GMC 760 – 1952

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Nosso amigo Douglas Antunes Pacheco nos fez a gentileza de digitalizar uma excelente reportagem sobre o GMC 760 e o “antigocaminhonismo”, thumb fenômeno que parecia alastrar-se, já nos anos oitenta. Assinado pelo competente jornalista Oscar Nelson Kuntz, o artigo parece tão atual, apesar de ter quase trinta anos.

Junto do material, o Douglas nos enviou a seguinte mensagem de apoio:

“Prezados,
Em primeiro lugar, devo parabenizá-los pela iniciativa de criar o site. Ele é sensacional, os arquivos e as informações técnicas são fascinantes. Sempre fui, desde garoto, fã dos carros. Mas os caminhões sempre me encantaram também.
Assim, como forma de agradecer as incontáveis informações que aprendi no site, compartilho este modesto material, extraído da saudosa revista Motor 3 (edição de Janeiro de 1986 – nº 67), com as impressões sobre o clássico GMC 760 de 1952, inclusive com algumas informações técnicas e fotos em cores.
Tenho também algum material fotografado de jornais antigos de Florianópolis. Se for do interesse de vocês, posso enviá-los.
Mais uma vez parabéns pelo site e deixo meus votos de sucesso nesta maravilhosa empreitada.
Grande abraço.”
Obrigado, Douglas! Conte conosco também.

GMC 900 (1947 – 1954)

O GMC 900 é um clássico norte-americano que tem uma legião de fãs no Brasil. Fazia parte de uma família de modelos pesados, cialis do 900 ao 980, treat importada pela GM brasileira.

Num tempo em que não havia Scania, buy Volvo ou Mercedes-Benz em quantidades significativas por aqui, o GMC era o rei da estrada, tracionando semirreboques de um a três eixos.

Seus concorrentes eram principalmente os International Harvester, Mack e White, também de origem norte-americana.

O GMC 900 era equipado com o motor diesel GM 6-71 (mais tarde Detroit 6-71), de dois tempos, seis cilindros em linha, 6,98 litros, que desenvolvia excepcionais 200 hp a 2.000 rpm, com torque de 814 Nm entre 1.100 a  1.400 rpm. Usada nos modelos mais pesados, havia também uma calibração de 225 hp a 2.100 rpm, com o mesmo torque máximo de 814 Nm entre 1.100 a 1.300 rpm, mais tarde revisado para 802 Nm a 1.300 rpm.

Muitos chamavam estes caminhões de “GMC Marítimo”, por usarem um motor também empregado para a propulsão naval.

Estas imagens são uma cortesia do amigo Daniel Shimomoto de Araujo que sempre nos presenteia com preciosidades. Já desativado, o caminhão foi encontrado decorando o escritório do DER em São Paulo, simulando tracionar um semirreboque tipo prancha com um um Caterpillar, o que devia ser uma de suas tarefas habituais.