Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1996

catalogo Band PB 1996-2001-1 catalogo Band PB 1996-2001-2 catalogo Band PB 1996-2001-3 catalogo Band PB 1996-2001-4 catalogo Band PB 1996-2001-5 catalogo Band PB 1996-2001-6

Para finalizar a postagem do rico material sobre Toyota Bandeirante enviado pelo amigo Lucas Vieira, unhealthy dividimos com você este completo catálogo da última versão da família produzida entre 1996 e 2001.

Note que, naquela altura, além do motor Toyota 14B – então com potência reduzida para atender emissões – a linha Bandeirante tinha transmissão de cinco velocidades, freios a disco na dianteira, válvula sensível à carga nos freios traseiros e opcionais como o ar condicionado e a tomada de ar externa.

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1994

catalogo Band PB 1994b-1995-1 catalogo Band PB 1994b-1995-2 catalogo Band PB 1994b-1995-3 catalogo Band PB 1994b-1995-4 catalogo Band PB 1994b-1995-5 catalogo Band PB 1994b-1995-6

Continuando a postagem das literaturas sobre Toyota Bandeirante enviadas pelo amigo Lucas Vieira, purchase estamos adicionando este completo catálogo da linha BJ, a primeira “100% Toyota”, como dizia o texto, graças ao principal destaque: o motor Toyota 14B, em substituição ao Mercedes OM-364. Montado no Brasil, o engenho de alta rotação desenvolvia 102 cv a 3.400 rpm, com torque de 250 Nm a 2.000 rpm, extraídos de 3,66 litros de deslocamento.

A linha BJ foi produzida na fábrica da Avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo, SP, até 2001. Depois que o último Bandeirante saiu da linha de montagem, encerrava-se um ciclo de mais de quatro décadas de produção ininterrupta, desde que os primeiros Land Cruiser foram montados em 1959, dentro do plano de manufatura nacional do governo federal.

 

 

Toyota Bandeirante – 1990

catalogo PB Band 1990-1993a-1 catalogo PB Band 1990-1993a-2 catalogo PB Band 1990-1993a-3 catalogo PB Band 1990-1993a-4 catalogo PB Band 1990-1993a-5 catalogo PB Band 1990-1993a-6 catalogo PB Band 1990-1993a-7

Dando seguimento à postagem do material gentilmente enviado pelo amigo Lucas Vieira, order discount prescription hoje temos o catálogo da linha Toyota Bandeirante da fase compreendida entre 1990 e 1993. A linha 1990 trazia várias melhorias sendo a nova frente a mais saliente aos olhos.

Toyota Bandeirante – 1993

catalogo Band PB 1993b-1994a-1 catalogo Band PB 1993b-1994a-2 catalogo Band PB 1993b-1994a-3 catalogo Band PB 1993b-1994a-4 catalogo Band PB 1993b-1994a-5 catalogo Band PB 1993b-1994a-6

Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

Land Rover Defender 110 e 130 – 1996

Considerados uma das maiores lendas do mundo 4×4, stuff em 1992 começaram a chegar os primeiros Land Rover Defender, depois da reabertura das importações no Brasil. Os modelos eram apresentados em três versões de entre-eixos, com 90 polegadas nominais (2.360 mm, em realidade), no caso do jipe curto, 110 polegadas (2.794 mm) no jipe longo e picape, e 130 polegadas nominais (3.226 mm), no picape longo de cabina dupla.

A história do Land Rover tem suas raízes na Inglaterra, enquanto corria o ano de 1948. Depois de uma ampla gama de modificações e modernizações, para se distinguir do novo Land Rover Discovery de 1989, a família foi batizada de Defender em 1990, em substituição às designações anteriores de Land Rover 90 e 110. Um novo motor diesel de 2,5 litros de 111 cv também faria sua estreia nesta época, emprestado do Discovery. Era uma unidade moderna, com cabeçote de alumínio, turbo e intercooler.

Em 1998, os modelos Defender 90 e 110 começaram a ser montados no Brasil, através de um acordo de manufatura com a Karmann-Ghia, de São Bernardo do Campo, SP. No total do primeiro ano, 363 veículos foram produzidos, entre utilitários e camionetes de carga. Em 2001, a produção já saltara para 1.298 unidades.  Com a chegada dos novos limites de emissões Euro 3, a partir de 2005 os lendários 4×4 deixaram de ser montados no Brasil, sendo substituídos por modelos importados. Naquela última fornada, 591 Defender viram a luz do dia no ABC paulista, deixando saudade para os aficionados das trilhas e aventuras transcontinentais.

Entre os destaques do Defender estavam a carroçaria incorrosível toda em alumínio com interior lavável, o chassi parrudíssimo com suspensões de longo curso, apoiada em molas helicoidais nos quatro cantos, a tração total em tempo integral com bloqueio central e a reduzida mais poderosa de sua categoria, com capacidade de ampliar o torque motriz em mais de 300%! Não era à toa que os fãs do modelo costumavam dizer que o Defender era um carro “de pai para filho”, em alusão à sua vida praticamente infinita, se bem cuidado.

Os últimos modelos 90 e 110 importados aportaram no país em 2011. Depois de esgotados os estoques, tem sido difícil digerir a ideia de um show room da marca sem o Defender… O triste fim de mais um ícone do mundo automotivo foi oficialmente anunciado para dezembro de 2015, quando o Land Rover “de verdade” terá completado nada menos que 67 anos de produção ininterrupta!

O catálogo que você pode apreciar aqui foi uma cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo.

Land Rover Defender 1996 01 Land Rover Defender 1996 02 Land Rover Defender 1996 03 Land Rover Defender 1996 04

 

 

 

 

Peugeot 504

Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo nos forneceu este folheto do picape Peugeot 504, and oferecido no Brasil entre 1992 e 1999. A versão GRD foi apresentada em 1994 e também seguiu até 1999, ed ano em que um total de 1.357 exemplares foram trazidos da Argentina, onde era muito popular.

Entre suas características salientes figuravam o projeto da cabina derivado do tradicional automóvel 504, o motor diesel de 2,3 litros de alta rotação de injeção indireta e sua excepcional capacidade de carga, de 1.300 kg, quase igual ao peso em ordem de marcha, listado em 1.380 kg.

Peugeot 504 01 Peugeot 504 02

 

 

Picape JPX

Seguindo a tradição de batizar suas empresas com siglas terminadas em “x”, viagra sale diagnosis em 1992, o empresário mineiro Eike Furhken Batista fundou a empresa JPX do Brasil Ltda.

O plano era produzir um utilitário que pudesse se prestar às atividades de mineração das empresas do grupo, bem como servisse ao mercado local, incluindo as forças armadas.

Desse modo, a JPX adquiriu os direitos de fabricar no Brasil o modelo A-3 da Auverland, um fabricante francês de viaturas e armamentos. Com inúmeras modificações, o jipe passou a ser produzido numa planta em Pouso Alegre, no aprazível sudoeste de Minas Gerais, ganhando o nome de JPX Montez.

Para compor o trem de força do Montez, contava-se com um afamado motor Peugeot XUD-9A (o fabricante francês tem forte tradição em motores diesel rápido, sendo um dos pioneiros nesta área e fornecendo para diversas outras montadoras), transmissão da mesma marca, modelo BA-7/5, e eixos Carraro HS italianos, suspensos por molas helicoidais de grande curso.

Depois do lançamento do Montez em 1994, seguiu-se a picape aqui ilustrada, a partir do ano seguinte.

Uma combinação de excesso de otimismo nos volumes de vendas projetados, aliados a problemas técnicos (tal como no sistema de arrefecimento) e a baixa capacitação da rede de concessionários somente acentuaram os problemas da JPX. Em 2001, a produção dos veículos foi encerrada e no ano seguinte as luzes da fábrica foram definitivamente apagadas.

Estimativas dão conta que menos de 3 mil unidades tenham saído pelo portão da JPX.

JPX 1 JPX 2

 

Toyota Bandeirante

Depois do trio Engesa 4, capsule Javali e o venerável Jeep, viagra estava faltando o Toyota Bandeirante na nossa sequência de posts sobre jipes brasileiros antigos.

A Toyota estreou no Brasil a partir de janeiro de 1959 com a montagem de seu jipe Land Cruiser FJ25, medicine com entre eixos curto de 90 polegadas (2.285 mm) e 1.425 kg de peso. Naquela época, o modelo era equipado com um motor Toyota de seis cilindros a gasolina, de 3.878 cm³ e 105 hp (algumas fontes citam 120 hp) e 265 Nm de torque a 2000 rpm, derivado do Chevrolet.

As instalações da Toyota, estabelecida no país no ano anterior, nesta época ficavam no Ipiranga, na capital paulista.

O ano de 1962 viu a Toyota trazer importantes modificações em seu jipe, com a adoção do simpático nome Bandeirante e, mais importante, do motor Mercedes-Benz OM-324, de quatro cilindros e 3,4 litros, com injeção indireta, capaz de entregar 78 hp brutos a 3000 rpm e 192 Nm a 1600 rpm. Este evento, marcava a estreia do motor Mercedes de quatro cilindros automotivo no Brasil.

Com as mudanças, o modelo básico – o jipe curto de capota de lona – passava a ser designado TB25L e ganhava a companhia de outras versões com os jipe curto e longo de longo teto rígido, e o picape curto com caçamba.

Em 1973, o Bandeirante foi repotenciado com o Mercedes-Benz OM-314, um engenho mais moderno, de injeção direta, preparado especialmente para o Mercedinho L-608D, lançado no ano anterior. O novo motor de 3.784 cm³ produzia 85 cv líquidos a 2800 rpm, com torque de 235 Nm a 1800 rpm.

Durante este período, o Toyota tinha transmissão de quatro marchas, sincronizada apenas nas duas últimas marchas, com redução total de 5,41:1 e caixa de transferência de uma velocidade. Em 1981, uma nova transmissão sincronizada com redução total de 4,925:1 seria implementada, incorporando também  a desejável reduzida, com redução de 1,992:1.

Nosso folheto de hoje é desta fase, incluindo toda a linha dos jipes aos picapes, sem esquecer-se da “perua”. Infelizmente, o mesmo não tem data.

No final dos anos oitenta, a linha recebeu uma leve maquiagem, com adoção de conjunto ótico retangular e grade de plástico, além de pequenas melhorias aqui e acolá.

A modernização da linha de caminhões na vizinha Mercedes-Benz acabou por respingar na fábrica da Avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo, na forma do novo motor OM-364 na linha Bandeirante para a temporada de 1989. Com cilindrada aumentada para 3.972 cm³ e uma série de aperfeiçoamentos, o desempenho melhorou, com a potência de 90 cv a 2800 rpm e torque de 271 Nm a 1400 rpm.

Uma boa novidade foi incorporada em 1993: a nova transmissão de cinco velocidades com sobremarcha, que ajudava no consumo e melhorava a dirigibilidade em vias rápidas.

O propulsor OM-364 permaneceria em produção até 1994, quando a Toyota resolveu equipar o Bandeirante com seu próprio motor, o 14-B, um diesel rápido de 3,66 litros, 96 cv a 3400 rpm e torque de 240 Nm a 2200 rpm.

Da mesma forma como começou – com motor da casa – a saga do Bandeirante terminaria em 2001, com mais de 100 mil unidades produzidas, vítima do tempo e das novas normas de emissões que estavam por vir.

OJ 1 OJ 2 OJ 3 OJ 4

Ford Jeep

Por definição, look nascido como caminhão “General Purpose” (algo como “Aplicação Geral”) de 1/4 de tonelada (227 kg), para servir nas mais variadas tarefas das forças armadas norte-americanas e aliadas na Segunda Grande Guerra, não tardou para o  veículo se tornar conhecido por “Jeep”, termo resultante da pronúncia de “GP” em inglês.

Até o surgimento do Jeep, tração total era sinônimo de coisa cara, para serviço pesado especial e/ou militar. Salvo exceções, como as conversões da Marmon-Herrington e iniciativas isoladas, o grande público não conhecia as vantagens do 4×4.

Fruto da vitória sobre as companhias American Bantam e Ford durante uma concorrência do Quartermaster Corps do Exército Norte-Americano, a Willys criou um ícone automotivo sem precedentes. Mais de 640 mil foram fabricados durante a Segunda Guerra, não só pelo fabricante vencedor, mas também pela Ford, que ganhou contrato para produzi-lo sob licença, em 1942.

Mesmo antes do encerramento do conflito global, a Willys já vislumbrava o sucesso Jeep fora da guerra, lançando-o no mercado em fins de 1945, quando a produção civil voltava a ser permitida sem restrição. O enfoque de marketing não podia ter sido mais feliz: com propósito de veículo multitarefa para ajudar o agricultor nas árduas tarefas agropecuárias, o Jeep obteve um sucesso instantâneo, que dispensa maiores apresentações.

A versão original, batizada de CJ-2A, identificada pelo para-brisa dividido, seria substituída pelo CJ-3A em 1949, mantendo a mesma carroçaria, mas com uma série de aprimoramentos, inclusive o para-brisa em peça única.

Em 1953, o motor Go-Devil (algo como “Vai Diabo”)  “flathead”, de válvulas no bloco foi substituído por uma unidade mais moderna de cabeçote em “F” (válvulas de admissão no cabeçote e escape no bloco) de 72 hp, mantendo a mesma cilindrada de 2,2 litros e batizado de “Hurricane” (furacão).

Com isso, o capô precisou ser modificado, devido à maior altura do motor, resultando no novo CJ-3B, por aqui apelidado de “Cabeça de Cavalo”.

Em 1954, o Jeep passou a ser montado no Brasil, a partir de CKDs (kits completamente desmontados). Em 1957, aderido ao Plano Nacional de Manufatura, o lendário veículo começou a ser produzido no país, dentro dos índices de conteúdo local previstos.

O CJ-5 em seu formato final debutou por aqui em 1955, inicialmente com o motor de quatro cilindros, depois substituído pelo tradicional BF-161, uma unidade de seis cilindros, 2.638 cm³, de 91 cv a 4.000 rpm e 183 Nm a 2.000 rpm, que sobreviveria até 1975, equipando a Rural, o Pick-Up Jeep, o Aero-Willys e seu primo rico – o Itamaraty, estes últimos finados em 1972. Havia ainda o raro CJ-6, também chamado de Jeep 101, de entre eixos alongado, justamente para 101 polegadas, ou 2.565 mm.

Alguns anos depois de adquirir o controle da Willys, em 1967,  a Ford aposentou o BF-161 e assim  o Jeep ganhou um novo motor de quatro cilindros OHC, de 2,3 litros, 91 cv e 167 Nm de torque, equipando o CJ-5 de 1975 até o final de sua carreira em 1983, quando também era oferecido na versão a etanol. Com o novo engenho, a transmissão de três velocidades cedeu lugar a uma unidade de quatro marchas.

Do início dos anos oitenta, o exemplar aqui ilustrado refletia a versão a gasolina produzida na Fábrica do Ipiranga, para onde sua produção foi transferida, depois de anos abrigada na Avenida do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP.

Jeep 1 Jeep 2 Jeep 3 Jeep 4

CBT Javali – Novembro de 1988

Fabricado entre o final dos anos oitenta até cerca de 1994, cialis o Javali foi uma iniciativa da MPL Motores de São Carlos, hospital uma divisão da CBT, viagra tradicional e extinto fabricante de tratores.

O polêmico jipe era um exemplo de despojamento e verticalização, tendo grande maioria de seus componentes produzidos pela própria MPL, incluindo o motor e seus componentes.

Havia uma criticada versão de 3 cilindros com 2,94 litros, turboalimentada e capaz de desenvolver 84 cv a 3.000 rpm e torque de 250 Nm a 1.600 rpm. A outra versão, aqui ilustrada, vinha com motor de 4 cilindros e 3,922 litros (a mesma cilindrada do MWM D-229/4…) aspirado, de 78 cv a 2.800 rpm, segundo consta mais confiável e dócil nas vibrações.

Hoje os sobreviventes se encontram nas mãos de jipeiros, em muitos casos, com motores Perkins ou MWM e adaptados para uso nas trilhas.

Javali 88 1 Javali 88 2