A cesta de doações do André Giori também incluiu o folheto do substituto do LKS-140, no rx no caso, o também raro LKS-141 de 1978.
A cesta de doações do André Giori também incluiu o folheto do substituto do LKS-140, no rx no caso, o também raro LKS-141 de 1978.
Mais uma colaboração do André Giori, here desta vez o folheto do raro Scania LKS-140, viagra da safra dos primeiros cara-chata da marca sueca no Brasil.
O Scania 140 tinha várias diferenças em relação ao seu substituto 141, ambulance dentre elas o motor V8 DS14 de 350 cv, contra 375 cv do segundo, e diferencial mais reduzido.
Observe em algumas ilustrações a inusitada cabina simples HK11, que talvez nem tenha sido introduzida no Brasil, onde a predileção era pela leito, HK13.
Obrigado, Giori!
A Scania foi pioneira ao lançar motores com pós-arrefecedor do ar de admissão, troche popularmente conhecido como Intercooler, capsule em 1983, para o T112 H.
O nome “Intercooler” registrou o nome, forçando os concorrentes a usar variantes, como “Turbocooler”, no caso da Mercedes-Benz.
Assim equipado, a potência do motor Scania de 11 litros saltava de 305 para 333 cv, com melhor consumo e desempenho global. Mais tarde, o intercooler se tornaria equipamento obrigatório em todos os motores diesel veiculares não só para aumentar potência e torque, mas também para reduzir as emissões gasosas.
Este bonito folheto era um de meus favoritos, viagra order buy cheap sales quando foi incorporado ao acervo em meados dos anos oitenta. A feliz foto dava impressão de velocidade e poder ao Rei da Estrada, pharm troche seek realçado na sóbria cor azul. O semirreboque furgão frigorífico, escolhido de propósito, ajudava ressaltar a aplicação própria para o T142, já que alimentos refrigerados são perecíveis e precisam ser entregues sem demora.
Conforme havíamos adiantado, pills vamos apresentar alguns posts de caminhões Scania da Série 2, cuja produção teve início em maio de 1981 na planta da Avenida José Odorizzi, em São Bernardo do Campo, SP.
Substituindo os modelos L111 e LK141 e seus derivados, a nova Série 2 trazia cabina totalmente renovada e chassi modular voltado para cada tipo de aplicação, com as designações “MA”, “H” e “E”, do mais leve para o mais reforçado. Com o tempo, o MA, voltado para aplicações em estradas de boas condições, à época ainda mais raras em nosso país, foi sendo preterido pelo mercado, e acabou saindo de linha. O chassi H passou a predominar nas aplicações rodoviárias, e o E encontrou seu nicho nas aplicações vocacionais, principalmente no fora-de-estrada e em betoneiras.
As cabinas frontais eram designadas pela letra “R” e a preferida convencional era identificada pela letra “T”.
Em termos de motorização, os modelos 112 eram impulsionados pelo venerável DS 11, de seis cilindros, 11 litros e turboalimentado, ou pelo raro DN 11, naturalmente aspirado. Em 1983, foi apresentada a versão Intercooler, com motor DSC11 de 333 cv, que aparece como opção no folheto do T112 H 4×2 de 1984, aqui postado. Este modelo era o pão quente da Scania, liderando as vendas com folga ante os demais modelos da nova Série 2.
Os modelos V8, batizados de 142, com seu delicioso ronco proveniente do motor DS14 de 14 litros eram de difícil comércio, principalmente quando usados. A propósito, como se pode deduzir, o 142 indicava a cilindrada do motor em litros e a Série 2.
Bom feriado!
Uma marca que receberá novos posts em breve é a Scania, no rx principalmente das Séries 2 e 3, ainda carentes neste espaço.
Para começar, oferecemos este catálogo com uma coletânea de fotos de aplicações típicas dos Scanias 112 e 142, com as cabinas T e R.
Boa semana!
O Scania R113E encontrava sua principal vocação nos serviços fora-de-estrada, viagra como no transporte de cana-de-açúcar, sovaldi e florestal e na mineração e construção, equipados com básculas. Alguns, dotados de tomada de força na traseira do motor, eram equipados com betoneiras. Seus eixos traseiros em tandem com redução nos cubos de roda eram grandes aliados nestas árduas tarefas, onde a tração adicional era sempre bem-vinda. É comum ouvir que a Série 3 foi a mais bem acertada de toda a história da Scania no Brasil, principalmente na versão convencional, o T113, cujo post ainda devo a você. Assim como dos modelos da Série 2. Aguarde.
O amigo André Giori nos presenteou com mais uma obra prima dos anos 70: as partes principais deste catálogo do Scania LK e LKS 140. Um possante caminhão pesado com motor V8 de 14 litros e 350 cv. Apesar de nunca ter emplacado em vendas, malady recipe era respeitado como o Rei da Estrada, pharmacy o mais potente caminhão de seu tempo. Foi substituido pelo LK 141 e seus derivados LKS (6X2) e LKT (6X4), com diversas melhorias, inclusive o motor DS14 com potência aumentada para 375 cv.
Aprecie!
Eis o irmão 6X2 do LK-141. Um tanto tímido em vendas, doctor entre outras, o LKS tinha como aplicações o transporte de gás liquefeito de petróleo, em vasos de alta pressão. Quem diria que os cavalos trucados se tornariam tão populares décadas depois?