Volkswagen 16.200 – 1998

16200 1 16200 2 16200 3 16200 4 16200 5 16200 6 16200 7 16200 8

Para enriquecer nossa coleção de literaturas da chamada Série Resende de caminhões Volkswagen, drugstore hoje oferecemos a você amigo leitor este catálogo do 16.200, tadalafil o semi-pesado da marca lançado em 1998 com a missão de absorver parte do estrondoso sucesso do Mercedes L-1620, então líder da categoria.

A receita novo VW era baseada no motor Cummins 6BTAA5.9 esticado para render respeitáveis 208 cv, oferecendo desempenho e economia competitivos, com menor custo e peso que o 6CTAA8.3 de 215 cv, empregado no reconhecido 16.220. O novo 5,9 litros da Cummins era ajustado para atender Euro 2 (Proconve Fase 4), mesmo antes do ano 2000, a data prevista para sua vigência.

Quando comparado ao líder do segmento de 16 toneladas brutas, o 16.200 oferecia torque máximo de 704 Nm, uma vantagem de 10% sobre os 640 Nm do L-1620. O PBT de 16.000 kg também era superior em 500 kg ao do Mercedes. Quando equipados externamente com terceiro eixo, o PBT subia para 23.000 kg, ou 1.000 kg a mais que no bicudo da Mercedes. Cabe lembrar que naquela época os 6×2 de fábrica ainda estavam por renascer.

A cabina avançada basculável ganhava adeptos a cada dia, mas a aceitação dos convencionais era ainda muito boa, especialmente se fossem dotados de uma estrela de três pontas na dianteira.

Como resultado, a VW assustou a concorrente, mas não conseguiu desbancar a força do L-1620 neste segmento. Em 1999, por exemplo, foram produzidas nada menos que 5.860 cópias do L-1620, mais 900 unidades do cara-chata 1720. Em Resende, RJ, 1.480 unidades do 16.200 rolaram para fora da linha de montagem, junto de outros 631 VW 16.220. Outro player importante desta faixa era o Ford Cargo 1622, com 993 chassis fabricados naquele ano.

No ano seguinte, a VW implementou um grande pacote de melhorias em toda a sua linha que resultou na chamada Série 2000. Com isso, o 16.200 foi desativado em favor do novo 17.210, que também obteve sucesso imediato, com mais de 3 mil produzidos em 2001. Este modelo, por sua vez, pavimentou o caminho para a chegada do 23.210, o primeiro VW 6×2 de fábrica com motor Cummins 5.9 e o precursor do Constellation 24.250, o caminhão mais vendido da marca até 2012 e um dos grandes responsáveis pela liderança da mesma sobre sua eterna rival, a Mercedes-Benz, em anos recentes.

 

Volkswagen 35.300 – Linha Resende

O VW 35.300 foi a semente para a marca ingressar no disputado mercado de caminhões tratores pesados. Foi sucedido pelo 40.300, pills que cedeu lugar ao 18.310 Titan, look um verdadeiro fenômeno de vendas que preocupou até a Scania e a Volvo. O Titan teve o mérito de ser o primeiro caminhão nacional com suspensão traseira a ar de série, look apesar do ceticismo de alguns na ocasião.

Seu sucesso foi em parte responsável por alavancar a participação da VW para patamares jamais vistos. Somado ao êxito de outros modelos e de suas bem planejadas estratégias, a VW Caminhões e Ônibus acabou por ultrapassar a eterna líder de mercado, a Mercedes-Benz, embora por pequena margem, mas se estabelecendo como o maior fabricante brasileiro de caminhões, de forma consistente nos últimos anos.

O VW 35.300 aqui postado é o da chamada segunda geração, da Linha Resende, que marcava a fabricação independente da VW em sua nova Fábrica de Resende, RJ, com seu tão comentado sistema produtivo baseado no Consórcio Modular, depois da separação da conturbada fase Autolatina, em que seus caminhões eram montados na Fábrica do Ipiranga, nos últimos anos sob a tutela da Ford.

Caracterizava o visual desta linha o novo para-choque com faróis retangulares incorporados ao mesmo e as faixas decorativas em tons de azul e amarelo.

Boa semana!

VW 16.170BT 16.220 16.300 – Mai.98

VW 14.150 14.170BT 14.220 – Nov.98