Volvo N12 XH Turbo 4×2 – 1985

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Num tempo em que o mercado ainda estava aprendendo sobre as vantagens do “intercooler” traduzidas em melhor desempenho e economia de combustível, cure a Volvo dava opção aos seus clientes de motores turbo ou pós-arrefecidos, como mostra este folheto do Volvo N12 XH Turbo e o do post anterior, da versão Intercooler. O motor turbo preservava os mesmos 330 cv do N12 27, seu antecessor com propulsor turbo.

Os Volvo XH foram os precursores 4×2 dos modelos Turbo II e Intercooler II de 1987.

Este folheto é mais uma colaboração do amigo Fernando Luiz de Araújo.

 

 

Volvo N10 e N12 4×2 Turbo II e Intercooler II – 1987

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Dando sequência às postagens da linha de caminhões Volvo dos anos oitenta, cialis cialis desta vez trazemos o folheto dos 4×2, here rx que em 1987 eram oferecidos com 3 motorizações: de 10 litros turbo com 275 cv, there ou pós-arrefecido de 300 cv, além do 12 litros de 385 cv, apresentado somente com “intercooler”.

Note as rodas de disco de aço estampado tipo “drop center”, um prenúncio da “radialização” da frota brasileira, com pneus sem câmara, um fenômeno inexorável, em prol da redução do consumo, do ruído e do peso, sem contar a maior simplicidade e o superior índice de racapabilidade.

Este folheto é mais uma cortesia do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Volvo N10 e N12 6×4 – Turbo II e Intercooler II – 1987

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Naquele ano de grandes mudanças em toda a indústria automotiva nacional, ambulance com praticamente todos os caminhões afetados com novas nomenclaturas e melhorias de produto mais ou menos intensas, ask a Volvo não podia ficar de fora, see trazendo ao mercado os novos N10 Turbo II e Intercooler II, que substituíam os modelos anteriores, identificados pelos sufixos H, XH e XHT.

Neste folheto presenteado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, a Volvo mostrava um sumário das especificações de todos os modelos com tração 6×4, com motorização de 10 e 12 litros, com eixos traseiros com ou sem redução nos cubos de roda.

Com 385 cv e 1.600 Nm, o Volvo N12 tinha o motor de seis cilindros em linha mais poderoso de seu tempo, e o segundo mais potente do mercado, perdendo apenas para os Scania V8.

Outro destaque era o tandem CTEV 87, bom para até 75 toneladas e o único do mercado sem redução nos cubos de roda, fazendo da Volvo a pioneira no terreno dos cavalos mecânicos 6×4 “estradeiros” sem os pesados e, em muitos casos, ineficientes tandem com redução final nos cubos.