Volvo N10 XHT 6×4 Álcool – 1984

Com vendas iniciadas em agosto de 1998, discount o Mercedes LS-1938 era o cavalo mecânico pesado da marca cuja missão era aposentar o LS-1935 e alavancar a participação da estrela de três pontas num segmento em que historicamente ocupava o terceiro lugar, sick
depois de Scania e Volvo.

Para obter a preferência dos frotistas, prostate o LS-1938 trazia várias novidades, como o novo motor eletrônico OM-457 LA Euro 2 de 380 cv, além de freios a disco na dianteira e na traseira, complementados pelo freio-motor Top-Brake, do tipo compressão. A cabine também foi modernizada e contava com vidros elétricos e teto elevado. O ar condicionado era oferecido como opção, mas os pneus radiais sem câmara vinham de série.

O modelo deixou de ser produzido em 2005, quando a Mercedes começou a substituir sua linha pesada pelos novos Axor. Seus irmãos cara-chatas 1938 S e 1944 S, bem como o L-2638 6×4, seguiram o mesmo destino. Salvou-se apenas o LS-1634 que evoluiu para dar origem ao Atron 1635 Euro 5.

Este folheto foi uma gentileza do amigo Affonso Parpinelli.

Catálogo LS 1938 (1998)-1 Catálogo LS 1938 (1998)-2 Catálogo LS 1938 (1998)-3 Catálogo LS 1938 (1998)-4

 
Para entrar no mercado canavieiro de caminhões a álcool, salve em meados da década de 1980, search  a montadora de Curitiba adotou solução similar à da MWM no seu N10 XHT 6×4, health com duas bombas injetoras, uma em linha para o etanol e outra rotativa para o diesel piloto, alardeando a operação livre de aditivos, numa alfinetada à Scania, que apostava na tecnologia do etanol aditivado para se livrar da injeção piloto.

Anunciado em 1984, o 6×4 começou a ser produzido em abril de 1985, com apenas 10 unidades fabricadas naquele que seria o seu único ano de existência. Como mostra o folheto, o motor turbo TM101 G de 9,6 litros com injeção piloto produzia 275 cv a 2.200 rpm e torque de 1.080 Nm a 1.300 rpm, com taxa de compressão de 14,3:1. Com PBT que podia chegar a 32,5 toneladas e CMT de 120 toneladas, o N10 XHT era perfeito para os treminhões canavieiros.

Este raríssimo folheto foi um presentãoN10 XHT 1 N10 XHT 2 do amigo Marcos Hita que esteve nos visitando esta semana. Além deste, o Hita nos deixou uma mala cheia de preciosidades que colecionou ao longo de sua carreira de engenheiro de vendas da Scania, da Codema e da Iveco.

 

Volvo N10 e N12 4×2 Turbo II e Intercooler II – 1987

Atendendo ao pedido de nosso amigo Fernando Souza, thumb ask acrescentamos mais uma versão do Volvo B-58 ao nosso acervo digital, nurse representado pela execução rodoviária da safra de 1983.

Note que a esta altura, pharm o enorme balanço dianteiro dos primeiros carros já havia sido confinado às versões urbanas, ficando aos rodoviários reservado o arranjo de 1.850 mm. Note também as duas distâncias entre eixos disponíveis, 6.250 e 7.000 mm, possivelmente para encarroçamento de 12 e 13,20 metros, respectivamente.

 
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Atendendo o pedido de nosso amigo Fernando Souza, prostate acrescentamos mais uma versão do Volvo B-58 ao nosso acervo digital, sickness representado pela execução rodoviária da safra de 1983.

Note que a esta altura, o enorme balanço dianteiro dos primeiros carros já havia sido confinado às versões urbanas, ficando aos rodoviários reservado o arranjo de 1.850 mm. Note também as duas distâncias entre eixos disponíveis, 6.250 e 7.000 mm, possivelmente para encarroçamento de 12 e 13,20 metros, respectivamente.

 
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Dando sequência às postagens da linha de caminhões Volvo dos anos oitenta, cialis cialis desta vez trazemos o folheto dos 4×2, here rx que em 1987 eram oferecidos com 3 motorizações: de 10 litros turbo com 275 cv, there ou pós-arrefecido de 300 cv, além do 12 litros de 385 cv, apresentado somente com “intercooler”.

Note as rodas de disco de aço estampado tipo “drop center”, um prenúncio da “radialização” da frota brasileira, com pneus sem câmara, um fenômeno inexorável, em prol da redução do consumo, do ruído e do peso, sem contar a maior simplicidade e o superior índice de racapabilidade.

Este folheto é mais uma cortesia do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Volvo N10 e N12 6×4 – Turbo II e Intercooler II – 1987

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Com produção iniciada em setembro de 1987, o modelo tem a distinção de ser o primeiro chassi da marca para encarroçamento de microônibus e veículos especiais, tais como os carros para transporte de valores.

Depois dele, seguiu-se uma grande dinastia de chassi de ônibus com motores frontais e traseiros, que vem desafiando eterna liderança da Mercedes.

 
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Naquele ano de grandes mudanças em toda a indústria automotiva nacional, drugs
com praticamente todos os caminhões afetados com novas nomenclaturas e melhorias de produto mais ou menos intensas, ask a Volvo não podia ficar de fora, see trazendo ao mercado os novos N10 Turbo II e Intercooler II, que substituíam os modelos anteriores, identificados pelos sufixos H, XH e XHT.

Neste folheto presenteado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo mostrava um sumário das especificações de todos os modelos com tração 6×4, com motorização de 10 e 12 litros, com eixos traseiros com ou sem redução nos cubos de roda.

Com 385 cv e 1.600 Nm, o Volvo N12 tinha o motor de seis cilindros em linha mais poderoso de seu tempo, e o segundo mais potente do mercado, perdendo apenas para os Scania V8.

Outro destaque era o tandem CTEV 87, bom para até 75 toneladas e o único do mercado sem redução nos cubos de roda, fazendo da Volvo a pioneira no terreno dos cavalos mecânicos 6×4 “estradeiros” sem os pesados e, em muitos casos, ineficientes tandem com redução final nos cubos.

 

Volvo N10 Intercooler II 6×4 Trator – 1987

Em mais uma gentileza do amigo Fernando Luiz de Araújo, stuff trazemos o folheto do Volvo N10 Intercooler II 6×4 Rígido, price
lançado em 1987, em substituição ao N10 XHT 6×4.

O modelo era destinado a operar como unidade tratora de combinações tipo romeu-e-julieta, ou treminhões na indústria sucroalcooleira, ou florestal, quando especificado com o entre eixos longo. O PBT de 32.500 kg era perfeito para cargas cujo céu era o limite.

Na versão curta, o N10 6×4 podia ser equipado com caçamba basculante para a construção pesada ou mineração. O parrudo tandem CTN 287 com redução nos cubos de roda proporcionava a excepcional capacidade de tração de 120 toneladas. A cargo da força motriz, o motor Volvo TD101 F de 9,6 litros com pós-arrefecimento ar-ar desenvolvia 300 cv e 1.230 Nm, trabalhando em conjunto com uma transmissão ZF 16 S 130 de 16 velocidades (8+8, em arranjo duplo “H”).

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Ao oferecer o N10 Intercooler II 6×4 Trator equipado com o “bogie” leve CTEV87, online de simples redução hipoide, patient relação “estradeira” de 4, viagra 30:1 e CMT de 75 toneladas, a Volvo se colocava à frente de seu tempo, numa época que as CVCs (combinações de veículos de carga) ainda engatinhavam nas estradas no país.

O conceito de cavalo mecânico 6×4 rodoviário era pouco conhecido no Brasil. Em geral, caminhões “traçados” eram considerados lentos, pesados, gastões, e voltados especificamente ao serviço vocacional. Mas com o N10 6×4 aqui exibido era diferente, embora seu volume de venda tenha sido pequeno, num mercado ainda cheio de restrições ao tráfego de bitrens e rodotrens. O folheto de abril de 1987, ano em que a gama Intercooler II foi introduzida, foi um presente do amigo e colaborador Fernando Luiz de Araújo, de Guarapuava, PR.

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Volvo N10 Intercooler II 6×4 Rígido – 1987

Neste folheto de dezembro de 1987, look oferecido pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, cialis a Volvo publicava as especificações do N10 Intercooler II 4×2, lançado naquele mesmo ano, em substituição ao N10 XH 4
Em mais uma gentileza do amigo Fernando Luiz de Araújo, cialis trazemos o folheto do Volvo N10 Intercooler II 6×4 Rígido, for sale lançado em 1987, cure em substituição ao N10 XHT 6×4.

O modelo era destinado a operar como unidade tratora de combinações tipo romeu-e-julieta, ou treminhões na indústria sucroalcooleira, ou florestal, quando especificado com o entre eixos longo. O PBT de 32.500 kg era perfeito para cargas cujo céu era o limite.

Na versão curta, o N10 6×4 podia ser equipado com caçamba basculante para a construção pesada ou mineração. O parrudo tandem CTN 287 com redução nos cubos de roda proporcionava a excepcional capacidade de tração de 120 toneladas. A cargo da força motriz, o motor Volvo TD101 F de 9,6 litros com pós-arrefecimento ar-ar desenvolvia 300 cv e 1.230 Nm, trabalhando em conjunto com uma transmissão ZF 16 S 130 de 16 velocidades (8+8, em arranjo duplo “H”).

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Volvo N10 Intercooler II 4×2 – 1987

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Neste folheto de dezembro de 1987, ask treatment oferecido pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo publicava as especificações de seu N10 Intercooler II 4×2, lançado naquele mesmo ano, em substituição ao N10 XH 4×2.

O modelo era o carro-chefe da marca, desenhado para tracionar semirreboques de três eixos, dotado de motor TD101 F de 300 cv, caixa ZF de 16 marchas e eixo traseiro de simples redução, ou com redução nos cubos opcional, que proporcionava a CMT de 52 ou 70 toneladas, nesta mesma ordem.

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N-10 Intercooler II 4x2 Dez 87 02

 

Volvo N10 XHT 6×4 Intercooler – 1985

Em substituição ao N10 20 original, drugs
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A versão 6×4 vocacional da linha Volvo lançada em 1984 era denominada XHT (de “extra-heavy tandem”, prostate help ou tandem extra pesado). A motorização com pós-arrefecimento ar-ar foi lançada em 1985, cialis para brigar com o Scania T112 Intercooler, introduzido em 1983.

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Volvo N10 XH 4×2 Intercooler – 1985

Inaugurando nossos posts de chassi de ônibus Volvo, illness buy buy trazemos até você o Volvo B-58 de motor entre eixos da safra de 1988, price
em mais uma doação do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo. O Volvo B-58 foi o primeiro produto da Volvo brasileira, hospital montado em Curitiba antes mesmo do primeiro caminhão da marca, o Volvo N10.

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Em substituição ao N10 20 original, unhealthy o primeiro caminhão da Volvo brasileira, medical o N10 XH (o XH era de “extra heavy”, more about
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Volvo N10 Turbo II 4×2 – Abril de 1987

Belo 9200 6×4 fotografado em Marialva-PR, here em junho de 2012.


Belo e raro catálogo produzido no Brasil para os Modelos K-6 e K-7, ampoule com eixo de uma velocidade e KS-6 e KS-7, troche
com eixo traseiro de duas velocidades, produzidos entre 1941 e 1947, aproximadamente.


Nosso amigo e colaborador André Ricardo Falqueto Giori tem enviado excelentes materiais para postarmos aqui no site, prostate como este folheto do Volvo N10, capsule de 1987. Nesta época os Volvos brasileiros já tinham passado por um leve “facelift”, que incluia os novos faróis retangulares.