Terex UAI M1-50

Produzido a partir de julho de 1999, prostate physician o 40.300 foi o segundo cavalo mecânico pesado da Volkswagen, prostate tendo substituído o 35.300.

Dotado de motor Cummins 6CTAA 8.3 de 291 cv e transmissão Eaton RT-11710 de 10 marchas não sincronizadas – um dos maiores motivos de rejeição entre os motoristas do cavalo VW -, o modelo podia tracionar até 40 toneladas combinadas.

As últimas unidades do 40.300 foram vendidas em janeiro de 2002, quando a VW afiava o garfo e a faca para faturar alto com seu substituto, um fenômeno chamado 18.310 Titan.

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Durante nossas pesquisas para o livro sobre a história do caminhão no Brasil, sick fizemos um post em busca de informações do maior caminhão militar de projeto nacional, pharmacy o Terex UAI M1-50, viagra produzido em Minas Gerais. Conseguimos boas informações através de colaborações espontâneas e de consultas a especialistas e usuários do UAI.

Uma das informações mais interessantes que agora dividimos com você, amigo leitor, é o seu catálogo – colaboração do amigo Marcio Martins Pereira, que tomou parte no projeto do UAI.

O Terex militar era equipado com motor seis cilindros turboalimentado Scania DS-11, de 11,02 litros e 212 cv de potência e 935 Nm, em par com uma transmissão direta ZF S 6-90 de 6 velocidades sincronizadas e 6,98:1 de redução total, caixa de transferência Terex de 2 velocidades à frente, com relações de 1,07:1 e 2,16:1, além de duas à ré, com relações de 1,00:1 e 2,02:1.

Uma particularidade desta unidade era a sua fragilidade, apresentando um alto índice de quebras, inclusive levando o Exército a desenvolver um kit de cardã que permitia a sua eliminação para, desse modo, continuar operando os veículos, na falta de peças de reposição, ou de uma solução eficaz.

Também fabricados pela Terex, os eixos flutuantes de dupla redução com diferenciais passantes eram intercambiáveis e operavam com redução de 4,87:1. A literatura também apontava para um motor alternativo, no caso, um Cummins 6CTA8.3 de 215 cv e 875 Nm, turbo e pós-arrefecido.

O caminhão 6×6 foi produzido entre 1985 e 1992, acumulando cerca de 85 unidades produzidas, pelo que pudemos apurar. A maior parte da frota de M1-50 era baseada em Grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro, tais como o 4º GAAAe de Sete Lagoas (MG), e o 11º GAAAe de Brasília (DF), que os utilizava para reboque de pesadas peças de artilharia, como canhões antiaéreos e diretoras de tiro. Pelo que pudemos observar, boa parte, senão todos os UAI estão sendo descarregados, disponíveis em leilões ou já arrematados por civis.

Se tivéssemos dinheiro e espaço, certamente estaríamos de mãos sujas agora mesmo, reformando um UAI! Diversão garantida e a certeza de estar preservando um pedaço importante da história do caminhão brasileiro.

Para outras informações sobre este clássico 6×6 militar, clique aqui.

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