Scania T112 HW 4×2 – 1989

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O Scania T112 HW era o carro chefe da montadora sueca em seu tempo e entrou no lugar do T112 HS, viagra cialis sale a partir de 1989. Esta série trazia uma grande lista de aperfeiçoamentos em relação ao antecessor, stuff conforme o catálogo postado recentemente.

Note a variação da potência líquida dos motores, view com e sem ventilador viscoso, na época ainda uma novidade, estreada alguns anos antes pelo T112 H Intercooler.

Este folheto faz parte do acervo de Fernando Luiz de Araújo, gentilmente cedido por ele.

 

 

Scania HW e EW – c.1989

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Depois das Séries HS e ES de 1987, tadalafil a Scania achou que era a hora de uma nova rodada de melhorias nos seus modelos 112 e 142, recipe com cabina convencional (T) e cara-chata (R). Nada menos de 200 aperfeiçoamentos compunham os novos HW e EW, lançados em 1989.

Este belíssimo catálogo nos foi brindado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a quem muito agradecemos.

Este post segue em homenagem ao amigo leitor William, que tanto nos solicitou informações sobre as mudanças que a Scania processou ao longo da vida da Série 2. Ficam faltando mais detalhes quanto as demais fases desta Série, mas logo chegaremos lá…

 

Scania T113 H – “Low Emissions” (Euro 1)

No início dos anos noventa, ailment  antes mesmo do início da vigência dos novos limites de emissões gasosas do Proconve Fase 3, equivalente ao padrão Euro 1, estabelecidos pelo CONAMA – o Conselho Nacional do Meio Ambiente, a Scania já apresentava no Brasil seu T113 H “Low Emissions”, ou baixa emissões, condizente com a nova legislação que passaria a vigorar no país a partir de 1996.

O modelo era equipado com motor turbo intercooler de 11 litros Scania DSC 11 23 de 362 hp a 1.900 rpm e torque máximo de 1630 Nm a 1.100 rpm.

Anos mais tarde, o T113 H se estabeleceria no mercado reconhecido como “um dos melhores Scanias de todos os tempos”, na opinião de motoristas e frotistas brasileiros.

Scania T113H

 

 

Scania R142 HS – Maio de 1987

Enquanto comemorava 30 anos de Brasil, sovaldi a Scania lançava em fevereiro de 1987 a sua linha “Super Advanced”, agregando um pacote de melhorias à conhecida Série 2.

Os modelos desta família eram identificados pelo sufixo “S”, agregado à nomenclatura anterior, criando com isso as terminação HS, empregada nos modelos 4×2 e 6×2; e ES, reservada para os 6×4.

O caminhão do folheto aqui postado é o R142 HS 4×2, que trazia como maior destaque dentre os aprimoramentos o novo motor DSC 14 07, de 400 cv potência e 1660 Nm de torque, o mais potente do país, mantendo a configuração de 8 cilindros em V a 90 graus e 14 litros de deslocamento.

Na época, os caminhões mais potentes da concorrência eram o Mercedes LS-1933 de 326 cv, e o Volvo N12 Intercooler II, de 385 cv.

Mas nem tudo eram louros para o R142. Na prática, a cabina avançada combinada com a imagem duvidosa do motor V8 eram obstáculos às sua comercialização em volumes substanciais. O “pão quente” da época era mesmoo narigudo T112 HS, com os tradicionais motores seis-em-linha, DS 11 e DSC 11, e toda sua bagagem genética reforçada desde os tempos do bom e velho L111 “Jacaré”.

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Scania L111 – 1976 – Parte 2/2

Hoje acrescentamos a segunda parte do catálogo do Scania L111 enviado pelo amigo André Giori, discount ao qual reiteramos nosso agradecimento.

Aproveitamos para corrigir um lapso cometido no post anterior. A data correta de publicação desta literatura é junho de 1976, cialis como grafado na contracapa, capsule e não 1978 como afirmamos ontem.

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Scania L111 – 1976 – Parte 1/2

Depois dos L75, recipe L76 e L110, ed o L111 foi a encarnação final do afamado Scania “Jacaré”, antes da “Era Laranja Scania” dar lugar à angulosa Série 2, no começo dos anos oitenta.

Equipado na maioria das vezes com o Scania DS11, um engenho turboalimentado de dois cabeçotes, seis cilindros enfileirados e deslocamento de 11 litros, bom para 296 cv a 2.200 rpm, o L111 normalmente era (e ainda o é…) avistado com semirreboque de três eixos, dos mais variados tipos, cruzando o país de norte e sul e de leste a oeste.

Sua caixa Scania GR 860, de 10 marchas dividas em duas gamas, transmitia a força motriz para o eixo AD 90, de simples redução e uma velocidade, do mesmo fabricante. Havia um raro eixo com redução nos cubos, opcional no L111, e de série, em tandem, no poderoso LT111, um 6×4 para serviços vocacionais pesados ou cargas excepcionais. O LS111 com terceiro eixo de fábrica era pouco popular.

Quase tocando no pequeno para-brisa plano, o volante passava impressão de ser maior do que realmente era, como denotam algumas das fotos do catálogo. O carona costumava sentar-se no leito, já que a maioria das cabinas só contava com o banco do motorista. De qualquer modo, dirigi-lo dava uma enorme sensação de poder, mesmo a bordo da pequena cabina.

Empurrar os Mercedes 1113 ladeira acima, mesmo com 30 toneladas nas costas, era de praxe, como pode atestar este que aqui digita, no verão de 1980, instalado de “copiloto” num L111 S, novinho em folha, com uma carga de adubo para o Nordeste.

Este belíssimo catálogo vem do Espírito Santo, doado pelas mãos de nosso amigo André Giori, um gentil colaborador deste espaço.

Amanhã traremos a segunda parte deste precioso material. Não perca!

A você André, nossa gratidão!

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Scania B111 – Janeiro de 1980

Dando sequência aos posts sobre chassi de ônibus Scania com motor frontal, check here e atendendo ao pedido de um de nossos amigos leitores, salve hoje trazemos o Scania B111, que substituiu o B110, a partir de 1976.

Junto do seu irmão de motor traseiro, o BR115 e seu substituto, o BR116, o Scania B111 era líder da categoria no quesito potência (com cerca de 50 cv de vantagem, na versão turbo), e por conseguinte, velocidade média. Nas serras, o B111 era um verdadeiro “rei da estrada”, ultrapassando todo mundo, até carros de passeio pequenos e vacilantes.

Seus concorrentes eram os Mercedes O-355 e O-364, plataformas monobloco de motor traseiro e, a partir de 1979, o Volvo B58, chassi de motor central.

Com o tradicional entre eixos de 6.250 mm, o B111 encontrava aplicações urbanas com motor aspirado D 11, de 203 cv e suspensão por molas semielípticas, mas sua principal vocação era rodoviária, equipado com motor turbo DS 11, de 296 cv e suspensão traseira a ar.

Equipado com elegantes carroçarias, tais como Marcopolo III, ou Nielson Diplomata, o B111 tinha uma aparência imponente, e o delicioso ronco do motor Scania de 11 litros e dois cabeçotes. Embora ainda se avistem B111 rodando, ele está se tornando raro e já deixa saudade!

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Scania B110 – Maio de 1974

O Scania B110 é nosso primeiro post sobre ônibus Scania. Ele representou a terceira geração de chassi de ônibus com motor dianteiro da Scania no Brasil, sick sucedâneo do  B76 e do B75.

Lançado em 1971, try o B110 tinha motor D11 de 202 cv, naturalmente aspirado, ou como opção, o DS11 de 275 cv, turboalimentado, disponível somente com a suspensão traseira a ar, também opcional. Neste caso, o B110 era direcionado para as aplicações de ônibus rodoviário.

Aliás, uma de suas peculiaridades era a suspensão a ar somente na traseira, uma tradição dos Scanias com motor dianteiro.

O minúsculo balanço dianteiro contrastava com o enorme balanço traseiro do ônibus encarroçado e dava um ar elegante ao veículo, além de demandar a colocação da porta no entre eixos, permitindo uma configuração natural com separação para o compartimento do motorista, que se tornava uma verdadeira cabina de controle, com lugar até para o “co-piloto”.

Apesar de fabricado no Brasil, o catálogo deste post está em espanhol, já que o modelo também era exportado para países como o Chile, onde obtivemos este material nos anos oitenta.

Mais tarde, o Scania B110 seria substituído pelo B111, que será fruto de um novo post em breve.

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Scania LS76 – O primeiro Scania 6×2 nacional

Com peso bruto total de 21 toneladas e até 40 toneladas em combinação, viagra com reboques ou semirreboques, cure o Scania-Vabis LS76 tem a distinção de ser o primeiro modelo com terceiro eixo de fábrica produzido no Brasil pela marca sueca.

Seu propulsor de seis cilindros, naturalmente aspirado, de injeção direta era o respeitado Scania D11, de 11 litros, 195 cv líquidos e 745 Nm de torque máximo, acoplado a uma caixa de dez marchas Scania G-670, com redução total de 10,17:1. Com eixo traseiro de 5,91:1, o LS76 podia atingir cerca de 76 km/h de velocidade máxima.

Seu chassi era oferecido em duas versões: 3.800 e 5.000 mm de entre eixos, para aplicações rígidas ou cavalo-mecânico.

Fabricado entre 1963 e 1970, com volumes que ficavam sempre abaixo de cem unidades anuais, o Scania LS76 seria substituído pelo LS110.

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Scania L76 – Março de 1970

A saga do famoso motor Scania de 11 litros começou no Brasil em 1963, for sale com o lançamento do caminhão L76 e do chassi de ônibus com motor dianteiro B76.

Como novidades, tadalafil além do novo propulsor, hospital o modelo trazia chassi reforçado e freio motor de série. Com isso, o  L75 produto de estréia da Scania no Brasil, com seu motor D10, de 10 litros, era aposentado.

No final dos anos sessenta, foi lançada a versão turboalimentada, com 285 cv, denominada “Scania Super”, um incremento de 46% sobre o engenho aspirado, de 195 cv.

Com PBT de 16 toneladas e PBTC de 40 toneladas, o L76 era oferecido com duas versões de entre eixos, 3.800 e 5.000 mm, para cavalo-mecânico e rígido, respectivamente.

A vida do L76 chegaria ao fim em1971, quando entraria em cena o novo L110, trazendo diversas melhorias, como o sistema de freios de duplo circuito.

 

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