Scania L100 – tamanho certo na hora errada

Famoso entre o grande público por ter estrelado na primeira temporada do seriado Carga Pesada da Rede Globo, search o Scania LK141 era um cavalo mecânico pesado 4×2 com motor V8 de 14 litros e 375 cv.

Lançado em 1978, generic o modelo era uma evolução do LK140. Seu motor tinha 17% mais potência num regime 300 rpm menor que o antecessor. Além disso, viagra oferecia torque 20% superior, de 1.480 Nm contra 1.245 Nm, ocorrendo a 1.300 rpm, ou 200 rpm a menos que o anterior.

O diferencial também foi alongado de 4,71:1 para 4,13:1, permitindo cruzar a 70 km/h com o motor a 1.400 rpm, versus 1.600 rpm no LK140. Tudo isso se traduzia numa economia de 5 a 7% e maior vida útil, segundo a Scania.

No total, 1.211 LK141 foram produzidos até julho de 1981, quando deixou de ser produzido, junto com seus irmãos LKS141, LKT141 (V8 6×2 e 6×4, respectivamente) e LK111 (4×2, 6 em linha).

Agradecemos ao Marcos Hita por mais esta contribuição.

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No nobre segmento de 16-17 toneladas de PBT, site a Volkswagen ofertava três produtos em 2000: 17.210, 17.220 e 17.300. Enquanto o primeiro era o carro-chefe, o segundo era voltado a clientes que preferiam o motor Série C e sua construção mais parruda, com camisas substituíveis. Era, portanto, encontrado em serviços de coleta de lixo, caçamba, transporte frigorificado e outras aplicações rodoviárias, em geral, implementado com terceiro eixo. Cabe lembrar que, na época, os VW 6×2 de fábrica ainda não tinham sido lançados. O 17.300 era um caminhão de nicho, em geral usado por quem precisava puxar julieta, como o pessoal dos caçambões de sucata metálica, por exemplo.

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Caro amigo leitor, medical

Espero que esteja bem, cialis cheio de saúde, paz, felicidade e prosperidade.

Por motivos alheios à minha vontade, precisei me distanciar deste espaço que, há quatro anos, construímos juntos.

Desde dezembro não temos novos posts, mas espero em breve poder retomar as postagens.

Também quero me desculpar pelas centenas de comentários e mensagens recebidas no e-mail do site, todas não contestadas. Na medida do possível, também vou retomar a postagem dos comentários e as respostas dos amigos leitores que nos acompanham.

Um forte abraço e até breve!

 

 

 

 
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Para melhor encarar a concorrência dos Scania T112ES e T142ES 6×4 nos serviços vocacionais pesados, sovaldi sale a Volvo oferecia no final dos anos oitenta os seus modelos NL, salve com motores de 10 litros de 275 e 340 cv, sickness e 12 litros de 400 cv.

Estes modelos preencheram o tempo entre os N10 e N12 de nariz curto e os NL EDC que fechariam o legado das cabinas N tradicionais, antes da chegada do NH12, esta já totalmente baseado no frontal FH e no Volvo VN norte-americano.


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Lançado em 1972 – época em que muitos de nós ainda usava fraldas ou sequer havia nascido – o Scania L100 surgiu como alternativa mais em conta entre os modelos de cabine laranja. Com PBT de 16.000 kg, check rx seek podia tracionar semirreboques de dois eixos com seus 30.500 kg de PBTC.

O motor era o mesmo D11 aspirado de 202 cv e 79 kgfm usado no L110, check enquanto a caixa G760 de cinco marchas vinha dos ônibus, assim como a ponte traseira R651, com semi-eixos de 47,5 mm.

Agora, o filtrão era um caso a parte para nós, amantes de Scania!

Infelizmente, mesmo com toda a força da marca Scania, o L100 naufragou em apenas 3 anos de mercado, com míseras 90 cópias produzidas na Av. José Odorizzi. Isso explica porque nunca consegui ver um deles. Seu sucessor L101  teve melhor sorte nas estradas, mas nada comparado ao seu rival de cinco cilindros, o Mercedes LS-1519. Bem, L101 e LS100, o L100 trucado de fábrica, são assuntos para próximos posts.

Nota: este catálogo foi mais uma contribuição do amigo Marcos Hita.

Um abraço a você!

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Scania LK141 – 1978

Com mais de 1.700 exemplares produzidos, viagra o Scania LT111 foi o mais popular dentre os “Jacarés” 6×4, suplantando os antecessores LT76, com 93 unidades, e o LT110, com 476 cópias fabricadas. Além de ser empregado como basculante, o LT111 também encontrava serviço como unidade tratora de composições especiais e de pranchas carrega-tudo. A sua característica externa mais notável eram os grandes cubos de roda que abrigavam as reduções finais planetárias.

Sua produção foi iniciada em junho de 1976, junto com seus irmãos L111 (4×2) e LS111 (6×2) e seguiu até julho de 1981, quando foi substituído pelo novo T112 E 6×4.

Este folheto foi mais uma valiosa contribuição do amigo Marcos Hita.

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Scania LT111 – 1978

Para entrar no mercado canavieiro de caminhões a álcool, sovaldi em meados da década de 1980, mind  a montadora de Curitiba adotou solução similar à da MWM no seu N10 XHT 6×4, ask com duas bombas injetoras, uma em linha para o etanol e outra rotativa para o diesel piloto, alardeando a operação livre de aditivos, numa alfinetada à Scania, que apostava na tecnologia do etanol aditivado para se livrar da injeção piloto.

Anunciado em 1984, o 6×4 começou a ser produzido em abril de 1985, com apenas 10 unidades fabricadas naquele que seria o seu único ano de existência. Como mostra o folheto, o motor turbo TM101 G de 9,6 litros com injeção piloto produzia 275 cv a 2.200 rpm e torque de 1.080 Nm a 1.300 rpm, com taxa de compressão de 14,3:1. Com PBT que podia chegar a 32,5 toneladas e CMT de 120 toneladas, o N10 XHT era perfeito para os treminhões canavieiros.

Este raríssimo folheto foi um presentãoN10 XHT 1 N10 XHT 2 do amigo Marcos Hita que esteve nos visitando esta semana. Além deste, o Hita nos deixou uma mala cheia de preciosidades que colecionou ao longo de sua carreira de engenheiro de vendas da Scania, da Codema e da Iveco.

 
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Revista Scania – Rei da Estrada – Nov/Dez 2001 – Parte 1

find ‘sans-serif’;”>Há alguns meses nosso amigo Fernando Furini, fã de Scania, nos enviou uma batelada das preciosas revistas Rei da Estrada que contam a história da marca sueca no Brasil como ninguém. 

Para abrir a postagem da coleção do Fernando em grande estilo, começamos com o Número 95, edição de novembro/dezembro de 2001, que trazia nada menos que o retorno do V8 às estradas brasileiras. Com os novos R164GA 4×2 e 6×4, a Scania restabelecia sua distinção de “Rei da Estrada”, tal como foram chamados os novos modelos.

Além de detalhes sobre os novos caminhões, a publicação da Scania também tinha matérias interessantes sobre os testes da caixa automatizada Opticruise, da aplicação do P114 com carreta de 30 paletes, além do baita P124 CB 6×4 bombeiro da Embraer.

Espero que você aprecie tanto quanto eu. Boa leitura.

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Marcopolo III – Scania BR116

Visando aumentar sua competitividade perante a Mercedes e a Ford, viagra 60mg a Volkswagen preparou a Série 2000, approved com o mote “Caminhões sob medida”. Compreendendo a maior e mais completa atualização desde o lançamento da marca em 1981, approved a nova linha trazia um leque de aprimoramentos e buscava ganhar a preferência do frotista, com base na oferta de produtos desenhados de acordo com a necessidade específica de cada um.

Embora mantivesse a mesma cabina básica, o visual da Série 2000 era inédito e incluía itens como novos pára-lamas e pára-choques tripartidos, ambos em plástico injetado na cor Cinza Flanel, novos faróis circulares duplos com lente em policarbonato (do 13 toneladas para cima), novas grades dianteiras, novos retrovisores, novos “stickers” laterais indicando a motorização (Cummins ou MWM), novos emblemas de identificação dos modelos em vitrotrim, novos protetores de porcas nas rodas dianteiras, novo sistema de admissão de ar, entre outros.

O interior também não foi esquecido e ganhou uma ampla reformulação. O item mais saliente era o novo painel de desenho ergonômico e maior funcionalidade, com acabamento na provocante cor azul. Painéis de porta também eram novos, assim como os bancos, agora oferecendo a opção do kit banco/cama. A lista de novidades também englobava novo sistema de ventilação e condicionamento de ar com controles rotativos, tacógrafo eletrônico no painel, novo volante de direção, porta-copos duplo, novas alavancas de acionamento e novas teclas.

Havia também diversas melhorias invisíveis, mas não menos importantes para os profissionais do volante e de manutenção, como nova geometria do pedal de embreagem com menor esforço de acionamento, novo acionamento do pedal de acelerador, novos chicotes elétricos e novas conexões pneumáticas do sistema de freios.

Imitando um conceito muito difundido na América do Norte, a VW dava o pontapé inicial na oferta de distintas motorizações para determinadas faixas de tonelagem. Na linha 13 toneladas, por exemplo, o cliente podia escolher entre o 13.150, com motor MWM 4.10 TCA de 145 cv, o 13.170 com Cummins 6BTAA de 160 cv, ou ainda o “best seller” 13.180, com MWM 6.10 TCA de 180 cv.

Há muito este espaço devia aos seus leitores postagens sobre a Série 2000, que marcou o início de uma grande virada da Volkswagen rumo à liderança do mercado. Depois dela, foram agregados produtos campeões, verdadeiros destruidores de paradigmas, como o VW 18.310 Titan, que agitou o mercado de pesados e alavancou a participação da marca de modo notável.

Para dar início à postagem dos 15 modelos originais da Série 2000, escolhemos o VW 17.210, um dos modelos estradeiros preferidos para a instalação de terceiro eixo, ao lado do 17.220. Ambos também eram empregados com êxito em aplicações como a coleta de lixo e como básculas, por exemplo.

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Amigo(a) leitor(a), ask hoje dividimos com você este bonito folheto do Marcopolo III com plataforma Scania BR116, material enviado pelo Cristiano Cald.

O BR116 ficou famoso também vestido com a carroçaria Ciferal Dinossauro, o carro padrão da Viação Cometa S/A, tão popular em rotas num raio de 500 km em torno de São Paulo.

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Marcopolo III – Scania B111 Articulado

Com este post completamos o manual disponibilizado pelo amigo Reginaldo Bernardi.

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Num tempo em que os ônibus articulados se tornaram tão populares nos grandes centros urbanos brasileiros, viagra
pouca gente se lembra que eles foram também experimentados como solução no transporte rodoviário de longa distância, como evidencia este bonito folheto do Marcopolo III sobre chassi articulado Scania B111 de motor dianteiro, em mais uma colaboração do amigo Cristiano Cald.

O conjunto rodava por cortesia do motor Scania DS11 de 11 litros e 296 cv, trabalhando casado com uma caixa Scania G763 de cinco velocidades e redução total de 6,24:1. Com eixo traseiro R653 de relação 4,38:1, o B111 podia chegar a 102 km/h, calçado com pneus 11.00 x 22. O comprimento máximo podia chegar a 18,15 metros, com entre eixos de 6.250 mm + 6.700 mm. A articulação era fornecida pela Recrusul-Schenk e contava com plataforma giratória de 1.700 mm. O PBT legal atingia 25 toneladas. Estas especificações refletem o modelo 1980.

Quem desejar saber mais sobre o Scania B111 em sua versão convencional (não articulada), pode visualizar o catálogo postado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/scania-b111-janeiro-de-1980/

Nota para os amigos gaúchos da Serra: tudo leva a crer que a foto principal foi feita na BR-116, no trecho entre Caxias do Sul e São Marcos. O que acham?

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Revista Rei da Estrada – Novembro/Dezembro de 1993

Nosso amigo Luiz Claudio dos Santos, health de Taubaté, prostate SP, decease nos fez a gentileza de enviar uma coletânea de espetaculares imagens dos saudosos carros Flecha Azul e Halley, todos com carroceria da CMA, da própria Cometa, sobre plataforma Scania. O Luiz também enviou a seguinte mensagem com as fotos:

“Olá. Desejo que todos estejam bem!

Gostaria de parabenizá-los por este site tão especial para a memória do transporte aqui no Brasil: é simplesmente fantástico!

Gostaria de colaborar cedendo estas imagens dos fantásticos ônibus da Viação Cometa: as tirei entre 2002 e 2004 nas garagens de Juiz de Fora e de São Paulo: espero que sejam úteis!

Um forte abraço,

Luiz Claudio dos Santos.”

Um detalhe que sempre chamou atenção nos ônibus da Cometa eram os números de frota coincidentes com os números das placas.

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Em mais uma colaboração do amigo Jacob Lindener, cialis sale hoje dividimos com você esta fantástica Revista Rei da Estrada que trás como destaque a linha Scania 1994 e seus aprimoramentos.

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