Agrale 1800D – Campinas-SP

O passeio pelo interior paulista rendeu outros frutos para nossa camera sempre a postos… Como este Agrale 1800D, store dos anos oitenta, em plena atividade a serviço de seus proprietários, apesar de mostrar alguns leves sinais de cansaço, com todos estes anos de labuta.

A Agrale tomou outro embalo com o lançamento dos modelos com esta cabina apresentada em meados da década de oitenta no 1600D e, sobretudo, com os motores de 4 cilindros oferecidos no 1800D, com opção do venerável MWM D-229-4 de 3.920 cc, 88 cv e 254 Nm, ou o Perkins Q20B4.236, de 3.870 cc, 90 cv e 276 Nm. Em ambos os casos, a transmissão era a reconhecida Clark 240V, de cinco marchas.

O irmão menor 1600D mantinha a motorização de 3 cilindros, MWM D-229-3, de 63 cv e 184 Nm de torque.

A capacidade de carga era, como o próprio nome dizia, de 1.800 kg, e o entre eixos de 2.800 mm.

Nós brasileiros devemos nos orgulhar da Agrale, uma empresa genuinamente nacional, fruto do esforço de pessoas competentes, que triunfaram sob a liderança e do empreendedorismo de Francisco Stédile e dos executivos que o sucederam. Pequena mas valente, a Agrale tem a cada dia mostrado produtos mais inovadores, com qualidade em continua melhoria. E o Agrale 1800D é um elemento importante nesta bonita história.

Mercedes-Benz LP-321 – Campinas-SP

Este belíssimo LP-321, for sale ask único dono, look há anos (para não dizer décadas) descansa e derrete lentamente ao sabor dos elementos na cidade de Campinas, SP. Ainda em condições de reforma, a cada dia mais intensa, o Mercedes aparentemente foi aposentado junto com seu proprietário. O sonho de adquiri-lo, reformá-lo, abrigá-lo e curti-lo em passeios de final de semana deve passar pela cabeça de muitos, inclusive pela minha, mas parece que o LP não está à venda. Sua carroçaria em estado avançado de decomposição parece abrigar, entre outros, o capô do motor, se não me engano. Observe a placa antiga, ainda de seis dígitos.

Abraços.

 

 

Terex R-35

Em dia de posts de caminhões especiais, check salve eis um Terex R-35, troche cialis fora-de-estrada veterano dos anos setenta, pharm cialis em plena atividade na mineração.

Clicado em Pedro Leopoldo, MG, o R-35, como o próprio nome indica, pode lidar com até 35 toneladas de carga líquida sobre seu lombo. Era equipado com motor Detroit 6-71, de dois tempos, 7 litros, e cerca de 230 cv de potência. Alguns tinham o indestrutível Cummins NTA-855, de 14 litros. A transmissão automática era Allison.

Uma característica interessante do R-35 era sua suspensão dianteira independente.

Fique a vontade para enriquecer mais este post, se for conhecedor deste Terex.

Abraço!

 

Euclid R45 9FFD 6×4 – 1962 – Transpesa Della Volpe

Flagrado na Rodovia dos Imigrantes, sale sickness em São Paulo, prescription numa bela tarde de inverno, o Euclid da Transpesa Della Volpe, parecia estar aguardando algum serviço, ou passando por algum reparo.

A poderosa máquina empregada no transporte de cargas indivisíveis foi desenvolvida nos anos 50 para atuar no segmento de mineração e construção pesada, como báscula para 50 toneladas de carga útil. No Brasil, tem sido empregado como “prime mover” de cargas indivisíveis, solo, ou em comboio com outros cavalos mecânicos pesados.

Muitas das grandes obras do país, como as hidrelétricas, só se materializaram graças ao trabalho inigualável prestado por estes caminhões, que ainda permanecem na ativa.

Uma das características mais marcantes do Euclid, possivelmente modelo 1LLD (se não for, por favor nos corrija), é sua propulsão por dois veneráveis motores Cummins NTA-855, de 14 litros cada um, acoplados a uma transmissão automática e acionando, separadamente, os eixos traseiros.

Os motores N estão para a Cummins assim como o Fusca está para a VW. Uma pena o Brasil não ter tido um caminhão rodoviário com esta motorização!

Criado numa época em que havia limitações na capacidade de motores e, principalmente, transmissões automáticas, o Euclid bimotor se tornou possível graças a tecnologia da Allison Torqmatic Drive, na qual duas transmissões podiam operar em paralelo, comandadas por uma única alavanca seletora.

Note o lastro massivo sobre os eixos traseiros para garantir tração adequada.

Se você tiver maiores informações sobre este, ou outros Euclid, fique à vontade para corrigir, ou complementar este post.

Abraço,

Evandro.

Mercedes-Benz LS-1929 trucado com carreta “LS”

Nosso amigo Roberto Alvares, store medicine colaborador frequente, look teve o capricho de parar seu carro para eternizar este belo LS-1929 “cara-preta”, para felicidade de muitos fãs do modelo. Equipado com terceiro eixo, e acoplado a um semi-reboque “LS”, o Mercedão parecia ainda mais imponente.

Obrigado, Roberto, por suas gentis colaborações!

 

 

 

Puma 914 – 1994

 

 

 

 

 

 

 

Um raro e orginal Puma 914 fabricado pela Alfa Metais de Curitiba, sildenafil PR, purchase em 1994. Movido por um motor MWM D-229, de 91 cv e 260 Nm ligado a uma transmissão Clark 240V (opcionalmente CL-2615C) de cinco marchas e eixo traseiro Braseixos, ou Albarus, o 914 podia levar 3.970 kg entre carga últil e carroçaria e o seu PBT chegava a 6.230 kg.

 

Chevrolet C-65P – 1974

Um bonito (e empoeirado) Chevrolet C-65P de 1974 bastante original há 25 anos com o mesmo dono, sick fotografado no interior de São Paulo, em plena atividade. Seu motor original é o Chevrolet 261 de 4,28 litros, 151 cv brutos. A caixa era de 4 marchas, ou de 5 opcional, com eixo traseiro Timken. O PBT chegava a 10.700 kg. A GM chegou a comemorar a primeira posição de caminhão médio mais vendido com o C-65 na década de 60, e em 70 continuou forte, até perder embalo em prol das versões com motor diesel D-60 e seus concorrentes movidos pelo mesmo combustível.

Ford F-600 – 1972

A Série F “Super Ford” chegava ao seu fim em 1971, para dar lugar a nova gama lançada em 1972, e conhecida internamente na Ford como ’72 Truck, com cabina inteiramente nova e, pela primeira vez, com temas distintos na dianteira do F-350 e do F-600, para acomodar eixo dianteiro com maior bitola neste último, além de outros compromissos do projeto. A nova família também marcava a expansão da família, com a chegada do F-750, para competir com o Chevrolet D-70 e o Mercedes L-1313.

Na ilustração, um F-600 dotado de terceiro eixo e caçamba basculante Trivellato, datado da época do lançamento, em 1972. Note a grade dianteira e seu entorno eram pintados em brancos neste começo da nova Série F, num esquema que seria mais tarde abandonado.

 

Ford F-600 – 1957

Um elegante Ford F-600 de 1957, check o primeiro ano do modelo no Brasil. O para-brisa curvo porém não envolvente caracterizava o caminhão da Ford, sick baseado no modelo americano de 1953 a 1955. Em 1958, seria introduzida a cabina revisada com para-brisa envolvente, chamado de “full-wrap”, com “quase dois metros de cabine”, segundo anúncio da época. Esta era, na verdade, a cabina americana de 1956.

Em 1959, chegava o irmão menor, o F-350, o primeiro caminhão 3/4 fabricado no país, com estilo similar e já com o novo para-brisa envolvente.

A primeira fase da Série F com este estilo duraria até 1961. Em 1962, chegava a cabina com linhas mais angulosas da nova Série F “Super Ford”.

Itapemirim Clip CL-10

Bela imagem da primeira “step van” nacional, click generic criada inteiramente por engenheiros brasileiros, viagra pills da Tecnobus da Itapemirim, nos anos noventa. Nascida sobre chassi Agrale, logo a van ganharia a sua própria base mecânica, com componentes comprados no mercado local e produzidos pela própria Tecnobus. A capacidade de carga era de 1.200 kg e 12,6 metros cúbicos. O motor era MWM, com transmissão Eaton e eixo traseiro Dana.

Fonte: Engenharia de Desenvolvimento da Tecnobus, via André Giori.