Marcopolo III – Scania B111

Nosso amigo Cristiano Cald nos enviou uma coletânea de catálogos da Marcopolo dos anos 80, cialis sale seek entre os quais o do Marcopolo III com diversos chassis. Hoje dividimos com você amigo leitor a versão sobre chassi Scania B111 de motor dianteiro.

Apesar de o folheto indicar o motor o D11 de 203 cv (item de série), remedy rx a maioria dos carros rodoviários saíam mesmo com o DS 11 de 296 cv, o mesmo usado no L111, o último representante da dinastia dos “jacarés”.

Por ser montado sobre chassi de longarinas, este carro era particularmente robusto, apto a encarar as estradas mais árduas do interior. A suspensão traseira podia ser por molas ou a ar, enquanto que a dianteira somente por molas semi-elípticas.

Para saber mais sobre o B111, clique aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/b111/

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Revista Rei da Estrada – Scania – Set/Out 1992

Graças ao altruísmo de nosso amigo Jacob Lindener, sales do Rio Grande do Sul, nurse hoje podemos compartilhar com você este excelente exemplar da Revista Rei da Estrada da Scania que traz, entre outros, detalhes sobre a então nova linha de caminhões e ônibus 1993.

Dentre os destaques, pode-se observar o pioneirismo da Scania com a oferta de freios ABS opcionais, a suspensão pneumática para a cabina R, o novo entre-eixos para o bicudo T, e as melhorias agregadas aos motores. Estes pormenores – que já foram alvo de muitas indagações de nossos leitores – agora podem ser devidamente esclarecidos.

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Marcopolo Paradiso – Scania K112

Mais uma peça da coleção do amigo Alfredo Rodrigues, no rx este folheto da Marcopolo traz o imponente Paradiso da chamada Geração IV, seek o primeiro ônibus brasileiro de piso elevado, conforme atesta o material.

Montado sobre uma plataforma Scania K112 6×2, o Paradiso também podia ser pedido com Mercedes O-370 ou Volvo B10M, como aliás denuncia a imagem do posto do condutor na segunda página.

Seus enormes bagageiros passantes e a visão panorâmica e desobstruída do caminho faziam do Paradiso uma opção natural para empresas de turismo, por exemplo.

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Scania T113 H e T143 H 4×2 – 1991

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Atendendo a pedidos de leitores para enriquecer nosso acervo de Scania Série 3, sovaldi estamos adicionando hoje este catálogo dos dois modelos 4×2 de cabina convencional, o T113, oferecido com motor de 11 litros de 310, 320 e 360 cv (os dois últimos com intercooler), e o T143, com o V8 de 14 litros e 450 cv.

Produzida a partir do segundo semestre de 1991, a Série 3 é considerada por muitos entusiastas da marca como “o melhor Scania de todos os tempos”. Esta gama continuou em produção até o começo de 1998, quando cedeu espaço para a nova  Série 4.

Nota: pedimos desculpas pela qualidade do material, fotografado de um antigo original.

Scania Série 4 – 1998

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Com produção iniciada no primeiro trimestre de 1998, click sales a Série 4 da Scania chegou trazendo uma revolução em termos de cabinas, salve pharmacy chassis e trens de força, cialis  todos renovados. Com a estreia da nova gama, a admirada Série 3 então deixava de ser fabricada.

Para esclarecer o público sobre o novo sistema de nomenclatura dos modelos da Série 4, a Scania preparou várias literaturas de qualidade, como a reproduzida neste post. Mais tarde, tal esquema de identificação – considerado por muitos uma verdadeira “sopa de letrinhas” – foi desbastado e simplificado, ficando mais evidente e mais em linha com as práticas do mercado.

 

Scania BR116 – 1980

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O primeiro ônibus de motor traseiro da Scania no Brasil foi o BR115, cheap fabricado entre 1972 e meados de 1976, ailment quando foi substituído pelo BR116. O BR115 estava para o caminhão L110, assim como o BR116 estava para o novo L111, lançado na mesma época, com o qual compartilhava componentes e tecnologia.

Dentre as melhorias, o BR116 tinha motor mais possante, com 296 cv na versão turbo opcional. Oferecido com suspensão de molas ou a ar nos dois eixos, o modelo encontrava grande aceitação no mercado rodoviário, onde era considerado o “Rei da Estrada” por sua inigualável velocidade média e conforto. Seu irmão B111 de motor dianteiro e o charmoso balanço traseiro descomunal oferecia o mesmo desempenho, crédito do mesmo engenho DS11, exceto os periféricos. Entretanto, não oferecia o mesmo conforto, pois não contava com suspensão pneumática na dianteira como o BR116.

Vestidos com a carroçaria Dinossauro da Ciferal, tanto o BR115 quanto o BR116 ganharam notoriedade no sudoeste do país ao gradualmente substituírem os Scania de motor frontal com carroçaria Ciferal Jumbo na Viação Cometa, que se tornaria a maior frota brasileira 100% padronizada com um único modelo de chassi e carroçaria. Na época do BR116, a empresa paulistana tinha mais de 900 deles em seu plantel, impecavelmente mantidos e operados, sendo espelho para muitos operadores do setor. Dos primeiros BR115 de 12 metros, o BR116 evoluiu para os 13,20 metros permitidos pela legislação daqueles tempos.

Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de fotos de um antigo catálogo original. Se algum amigo leitor tiver o original digitalizado, teremos prazer em substituir esta versão precária.

 

 

Scania B75

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Produzido entre 1958 e 1963, sildenafil o Scania B75 foi o primeiro chassi de ônibus da montadora sueca fabricado no Brasil. O substituto foi o B76, lançado enquanto o pioneiro entrava em sua última temporada.

O B75 usava o mesmo motor Scania D10 de 10,26 litros do caminhão L75. Tratava-se de um engenho de 6 cilindros em linha, aspiração natural, 127 x 135 mm de diâmetro e curso, bom para produzir 165 cavalos brutos a 2.200 rpm. Sob carga máxima, o pico de torque aparecia a 1.200 rpm, com 63 mkgf brutos. Com entre eixos de 5.750 mm, o B75 permitia encarroçamentos entre 11 e 12 metros.

Na ilustração principal do folheto, o B75 aparecia vestido com o que parecia ser a atraente carroçaria Flecha de Prata, da Ciferal.

Scania K112 – 1983

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O Scania K112 foi membro da linhagem de ônibus com motor traseiro da marca sueca, capsule encabeçada pelo BR115 e depois pelo BR116, do qual foi sucessor. Lançado em 1983, o modelo foi empregado por uma vasta gama de empresas do transporte de passageiros, em especial nos rodoviários. Entre tantas, uma das mais célebres aplicações do K112 foi nos ônibus da Viação Cometa, de São Paulo.

 

 

Especial – Scania nos EUA

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Embora este espaço seja dedicado em especial aos caminhões antigos brasileiros e afins, medicine de tempos em tempos somos impelidos a abrir exceções, see em nome do interesse histórico de certos materiais que chegam até nós. É o caso deste belo catálogo enviado pelo amigo Fernando Furini, search ricamente ilustrado por caminhões suecos comercializados nos Estados Unidos. Para complicar (…), trata-se de um catálogo em inglês, algo que sempre tentamos evitar, em respeito ao nosso público brasileiro e ao nosso idioma pátrio. Mas como a marca em questão é a Scania – com seu enorme carisma e admiração no Brasil, não tínhamos como deixar de publicar esta literatura tão inusitada dos anos oitenta, baseada em testemunhos de frotistas satisfeitos.

Naqueles tempos, a Scania tentava desbravar o mercado norte-americano, o maior do mundo ocidental. Ao contrário da Volvo, que comprou a GMC, a White e a Mack, a Scania tentou quebrar os paradigmas que separam as escolas europeia e americana de frente, com produtos europeus adaptados à realidade “yankee”. Apesar dos testemunhos positivos do catálogo, no final das contas, a empreitada acabou não dando certo. No planeta caminhão, o abismo cultural que separa os dois continentes foi demasiado grande para a Série 2 cobrir. Mesmo com as customizações, como a configuração 6×4 estradeira (praticamente inexistente no Velho Mundo) e de uma longa lista de requisitos legais (como os faróis “sealed beam”), os Scanias não emplacaram na “América”. Ficou a lição de que o mercado americano, requer produtos americanos, não europeus requentados. O mesmo valendo para o Brasil, em sentido inverso, ou seja, o mercado brasileiro requer produtos europeus e não americanos requentados…

A Volvo, por seu turno, avançou, comendo o pudim pelas beiradas. Com o passar do tempo e o nome já estabelecido, a empresa foi deixando de lado os nomes GMC e White, gradativamente sobrepujados pela barra diagonal e a marca sueca original. Porém, a Volvo não correu o risco de matar a lenda viva chamada Mack. Aos poucos foram surgindo produtos de projeto Volvo, com componentes redesenhados especificamente para os gostos (e as leis) norte-americanos. Um produto memorável desta fase foi o convencional Volvo VN, com a cabina emprestada da família H europeia, ampliada e modificada, opção de motores Volvo, Detroit ou Cummins, em geral. O VN até lembrava o jeito do NH brasileiro. Hoje passados quase trinta anos desde a incursão inicial sobre a GMC, a posição do Grupo Volvo é invejável na América do Norte, com respeito e aceitação crescentes. E, nos mercados vocacionais sobretudo, a Mack continua vivíssima da silva, apesar dos protestos dos veteranos da casa em usar componentes Volvo…

Há rumores inclusive de uma suposta gama vocacional Mack em vias de aportar por aqui (ou seria Renault Trucks?). Em todo caso, hoje ao se examinar o mercado americano nota-se que apenas a Navistar não se juntou a ninguém (nem comprou, nem foi comprada). A Paccar (Kenworth e Peterbilt) deu passos acertados aos assumir a DAF, com a consequente diversificação de produtos e mercados. A Daimler seguiu o caminho parecido ao da Volvo, comprando a então combalida Freightliner e investindo bilhões, até que a mesma alcançasse o pódium das vendas anos depois. A solteirice da Navistar desperta olhos grandes de dois grupos que querem muito botar os pés na América do Norte: a VW (dona da Scania e da MAN) e o Grupo FCA (leia-se Fiat Chrysler, dono da Iveco). Não fosse o tremendo passivo trabalhista da Navistar e os altíssimos custos de garantia que vêm incorrendo depois das besteiras com o motor Maxxforce 13 e a malfadada estratégia do EGR, bem que o valor de mercado da empresa parece interessar a muitos investidores internacionais. A recente venda da JV hindu para a Mahindra, a saída do mercado sul-africano (tradicional reduto dos 9800 quase “made in Brazil”), a suposta venda da MWM, e a volta dos Cummins para as casas de máquinas dos International são passos que parecem cirurgicamente estudados para deixar a centenária companhia enxutona para um eventual “take-over” (absorção). Quem se arrisca?