Um Chevrolet D-40 inusitado…

Aparentemente, shop cure nada de mais. Bonito, prostate mas apenas um Chevrolet D-40.

Uma inspeção mais cuidadosa, viagra no entanto, como fez nosso amigo e colaborador assíduo Daniel Shimomoto de Araujo, revelou uma modificação de grande monta no trem dianteiro.

A tradicional suspensão independente Chevrolet, com braços articulados e molas helicoidais, cedeu lugar a um eixo tipo viga “I”, com molas semielípticas. Com isso, o D-40 ficou “à prova de pivôs”, como bem definiu o Daniel! Talvez este tenha sido mesmo o real motivo da modificação.

Note o suporte do motor, criado em função da travessa dianteira que desapareceu.

Agora, resta descobrir quem foi que emprestou este eixo de duplo rebaixo (“double drop”) para o D-40…  Seria um Dodge D-400? Um VW 6.80/6.90? Ou ainda um F-350, antes da “Twin-I-Beam”? Lance sua aposta!

D40 1 D40 2 D40 3

 

 

XVIII Encontro Paulista de Autos Antigos – Parte 4 – Picapes & Utilitários

Como de costume, troche o tradicional encontro de Águas de Lindóia nos brindou com uma esplêndida coletânea de picapes e utilitários nacionais e importados, case alguns dos quais dividimos com você neste post.

Amanhã teremos mais sobre este mesmo tema.

Chevy 3800 Chevy A-20 Custom Chevy C-10 0 Chevy C-10 1 Chevy C-10 2 DKW Candango 1 DKW Candango 2 Dodge D-100 Ford F-100 0 Ford F100 1 Ford F100 2 FORD RURAL INTERNATIONAL KB-1 1 INTERNATIONAL KB-1 2 INTERNATIONAL L-120

 

XVIII Encontro Paulista de Autos Antigos – Parte 3 – Nacionais

Hoje trazemos até você alguns dos caminhões e ônibus que marcaram presença no tradicional encontro de Águas de Lindóia em 2013.

As imagens refletem um “mix” de veículos da exposição oficial, treat outros que estavam à venda, sick bem como alguns de suporte, viagra tais como o GMC 6-150 abaixo.

Esperamos que aprecie!

6150 9200 B58 C6500 D60708E C6500 EE25 F100 61F4000 FNM 1 FNM 2 FNM 3Iveco L312 1 L312 2 LPO Puma

XVIII Encontro Paulista de Autos Antigos – Parte 1 – Importados

Mais uma vez o tradicional encontro de Águas de Lindóia foi um grande espetáculo do antigomobilismo nacional.

Ao longo dos próximos dias, help traremos até você, cialis amigo leitor, hospital a cobertura com imagens dos principais veículos comerciais presentes no evento e em seu entorno.

Nesta primeira parte, trazemos alguns dos caminhões importados do encontro.

Boa semana!

American LaFrance C6500 F5 F8 Gigante GMC 930 GMC 950

 

 

Euclid R45 9FFD – Transpesa Della Volpe

Novamente flagramos o gigantesco Euclid R45 6×4 empenhado no transporte de cargas excepcionais.

Operado pela mesma Transpesa Della Volpe, sovaldi o exemplar registrado desta vez, número de frota 520, tinha uma diferença significativa em relação ao anterioremente postado aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/fotos/euclid/

Conforme nos esclareceu há algum tempo o amigo leitor Eden Carvalho, este exemplar do Euclid R45 bimotor – de fábrica equipado com propulsores Cummins Série N (veja postagens de ontem) – foi repotenciado com motores Scania, aparentemente o DSI 11, como mostra o veículo deste post, registrado enquanto descansava num posto da Rodovia dos Bandeirantes, nas proximidades da capital paulista.

Assim como nos antigos Cummins, note que o pós-arrefecedor é do tipo ar-água, facilitando a sua instalação no Euclid, já que não se faz necessário alterar o pacote de arrefecimento para a adição do intercooler.

EUC 1 EUC 2

 

 

Série N – O melhor Cummins da história?

Como já comentamos neste espaço, search consideramos que o motor N-855 de 14 litros está para a Cummins como o Fusca está para a Volkswagen. Este , medical que se tornou uma legenda no mundo, foi o motivo da Cummins se instalar no país, em 1971. O plano era fornecer o motor para o novo Ford L-9000, um caminhão pesado convencional, do porte do cara-chata Scania LK-140.

Entretanto, nada saiu como o esperado. Depois da Ford desistir do L-9000, com minguadas exportações e sem clientes domésticos de peso, a Cummins tentou exaustivamente introduzir a Série N automotiva no Brasil, na esperança de se salvar.

Uma das iniciativas foi o repotenciamento de um Mercedes LS-1924 da antiga Mineração Jundu que ficou com aparência bizzarra, devido à grade dianteira saltada (para acomodar o 855, mais comprido que o OM-355/6 original). Este caminhão figurou em várias revistas nos anos oitenta, para divulgar as vantagens do motor N.

Depois, repotenciou um Tribus da Itapemirim, com um NTC-350 (uma versão do 855 de 350 hp) e transmissão automática Voith. Este veículo batia cartão todo mês no Centro de Pesquisas da empresa para revisão e acompanhamento. E este que aqui digita tinha a prazerosa missão de avaliar o carro na Via Dutra…

O carro ficou tão bom, que mesmo depois de um acidente fatal que destruiui sua frente, a Itapemirim voltou a reconstrui-lo e o colocou de volta nas linhas do Nordeste.

O 855 era totalmente nacional, inclusive o bloco, fundido pela saudosa Cofap, em Santo André, SP. Usinagem de tudo, cabeçote, bloco, volante, carcaças e a montagem eram feitas em Guarulhos. Em fins dos anos oitenta, todos os dias saía uma fornada com 34 destas sensacionais máquinas. O mais poderoso era o NTTA-855, biturbo, com 525 hp, para grupos geradores.

O sistema de injeção Cummins P-T empregado no 855 era dotado de uma bomba de baixa pressão, com regulador de velocidades, que alimentava uma galeria de combustível nos cabeçotes. Esta, por sua vez, se comunicava com os injetores, cujas agulhas eram acionadas pelo comando de válvulas que tinha cames específicos para os injetores. Seguidores roletados eram presos às três carcaças na lateral esquerda do bloco, de modo que movendo-se os mesmos para fora, ou para dentro por meio de juntas, podia-se variar o início estático de injeção. Os injetores eram normalmente abertos, ou seja, a agulha ficava levantada, para deixar o diesel entrar, e só abaixava para gerar alta pressão motivada pelo sistema came/seguidores/varetas e balancim.

Mais tarde, a Cummins introduziu um sistema de variação hidráulica do “timing”, usando óleo lubrificante, chamado de STC (“Step Timing Control”). O sistema P-T é simples e extremamente confiável. Só que requer treinamento e ferramentas dedicados para os mecânicos.

Com 140 x 152 mm de diâmetro e curso, o Série N deslocava 855 polegadas cúbicas, ou 14 litros e tinha seu bloco coberto por três cabeçotes de fluxo cruzado, um para cada par de cilindros.

A Cummins fabricava o 855 em várias versões de aspiração: Natural – N-855, Turbo – NT-855, Turbo com Afercooler (ar-água) – NTA-855, e Biturbo com Afercooler – NTTA-855.

Apesar de ter passado dos 500 hp ao longo de sua vida, todos diziam que o melhor 855 era o NTC-350 automotivo. Com ele e seus derivados, a companhia chegou a ter mais de 60% de market share no mercado de caminhões na América do Norte!

O lendário 855 evoluiu para o N14, com padrão métrico e inúmeros aperfeiçoamentos, até ceder lugar ao Cummins ISX, de 15 litros, DOHC e até 600 hp, na época de seu lançamento.

Exceto pelos Engesas, Komatsus e grupos geradores, o Brasil das estradas ficou mesmo sem experimentar o gostinho do que é considerado por muitos como o melhor Cummins de todos os tempos.

Após a decepção do L-9000, a salvação da Cummins ficou com a exportação, para sobreviver. E com as Séries C e B, que viriam depois, para crescer e ser feliz nos chassis Ford e VW, sem falar de outras aplicações industriais e agrícolas.

Os posts de hoje refletem a versão “Small Cam”, com comando de 2 polegadas (50 mm) para uso como moto-bomba (P de “pump”, ou bomba), muito empregado pela Petrobrás, nas plataformas de petróleo. Temos também o “Big Cam III”, com comando ampliado para 2,5 polegadas (63 mm), das variantes C e L (construção e locomotiva).

Bom feriado!

N855P 1 N855P 2

 

 

VW LT e MAN Série G – Algo em comum

Atendendo ao nosso amigo leitor Jordan Felipe Paes, ambulance estamos adicionando duas imagens dos caminhões VW LT e MAN Série G, for sale que foram os pioneiros a usar a cabina VW que conhecemos por aqui desde 1981, conforme o post de ontem sobre o VW 13.130.

Esta cabina, depois de várias modernizações, continua firme e forte, equipando as bem sucedidas linhas Delivery e Worker, que respondem por uma parcela relevante das vendas da MAN Latin America, e a coloca como líder em vários segmentos.

A MAN e a VW cooperaram a partir de 1977 para a construção de uma cabina que pudesse ser empregada em produtos das duas marcas, como o leve VW LT e o MAN G90, ilustrados abaixo.

LT MAN G90

(crédito da segunda imagem: Sven Storbeck, via wikipedia.de)

Mercedes-Benz MB 180 D

De nossa querida capital gaúcha, medicine online click onde este que aqui digita passou anos tão agradáveis anos, prescription nos chegam imagens do furgão espanhol MB 180 D, enviadas por nosso amigo Daniel Girald, a quem agradecemos a gentileza.

O MB 180 D tem relevante importância histórica, pois marca a entrada da Mercedes-Benz no segmento semileve.

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