Ford F-700 Americano – 1972 – Novas imagens

Hoje dividimos com você amigo leitor este raro catálogo do trator agrícola articulado Massey Ferguson 4780, treatment pharm equipado com motor Scania DN1101 de 215 cv e transmissão de 10 velocidades.

Este material tem uma história curiosa: foi obtido através de correspondência para a Massey Ferguson nos anos 1980 e ficou em nosso acervo até alguns meses atrás, order quando o colecionador Jan Lambrechts, order da Bélgica, achou nosso espaço e insistiu para comprar toda nossa pequena coleção de catálogos de tratores articulados brasileiros, entre MF e Engesa.

Concordamos em vender, desde que pudéssemos digitalizar (para publicar aqui) todo o material antes de remetê-lo à Bélgica. Em contrapartida, o Jan também se comprometeu a digitalizar e enviar a coleção de catálogos brasileiros que possui. Em breve, daremos início à publicação.

MF4780 1 MF4780 2 MF4780 3 MF4780 4
Nosso amigo Alberto Rocchi há muito enviou fotos de seu Ford F-700 norte-americano da safra de 1972, cheap dessa vez totalmente recuperado e em condição de uso normal.

O modelo de baixa quilometragem roda por conta de um motor Ford V8 330 (5, medications
4 litros) a gasolina de 190 hp a 4.000 rpm e transmissão automática.

Junto com as fotos, o Alberto enviou a seguinte mensagem:

“Caro Evandro, estou enviando algumas fotos do  Ford f 700. Ele está finalizado. Apenas fiz freios e carburador, e coloquei retrovisores, lanternas e buzina cromadas. O restante continua como era quando comprei. Um caminhão muito gostoso de pilotar, macio e confortável, sem falar do motor V8 330 que dá o charme no caminhão.

Um grande abraço,

Alberto Rocchi.”

Para saber mais detalhes sobre este Série F  e ver como ele se encontrava antes do Alberto colocar suas mãos caprichosas nele, clique aqui.

F-700 1 F-700 2 F-700 3 F-700 4 F-700 5 F-700 6 F-700 7 F-700 8 F-700 9

 

Raridades do Paraná: Mercedes LP-321, Ford Big Job e Ford F-1

Há alguns meses nosso amigo Luiz Felipe Scheibel nos enviou algumas interessantes contribuições. Em primeiro lugar, viagra approved fotos de um Mercedes LP-321 que, apesar de ter passado por uma plástica e troca da barrigada, continua na ativa e, portanto, tem muito mérito. Para acompanhar, o Felipe também registrou o que aparenta ser um Ford F-7 ou F-8 Big Job de 1952, trucado e com eixos transplantados, além de uma picape Ford F-1 da safra de 1948 a 1950, com grade de elementos horizontais.

Junto com as imagens, o Felipe enviou a seguinte mensagem, tão apreciada quanto as fotos:

“Bom Dia Evandro, tudo bem?

Espero que sim. Meu nome é Felipe Scheibel, e sou de Ponta Grossa – PR. Primeiro gostaria de dizer que sou fã apaixonado pelos nossos caminhões, e consequentemente do Caminhão Antigo Brasil, onde aprendi muito sobre nossos caminhões.
Minha família sempre esteve ligada aos caminhões desde meu bisavô com “Fordinhos” com carroceria de madeira (os quais infelizmente não possuo fotos), pelo meu avô e seus FNM’s basculantes e até meu pai e tios que possuem empresa de terraplanagem e possuímos alguns caminhões basculantes a maioria antigos (Mercedes 1113 e 1513,ambos ano 1977; Dodge D950 ano 1980; Ford F12000 ano 1981; Ford Cargo 1415, ano 1988 e a mais recente aquisição um VW 16-220 ano 1993.
Tanto os Mercedes Benz, quanto o VW se encontram muito bem conservados, com boa parte da sua originalidade. O 1113 estava parado a desde 1985, quando o compramos em 2010, ainda com as notas fiscais (amareladas) no porta luvas. Então o restauramos (mais a parte mecânica, como motor e suspensão, pois a lataria estava muito bem conservada sem ferrugem e podres então a  pintura é a original de 1977) e é o nosso xodó.
Infelizmente um dos nossos motoristas o “equipou” com alguns acessórios que não são da época, o que não me agradou muito, e outros um pouco mais necessários ao nosso uso (carcaça e freios e ponta de eixo do 1318, turbina, freio a ar estacionário, entre outros ) mas assim que encontrar algumas fotos dele em estado “menos atual” enviarei com muito prazer, assim como dos outros caminhões.
Também temos algumas camionetes (F1000 e D20) que para o meu pai são as melhores camionetes já fabricadas. Houve ainda um encontro de caminhões antigos aqui na cidade, alguns dias atrás e enviarei as fotos assim que reunir todas (de máquinas de amigos, já que a minha ficou sem bateria….). Mas tem alguns FNM’s, bem conhecidos do site e alguns mais raros, como GM 1940 e dois Diamond – T.
Mas estou aqui pra enviar algumas fotos, de caminhões de Guarapuava onde estou trabalhando atualmente. Um é um Ford, infelizmente não sei lhe dizer modelo nem ano, mas confio no especialista e lhe enviarei as fotos.
Vai de brinde uma Ford F1, para restauração que está a venda com o telefone do proprietário, já que esta caminhonete (belíssima) encontra-se no mesmo local, junto com o caminhão Ford.
Outro é um raro LP321, com uma história muito bacana. O proprietário, sr. Sérgio, é produtor de batata e utiliza o caminhão para o transporte de materiais da sua propriedade. O caminhão era de seu pai, e hoje está com ele, e e, bom estado de conservação. O sr. Sergio fala que aprendeu a dirigir nesse mesmo caminhão, então o Mercedes é parte integrante da família e diz que não o vende.
O caminhão também sofreu uma “atualização” mecânica, como diferencial do Cargo (Rockwell 240, eu creio), freios e carcaça do 1318 e algumas outras que não me recordo. Mas esteticamente o caminhão aparenta ser bem original.
Peço desculpas pelas fotos, pois foram tiradas de um aparelho celular e a resolução não é das melhores. Mas espero que sejam aproveitadas e ajudem a conservar a memória e a história tão rica dos caminhões do nosso país. Desculpe pelo longo texto, mas saiba que aqui há um grande fã do seu trabalho, e sempre que possível irá colaborar para o acervo do site.
Grande abraço e continue o excelente trabalho.”
LP-321 1 LP-321 2 Ford Big Job 1 Ford F-1

Ford F-700 Americano – 1972

Mercedes BenzLS  1934 Veja Agosto 1988 2

O Mercedes LS-1934 representa um certo paradoxo. Na época em que foi produzido, troche era o sinônimo do estágio evolutivo final que a família AGL e o motor 355 puderam atingir ao longo dos anos.

Em meio aos concorrentes de seu tempo, unhealthy ficava devendo em muitos aspectos. O bom e velho motor 355 dos anos 60 fora esticado para impensáveis 340 cv, criando uma série de limitantes, como a tendência ao superaquecimento e a curta vida útil. Mas era a cartada final da montadora, antes da que a nova linha HPN estivesse pronta para sair do forno.

Avançando o filme em mais de 25 anos para o futuro, o que resta das limitações de outrora é nada, se comparadas ao carinho e ao carisma que este caminhão arrebatou. Hoje, uma verdadeira legião de fãs se entusiasma por seu estilo inconfundível – um misto de clássico e moderno – numa receita bem acertada e chamativa, enaltecida graças à maquiagem proporcionada pelas calotas e as inéditas saias laterais opcionais.

Na atualidade, poucos 1934 sobrevivem em boas condições. Resta torcer para que os escassos e heroicos colecionadores do país não se esqueçam deste grande clássico na hora de escolher seu próximo projeto de restauração. Nossos olhos e corações agradecem!

Por falar em agradecer, lembramos que esta peça publicitária foi mais uma gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

 
Mercedes BenzLS  1934 Veja Agosto 1988 2

O Mercedes LS-1934 representa um certo paradoxo. Na época em que foi produzido, viagra era o sinônimo do estágio evolutivo final que a família AGL e o motor 355 puderam atingir ao longo dos anos.

Em meio aos concorrentes de seu tempo, ficava devendo em muitos aspectos. O bom e velho motor 355 dos anos 60 fora esticado para impensáveis 340 cv, criando uma série de limitantes, como a tendência ao superaquecimento e a curta vida útil. Mas era a cartada final da montadora, antes da que a nova linha HPN estivesse pronta para sair do forno.

Avançando o filme em mais de 25 anos para o futuro, o que resta das limitações de outrora é nada, se comparadas ao carinho e ao carisma que este caminhão arrebatou. Hoje, uma verdadeira legião de fãs se entusiasma por seu estilo inconfundível – um misto de clássico e moderno – numa receita bem acertada e chamativa, enaltecida graças à maquiagem proporcionada pelas calotas, spoiler, para-sol e as inéditas saias laterais opcionais.

Na atualidade, poucos 1934 sobrevivem em boas condições. Resta torcer para que os escassos e heroicos colecionadores do país não se esqueçam deste grande clássico na hora de escolher seu próximo projeto de restauração. Nossos olhos e corações agradecem!

Por falar em agradecer, lembramos que esta peça publicitária foi mais uma gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Para quem quiser saber mais sobre o modelo, em junho de 2012 publicamos o respectivo folheto aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/ls-1934/

 
Mercedes BenzLS  1934 Veja Agosto 1988 2

O Mercedes LS-1934 representa um certo paradoxo. Na época em que foi produzido, sick era o sinônimo do estágio evolutivo final que a família AGL e o motor 355 puderam atingir ao longo dos anos.

Em meio aos concorrentes de seu tempo, order ficava devendo em muitos aspectos. O bom e velho motor 355 dos anos 60 fora esticado para impensáveis 340 cv, criando uma série de limitantes, como a tendência ao superaquecimento e a curta vida útil. Mas era a cartada final da montadora, antes da que a nova linha HPN estivesse pronta para sair do forno.

Avançando o filme em mais de 25 anos para o futuro, o que resta das limitações de outrora é nada, se comparadas ao carinho e ao carisma que este caminhão arrebatou. Hoje, uma verdadeira legião de fãs se entusiasma por seu estilo inconfundível – um misto de clássico e moderno – numa receita bem acertada e chamativa, enaltecida graças à maquiagem proporcionada pelas calotas, spoiler, para-sol e as inéditas saias laterais opcionais.

Na atualidade, poucos 1934 sobrevivem em boas condições. Resta torcer para que os escassos e heroicos colecionadores do país não se esqueçam deste grande clássico na hora de escolher seu próximo projeto de restauração. Nossos olhos e corações agradecem!

Por falar em agradecer, lembramos que esta peça publicitária foi mais uma gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Para quem quiser saber mais sobre o modelo, em junho de 2012 publicamos o respectivo folheto aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/ls-1934/

 
Mercedes BenzLS  1934 Veja Agosto 1988 2

O Mercedes LS-1934 representa um certo paradoxo. Na época em que foi produzido, viagra era o sinônimo do estágio evolutivo final que a família AGL e o motor 355 puderam atingir ao longo dos anos.

Em meio aos concorrentes de seu tempo, medicine ficava devendo em muitos aspectos. O bom e velho motor 355 dos anos 60 fora esticado para impensáveis 340 cv, medical criando uma série de limitantes, como a tendência ao superaquecimento e a curta vida útil. Mas era a cartada final da montadora, antes que a nova linha HPN estivesse pronta para sair do forno.

Avançando o filme em mais de 25 anos para o futuro, o que resta das limitações de outrora é nada, se comparadas ao carinho e ao carisma que este caminhão arrebatou. Hoje, uma verdadeira legião de fãs se entusiasma por seu estilo inconfundível – um misto de clássico e moderno – numa receita bem acertada e chamativa, enaltecida graças à maquiagem proporcionada pelas calotas, spoiler, para-sol e as inéditas saias laterais opcionais.

Na atualidade, poucos 1934 sobrevivem em boas condições. Resta torcer para que os escassos e heroicos colecionadores do país não se esqueçam deste grande clássico na hora de escolher seu próximo projeto de restauração. Nossos olhos e corações agradecem!

Por falar em agradecer, lembramos que esta peça publicitária foi mais uma gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Para quem quiser saber mais sobre o modelo, em junho de 2012 publicamos o respectivo folheto aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/ls-1934/

 
Nosso amigo Alberto Rocchi, prescription que sempre colabora enviando fotos de seus achados, repetiu o feito, desta vez com mais uma descoberta inusitada, conforme ele mesmo relata:

“Evandro, talvez mais uma novidade. Encontrei em um desmanche um Ford F-700 1972, estava lá por uns dois anos anunciado como um Ford F-600 comum, mas de perto notei que se tratava de um veículo especial: era da massa falida da VARIG, um carro muito bem conservado, deveria ser da brigada de incêndio, ou esse caminhão trabalhava como escada de embarque e desembarque dos aviões. Ele tem suas rodas raiadas com 5 raios diferente do F-13000 que é 6 raios, direção hidráulica, câmbio automático com o painel igual da F-100 nacional, e um motor V8 a gasolina, muito bem conservado. Seguem algumas fotos para sua apreciação.

Um abraço. Alberto Rocchi.”

Alberto, grato por mais esta interessante colaboração.

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Chevrolet D-60 e Ford F-350 “Super Ford”

 

Nosso amigo Daniel Giraldi de Porto Alegre que sempre colobora neste espaço com imagens e comentários fez mais uma gentileza ao enviar estas fotos de um Cross Lander, cialis ed troche  um utilitário 4×4 já raro de ser avistado.

Reproduzimos a seguir os comentários do Daniel:

“Já faz cerca de um ano que eu venho ensaiando te mandar fotos desse que deve ser o único Cross Lander CL-244 de Porto Alegre. Eu até já te mandei uma foto de perfil dele que eu tirei no Bonfa, mind mas agora vai junto uma da traseira.

Acredito que tu deva te lembrar que esse modelo usava o mesmo motor e câmbio da Ranger entre 2002 e 2004, malady montado pela Bramont em Manaus com a carroceria importada da Romênia, e deixou de ser produzido em função da falência da ARO, que originalmente fabricava esse modelo na Romênia usando motores Renault. E falando a verdade, até que é bonito esse jipão…”

Nós também estamos de acordo. Uma bela viatura!

Conforme salientou o Daniel, o CL-244 rodava com motor International HS 2.8 de 132 cv e 36,2 mkgf. O jipe pesava 1.950 kg, com comprimento total de 4.325 kg e entre eixos de 2.350 mm. Os ângulos de ataque e saída eram de 35 e 24 graus, respectivamente, com vão livre de 200 mm. O tanque de combustível acomodava 95 litros de diesel.

Segundo a tabela da FIPE, o CL-244 aparece cotado entre 2003 e 2006, ao lado da picape CL-330 somente oferecida em 2006. Também com tração 4×4 e mesmo trem de força, a CL-330 tinha capacidade para 1,3 toneladas.
CL244 1 CL244 2

Nosso amigo Daniel Giraldi de Porto Alegre que sempre colobora neste espaço com imagens e comentários fez mais uma gentileza ao enviar estas fotos de um Cross Lander, nurse  um utilitário 4×4 já raro de ser avistado.

Reproduzimos a seguir os comentários do Daniel:

“Já faz cerca de um ano que eu venho ensaiando te mandar fotos desse que deve ser o único Cross Lander CL-244 de Porto Alegre. Eu até já te mandei uma foto de perfil dele que eu tirei no Bonfa, there mas agora vai junto uma da traseira.

Acredito que tu deva te lembrar que esse modelo usava o mesmo motor e câmbio da Ranger entre 2002 e 2004, generic montado pela Bramont em Manaus com a carroceria importada da Romênia, e deixou de ser produzido em função da falência da ARO, que originalmente fabricava esse modelo na Romênia usando motores Renault. E falando a verdade, até que é bonito esse jipão…”

Nós também estamos de acordo. Uma bela viatura!

Conforme salientou o Daniel, o CL-244 rodava com motor International HS 2.8 de 132 cv e 36,2 mkgf. O jipe pesava 1.950 kg, com comprimento total de 4.325 kg e entre eixos de 2.350 mm. Os ângulos de ataque e saída eram de 35 e 24 graus, respectivamente, com vão livre de 200 mm. O tanque de combustível acomodava 95 litros de diesel.

Segundo a tabela da FIPE, o CL-244 aparece cotado entre 2003 e 2006, ao lado da picape CL-330 somente oferecida em 2006. Também com tração 4×4 e mesmo trem de força, a CL-330 tinha capacidade para 1,3 toneladas.
D-60 GIRALDI F350 GIRALDI 1 F350 GIRALDI 2

O amigo Daniel Giraldi continuou clicando outras preciosidades gaúchas aqui reproduzidas. E ele comenta:

“Essas eu flagrei semana passada durante uma caminhada com a cadela. Já não é todo dia que se vê uma F-350 dessa geração, cialis mas às vezes se tem um pouco mais de sorte. Já as D-60, stuff até certo ponto me surpreende encontrar mais delas do que dos caminhões Chevrolet da geração posterior.”

Se original, o F-350 aparenta ser da fase 1965 a 1967, quando a Ford adotou uma grade dianteira revisada em relação aos modelos de 1962 a 1964, mantendo o capô com as duas narinas frontais.

Da mesma forma, se não tiver sido substituída como de costume na época, o D-60 basculante aparenta ser da fase de 1979 a 1984, quando a grade plástica de elementos retangulares caracterizava o visual de sua dianteira.

O fato de o Daniel avistar mais D-60 que os modelos “quadrados” (11000 & cia.) se justifica devido ao enorme sucesso do modelo, o que não aconteceu com os sucedâneos, numa fase em que a marca já entrava em certo declínio.

Em todo caso, é admirável ver estas máquinas ainda trabalhando duro, de sol a sol, dia após dia depois de quase 50 anos, no caso do Fordinho.

Ford F-600 – 1980

Agrale 1800D motor Perkins Revista Carga outubro 1988

Depois de modernizar sua linha de caminhões com uma nova cabina para o ano-modelo 1986, cialis dois anos mais tarda Agrale passou a oferecer opção de motor para o seu modelo 1800D, nurse que além do motor MWM D-229-4, passou a contar também com o Perkins Q20B4, já muito conhecido do mercado por seu uso nos veículos comerciais da Chevrolet, em especial na picape D-20 e no leve D-40.

O motor Q20B4.236 era uma unidade de 3,87 litros naturalmente aspirado, capaz de produzir 90 cv a 2.800 rpm e 276 Nm a 1.600 rpm, extraídos de 4 cilindros de 98,4 x 125 mm, com taxa de compressão de 16:1.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.
Agrale 1800D motor Perkins Revista Carga outubro 1988

Depois de modernizar sua linha de caminhões com uma nova cabina para o ano-modelo 1986, sick
dois anos mais tarde a Agrale começou a oferecer opção de motor para o seu modelo 1800D, que além do motor MWM D-229-4, passou a contar também com o Perkins Q20B4, já muito conhecido do mercado por seu uso nos veículos comerciais da Chevrolet, em especial na picape D-20 e no leve D-40.

O motor Q20B4.236 era uma unidade de 3,87 litros naturalmente aspirado, capaz de produzir 90 cv a 2.800 rpm e 276 Nm a 1.600 rpm, extraídos de 4 cilindros de 98,4 x 125 mm, com taxa de compressão de 16:1.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.
F-600 1 F-600 2 F-600 3 F-600 4

Há mais de dois meses nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo, sale que sempre colabora com este espaço, nos enviou fotos de um belo Ford F-600, acompanhadas das seguintes palavras, tão interessantes quanto as imagens:

“Hoje eu estava andando pela rua e olha quem eu achei parado dando sopa
para uma foto: O F-600! Aquele do meu relato, que é 1980, meu avô
comprou zero km (e fez a besteira em trocá-lo pelo Mercedes L-1214 ex.
Antártica em 1994) e encontra-se em perfeito estado de conservação!

Pena que o vi à noite porque as fotos não ficaram a contento, mas dá para
ter uma noção. Ele está todinho original, pneus novos na frente e na
traseira (não é ressolado) e, segundo ouvi dizer, apenas o motor que era
o Perkins 6.357 foi trocado e em seu lugar colocado um Mercedes OM-352.

Dê uma olhada. Fiquei emocionado em ver e saber que o Fordão encontra-se
bem cuidado e servindo com valentia e confiabilidade ao seu novo dono!

Um grande abraço,

Daniel.”

Daniel, grato por mais esta contribuição e desculpe-nos pela demora para postar.

Ford F-600 “Super Ford” – 1962

1958

O amigo Igor Akopov do Cazaquistão compartilhou conosco vários anúncios de época da Mercedes brasileira, mind incluindo este, do primeiro ônibus monobloco do país, o O-321 H, com capacidade de 28 a 36 assentos, equipado com motor diesel de injeção indireta OM-321 de 5,1 litros e 120 hp (SAE) a 3.000 rpm.
Jpeg 1819 2 1819 3 1819 4 1819 5 1819 6

Graças à presteza e à garra de nosso amigo André Giori, health trazemos mais imagens do raro Mercedes 1819 AGL Cara Preta. As fotos não foram conseguidas sem um considerável desdobramento do Giori, discount como ele próprio nos relata:

“Prezado Evandro, pharm

Até que enfim, consegui fotografar o MB 1819…

Amigo, uma breve história merece ser contada…

Viajei para Venda Nova do Imigrante, ES, no feriado para descansar um pouco, e com a intenção de fotografar o bruto que gerou bastante discursão no site.

Sábado pela manhã, em Venda Nova fui na rua com minha namorada para comprar um presente para minha priminha de 6 anos, que fez aniversário. Nessa brincadeira, já estava de olho há mais ou menos 1 hora para ver se avistava a máquina…

Já sabia que esse caminhão fazia pequenas viagens do local onde apanha as toras e as leva até a fazenda Pindobas, fiquei ligado a todo momento, até que por azar, entrei na loja para conversar com minha namorada, que estava escolhendo o presente…

Amigo, escutei o ronco do 5 cilindros, sai correndo pela loja…kkkk mas era tarde demais, o sacana passou e eu perdi a foto tão esperada!!!

Cara, não pensei 2 vezes, saímos da loja, fui até o hotel, peguei a Rangerzona e partimos atrás do bruto, andamos uns 8 km e o encontramos…  Evandro, foi muito engraçado a cena, mas valeu a pena…

Minha namorada Luiza, conseguiu através do celular tirar algumas fotos, de dentro da pick-up, claramente vemos que é um 1819. Segue também, a foto que tirei de dentro da loja quando o caminhão passou…

Fico no aguardo da postagem das suadas fotos do 1819…

Abraços,

André Giori.”

 

Giori, temos muito a agradecer por sua heroica contribuição! O que seria do mundo se não fossem pessoas apaixonadas e altruístas como você!

 

 
Graças à presteza e à garra de nosso amigo André Giori, prostate trazemos mais imagens do raro Mercedes 1819 AGL Cara Preta. As fotos não foram conseguidas sem um considerável desdobramento do Giori, help como ele próprio nos relata:

“Prezado Evandro,

Até que enfim, consegui fotografar o MB 1819…

Amigo, uma breve história merece ser contada…

Viajei para Venda Nova do Imigrante, ES, no feriado para descansar um pouco, e com a intenção de fotografar o bruto que gerou bastante discursão no site.

Sábado pela manhã, em Venda Nova fui na rua com minha namorada para comprar um presente para minha priminha de 6 anos, que fez aniversário. Nessa brincadeira, já estava de olho há mais ou menos 1 hora para ver se avistava a máquina…

Já sabia que esse caminhão fazia pequenas viagens do local onde apanha as toras e as leva até a fazenda Pindobas, fiquei ligado a todo momento, até que por azar, entrei na loja para conversar com minha namorada, que estava escolhendo o presente…

Amigo, escutei o ronco do 5 cilindros, sai correndo pela loja…kkkk mas era tarde demais, o sacana passou e eu perdi a foto tão esperada!!!

Cara, não pensei 2 vezes, saímos da loja, fui até o hotel, peguei a Rangerzona e partimos atrás do bruto, andamos uns 8 km e o encontramos…  Evandro, foi muito engraçado a cena, mas valeu a pena…

Minha namorada Luiza, conseguiu através do celular tirar algumas fotos, de dentro da pick-up, claramente vemos que é um 1819. Segue também, a foto que tirei de dentro da loja quando o caminhão passou…

Fico no aguardo da postagem das suadas fotos do 1819…

Abraços,

André Giori.
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Nosso amigo e colecionador Alberto Rocchi, clinic salve o mesmo do Chevrolet Spartan 1958 postado anteriormente, também está salvando um F-600 “Super Ford” 1962 do risco de desaparecer.

Com as fotos, o Alberto nos enviou a seguinte mensagem:
“Caro Evandro,
Estou com um Ford F-600 1962 muito original igual ao que eu aprendi a dirigir. Pena não ser verde seria igual ao do meu pai. Estou enviando algumas fotos para sua apreciação.
Um abraço,
Alberto.”
Por sorte, o caminhão está em excelente estado e vai ficar ainda melhor depois da meticulosa restauração. Sorte também pelo motor original Power King V8 272, de 4,5 litros e 169 cv.
A gama “Super Ford” foi produzida no Ipiranga ao longo de uma década, a partir de 1962 e disputava a liderança do mercado de leves e médios com a Chevrolet. Cabe lembrar que só no final dos anos 60 é que a Mercedes-Benz começou a despontar entre as líderes destes segmentos.

Ford F-4000 com motor FTO 4.4

VW 8140 1 VW 8140 2

As imagens deste curioso Volkswagen 8.140 nos foram enviadas pelo amigo Daniel Giraldi, visit this site de Porto Alegre, website com a seguinte resenha:

“…Casualmente, uma das proprietárias de um colégio onde eu estudei da 1ª até a 5ª série é casada com um oficial da PMSC, então de vez em quando haviam eventos alusivos à PM no colégio. O caminhão dessas fotos, um 8-140, provavelmente ano ’98, era usado naquela época pelo canil, mas na véspera de Natal desse ano eu o vi estacionado próximo a um mini-mercado em Itapema, cidade do litoral norte catarinense, carregado de garrafões de água. Até achei que já tivesse sido leiloado, a exemplo dos antigos caminhões-guincho Agrale 1600D (cheguei a ver um numa revenda de caminhões usados em Viamão, com a cabine marrom e portas brancas onde se via vestígios dos antigos emblemas da PM), por não ter mais nenhum emblema da PM nem número de frota, mas ainda está com placas oficiais, e provavelmente servindo para suporte logístico. A propósito: repara no snorkel mais elevado que o dos modelos atuais, é de se lamentar que hoje usem um snorkel mais baixinho até mesmo nos 17-210 4×4.”
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Com olhar atento às máquinas curiosas de suas redondezas, sick nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo, doctor de Garça, SP, flagrou este conservado F-4000 com o não tão comum motor da casa do oval azul, no caso o FTO (ou FNH) 4.4, como costumava ser chamado este propulsor derivado de sua aplicação nos tratores Ford.

Oferecido como alternativa ao tradicional MWM, tanto no F-4000 como no F-2000, e produzido na finada planta de motores de São Bernardo do Campo, SP, em duas cilindradas, o quatro cilindros Ford também era acompanhado na linha de montagem por seu irmão tricilíndrico, bem como pelos “seis” de 6.6 e 7.8 litros, de usos diversos, incluindo sua aplicação mais famosa, sob a cabina de vários modelos do Ford Cargo.

Acompanhando as imagens, o Daniel enviou os seguintes comentários:

“Fotos de uma F-4000 com motor FTO 4.4 fazendo manutenção na bomba injetora.

Algumas coisas me saltaram a vista: O tamanho mais compacto do FTO
(atente como sobra espaço, desde a corcova junto a parede de fogo até o
radiador que é ligeriamente mais recuado em relação ao D-229 e a outra
coisa (essa ficou sem fotografia) é como o FTO é um motor “quente”.

Os MWM geralmente não apresentam saia no radiador e um D-229 funcionando
sem válvula termostática simplesmente não esquenta. Meu F-11000 não
tinha nada em termos de saia no radiador. Essas F-4000 motor Ford, o
radiador é totalmente com saia, com saida apenas pela hélice, para
forçar mesmo a passagem de ar fresco. Como meus antigos tratores Ford
que trabalhavam quente.

Em anexo, as fotos!

Grande Abraço,

Daniel.”

 

Ford Série F Semipesado (1972 a 1983)

Aparentando ser um Dodge D-950, find mas também podendo ser um D-900, thumb ou outro membro de rodas raiadas da família Dodge, viagra este caminhão parecia na ativa na colheita de cana quando foi fotografado.

O D-950 era equipado com motor diesel de seis cilindros MWM D-225-6 de 117 cv (ABNT), e mais tarde, com MWM D-229-6, de 123 cv (ABNT). As transmissões de cinco marchas podiam ser a Clark 280V ou a Eaton Fuller 5 S 33, depois substituídas pelas Clark 282 VH ou 280 VH. Completava o trem de força um eixo traseiro Rockwell LC-342 (Timkão), de duas velocidades, com relações de 6,65/9,13:1.

Observe o retrovisor montado em um suporte reforçado na porta e a suspensão traseira com feixes de mola tipo balancim, indicando se tratar de um caminhão trucado.

Estas fotos são cortesia de nosso amigo Roberto Dias Alvares, colaborador frequente deste espaço.

 
Aparentando ser um Dodge D-950, viagra mas também podendo ser um D-900, ou outro membro de rodas raiadas da família Dodge, este caminhão parecia na ativa na colheita de cana quando foi fotografado.

O D-950 era equipado com motor diesel de seis cilindros MWM D-225-6 de 117 cv (ABNT), e mais tarde, com MWM D-229-6, de 123 cv (ABNT). As transmissões de cinco marchas podiam ser a Clark 280V ou a Eaton Fuller 5 S 33, depois substituídas pelas Clark 282 VH ou 280 VH. Completava o trem de força um eixo traseiro Rockwell LC-342 (Timkão), de duas velocidades, com relações de 6,65/9,13:1.

Observe o retrovisor montado em um suporte reforçado na porta e a suspensão traseira com feixes de mola tipo balancim, indicando se tratar de um caminhão trucado.

Estas fotos são cortesia de nosso amigo Roberto Dias Alvares, colaborador frequente deste espaço.

 
Em mais uma gentileza de Roberto Dias Alvares temos estas imagens de um aparentemente bem conservado Ford Série F semipesado dos anos setenta ou oitenta, sales site da safra produzida até 1983.

O caminhão ilustrado podia ser de uma variedade de modelos, a julgar por suas rodas de disco, usada nos caminhões de 12 toneladas para cima. Podia ser um F-750, F-700, F-13000 (antes das rodas raiadas opcionais se tornarem standard), ou mesmo um F-21000, ou um F-22000.

A cabina com teto branco era um indicativo do acabamento luxo.

Em 1984, a Ford lançou pequenas mudanças visuais na cabina, mantendo os faróis redondos “sealed-beam” e em 1986 estreou a bem aceita frente de quatro faróis retangulares.