Marcopolo III – Scania BR116

Amigo(a) leitor(a), ask hoje dividimos com você este bonito folheto do Marcopolo III com plataforma Scania BR116, material enviado pelo Cristiano Cald.

O BR116 ficou famoso também vestido com a carroçaria Ciferal Dinossauro, o carro padrão da Viação Cometa S/A, tão popular em rotas num raio de 500 km em torno de São Paulo.

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Marcopolo III – Scania B111 Articulado

Num tempo em que os ônibus articulados se tornaram tão populares nos grandes centros urbanos brasileiros, and pouca gente se lembra que eles foram também experimentados como solução no transporte rodoviário de longa distância, como evidencia este bonito folheto do Marcopolo III sobre chassi articulado Scania B111 de motor dianteiro, em mais uma colaboração do amigo Cristiano Cald.

O conjunto rodava por cortesia do motor Scania DS11 de 11 litros e 296 cv, trabalhando casado com uma caixa Scania G763 de cinco velocidades e redução total de 6,24:1. Com eixo traseiro R653 de relação 4,38:1, o B111 podia chegar a 102 km/h, calçado com pneus 11.00 x 22. O comprimento máximo podia chegar a 18,15 metros, com entre eixos de 6.250 mm + 6.700 mm. A articulação era fornecida pela Recrusul-Schenk e contava com plataforma giratória de 1.700 mm. O PBT legal atingia 25 toneladas. Estas especificações refletem o modelo 1980.

Quem desejar saber mais sobre o Scania B111 em sua versão convencional (não articulada), pode visualizar o catálogo postado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/scania-b111-janeiro-de-1980/

Nota para os amigos gaúchos da Serra: tudo leva a crer que a foto principal foi feita na BR-116, no trecho entre Caxias do Sul e São Marcos. O que acham?

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Marcopolo III – Scania B111

Nosso amigo Cristiano Cald nos enviou uma coletânea de catálogos da Marcopolo dos anos 80, cialis sale seek entre os quais o do Marcopolo III com diversos chassis. Hoje dividimos com você amigo leitor a versão sobre chassi Scania B111 de motor dianteiro.

Apesar de o folheto indicar o motor o D11 de 203 cv (item de série), remedy rx a maioria dos carros rodoviários saíam mesmo com o DS 11 de 296 cv, o mesmo usado no L111, o último representante da dinastia dos “jacarés”.

Por ser montado sobre chassi de longarinas, este carro era particularmente robusto, apto a encarar as estradas mais árduas do interior. A suspensão traseira podia ser por molas ou a ar, enquanto que a dianteira somente por molas semi-elípticas.

Para saber mais sobre o B111, clique aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/b111/

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Marcopolo Paradiso – Scania K112

Mais uma peça da coleção do amigo Alfredo Rodrigues, no rx este folheto da Marcopolo traz o imponente Paradiso da chamada Geração IV, seek o primeiro ônibus brasileiro de piso elevado, conforme atesta o material.

Montado sobre uma plataforma Scania K112 6×2, o Paradiso também podia ser pedido com Mercedes O-370 ou Volvo B10M, como aliás denuncia a imagem do posto do condutor na segunda página.

Seus enormes bagageiros passantes e a visão panorâmica e desobstruída do caminho faziam do Paradiso uma opção natural para empresas de turismo, por exemplo.

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Scania BR116 – 1980

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O primeiro ônibus de motor traseiro da Scania no Brasil foi o BR115, cheap fabricado entre 1972 e meados de 1976, ailment quando foi substituído pelo BR116. O BR115 estava para o caminhão L110, assim como o BR116 estava para o novo L111, lançado na mesma época, com o qual compartilhava componentes e tecnologia.

Dentre as melhorias, o BR116 tinha motor mais possante, com 296 cv na versão turbo opcional. Oferecido com suspensão de molas ou a ar nos dois eixos, o modelo encontrava grande aceitação no mercado rodoviário, onde era considerado o “Rei da Estrada” por sua inigualável velocidade média e conforto. Seu irmão B111 de motor dianteiro e o charmoso balanço traseiro descomunal oferecia o mesmo desempenho, crédito do mesmo engenho DS11, exceto os periféricos. Entretanto, não oferecia o mesmo conforto, pois não contava com suspensão pneumática na dianteira como o BR116.

Vestidos com a carroçaria Dinossauro da Ciferal, tanto o BR115 quanto o BR116 ganharam notoriedade no sudoeste do país ao gradualmente substituírem os Scania de motor frontal com carroçaria Ciferal Jumbo na Viação Cometa, que se tornaria a maior frota brasileira 100% padronizada com um único modelo de chassi e carroçaria. Na época do BR116, a empresa paulistana tinha mais de 900 deles em seu plantel, impecavelmente mantidos e operados, sendo espelho para muitos operadores do setor. Dos primeiros BR115 de 12 metros, o BR116 evoluiu para os 13,20 metros permitidos pela legislação daqueles tempos.

Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de fotos de um antigo catálogo original. Se algum amigo leitor tiver o original digitalizado, teremos prazer em substituir esta versão precária.

 

 

Scania B75

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Produzido entre 1958 e 1963, sildenafil o Scania B75 foi o primeiro chassi de ônibus da montadora sueca fabricado no Brasil. O substituto foi o B76, lançado enquanto o pioneiro entrava em sua última temporada.

O B75 usava o mesmo motor Scania D10 de 10,26 litros do caminhão L75. Tratava-se de um engenho de 6 cilindros em linha, aspiração natural, 127 x 135 mm de diâmetro e curso, bom para produzir 165 cavalos brutos a 2.200 rpm. Sob carga máxima, o pico de torque aparecia a 1.200 rpm, com 63 mkgf brutos. Com entre eixos de 5.750 mm, o B75 permitia encarroçamentos entre 11 e 12 metros.

Na ilustração principal do folheto, o B75 aparecia vestido com o que parecia ser a atraente carroçaria Flecha de Prata, da Ciferal.

Scania K112 – 1983

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O Scania K112 foi membro da linhagem de ônibus com motor traseiro da marca sueca, capsule encabeçada pelo BR115 e depois pelo BR116, do qual foi sucessor. Lançado em 1983, o modelo foi empregado por uma vasta gama de empresas do transporte de passageiros, em especial nos rodoviários. Entre tantas, uma das mais célebres aplicações do K112 foi nos ônibus da Viação Cometa, de São Paulo.

 

 

Scania B111 – Janeiro de 1980

Dando sequência aos posts sobre chassi de ônibus Scania com motor frontal, check here e atendendo ao pedido de um de nossos amigos leitores, salve hoje trazemos o Scania B111, que substituiu o B110, a partir de 1976.

Junto do seu irmão de motor traseiro, o BR115 e seu substituto, o BR116, o Scania B111 era líder da categoria no quesito potência (com cerca de 50 cv de vantagem, na versão turbo), e por conseguinte, velocidade média. Nas serras, o B111 era um verdadeiro “rei da estrada”, ultrapassando todo mundo, até carros de passeio pequenos e vacilantes.

Seus concorrentes eram os Mercedes O-355 e O-364, plataformas monobloco de motor traseiro e, a partir de 1979, o Volvo B58, chassi de motor central.

Com o tradicional entre eixos de 6.250 mm, o B111 encontrava aplicações urbanas com motor aspirado D 11, de 203 cv e suspensão por molas semielípticas, mas sua principal vocação era rodoviária, equipado com motor turbo DS 11, de 296 cv e suspensão traseira a ar.

Equipado com elegantes carroçarias, tais como Marcopolo III, ou Nielson Diplomata, o B111 tinha uma aparência imponente, e o delicioso ronco do motor Scania de 11 litros e dois cabeçotes. Embora ainda se avistem B111 rodando, ele está se tornando raro e já deixa saudade!

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Scania B110 – Maio de 1974

O Scania B110 é nosso primeiro post sobre ônibus Scania. Ele representou a terceira geração de chassi de ônibus com motor dianteiro da Scania no Brasil, sick sucedâneo do  B76 e do B75.

Lançado em 1971, try o B110 tinha motor D11 de 202 cv, naturalmente aspirado, ou como opção, o DS11 de 275 cv, turboalimentado, disponível somente com a suspensão traseira a ar, também opcional. Neste caso, o B110 era direcionado para as aplicações de ônibus rodoviário.

Aliás, uma de suas peculiaridades era a suspensão a ar somente na traseira, uma tradição dos Scanias com motor dianteiro.

O minúsculo balanço dianteiro contrastava com o enorme balanço traseiro do ônibus encarroçado e dava um ar elegante ao veículo, além de demandar a colocação da porta no entre eixos, permitindo uma configuração natural com separação para o compartimento do motorista, que se tornava uma verdadeira cabina de controle, com lugar até para o “co-piloto”.

Apesar de fabricado no Brasil, o catálogo deste post está em espanhol, já que o modelo também era exportado para países como o Chile, onde obtivemos este material nos anos oitenta.

Mais tarde, o Scania B110 seria substituído pelo B111, que será fruto de um novo post em breve.

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