Chevrolet C-6500 – 1962

Nosso amigo Júnior Vasconcelos nos enviou estas imagens de um belo Chevrolet C-6500 “Brasil”, acompanhadas da seguinte resenha:

“Esse exemplar do Chevrolet 1962 foi reformado e presenteado em forma simbólica pelos empresários do Grupo Fretcar (Fortaleza, CE) em homenagem a seu pai José Carlos Sobrinho, empresário e uma das maiores lideranças políticas da região de Ipu nas últimas décadas, proprietário da extinta empresa Ipu Brasília e VIPU. Zezé Carlos, como é mais conhecido, iniciou sua trajetória levando os candangos de Ipu e região para a nova capital Brasília em um caminhão similar ao que ganhou, logo depois foi adquirindo ônibus.”

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Chevrolet Veraneio com chassi argentino

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Nosso amigo Daniel Giraldi, de Porto Alegre, sempre atento a curiosidades automotivas, há algumas semanas nos enviou este interessante relato sobre as últimas Veraneios produzidas pela GM:
“Essa eu vi semana passada já perto do final da Rua da Praia, e acho que tu vai gostar.
Uma legítima Veraneio M, daquelas que eram finalizadas na Envemo com base numa D-20 argentina. Como tu provavelmente te lembre, em 94 a produção da D-20 e da C-20 foi movida para Córdoba (desconheço as razões para os caminhões terem permanecido em produção do lado de cá da fronteira e as pick-ups terem ido para a Argentina), e para simplificar a escala passaram a ser feitas só com cabine simples e o chassi curto, e assim a Veraneio longa acabou sendo descartada. Mas como a Blazer só viria em 95, foi necessário preencher a lacuna para continuar atendendo ao segmento das viaturas de polícia, então o jeito foi desenvolver essa adaptação em parceria com a Envemo, mas mantendo as garantias de fábrica.
É quase impossível achar uma Veraneio M a diesel, já que a grande maioria foi feita com o motor de 6 cilindros a gasolina, já injetado e compartilhado com o Omega (pelo que eu me lembre mudava só o comando de válvulas), e atendia principalmente à Polícia Rodoviária Federal.
Eu até me lembro de uma vez em 2002 que estávamos eu, minha mãe e meu avô materno passando pela ponte Colombo Salles, em Florianópolis, e ao avistar uma Veraneio da PM o meu avô começa a tecer elogios à barca, e comenta que era um carro tão bom que a Chevrolet teve que manter a produção na Argentina até 97 para atender à Polícia Federal. Ele acabou se perdendo em alguns detalhes, como o chassi mais curto e parte da carroceria ser feita em fibra, além de ser mais direcionada à PRF que à PF…
De qualquer jeito, esse não é um modelo muito facilmente visto hoje em dia, tanto por uma grande parte ter sido sucateada quanto pela competição interna tanto com a Blazer quanto com a Omega Suprema no varejo, além da Ipanema ter absorvido parte da demanda das polícias estaduais no meio-tempo entre o fim da produção da Veraneio e o lançamento da Blazer.”

Chevrolet Modelo T – 1921 – Vende-se

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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, sickness que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, stuff o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625.”
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
Nota: por alguma razão desconhecida por este que aqui escreve, o limitadíssimo editor de texto do WordPress (a plataforma deste espaço) não está permitindo uma melhor edição destas linhas, com o devido espaçamento entre elas, de modo a facilitar sua leitura. Portanto, pedimos desculpas pela disposição “tumultuada” deste post…!

GMC 760 – 1952

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Nosso amigo Douglas Antunes Pacheco nos fez a gentileza de digitalizar uma excelente reportagem sobre o GMC 760 e o “antigocaminhonismo”, thumb fenômeno que parecia alastrar-se, já nos anos oitenta. Assinado pelo competente jornalista Oscar Nelson Kuntz, o artigo parece tão atual, apesar de ter quase trinta anos.

Junto do material, o Douglas nos enviou a seguinte mensagem de apoio:

“Prezados,
Em primeiro lugar, devo parabenizá-los pela iniciativa de criar o site. Ele é sensacional, os arquivos e as informações técnicas são fascinantes. Sempre fui, desde garoto, fã dos carros. Mas os caminhões sempre me encantaram também.
Assim, como forma de agradecer as incontáveis informações que aprendi no site, compartilho este modesto material, extraído da saudosa revista Motor 3 (edição de Janeiro de 1986 – nº 67), com as impressões sobre o clássico GMC 760 de 1952, inclusive com algumas informações técnicas e fotos em cores.
Tenho também algum material fotografado de jornais antigos de Florianópolis. Se for do interesse de vocês, posso enviá-los.
Mais uma vez parabéns pelo site e deixo meus votos de sucesso nesta maravilhosa empreitada.
Grande abraço.”
Obrigado, Douglas! Conte conosco também.

Chevrolet 6000

Este bonito Chevrolet 6000 foi capturado em foto enquanto regressava de mais uma feira livre, pilule depois de madrugar, carregado de mercadorias do Ceasa de São Paulo.

O exemplar aqui registrado continua firme e forte, ajudando seu feliz proprietário pagar suas contas.

Os selos redondos no canto esquerdo do para-brisa atestam que este 6000 está de acordo com lei em termos dos níveis de fumaça em aceleração livre, tendo logrado passar nas inspeções do Controlar da Prefeitura de São Paulo, nos últmos quatro anos consecutivos!

Lançado em 1993, o 6000 era equipado com motor Maxion S4 (S4T na versão 6000 Turbo) e representava um esforço da Chevrolet para conquistar o espaço perdido para o legendário F-4000 do Oval Azul, devido a falta de foco do fabricante no negócio de caminhões.

Trazia melhorias como os bancos 1/3  e 2/3, embreagem hidráulica, entre outras, mas seu principal argumento para os vendedores era o preço até 10% menor que o do Ford.

 

Chevrolet C-65P – 1974

Um bonito (e empoeirado) Chevrolet C-65P de 1974 bastante original há 25 anos com o mesmo dono, sick fotografado no interior de São Paulo, em plena atividade. Seu motor original é o Chevrolet 261 de 4,28 litros, 151 cv brutos. A caixa era de 4 marchas, ou de 5 opcional, com eixo traseiro Timken. O PBT chegava a 10.700 kg. A GM chegou a comemorar a primeira posição de caminhão médio mais vendido com o C-65 na década de 60, e em 70 continuou forte, até perder embalo em prol das versões com motor diesel D-60 e seus concorrentes movidos pelo mesmo combustível.

Chevrolet D-60 Detroit – Pedro Leopoldo-MG

Aparentando estar nas fases finais de uma caprichada restauração, no rx um bem conservado Chevrolet D-60, ambulance apesar de bastante empoeirado por descansar numa usina de concreto, foi encontrado na grande BH, em abril de 2012, ainda portanto o raro motor Detroit 4-53, de quatro cilindros e dois tempos, e 130 cv. Um desempenho excepcional para os seus meros 3,5 litros de cilindrada. Na época, os concorrentes tinham mais de 5 litros para obter a mesma potência. Pouco entendidos e muito execrados, restaram poucos D-60 DDA como este. Parabéns aos proprietários por conservá-lo!