Ford F-600 – 1980

Agrale 1800D motor Perkins Revista Carga outubro 1988

Depois de modernizar sua linha de caminhões com uma nova cabina para o ano-modelo 1986, cialis dois anos mais tarda Agrale passou a oferecer opção de motor para o seu modelo 1800D, nurse que além do motor MWM D-229-4, passou a contar também com o Perkins Q20B4, já muito conhecido do mercado por seu uso nos veículos comerciais da Chevrolet, em especial na picape D-20 e no leve D-40.

O motor Q20B4.236 era uma unidade de 3,87 litros naturalmente aspirado, capaz de produzir 90 cv a 2.800 rpm e 276 Nm a 1.600 rpm, extraídos de 4 cilindros de 98,4 x 125 mm, com taxa de compressão de 16:1.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.
Agrale 1800D motor Perkins Revista Carga outubro 1988

Depois de modernizar sua linha de caminhões com uma nova cabina para o ano-modelo 1986, sick
dois anos mais tarde a Agrale começou a oferecer opção de motor para o seu modelo 1800D, que além do motor MWM D-229-4, passou a contar também com o Perkins Q20B4, já muito conhecido do mercado por seu uso nos veículos comerciais da Chevrolet, em especial na picape D-20 e no leve D-40.

O motor Q20B4.236 era uma unidade de 3,87 litros naturalmente aspirado, capaz de produzir 90 cv a 2.800 rpm e 276 Nm a 1.600 rpm, extraídos de 4 cilindros de 98,4 x 125 mm, com taxa de compressão de 16:1.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.
F-600 1 F-600 2 F-600 3 F-600 4

Há mais de dois meses nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo, sale que sempre colabora com este espaço, nos enviou fotos de um belo Ford F-600, acompanhadas das seguintes palavras, tão interessantes quanto as imagens:

“Hoje eu estava andando pela rua e olha quem eu achei parado dando sopa
para uma foto: O F-600! Aquele do meu relato, que é 1980, meu avô
comprou zero km (e fez a besteira em trocá-lo pelo Mercedes L-1214 ex.
Antártica em 1994) e encontra-se em perfeito estado de conservação!

Pena que o vi à noite porque as fotos não ficaram a contento, mas dá para
ter uma noção. Ele está todinho original, pneus novos na frente e na
traseira (não é ressolado) e, segundo ouvi dizer, apenas o motor que era
o Perkins 6.357 foi trocado e em seu lugar colocado um Mercedes OM-352.

Dê uma olhada. Fiquei emocionado em ver e saber que o Fordão encontra-se
bem cuidado e servindo com valentia e confiabilidade ao seu novo dono!

Um grande abraço,

Daniel.”

Daniel, grato por mais esta contribuição e desculpe-nos pela demora para postar.

Mercedes-Benz L-610

Engesa FNV VOLVO NL10 Carga maio 1989

Quando a Volvo lançou a linha NL, treatment
cialis no final dos anos 80, mind a Engesa-FNV festejou com o anúncio reproduzido neste post, medicine
gentilmente cedido pelo amigo Alfredo Rodrigues.

Note que a FNV fornecia longarinas e aros para os caminhões Volvo.

Estrelando o anúncio estava um novíssimo Volvo NL10 340 6×4 com eixos de redução nos cubos, bem apropriado para tracionar o pranchão da própria FNV, (ou low-boy como preferem os caminhoneiros nos EUA…). De carona, um massivo Caterpillar D8L, então o estado da arte em máquinas de esteira.
L 610 1 L 610 2

Para enriquecer nossa recente discussão sobre os caminhões Mercedes a etanol da era do Proálcool, shop shop  o amigo leitor Luiz Alberto Pereira Lima, viagra do Paraná, nos foi o gentil bastante para enviar fotos de um raro L-610 que ele avista há tempos.

Junto das imagens, o Luiz enviou os seguintes comentários:

“Boa noite, Evandro.

Tirei fotos do Mercedinho L-610 aqui de Pinhais-PR. Não sei se ele esta original, mas faz muitos anos que o vejo neste mesmo lugar, uma espécie de frutaria. Eu havia dito que ele tinha faixas azuis no comentário do post dos Mercedes a álcool, mas agora está com faixas cinzas que não são as originais. Espero que o pessoal goste. As fotos ficaram ruins porque tirei de dentro do carro, mas da para ver o emblema na lateral.

Abraços.”

Se original, como tudo indica ser, este 610 é um dos 119 produzidos entre 1984 e 1986. Seu motor era o M-314 O de 3,8 litros, 98 cv e 322 Nm, operando no Ciclo Otto, mas é grande a possibilidade de o modelo das fotos ter sido convertido para o tradicional OM-314 diesel.

Maiores informações sobre o modelo você pode encontrar aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/mercedinho-original/l-610-alcool-1985/

 

Berna Série U à venda

Nosso amigo Bruno do blog parceiro Mundos dos Pesados (http://www.mundodospesados.blogspot.com.br/) recentemente nos enviou este anúncio da Volvo enfatizando as vantagens da Linha H, sale nurse incluindo o renomado cara-chata FH e o convencional NH, sobre os quais adicionamos novos catálogos há poucos dias.

Nova Linha H

Nosso amigo Bruno do blog parceiro Mundos dos Pesados (http://www.mundodospesados.blogspot.com.br/) recentemente nos enviou este anúncio da Volvo enfatizando as vantagens da Linha H, see incluindo o renomado cara-chata FH e o convencional NH, sobre os quais adicionamos novos catálogos há poucos dias.

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Este raríssimo e original caminhão Berna da Série U dos anos 30 ou 40 foi colocado à venda pelo proprietário em Cambuí, try MG.

A Berna foi uma marca suíça adquirida em 1929 pela concorrente e conterrânea Saurer. A partir de então, there os modelos de ambas passaram a ter crescente comunização de conteúdo, information pills
incluindo os principais agregados mecânicos.

Aparentando ser da faixa de 3,5 toneladas de capacidade, o modelo das fotos é muito similar ao outro único Berna conhecido no Brasil, residente no Acre. Tanto um como outro farão parte do livro De Caminhão pelo Brasil, de nossa autoria.  Além da Berna, o livro contará com a história de outras 103 marcas que já estiveram, ou ainda estão operando em solo brasileiro.

O motor das fotos parece ser a unidade diesel original de 5,8 litros e 65 cv, ligado a uma transmissão de 5 marchas.

Para maiores informações, sobre as condições da venda, entre em contato com o amigo José Higino, no fone 35-9961-4747, ou pelo anúncio, conforme abaixo:

http://mg.bomnegocio.com/regiao-de-pocos-de-caldas-e-varginha/veiculos/caminhoes-onibus-e-vans/caminhao-berna-1910-olsten-suica-europa-43572070

 

 

Jóias do Paraná

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chevrolet veraneio-m (2) chevrolet veraneio-m traseira (2)
Nosso amigo Daniel Giraldi, de Porto Alegre, sempre atento a curiosidades automotivas, há algumas semanas nos enviou este interessante relato sobre as últimas Veraneios produzidas pela GM:
“Essa eu vi semana passada já perto do final da Rua da Praia, e acho que tu vai gostar.
Uma legítima Veraneio M, daquelas que eram finalizadas na Envemo com base numa D-20 argentina. Como tu provavelmente te lembre, em 94 a produção da D-20 e da C-20 foi movida para Córdoba (desconheço as razões para os caminhões terem permanecido em produção do lado de cá da fronteira e as pick-ups terem ido para a Argentina), e para simplificar a escala passaram a ser feitas só com cabine simples e o chassi curto, e assim a Veraneio longa acabou sendo descartada. Mas como a Blazer só viria em 95, foi necessário preencher a lacuna para continuar atendendo ao segmento das viaturas de polícia, então o jeito foi desenvolver essa adaptação em parceria com a Envemo, mas mantendo as garantias de fábrica.
É quase impossível achar uma Veraneio M a diesel, já que a grande maioria foi feita com o motor de 6 cilindros a gasolina, já injetado e compartilhado com o Omega (pelo que eu me lembre mudava só o comando de válvulas), e atendia principalmente à Polícia Rodoviária Federal.
Eu até me lembro de uma vez em 2002 que estávamos eu, minha mãe e meu avô materno passando pela ponte Colombo Salles, em Florianópolis, e ao avistar uma Veraneio da PM o meu avô começa a tecer elogios à barca, e comenta que era um carro tão bom que a Chevrolet teve que manter a produção na Argentina até 97 para atender à Polícia Federal. Ele acabou se perdendo em alguns detalhes, como o chassi mais curto e parte da carroceria ser feita em fibra, além de ser mais direcionada à PRF que à PF…
De qualquer jeito, esse não é um modelo muito facilmente visto hoje em dia, tanto por uma grande parte ter sido sucateada quanto pela competição interna tanto com a Blazer quanto com a Omega Suprema no varejo, além da Ipanema ter absorvido parte da demanda das polícias estaduais no meio-tempo entre o fim da produção da Veraneio e o lançamento da Blazer.”

4¨EIXO CAIO GABRIELA JUBILEUM

Nosso amigo Reginaldo Bernardi, viagra que tanto nos ajuda na construção deste espaço, mind sobretudo quando o tema é Mercedes-Benz, nos enviou há tempos atrás estas imagens que flagrou em suas andanças. Por um lapso nosso, as imagens e a mensagem aqui reproduzidas jaziam esquecidas em nossa caixa de entrada.

Eis as palavras do Reginaldo:

“OLÁ AMIGO, BOA NOITE. ANDEI REVIRANDO MEUS ARQUIVOS E ENCONTREI ALGUMAS FOTOS NAS ANDANÇAS POR AÍ. NÃO POSSO GARANTIR MUITO A QUALIDADE, MAS O CONTEÚDO É ATÉ INTERESSANTE….A PRIMEIRA É DE UM FNM 210 QUE ANDA ATÉ HOJE POR AQUI, ESTÁ COM A MECÂNICA DO VOLVO, MAS A CONSERVAÇÃO DO BUTO É BEM CUIDADA…A SEGUNDA É UM CAIO GABRIELA, ESSA FOTO JÁ TEM SEUS 4 OU 5 ANOS, MAS O ÔNIBUS AINDA TRABALHA NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL, NO TRANSPORTE ESCOLAR, NO INTERIOR DA CIDADE, ESTÁ BEM CUIDADO, E A MANUTENÇÃO SEMPRE EM ORDEM…A TERCEIRA É DA LENDÁRIA SCANIA JUBILEUM, ESSA EU FLAGREI NA CONCESSIONÁRIA RANDON AQUI DE CURITIBA, ESTAVA SENDO REVISADA PRA VENDA, JÁ TEM UNS 2 ANOS ESSA FOTO…”

Chevrolet Veraneio com chassi argentino

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet, clinic no caso para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.
Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, patient o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

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porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

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Nosso amigo Daniel Giraldi, de Porto Alegre, sempre atento a curiosidades automotivas, há algumas semanas nos enviou este interessante relato sobre as últimas Veraneios produzidas pela GM:
“Essa eu vi semana passada já perto do final da Rua da Praia, e acho que tu vai gostar.
Uma legítima Veraneio M, daquelas que eram finalizadas na Envemo com base numa D-20 argentina. Como tu provavelmente te lembre, em 94 a produção da D-20 e da C-20 foi movida para Córdoba (desconheço as razões para os caminhões terem permanecido em produção do lado de cá da fronteira e as pick-ups terem ido para a Argentina), e para simplificar a escala passaram a ser feitas só com cabine simples e o chassi curto, e assim a Veraneio longa acabou sendo descartada. Mas como a Blazer só viria em 95, foi necessário preencher a lacuna para continuar atendendo ao segmento das viaturas de polícia, então o jeito foi desenvolver essa adaptação em parceria com a Envemo, mas mantendo as garantias de fábrica.
É quase impossível achar uma Veraneio M a diesel, já que a grande maioria foi feita com o motor de 6 cilindros a gasolina, já injetado e compartilhado com o Omega (pelo que eu me lembre mudava só o comando de válvulas), e atendia principalmente à Polícia Rodoviária Federal.
Eu até me lembro de uma vez em 2002 que estávamos eu, minha mãe e meu avô materno passando pela ponte Colombo Salles, em Florianópolis, e ao avistar uma Veraneio da PM o meu avô começa a tecer elogios à barca, e comenta que era um carro tão bom que a Chevrolet teve que manter a produção na Argentina até 97 para atender à Polícia Federal. Ele acabou se perdendo em alguns detalhes, como o chassi mais curto e parte da carroceria ser feita em fibra, além de ser mais direcionada à PRF que à PF…
De qualquer jeito, esse não é um modelo muito facilmente visto hoje em dia, tanto por uma grande parte ter sido sucateada quanto pela competição interna tanto com a Blazer quanto com a Omega Suprema no varejo, além da Ipanema ter absorvido parte da demanda das polícias estaduais no meio-tempo entre o fim da produção da Veraneio e o lançamento da Blazer.”

Massey Ferguson 65R

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Para fazer par com a versão 4×2 postada anteriormente, check view o amigo Luiz Ferreira também nos enviou o catálogo completo em PDF de seu irmão traçado que tal qual o primeiro era equipado com o confiável motor Volvo D12D, view oferecido com potências de 380, 420 ou 460 cv.

Interessante observar a oferta de cabinas, desde a rara L1H1 (simples), passando pela popular L2H1 (leito de teto baixo), até a top L2H2 (Globetrotter – leito de teto alto).

Note também que a caixa automatizada I-Shift – hoje tão popular nos Volvo Euro 5 – era limitada ao modelo 4×2, com máximo PBTC de 45 toneladas. O grande desafio era fazer o caminhão partir em rampa com carga máxima e trocar de marchas sem parar, o que criava o risco de a transmissão ficar em neutro e o caminhão voltar de ré, fora de controle. Com a experiência adquirida e o aperfeiçoamento do software e do hardware, hoje este desafio já faz parte da história.
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Flagrada por nós no inverno de 2013 em Atibaia, sovaldi sale SP, prescription está pá e retroescavadeira Massey Ferguson 65R jazia ao sabor dos elementos, devorada lenta e silenciosamente pela Mãe Natureza, num processo inexorável de reciclagem natural, enquanto esperava por uma improvável salvação.

 

Mercedes-Benz LG-1819 6×6 – Mais fotos!

Ford F1000 novembro 1981

Apresentada em 1977 como edição limitada da picape Ford F-100, buy viagra a Super Série acabou se tornando um padrão de acabamento topo de linha normal de produção, online como atesta esta bonita peça publicitária de 1981, parte da coleção de nosso amigo Alfredo Rodrigues.

Para os amantes de aviação, observe o que aparenta ser um Cessna C182 como pano de fundo, para dar um toque de bem-sucedido ao fazendeiro dono da F-1000. Poder e status social sempre foram a tônica da  indústria automotiva, em especial para os produtos de uso pessoal.
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Direto de Venda Nova, treatment
ES, nosso grande amigo André Giori nos enviou novas (e ainda melhores) imagens do “misterioso” Mercedes 1819 6×6 empregado na exploração florestal.

Apesar de não ter a emoção do movimento das fotos anteriores, capturadas em plena atividade do Mercedão capixaba, estas novas imagens permitem ver detalhes inéditos deste interessante caminhão.

Ficaríamos felizes se algum leitor da região pudesse compartilhar conosco maiores detalhes sobre estes raros caminhões 6×6 civis.

Chevrolet Modelo T – 1921 – Vende-se

Folder FNM   4 Rodas abril 1969 1 Folder FNM   4 Rodas abril 1969 2

Há muito devíamos aos nosso leitores informações técnicas sobre o lendário D-11000 da saudosa FNM. Agora, ask graças à mais uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, click pudemos preencher esta importante lacuna.

Além do charmoso automóvel FNM 2150, mais conhecido como JK, este encarte que circulou em várias revistas da época também trazia o caminhão D-11000 e suas diversas variantes, incluindo a rara V-9, representada pelo chassi de ônibus com motor dianteiro.
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Nos anos 60, a FNM era a líder absoluta do segmento de caminhões pesados no Brasil,
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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, sickness que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, stuff o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625.”
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
Nota: por alguma razão desconhecida por este que aqui escreve, o limitadíssimo editor de texto do WordPress (a plataforma deste espaço) não está permitindo uma melhor edição destas linhas, com o devido espaçamento entre elas, de modo a facilitar sua leitura. Portanto, pedimos desculpas pela disposição “tumultuada” deste post…!

Mercedes-Benz LP-1520 (LPS…?)

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“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625″
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, store que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, ask o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
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Rodas de madeira;
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Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625″
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, cialis 40mg
que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, recipe o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
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Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
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Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
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Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625.”
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
Nota: por alguma razão desconhecida por este que aqui escreve, o limitadíssimo editor de texto do WordPress (a plataforma deste espaço) não está permitindo uma melhor edição destas linhas, com o devido espaçamento entre elas, para facilitar a leitura. Pedimos desculpas pela disposição “tumultuada” deste post…
carro-antigo-1922-13685-MLB224328630_5300-F carro-antigo-1922-13701-MLB224328630_9765-F carro-antigo-1922-13927-MLB224328630_7024-F carro-antigo-1922-14201-MLB224328630_8176-F carro-antigo-1922-14529-MLB224328630_3869-F
Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, ampoule que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, discount o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625″
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
carro-antigo-1922-13685-MLB224328630_5300-F carro-antigo-1922-13701-MLB224328630_9765-F carro-antigo-1922-13927-MLB224328630_7024-F carro-antigo-1922-14201-MLB224328630_8176-F carro-antigo-1922-14529-MLB224328630_3869-F
Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, sickness que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625.”
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
Nota: por alguma razão desconhecida por este que aqui escreve, o limitadíssimo editor de texto do WordPress (a plataforma deste espaço) não está permitindo uma melhor edição destas linhas, com o devido espaçamento entre elas, para facilitar a leitura. Portanto, pedimos desculpas pela disposição “tumultuada” deste post…!

 

A.finalfolheto EuroTech 450 A.finalfolheto EuroTech 450

Onze anos depois suspender suas operações no mercado brasileiro em meados de 1985, medical
a Iveco planejava retomar a comercialização de veículos no país, physician inicialmente com unidades importadas.

Voltado ao mercado vocacional, medicine
em 1997 chegou o primeiro caminhão pesado, o EuroTrakker, seguido do EuroTech no ano seguinte, ambos 4×2. Destinado a desbravar o competitivo segmento rodoviário de longa distância, o modelo 450 E 37T de estreia era proveniente da fábrica de Barajas, nas cercanias de Madrid, na Espanha.

Resultante de uma agressiva política de preços da montadora que o colocava sempre como a alternativa mais barata do mercado, o EuroTech ganhou uma injusta reputação de caminhão de categoria inferior, invariavelmente representando a terceira ou quarta opção dos frotistas, depois de Scania, Volvo, Mercedes e em alguns casos até mesmo dos International que também faziam seu debut no Brasil em 1998.

Sua espaçosa cabina tinha origem no EuroCargo, o substituto europeu do Ford Cargo, depois que a Iveco assumiu as operações de caminhões da Ford no Velho Mundo. Com a desejável característica de ser basculável, pela primeira vez num caminhão da marca em solo brasileiro, a cabina do EuroTech escondia o venerável motor Fiat 8210, ajustado para render 370 cv e 1.720 Nm a partir de seus 14 litros, respirando com turbo e intercooler.

Admirado pelos fãs da marca em todo o mundo, o 8210 era um velho conhecido por aqui, tendo iniciado sua jornada no Brasil como força motriz dos Fiat 190. Rendendo 270 cv, o 8210 foi o mais poderoso motor aspirado a equipar um caminhão nacional. Há relatos que sua durabilidade chegava mesmo a ser superior à dos líderes do mercado.

Uma caixa ZF de 16 marchas e um eixo Meritor U180 completavam o trem de força. Um parrudíssimo eixo dianteiro de 8 toneladas somado à ponte traseira de 13 toneladas perfaziam um PBT de dar inveja.

Em meados dos anos 2000, a linha pesada Iveco recebeu uma importante adição com a chegada do primeiro EuroTech  6×4 rodoviário, o 740 E 42TZ, com o motor 8210 mais potente que o Brasil já experimentou, capaz de entregar 420 cv. O modelo mirava no crescente mercado de bitrens, rodotrens e afins, com PBTC de até 74 toneladas.

A partir de 2004, o EuroTech começou a ser aposentado para dar lugar ao Stralis HD, inicialmente importado da Argentina. Seu legado vai ficar marcado na história como o primeiro caminhão pesado rodoviário da Iveco em sua segunda fase brasileira.

 

Entre outros a serem postados, este catálogo foi uma cortesia de nosso amigo Luiz Henrique Ferreira, que enviou também a seguinte mensagem:

“Olá querido amigo,

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que você faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.

Assim como você me ajudou, irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.

Obrigado por tudo,

 Luiz Ferreira.”

 

Nota: caso não o amigo leitor não conheça, EAA ETS 2 é o Euro Truck Simulator 2, muito popular entre os internautas aficionados por simuladores de caminhões.

 
Luiz Henrique Ferreira

 

“Olá querido amigo, sales

 Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, nurse faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que vc faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos, Assim como vc me ajudou irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.
Obrigado por tudo
Luiz Ferreira”

Luiz Henrique Ferreira

 

“Olá querido amigo, try

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, viagra faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que vc faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.
Assim como vc me ajudou irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.
Obrigado por tudo
Luiz Ferreira”
Nota: caso não o amigo leitor não conheça, a EAA é …… Da mesma forma, ETS 2…..

MB LPS 1520 6X2 AMA 1520 MB-LP-1520-TRUCADO MERCEDES-BENZ-LP-1520-BASCULANTE-TRUCADO-2 MERCEDES-BENZ-LP-1520-BASCULANTE-TRUCADO-3

Nosso amigo Roberto Dias Alvares que sempre nos ajuda na construção deste espaço enviou estas imagens de um já raro Mercedes LP-1520 (ou seria um LPS?), cialis com a seguinte mensagem sobre sua interessante saga:

“Evandro, boa noite.

Hoje me ocorreu algo que vi na internet há algum tempo e que fiz parte da história em 2003.
As fotos que te envio são do mesmo caminhão.
As da versão basculante, eu tirei em um posto de gasolina na cidade de Castro-PR.
As fotos ficaram com baixa qualidade porque foram tiradas por um celular e na época o proprietário disse-me que queria transformá-lo em um cavalo mecânico.
Há algum tempo vi esta versão de MB 1520 no formato de cavalo mecânico e não me atinei que era o mesmo caminhão. A ficha só caiu hoje.
Ficou muito bonito.
Grande abraço,
Roberto.”

Desfile de Kombis

Nosso amigo e frequente colaborador deste espaço Daniel Girald fez uma inusitada descoberta, thumb enrir

“Dá só uma conferida nessa preciosidade que eu vi ontem aqui em Porto Alegre, visit mais especificamente no Sítio do Laçador.

Um daqueles muitos Ford B-700 doados por igrejas americanas para prefeituras e ONGs em diversas cidades brasileiras, principalmente no Nordeste mas também em Santa Catarina onde normalmente serviam às APAEs e às escolinhas de esportes da ASTEL (Associação dos Servidores da TELESC).

Esse exemplar especificamente é do ano ’87 e tem câmbio automático Allison de 4 marchas, carroceria canadense Thomas Built Buses e motor FNH6.6 brasileiro. Não sei se o primeiro operador dele no Brasil foi a ASTEL ou alguma APAE, mas veio de Blumenau para o Rio Grande do Sul onde é operado pela empresa de turismo Ativa.

O motorista que me mostrou a nave comentou que as únicas alterações foram os faróis de Fiat 147, cintos de segurança sub-abdominais, e a troca dos freios hidráulicos por pneumáticos sob alegação de uma menor tendência ao fading.”

Ford 1936 RONALD ANDRIOLI
Nosso amigo Ronald Andrioli enviou fotos de seu raro caminhão Ford Modelo 51 de 1936. Lançado no ano anterior, hospital medical o caminhão da classe de 1 1/2 toneladas longas era animado por um motor Ford V8 221, click prostate de 3,6 litros e 81 cv, casado a uma transmissão de quatro marchas sem sincronização. Parar ficava a cargo dos freios a tambor com acionamento mecânico.
O modelo era disponível com dois entre eixos: 131,5 e 157 polegadas (3.340 e 3.989 mm) e opção de rodado duplo ou simples, como neste caso.
Uma prática comum na época era o fabricante fornecer apenas o “torpedo”, também chamado de chassi-curvão, com ou sem para-brisa. O caminhão do Ronald se encaixa na primeira alternativa, como denota o para-brisa original e a cabina artesanal feita da então abundante madeira que ora se escasseia.
Parabéns, Ronald, pelo belíssimo caminhão!
Olá , cost
amigo, nurse moro na cidade de Toledo, no oeste do Paraná!
Está a venda por  R$150 mil
Tenho Manual tudo perfeito
Tratar com

Ronald Andrioli
045 99798879

Ford caminh+Áes 1962 4Rodas Jan 1962 Ford F-600 Diesel 6 X 6 TM 1972 Ford F-600 SRD Abril 1960 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 1 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 2 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 3 Ford 40 anos 1 Ford 40 anos 2

Enviadas pelo amigo Alfredo, pharmacy dividimos com você diversas peças publicitárias da Ford, editadas entre os anos 60 e 90.

Encabeçando as imagens, o Alfredo nos escreveu:

“Evandro,

Sou um grande admirador do seu site.
Tenho muitas propagandas antigas. Dentro do possível, estarei te enviando.
Seguem algumas propagandas da FORD .

Um abração,
Alfredo Rodrigues
Pelotas, RS.”
“Evandro, discount

Sou um grande admirador do seu site.
Tenho muitas propagandas antigas. Dentro do possível, pills estarei te enviando.
Seguem algumas propagandas da FORD .

Um abração,
Alfredo Rodrigues
Pelotas, RS.”

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Sabendo que este espaço está sempre aberto às “gorduchinhas”, thumb nosso amigo gaúcho Daniel Giraldi nos enviou uma belíssima coletânea de “Kombosas” do Sul do país, clicadas sobretudo entre Porto Alegre e Florianópolis:
“Fazia algum tempo que eu não te mandava nenhuma foto, então segue aí algumas Kombis.”
Infelizmente, o limitadíssimo editor de texto da WordPress (plataforma deste site) não nos permite colocar as fotos junto das interessantes legendas que o Daniel forneceu.