Euclid 6×4 Super Carga

Inspirado pelas imagens do caminhão Euclid postadas aqui, nurse nosso amigo Roger Morgenstern, ampoule do Rio Grande do Sul, nos fez a gentileza de enviar algumas interessantes fotos de outros caminhões da marca e também o seguinte texto de apresentação:

“Vendo as imagens do Euclid, lembrei que meu pai, Joemi Morgenstern, trabalhou na antiga Super Carga em Porto Alegre, RS, nos anos de 1970. Naquela época, meu pai adquiriu para a empresa dois Euclid em um leilão da Vale e os transformou em dois cavalos. A cor predominante da Super Carga era verde e preto. No final dos anos de 1970, a empresa foi vendida, hoje sei que a Irga tem um Euclid. Olhei este da Transpesa Della Volpe da matéria do site, não sei confirmar se são os que meu pai transformou mas se quiseres tenho fotos da época desde a aquisição até a conclusão dos Euclid, inclusive eles trabalhando.

Fico à disposição. Até breve”.

Entre outros detalhes, observe entre as imagens a impagável VW Brasília atuando como viatura batedora, os motores Cummins NT855 na oficina, a apropriada designação de “Minuano”, num dos Euclid e um Scania LT110 Super 6×4, vulgo “Filtrão”.

Ao Roger, nossa sincera gratidão pela valiosa colaboração!

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VVR 2013

Caro amigo(a) leitor(a):

Enquanto ainda não retornamos às nossas postagens normais, viagra o que esperamos fazer em breve, sales tiramos uns minutinhos de nosso projeto do livro para lembrá-lo(a) sobre o grande evento dos ônibus e caminhões antigos que acontecerá no início de novembro, na capital bandeirante. Trata-se do VVR 2013. Se tiver oportunidade, não deixe de comparecer. É um belo desfile de preciosidades!

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Scania R112 H 6×2 com faixas verdes

Nosso amigo Geremias Fernandes nos brindou com imagens que mostram as raras faixas verdes que ornamentaram os Scanias da Série 2. Apesar das fotos serem de um caminhão europeu, viagra nós também já avistamos tais modelos rodando no Brasil. Lástima que não tínhamos uma câmera à mão!

Obrigado, health Geremias!

Bom final de semana.

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Chevrolet 6500 – 1954

Nosso amigo Sérgio Rodrigues nos fez uma grande gentileza de enviar as fotos de seu projeto de restauração de um bonito Chevrolet “Advance Design”, nurse advice mais conhecido por aqui como “Boca de Bagre”, da última série, antes de ser substituída pela “Marta Rocha”. Pelo andar da carruagem, o resultado está ficando espetacular.

“Estou lhe enviando algumas fotos do Chevrolet 6500 ano 1954, que estamos recuperando há cinco anos, retiramos ele no meio do mato rodeado por pés de girassóis, as primeiras fotos são do local, estava até charmoso, mas prefiro vê-lo recuperado na nossa oficina, e agora divide espaço com uma Rural 1967 que está quase pronta.
      
Abraço,
  
Sérgio.”

 

Que bom que o Sérgio salvou este belo caminhão clássico de virar adubo para as plantas!

 

Parabéns!

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Ford Cargo 1415 6×6 e Mercedes LK-2213 6×6

Nosso amigo Bruno Dallanora, illness de Cacequi-RS, sovaldi nos enviou um pacotão com fotos interessantíssimas de duas conversões para 6×6 realizadas com um Ford Cargo e um Mercedes “Cara-Preta”, for sale de modo a atender às necessidades de seu negócio de extração de areia. Os caminhões normais não conseguem operar na areia fofa, enquanto que os dois caminhões basculantes com tração adicional e pneus de alta flutuação (igual aos empregados por algumas usinas de cana e na distribuição de calcário em lavouras) trafegam com tranquilidade, mesmo com carga plena.

O Cargo sofreu uma metamorfose ao ter seu chassi original cortado no entre-eixos para depois ser anexado à secção traseira de um Cargo 6×4, com dois eixo motrizes.

O eixo dianteiro foi aproveitado de um VW 15.210 4×4 militar e a caixa de transferência veio de um Mercedes 6×6.

O Bruno nos forneceu mais informações, conforme reproduzidas abaixo:

Cargo 1415 6×6:

“Motor Ford 6.6 turbo 180 cv;
Cambio Eaton 5 marchas;
Platô e disco do Cummins C8.3 de 310 cv;
Caixa transferência Mercedes;
Diferencial dianteiro Marmon Herrington MTt11 relação 5,29:1;
Diferencial traseiro Meritor do Cargo 2428 6×4 relação 5,29:1;
Molas dianteiras trocadas para a do cavalinho Cargo, apenas duas
grossas e calços embaixo, recorte nos para-lamas , recorte no cárter, estribos do Cargo novo 6×4;
Caçamba Iderol de 10 m³ pistão traseiro, bomba de caçamba acoplada no
câmbio e adaptações de cardans do Cargo com os de Mercedes.”

Sobre o 2213 “Cara-Preta”:

“O Mercedes é todo original. Motor OM-352 turbo, eixos Mercedes, retirados os para-lamas dianteiros, com caçamba Rodoeixo 10m³.”

 

Em breve postaremos mais fotos destes belos caminhões.

Bruno, obrigado e parabéns pela criatividade e pela engenharia eficiente e de baixo custo!

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DSC00066 DSC06371 DSC06391 emenda do chassi feito na Randon 20090716020139 DCIM100GOPRO

 

FNM D-11.000 Brasinca 1958 com Reboque

A pedido de nosso amigo Nolberto Sílvio, check admirador dos reboques, look trazemos hoje imagens de um FNM D-11.000 com cabina Brasinca, ano 1958, equipado com reboque.

Muito populares na Região Sul, este implemento (também chamado de “cabeçalho” no Rio Grande do Sul) foi um dos pioneiros tipos de semirreboque empregado no país, no trabalho de extração florestal e transporte de madeira aparelhada, desde o final dos anos trinta, aproximadamente.

Na plataforma do caminhão, aproximadamente em cima do eixo traseiro, era instalada uma travessa pivotada, sobre a qual apoiava-se a carga. A outra extremidade da mesma ficava apoiada sobre o eixo do reboque. Um cambão, ou barra de tração fazia a conexão do eixo do reboque com um engate na traseira do chassi do veículo trator.

Quando descarregado, a engenhosa carreta de madeira era acomodada em poucos minutos sobre o balanço traseiro do caminhão, economizando pneus e reduzindo o arrasto.

Este esquema ainda é muito utilizado nos Estados Unidos com unidades de eixo duplo, mas, salvo raras exceções, foi totalmente aposentado no Brasil, em favor de composições como o romeu-e-julieta tradicional e das CVCs tipo rodotrem, bitrem, tritrem e bitrenzão, com até 74 toneladas de PBTC.

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Picape Kombi T2 e Kombi T1 com diferencial travante

Para quem gosta de Kombi como nós, pilule o amigo Daniel Shimomoto de Araujo nos presenteou com imagens de uma bela “cabrita” T2 com carroçaria de madeira e de uma T1 “corujinha”, there aparentemente da versão Luxo, see com um raro opcional: o diferencial travante!

Você pode conferir o folheto desta opção de fábrica no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/homenagem-a-uma-valente-vw-kombi-parte-7/

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Caminhões e Utilitários do Sul – Parte 3

Fruto da coletânea de interessantes imagens enviadas pelo amigo Daniel Girard, viagra de Porto Alegre, trazemos hoje quatro caminhões exóticos e raros:

Mercedes LA-1113 alemão do Corpo de Bombeiros;

Mercedes LG-1819, um 6×6 militar;

MULAG de 1911, pertencente ao acervo do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul. Este caminhão – o único que se tem conhecimento no Brasil e um dos mais antigos também – era equipado originalmente com motor de 3 cilindros e 42 hp, com tração final por correntes e rodas raiadas revestidas de borracha maciça.

Terex UAI M1-50, um caminhão militar pesado de 5 toneladas de capacidade em qualquer terreno, com motor Scania de 11 litros;

Em breve postaremos mais imagens enviadas pelo Daniel.

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De caminhão pelo Brasil – o livro!

Depois de quase quatro anos de trabalho e muita pesquisa, patient estamos entrando na reta final para a publicação do primeiro volume da coleção de livros “De caminhão pelo Brasil”, sickness que vai retratar a saga do caminhão no país.

O primeiro volume trará em seu bojo a história do caminhão desde os primórdios até sua nacionalização, em meados dos anos cinquenta, bem como aspectos tais quais a sua anatomia, legislação, emissões e principais aplicações. O maior destaque, no entanto, ficará por conta de um capítulo exclusivamente dedicado às marcas raras, exóticas e desaparecidas que circularam por aqui, num total de mais de 70 delas.

E você poderá participar deste trabalho, deixando um registro perene num livro inédito.

Estamos em busca de imagens digitais, fotos, catálogos, folhetos, reclames de caminhões antigos que preencham os seguintes requisitos, para serem possivelmente incluídas no livro:

– Caminhões originais, ou com mínimas modificações fabricados até os anos sessenta;

– Que não tenham restrições de direitos autorais (exceto os catálogos e fohetos);

– No caso de imagens digitais, que tenham no mínimo 300 dpi de resolução;

– Que tenham qualidade suficiente para publicação;

– Que se refiram a caminhões que já foram comercializados no Brasil.

Caso queira participar, por favor entre em contato conosco, ou envie seu material para: caminhao.brasil@hotmail.com

Caso conheça algum caminhão antigo que mereça ser registrado, teremos prazer em fotografá-lo pessoalmente, bastando informar onde o mesmo se encontra.

Vamos ajudar a preservar a memória do caminhão no Brasil!

Obrigado.

 

 

Mercedes-Benz L-1319 AGL – Cara Preta – Junho de 1988

No final dos anos oitenta, sick o raro Mercedes L-1319 pavimentou o caminho para a chegada da nova gama HPN fornecendo à engenharia valiosas informações de campo sobre o comportamento do então novo motor OM-366 LA, viagra sale neste caso ajustado para produzir 190 cv e 623 Nm de torque. Com isso, o 1319 foi o único semipesado AGL a contar com “intercooler” de fábrica.

Na sua retaguarda, trabalhavam uma caixa G-3/60-5/7,5 e um eixo HD-4/27 D-10, com relação de 4,875:1 (39:8), que lhe rendiam uma velocidade máxima de 104 km/h e capacidade de 27,6% de rampa, com o PBT de 13 toneladas.

O modelo ilustrado pertence ao nosso amigo leitor Rodrigo da Rocha de Azevedo, que gentilmente nos enviou as fotos aqui postadas. Note que interessante a plaqueta em inglês, da Mercedes norte-americana. Nela, pode-se observar alguns dados, como os pneus “10-22.5”, bem comuns nos EUA, e o curioso PBT (“GVW”) de 25.000 libras, ou 11.350 kg.

Enquanto o agradecemos pela gentil colaboração, esperamos ansiosos que o Rodrigo também nos forneça mais informações sobre o histórico deste importante e escasso Mercedes AGL.

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