Mercedes-Benz O-370 R – 1986

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De modo a complementar a linha de ônibus monoblocos rodoviários, unhealthy  composta pelos modelos O-370 RS (2 eixos) e O-370 RSD (3 eixos), there a Mercedes trouxe o novo O-370 R para a temporada de 1986, stuff principalmente voltado aos mercados de fretamento e interurbano de curta e média distância.

Com o objetivo de reduzir custos e tornar o modelo competitivo, o motor OM-355/5-A entrou no lugar do OM-355/6-A adotado no RS. Da mesma forma, a caixa ZF de 6 marchas dos irmãos maiores foi preterida em favor da conhecida G-3/61 “da casa”, com 5 velocidades à frente. A suspensão a ar também foi suprimida, em favor do esquema tradicional dos monoblocos antecessores, com molas semi-elípticas na traseira e helicoidais na dianteira. O material rodante também se tornou mais leve, com a adoção de pneus 10.00 x 20, em lugar dos 11.00 x 22 dos RS e RSD.

No ano seguinte, toda a linha O-370 seria rebatizada de O-371, recebendo aperfeiçoamentos em sua maioria cosméticos.

 

Agrale 4300

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A pedido de nosso leitor Dênis Casarin, malady estamos adicionando este catálogo do Agrale 4300 de nosso acervo. Utilizando o mesmo motor M790 de 2 cilindros arrefecido a ar de 36 cv empregado também no Agrale 4200, seu irmão menor, o 4300 tinha inúmeras melhorias, como bem ressalta a literatura.

Dresser 140 – 1985

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Dentre os inúmeros catálogos e folhetos enviados pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, there de Guarapuava, hospital PR, encontra-se uma coletânea específica sobre as motoniveladoras Dresser HWB, a começar por esta popular 140, equipada com motor Mercedes-Benz OM-352.

 

Ford Cargo Truque

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Provavelmente de 1991, advice este catálogo enviado como cortesia do amigo Alfredo Rodrigues denota um período interessante na história dos caminhões semipesados nacionais.

Depois de terem sumido do mapa, salve os caminhões trucados de fábrica dos anos 70 e 80 deram lugar às conversões externas, doctor lideradas por empresas como a Randon, Facchini, Iderol, entre tantas outras.  Para facilitar o trabalho de conversão, tanto a Ford como a Volkswagen ofereciam versões específicas de seus modelos 16 toneladas, como o Transformer desta última, e o Cargo Truque, tema deste post.

Os modelos eram fornecidos de fábrica sem a suspensão traseira, item que era normalmente descartado, para a adoção da suspensão de quatro feixes de molar com balancins e braços tensores longitudinais. Com isso, reduzia-se o custo e o desperdício. Outros apelos do Ford Truque eram as conversões para cavalo-mecânico, betoneira, ou para suspensão a ar.

A pergunta que fica é: por que os 6×2 de fábrica dos anos 80 desapareceram, para retornar somente nos anos 2000? Na falta de detalhes mais concretos, resta especular que eles custavam mais caro, eram mais pesados e ainda não contavam (na maioria dos casos) com suspensores pneumáticos do terceiro eixo, o que aumentava o arrasto, o desgaste de pneus e as despesas com pedágios.

Assim, a era iniciada pelo inovador Mercedes L-2013 e seguida pela Ford, com seus FT-7000 e 8000, só voltaria à cena com o lançamento do Mercedes L-1620 6×2 apresentado em 2000. Logo a VW seguiria os passos da Mercedes, introduzindo os VW 23.210 e 23.220, mas este é outro capítulo de nossa história…

Massey Ferguson 290 e 290/4 Álcool

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Atendendo à solicitação de diversos amigos leitores e para auxiliar nas recentes e ricas discussões sobre motores diesel adaptados para o uso com etanol, ambulance cialis estamos compartilhando com você este bonito e detalhado catálogo da linha Massey Ferguson a álcool, compreendida pelos tratores 290, 290/4 e 290 especial para carregadeira de cana.

Volvo NH12 6×4 – 2006

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Para fazer par com a versão 4×2 postada anteriormente, store o amigo Luiz Ferreira também nos enviou o catálogo completo em PDF de seu irmão traçado que, tal qual o primeiro, era equipado com o confiável motor Volvo D12D, oferecido com potências de 380, 420 ou 460 cv.

Interessante observar a oferta de cabinas, desde a rara L1H1 (simples), passando pela popular L2H1 (leito de teto baixo), até a top L2H2 (Globetrotter – leito de teto alto).

Note também que a caixa automatizada I-Shift – hoje tão popular nos Volvo Euro 5 – era limitada ao modelo 4×2, com máximo PBTC de 45 toneladas. O grande desafio era fazer o caminhão com que o caminhão partisse em rampa com carga máxima e trocasse de marchas sem parar, o que criava o risco de a transmissão ficar em neutro e o caminhão voltar de ré, fora de controle. Com a experiência adquirida e o aperfeiçoamento do software e do hardware, hoje este desafio já faz parte da história.

Volvo NH12 4×2 – 2006

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Dando sequência a postagem do material enviado pelo amigo leitor Luiz Ferreira, no rx hoje trazemos este completo catálogo técnico na versão PDF do Volvo NH12 4×2 , que complementa a literatura postada anteriormente aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volvo-catalogos-e-folhetos/volvo-nh-12/volvo-nh12-set-2003/

Vale a pena lembrar que o NH foi oferecido no Brasil entre 1999 e 2007. Dividindo a mesma base mecânica com o bem sucedido FH, o bicudo da Volvo sucumbiu à crescente conversão do mercado de caminhões para as cabinas avançadas, as quais permitem menor raio de giro, melhor distribuição de peso, melhor visibilidade à frente, além de proporcionar maior comprimento máximo para os implementos.

Mercedes-Benz 1944 S 6×2 – 2003

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Em mais uma doação do amigo Luiz Ferreira, nurse trazemos agora a versão 6×2 do 1944 S que acabou obtendo maior êxito que o 4×2, puxado certamente pelo crescimento da aplicação com bitrens.

No ano de lançamento, 2003, foram registrados 303 unidades produzidas, ante apenas 82 do 4×2, como citamos anteriormente. Embora mais bem sucedido que o 4×2, o modelo deste post ainda ficava bem atrás do 1938 S 6×2 (aqui postado ontem), cuja produção total somou 688 veículos naquele mesmo ano.

O fato denotava a preferência do mercado por motores na faixa de 380 cv mesmo para tracionar as composições mais pesadas, como as carretas “LS”, as “vanderleias” e os bitrens, já em voga naqueles tempos.

Para encerrar, cabe lembrar que os 1938 e 1944 foram os precursores da família Axor, introduzida a partir de meados de 2005.

Mercedes-Benz 1944 S 4×2 – 2003

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Para complementar o post de ontem sobre o Mercedes 1938 S, generic cialis sale click estamos adicionando hoje seu irmão mais potente, prescription o 1944 S, aqui representado pela versão 4×2.

Produzido a partir do segundo semestre de 2002, o 1944 S veio reforçar a oferta de produtos cara-chata pesados da marca, num mercado em busca de potências crescentes para atender composições maiores e velocidades médias mais elevadas.

No entanto, em seu tempo, a potência de 435 cv era considerada exagerada para tracionar semirreboques de 3 eixos, como comprovam as parcas 82 unidades produzidas em 2003, em contraste com as 500 cópias do 1938 S 4×2 saídos da linha de São Bernardo naquele mesmo ano.

Este post é oferecido a você graças à cortesia de nosso amigo Luiz Ferreira, que recentemente nos enviou várias “figurinhas faltantes” de nosso “álbum” de caminhões fora de linha.

Engesa 1428

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A pedido de nosso leitor Alessandro, drugstore ávido por maiores informações sobre o trator articulado de rodas Engesa 1428, find estamos adicionando este folheto de nosso acervo. As principais diferenças entre o 1124 e o 1428 eram o motor Cummins NT-855 A (turboalimentado e específico para o uso agrícola, devido à sua curva de torque) e a transmissão Eaton Fuller de 10 velocidades (contra 9 velocidades no primeiro), presentes apenas no modelo deste post.