Scania T112 HW 4×2 – 1989

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O Scania T112 HW era o carro chefe da montadora sueca em seu tempo e entrou no lugar do T112 HS, viagra cialis sale a partir de 1989. Esta série trazia uma grande lista de aperfeiçoamentos em relação ao antecessor, stuff conforme o catálogo postado recentemente.

Note a variação da potência líquida dos motores, view com e sem ventilador viscoso, na época ainda uma novidade, estreada alguns anos antes pelo T112 H Intercooler.

Este folheto faz parte do acervo de Fernando Luiz de Araújo, gentilmente cedido por ele.

 

 

Scania T112 HS 4×2 – Abril de 1987

A última cortesia do pacote enviado pelo André Giori desta vez refere-se ao folheto de quatro páginas do Scania T112 HS 4×2 de 1987. A Série HS era a segunda safra da Série 2, order physician trazendo diversos aperfeiçoamentos.

 

Scania T112 H Intercooler – 1983

A Scania foi pioneira ao lançar motores com pós-arrefecedor do ar de admissão, troche popularmente conhecido como Intercooler, capsule em 1983, para o T112 H.

O nome “Intercooler” registrou o nome, forçando os concorrentes a usar variantes, como “Turbocooler”, no caso da Mercedes-Benz.

Assim equipado, a potência do motor Scania de 11 litros saltava de 305 para 333 cv, com melhor consumo e desempenho global. Mais tarde, o intercooler se tornaria equipamento obrigatório em todos os motores diesel veiculares não só para aumentar potência e torque, mas também para reduzir as emissões gasosas.

Scania T112 H 4×2 – Janeiro de 1984

Conforme havíamos adiantado, pills vamos apresentar alguns posts de caminhões Scania da Série 2, cuja produção teve início em maio de 1981 na planta da Avenida José Odorizzi, em São Bernardo do Campo, SP.

Substituindo os modelos L111 e LK141 e seus derivados, a nova Série 2 trazia cabina totalmente renovada e chassi modular voltado para cada tipo de aplicação, com as designações “MA”, “H” e “E”, do mais leve para o mais reforçado. Com o tempo, o MA, voltado para aplicações em estradas de boas condições, à época ainda mais raras em nosso país, foi sendo preterido pelo mercado, e acabou saindo de linha. O chassi H passou a predominar nas aplicações rodoviárias, e o E encontrou seu nicho nas aplicações vocacionais, principalmente no fora-de-estrada e em betoneiras.

As cabinas frontais eram designadas pela letra “R” e a preferida convencional era identificada pela letra “T”.

Em termos de motorização, os modelos 112 eram impulsionados pelo venerável DS 11, de seis cilindros, 11 litros e turboalimentado, ou pelo raro DN 11, naturalmente aspirado. Em 1983, foi apresentada a versão Intercooler, com motor DSC11 de 333 cv, que aparece como opção no folheto do T112 H 4×2 de 1984, aqui postado. Este modelo era o pão quente da Scania, liderando as vendas com folga ante os demais modelos da nova Série 2.

Os modelos V8, batizados de 142, com seu delicioso ronco proveniente do motor DS14 de 14 litros eram de difícil comércio, principalmente quando usados. A propósito, como se pode deduzir, o 142 indicava a cilindrada do motor em litros e a Série 2.

Bom feriado!