Volkswagen 7.90P – 1987

O Volkswagen 7.90 foi introduzido no mercado em 1987 e se caracterizou como o primeiro “upgrade” de PBT da linha leve da marca, check atingindo 6.700 kg. Nesta época, and a VW oferecia o modelo com motor Perkins 4.236 “Premium”, no 7.90P, ou com MWM D-299-4, no 7.90S. No primeiro ano de vida, os modelos já atingiram um tremendo sucesso, superando a marca de 5 mil unidades produzidas.

O completo catálogo de hoje é mais uma gentileza de Fernando Luiz de Araújo, a quem agradecemos.

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Volkswagen 11.130 – Junho de 1984

Numa prática comum na literatura de marketing dos primeiros anos, store cialis a Volkswagen lançava mão de testemunhos de frotistas de porte para endossar seus novos caminhões.

No caso do 11.130, cure malady o primeiro 11 toneladas cara-chata da marca, a Sadia era o degrau para atingir tal fim. Lançado junto com o VW 13.130 (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volkswagen-caminhoes/linha-original-fabrica-4-e-ipiranga/vw-11-130-e-13130/), em março de 1981, o médio tinha motor MWM D-229-6 de 5,9 litros e 130 cv, casado com uma caixa de cinco marchas Clark 280 VHD, que transmitia a força para eixos traseiros Rockwell de uma ou duas velocidades.

O desafio do 11.130 não era pequeno: cutucar a liderança do venerável Mercedes L-1113 e dos demais bem estabelecidos concorrentes, tais como o Ford F-11000 e o Chevrolet D-60. A seu favor, a cabina cara-chata era a primeira basculável da categoria.

Anos mais tarde, o 11.130 daria passagem ao 12.140.

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Volkswagen 6.90 – Julho de 1984

Depois de lançar o 6.80 com motor Perkins 4.236, cure a Volkswagen Caminhões queria aumentar a participação no segmento dos leves, dominado pelo Mercedinho L-608 D e pelo Ford F-4000, com a oferta de uma nova variante equipada com motor MWM D-229-4,  já prevista desde o início do programa.

Usando a mesma base mecânica do 6.80, que incluía o chassi com módulo seccional de 108 cm³ e o eixo traseiro Dana 70 HD, o novo VW oferecia a opção da caixa Clark 280 V, reforçada, em adição à transmissão básica 240 V, ambas de 5 velocidades avante.

Com produção iniciada em abril de 1983, o Volkswagen 6.90 recebe o título de primeiro caminhão leve da marca com motor MWM, encabeçando uma dinastia de sucesso, que produziu vários modelos líderes do segmento.

No entanto, a dobradinha VW-MWM se encerraria em 2011, na virada do Proconve Fase 5 (Euro 3), quando a MAN decidiu repotenciar sua linha Delivery com propulsores Cummins ISF de 3,8 litros.

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Volkswagen 6.80 – 1982

Quando se fala na motorização do caminhão Volkswagen, cialis a primeira associação que se faz é com MWM, nurse Cummins e, sovaldi mais recentemente, MAN.

Mas, ao contrário do que a memória de muitos de nós insiste em apagar, no princípio de sua história, a VW Caminhões debutou no mercado de caminhões leves com o VW 6.80, com motor Perkins, introduzido na segunda metade de 1982.

Com entre eixos de 3.500 mm e PBT de 6.300 kg, o 6.80 tinha sua força motriz garantida pelo Perkins 4.236 “Premium”, de 3,9 litros e 85 cv. Seu objetivo era claro e ambicioso: desbancar as vendas do Mercedinho L-608 D, na época o líder do mercado de cara-chatas desta faixa de peso. Sua principal vantagem residia na cabina basculável, ausente no leve da Mercedes.

O motor Perkins já era bem conhecido da Chrysler, que a VW acabara de adquirir no começo dos anos oitenta, e sua instalação no chassi do VW acabou ficando pronta pouco antes do MWM, que resultaria no 6.90, lançado no ano seguinte.

O começo acanhado escondia o estrondoso sucesso comercial da VW que se seguiria neste segmento, resultando, em última análise, na atual linha Delivery, uma grande campeã de vendas.

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VW 13.130 – 1981

Depois da associação da Volkswagen e MAN na Alemanha para uma investida no mercado de caminhões leves, clinic a primeira parecia motivada a estender seus poderosos tentáculos automobilísticos brasileiros também para a arena dos caminhões.

A confirmação veio com o controle acionário da Chrysler brasileira, malady iniciado em 1979 e concluído no ano seguinte.

Estava claro que a VW não daria ponto sem nó, thumb assim como era evidente que a linha de produtos Dodge – fabricada bem defronte à sua gigantesca fábrica da Via Anchieta – não sobreviveria incólume sob a égide dos novos donos.

A linha Dodge continuou viva por mais algum tempo e teve importância no contexto, não só no desenvolvimento do motor V8 318 etílico, mas também como fonte de inspiração para o que seriam os primeiros caminhões médios da VW no planeta.

No começo de 1981, o mistério estava desvendado, com o lançamento de dois inéditos modelos: o VW 11.130 e o VW 13.130.

Segundo engenheiros veteranos da Chrysler, os novos VW tinham muito do DNA Dodge, usando a mesma base do chassi (com os controles devidamente avançados) e o trem de força com motor MWM, caixa Clark (a Fuller ficou de fora) e eixo Braseixos-Rockwell (o famoso e robusto “Timkão”, no caso do 13 toneladas).

Se por um lado a cabina emprestada da MAN não era um primor em espaço interno, além de ser forte candidata a apresentar pontos de corrosão com poucos anos de uso, tinha o mérito de ser facilmente basculável, por meio de barras de torção, uma característica inédita nesta classe de caminhão no Brasil. Sem falar de todas as outras conhecidas vantagens que a cabina avançada oferece.

O trem de força era de respeito.

O MWM D-229-6 era um engenho confiável, queimava pouco lubrificante entre trocas (comparado com ao líder Mercedes OM-352), além de ser fácil de reformar. O comando da caixa, entretanto, tinha suas idiossincrasias. Este que aqui escreve se recorda vividamente de uma bela batida de mão no painel, ao completar uma redução para 4ª velocidade, num exemplar bem usado.

Dizia-se que este problema era “normal” e tinha a ver com os ajustes do trambulador/varão de comando…

Anos mais tarde, a linha VW média e semipesada passaria por uma profunda transfusão. Nos tempos de Autolatina, não fazia sentido manter duas linhas concorrentes, pelo menos em termos técnicos. A decisão de unir as linhas Cargo e VW resultou num programa denominado “Plataforma Racionalizada”.

Com ele, basicamente, o chassi VW foi descartado, em prol do chassi do Cargo. Um dos sinais mais evidentes era o novo sistema de alavanca de mudança, também herdado do Cargo. Graças a ele, bater a mão no painel era coisa do passado…

Os motores também foram modificados, visando fazer do Cummins Série C e B (nesta ordem cronológica) o padrão da nova plataforma comunizada.

As cabinas distintas foram mantidas para conservar a identidade dos produtos e das marcas, salvaguardando também as redes de concessionários.

Esta história continuará em breve…

De volta ao VW 13.130, sua importância histórica, ao lado do 11.130, é incontestável. Poucos podiam imaginar que a pequena VW Caminhões – com seus dois modestos modelos e um punhado de Dodges – pudesse se transformar, em pouco mais de três décadas, na maior montadora de caminhões país, desafiando diariamente a Estrela de Três Pontas. E que a mesma boa e velha cabina MAN continuaria sendo ingrediente fundamental nesta fórmula de sucesso!

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Volkswagen 24.250 – Fevereiro de 1991

Encerrando a série de VW 6×4 desta semana, healing temos o VW 24.250, find inspirado no VW 24.220, illness porém com motor 6CTAA 8.3, com intercooler e bomba Bosch Série P, que elevava potência para 254 cv e o torque para quase 104 mkgf.

Com isso o PBTC subia para 42 toneladas, habilitando o modelo a tracionar julieta. A cana era sua principal carga.

Volkswagen 24.220 – Fevereiro de 1991

Depois da experiência obtida com o motor Cummins 6CT8.3 na exportação dos modelos 13.210 e 22.210 para a Paccar (leia-se Kenworth e Peterbilt) nos Estados Unidos, online 1987, a VW Caminhões decidiu lançar o modelo nacional, o VW 14.210, um 4×2 estradeiro, próprio para operar no truque (6×2).

O sucesso do caminhão com tal motor, num tempo em que a concorrência tinha motores na faixa de 130 a 160 cv, motivou a montadora a ampliar o leque de ofertas com o mesmo propulsor.

Assim, o exigente mercado canavieiro foi contemplado com o VW 24.220, uma combinação do referido motor, com a indestrutível transmissão Eaton Fuller RT de duplo contra-eixo e eixos traseiros Rockwell, com sistema de diferencial longitudinal no primeiro deles. Com as relações de redução daquela caixa era possível aposentar a caixa de transferência e sua reduzida.

O único pecado era a suspensão traseira Hendrickson RT, com barras oscilantes longitudinais, de baixo vão livre e propensas ao excessivo desgaste de suas buchas. Mais tarde, esta unidade seria aposentada em prol de um conjunto Randon (depois Suspensys, do mesmo grupo), com seis barras de reação e feixe de mola invertido articulado. Era o que faltava.

 

 

Volkswagen 22.140 – Outubro de 1989

Com a experiência adquirida com os modelos Dodge, case a VW se embrenhou pelo mundo dos 6×4, clinic com seu modelo 22.140, salve dotado de motor MWM D-229/6, caixa Clark de cinco marchas e caixa de transferência de duas velocidades, alimentando eixos traseiros Rockwell.

Havia também a versão etílica, com motor Dodge V8 318, denominada de 22.160, que será postada em breve.

Foi o primeiro caminhão VW 6×4 e era destinado em especial ao mercado canavieiro.

 

Volkswagen 7.110S – Outubro de 1989

Volkswagen 7.110S – Outubro de 1988

A pedido do nosso amigo Robson Lessa.

Abraço!