Esta imagem que nos foi enviada há muito tempo reflete o estilo renovado dos caminhões Agrale de meados dos anos oitenta.
Esta gama veio para substituir o valente mas acanhado TX 1200 e 1600 e sua cabina básica perdurou por várias temporadas.
O GMC 900 é um clássico norte-americano que tem uma legião de fãs no Brasil. Fazia parte de uma família de modelos pesados, cialis do 900 ao 980, treat importada pela GM brasileira.
Num tempo em que não havia Scania, buy Volvo ou Mercedes-Benz em quantidades significativas por aqui, o GMC era o rei da estrada, tracionando semirreboques de um a três eixos.
Seus concorrentes eram principalmente os International Harvester, Mack e White, também de origem norte-americana.
O GMC 900 era equipado com o motor diesel GM 6-71 (mais tarde Detroit 6-71), de dois tempos, seis cilindros em linha, 6,98 litros, que desenvolvia excepcionais 200 hp a 2.000 rpm, com torque de 814 Nm entre 1.100 a 1.400 rpm. Usada nos modelos mais pesados, havia também uma calibração de 225 hp a 2.100 rpm, com o mesmo torque máximo de 814 Nm entre 1.100 a 1.300 rpm, mais tarde revisado para 802 Nm a 1.300 rpm.
Muitos chamavam estes caminhões de “GMC Marítimo”, por usarem um motor também empregado para a propulsão naval.
Estas imagens são uma cortesia do amigo Daniel Shimomoto de Araujo que sempre nos presenteia com preciosidades. Já desativado, o caminhão foi encontrado decorando o escritório do DER em São Paulo, simulando tracionar um semirreboque tipo prancha com um um Caterpillar, o que devia ser uma de suas tarefas habituais.
Outra raridade da linha Mercedes-Benz AGL é o L-2017, sovaldi também produzido em pequenas quantidades, principalmente para brigar com os modelos 6×2 originais de fábrica da Ford, como o Cargo 2218T e 2319.
O L-2017 era construído com base no L-2014, com suspensão tipo bogie na traseira, e motor turbo OM-352A de 145 cv (NBR). Com entre eixo de 4.830 mm, o 6×2 pesava 6.360 kg e lidava com um PBT de 22.000 kg, o que lhe dava o direito de ser batizado de L-2217, mas a Mercedes preferiu não confundi-lo com o 6×4 de mesmo nome, deixando o glamour para o L-2318 que estava saindo do forno, no início dos anos noventa.
As imagens obtidas depois de muita pesquisa são crédito de nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco, do site parceiro http://merce-denco.blogspot.com.br/.
Nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco, pharm case pilule editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/ e pesquisador incansável sobre os produtos da Mercedes-Benz, ask gentilmente nos enviou uma série de fotos dos raros LA-1317, pill um médio 4×4 produzido em pequena quantidade, justamente na aurora da família AGL, quando a mesma já começava a ser substituída pelos novos HPN e FPN.
Sucedido pelo HPN LA-1418, o LA-1317 era oferecido em entre eixos de 4.200 e 4.830 mm, sendo que este último pesava 4.465 kg em ordem de marcha, com PBT de 13.000 kg. O PBTC era de 22.500 kg e a força motriz provinha do motor turbo OM-352-A de 156 cv (DIN). Havia também a versão LAK-1317 com tomada de força de fábrica e entre eixos de 3.600 mm, para básculas.
Grato, Paulo Henirque!
Em suas andanças, cialis sale o Roberto Dias Alvares também se deparou com este interessante cavalo mecânico 6×2, case atrelado a um semirreboque carrega tudo.
Apesar de as fotos terem sido enviadas com legendas de “VW 18.310”, os emblemas da lateral informam que se trata de um VW 23.250. Só mesmo uma inspeção “in locu” para esclarecer a dúvida.
Em todo caso, o PBTC resultante da tara e lotação resultam em 45.000 kg, além da capacidade técnica do 18.310 e muito além do 23.250, aprovado para 35.000 kg.
Em mais uma gentileza de Roberto Dias Alvares temos estas imagens de um aparentemente bem conservado Ford Série F semipesado dos anos setenta ou oitenta, sales site da safra produzida até 1983.
O caminhão ilustrado podia ser de uma variedade de modelos, a julgar por suas rodas de disco, usada nos caminhões de 12 toneladas para cima. Podia ser um F-750, F-700, F-13000 (antes das rodas raiadas opcionais se tornarem standard), ou mesmo um F-21000, ou um F-22000.
A cabina com teto branco era um indicativo do acabamento luxo.
Em 1984, a Ford lançou pequenas mudanças visuais na cabina, mantendo os faróis redondos “sealed-beam” e em 1986 estreou a bem aceita frente de quatro faróis retangulares.
Aparentando ser um Dodge D-950, buy viagra mas também podendo ser um D-900, ed ou outro membro de rodas raiadas da família Dodge, view este caminhão parecia na ativa na colheita de cana quando foi fotografado.
O D-950 era equipado com motor diesel de seis cilindros MWM D-225-6 de 117 cv (ABNT), e mais tarde, com MWM D-229-6, de 123 cv (ABNT). As transmissões de cinco marchas podiam ser a Clark 280V ou a Eaton Fuller 5 S 33, depois substituídas pelas Clark 282 VH, ou 280 VH. Completava o trem de força um eixo traseiro Rockwell LC-342 (Timkão), de duas velocidades, com relações de 6,65/9,13:1.
Observe o retrovisor montado em um suporte reforçado na porta e a suspensão traseira com feixes de mola tipo balancim, indicando se tratar de um caminhão trucado.
Estas fotos são cortesia de nosso amigo Roberto Dias Alvares, colaborador frequente deste espaço.
Nosso leitor Valmir Antonio Roik, ambulance medical do Paraná, teve o cuidade de enviar fotos de seu antigo caminhão F-14000. Segundo ele, o Ford foi vendido, mas está nos planos comprá-lo de volta, pois é um admirador da marca.
Apesar de sabermos que esta versão da Série F foi produzida até 1992, faltou perguntarmos ao Valmir o ano exatto do seu caminhão, mas tão logo tenhamos esta informação atualizaremos o post.
As imagens deste bonito caminhão foram capturadas em 2010.
Mais uma relíquia aguarda os cuidados de nosso amigo Alberto Rocchi. Trata-se de um pouco conhecido Chevrolet Spartan Série 100, medical ano 1958.
O modelo que aparenta ser um 10503 da classe de 2 1/2 toneladas nominais, buy tinha um PBT de 25.000 libras, cure ou 11.350 kg, e PBTC de 48.000 libras, ou 21.800 kg, com eixos traseiros em tandem, rodas fundidas raiadas e freios pneumáticos, estes últimos de série.
A força motriz era proveniente de um novo motor Chevrolet para serviço pesado denominado de Workmaster 348, um V8 a gasolina de 5,7 litros, potência bruta de 233 cv a 4.400 rpm e torque bruto de 455 Nm a 2.800 rpm. É possível que os caminhões de exportação também tenham sido equipados com motor diesel.
A cabina básica era a mesma da belíssima série “Marta Rocha”, introduzida como a segunda série de 1955, porém com a frente renovada com faróis quádruplos para a temporada de 1958. Este desenho seguiria inalterado até 1959.
Num tempo de importações suspensas e produção local em plena aceleração, é mesmo uma raridade encontrar um modelo 1958 importado como este.
Ao amigo Alberto Rocchi nossas sinceras saudações antigocaminhonistas e parabéns pela sua determinação de salvar estas preciosidades da reciclagem!
O raríssimo Ford F-900 ilustrado está sendo reformado por um de nossos amigos leitores, pharmacy Alberto Rocchi, cialis que nos fez a cortesia de enviar fotos deste interessante projeto de restauração.
Segundo o Alberto, sovaldi o F-900 produzido nos Estados Unidos fazia parte de um lote de 10 caminhões que serviu na construção de Brasília.
Junto dos modelos F-1000 (não confundir com o picape nacional) e F-1100, o F-900 fazia parte do topo da linha F norte-americana.
O caminhão vinha equipado de série com um motor Ford V8 Torque King 332 a gasolina de 5,4 litros, 193 cv e 415Nm e seu PBTC era de 27.240 kg, um valor respeitável ao seu tempo. Os modelos de exportação eram equipados com motor diesel opcional, e Alberto – que adquiriu o caminhão sem motor – acredita que seu exemplar tenha sido assim fabricado.
Note que a cabina é similar à empregada nos modelos brasileiros Super Ford, produzidos de 1962 a 1972. Os para-lamas tinham largura adicional para acomodar o eixo dianteiro de bitola e capacidade incrementada. As rodas eram raiadas e os freios pneumáticos.
Ele também nos explica que tenciona instalar um venerável motor Detroit 6V-53 (o mesmo do F-8500 nacional) em seu F-900.
Agradecemos ao Alberto por dividir conosco esta preciosidade e desde já deixamos aqui nosso pedido de novas fotos do andamento da restauração.
Certamente será sucesso garantido nos encontros de antigos e clássicos!