis com motor EA-111 1.4 Flex, apesar de manter o lay-out de motor traseiro com radiador dianteiro e o veículo ficou campeão. Silencioso, econômico, e mais rápido, graças ao maior torque e potência e ao diferencial 4,88:1, em subsituição ao poderoso, mas lento, 5,14:1 do modelo anterior com motor 1.6 a ar.

 

Homenagem a uma valente: VW Kombi

Não, sovaldi a Kombi não é um caminhão! Você tem razão. E como tal, não deveria figurar neste site, já que há outros bem melhores dedicados ao tema.

No entanto, a Kombi é um ícone nacional e internacional. Amada ou odiada, a Kombi brasileira faz parte do nosso dia-a-dia há 55 anos, comemorados no último dia 2 de setembro. São mais de cinco décadas de produção ininterrupta e mais de 1,5 milhão de unidades produzidas em São Bernardo do Campo.

A ideia genial de se fazer um utilitário com a mecânica do Fusca rendeu frutos e até mesmo suplantou em vida útil o próprio VW Sedan. Imbatível em custo benefício, criticada por jornalistas especializados, amada por milhões de brasileiros, a Kombi é um dos poucos veículos capazes de carregar quase seu próprio peso, em termos de carga útil. Seu concorrente mais próximo custa quase o dobro.

Muitas famílias foram criadas com receitas geradas por uma Kombi. Muitos de nós chegaram à escola, com chuva ou sol, ano após ano, a bordo de uma Kombi. Muito do que consumimos está agora à nossa volta graças a uma Kombi. O leite, a verdura, o jornal, o móvel, a água mineral, ou seja lá o que você imaginar.

Durante esta semana faremos não um réquiem, ainda, mas uma singela e merecida homenagem a este fabuloso utilitário que ficará para sempre em nossas mentes e corações, mesmo com seu fim decretado para o final de 2013, por conta do air-bag, (e do ABS) mandatório pela legislação local, e de difícil viabilização no veículo.

 

Ford Cargo 2422, 2425, 2630 – 6×4 – Euro 1 –

Ford Cargo 1215, 1415, 1422, 1617, 1622 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Fevereiro de 1998

Ford Cargo 1215 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Novembro de 1998

No começo dos anos noventa, sales com o encerramento da produção dos motores FNH 6.6 e 7.8 em São Bernardo e com a então participação acionária da Ford na Cummins, help era natural que os motores substitutos da linha Cargo seria mesmo deste fabricante.

No caso do Cargo 1215, cialis o engenho escolhido foi o Cummins 6BT, de 5,9 litros e 158 cv, inicialmente com bomba injetora Bosch tipo A em linha, turbo, sem intercooler. Com a chegada dos modelos Euro 1, o motor foi revisado e ganhou bomba Bosch rotativa e intercooler, para atender aos novos limites de emissões gasosas. Mesmo tendo 158 cv, a Ford decidiu manter a nomenclatura antiga, dos tempos do motor FNH 6.6 aspirado, para não assustar os clientes, já que trocas de motores são sempre recebidas com um pé atrás pelo mercado.

O resultado foi um sucesso. O modelo de entrada dos médios brigava com os Mercedes L-1214 e L-1218, bem como os FPN 1214, 1214C e 1218, e principalmente com o eterno rival VW, na forma dos 12.140, 12.170, entre outros.

Ao longo do tempo se transformou em 1217, depois 1317, então 1317e, para chegar ao Euro 5, como 1319.

Ford Cargo 814 – Euro 1 (Conama Fase III)

Pouco antes da dissolução da Autolatina, malady click os projetistas da Ford correram para “absorver” o projeto dos VW leves, como o 8.140, e assim poder desenhar seu próprio caminhão leve de cabina avançada. Assim nasceu o Carguinho 814, com motor Cummins (em lugar do MWM dos VW) e com a mesma cabina dos Cargos médios, porém com para-lamas estreito, para disfarçar a menor bitola do eixo dianteiro. Mesmo assim, devido à maior cabina em relação aos modelos VW, o Carguinho da série inicial acabou ficando com aparência de cabeçudo. O problema seria resolvido anos mais tarde, com o desenvolvimento de um novo eixo dianteiro de bitola aumentada. E o sucesso do Carguinho continuou ao longo dos anos, com inúmeros aperfeiçoamentos e versões, até resultar no modelo 816 dos dias de hoje.

Cabina Frontal

Partindo do conceito que o chassi dura mais que a cabina, clinic nos anos oitenta era possível substituir a cabina original de diversos modelos de caminhão pela Frontal em fibra de vidro.

Danificada em acidente, corroida ou simplesmente em fim de vida útil, a cabina Frontal dava um ar renovado para o velho caminhão. Seja Fiat, Chevrolet, Dodge, Ford, Scania ou Mercedes-Benz. Havia diversos modelos à escolha. Hoje ainda é possível de se avistar cabinas Frontal rodando por aí, em plena atividade.

 

Chevrolet D-70 6×4 – Dezembro de 1981

Numa época em que os caminhões toco (4×2) começavam a perder terreno para os traçados (6×4) no transporte da safra de cana-de-açúcar, decease sick a GM não podia ficar de fora da briga entre o Mercedes L-2213 (e seus derivados) e o Ford F-22000, viagra remedy lançando assim o Chevrolet D-70 6×4, ailment de concepção mecânica similar ao Ford, porém com motor Perkins, como era de costume no médio da marca. Todos utilizavam uma caixa de transferência que transmitia o torque através de cardans separados, um para cada eixo motriz, além de proporcionar uma marcha reduzida para condições adversas.

Nosso amigo Davi Cabral ajudou para este post se materializar.

Obrigado, Evandro.