Vende-se Chevrolet D-60 – 1977 – Original

erectile ‘sans-serif’;”>“Trata-se de um Caminhão Chevrolet 1977, buy more about D-60 (DIESEL), todo original (motor, caixa, setor), que acabou de passar por um processo de restauração, mantendo-se toda a originalidade em termos de lataria, carroceria, mecânica e acabamento.

Durante 36 anos foi dirigido por um único motorista, com uma história apaixonante, que envolveu o condutor, inicialmente proprietário e posteriormente este mesmo condutor tornou-se empregado da Empresa, que adquiriu o mencionado caminhão, quando este foi colocado a venda há 12 anos, com a condição de que, o antigo proprietário que o conduziu até aquela data aceitasse o convite para ser contratado na empresa e continuasse a dirigir o seu caminhão.

Assim foram esses anos, de uma relação marcada pela cumplicidade entre condutor-caminhão/caminhão-condutor. Hoje completamente restaurado, trabalho este que pode ser comprovado pelos registros fotográficos antes, durante e após a sua realização, ele é colocado no mercado de ANTIGOS e com certeza dos verdadeiros apaixonados pelo antigomobilismo chamará a atenção e fará deste mais um apaixonado por esta raridade.

Com relação ao preço este será discutido quando da manifestação de interesse.

Telefone para contato: 032-9917-4147 (Álvaro).”

D60 1 D60 2 D60 3 D60 4 D60 5 D60 6 D60 7 D60 8 D60 9

 

Comemorando o terceiro aniversário!

Ao contrário do Marcopolo III (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/onibus/marcopolo/marcopolo-iii/), more about
seu irmão caxiense Marcopolo SE era uma visão mais rara nas vias brasileiras. O modelo do folheto enviado por nosso amigo Cristiano Cald, recipe por exemplo, era destinado a exportação para uma empresa de transportes peruana.

Nos idos de 1983, tivemos oportunidade de rodar num carro destes, como passageiro.

Observe que a imagem do posto de comando exibe a alavanca da caixa ZF com botão do split, o chamado GV-80, isto é, o grupo anterior que permitia a multiplicação das marchas neste robusto chassi Volvo B58 com motor de 9,6 litros entre eixos.

Para saber mais sobre o Volvo B58 de primeira geração, com seu enorme balanço dianteiro, clique no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/volvo-b-58-rodoviario-1980/

Agradecemos ao amigo Cristiano por esta gentil colaboração e pelas demais que serão postadas em breve.

MARCOPOLO SE VOLVO B58 1 MARCOPOLO SE VOLVO B58 2
Ao contrário do Marcopolo III (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/onibus/marcopolo/marcopolo-iii/), here seu irmão caxiense Marcopolo SE era uma visão mais rara nas vias brasileiras. O modelo do folheto enviado por nosso amigo Cristiano Cald, por exemplo, era destinado a exportação para uma empresa de transportes peruana.

Nos idos de 1983, tivemos oportunidade de rodar num carro similar, como passageiro.

Observe que a imagem do posto de comando exibe a alavanca da caixa ZF com botão do split, o chamado GV-80, isto é, o grupo anterior que permitia a multiplicação das marchas neste robusto chassi Volvo B58 com motor de 9,6 litros entre eixos.

Para saber mais sobre o Volvo B58 de primeira geração, com seu enorme balanço dianteiro, clique no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/volvo-b-58-rodoviario-1980/

Agradecemos ao amigo Cristiano por esta gentil colaboração e pelas demais que serão postadas em breve.

MARCOPOLO SE VOLVO B58 1 MARCOPOLO SE VOLVO B58 2
No dia 22 de fevereiro de 2012 foi ao ar nosso primeiro post. Começava assim um projeto caseiro que visava dividir informações, illness promover o debate e, visit this site
sobretudo, pharm preservar a memória do caminhão brasileiro.

Com o passar do tempo, além dos caminhões, resolvemos agregar os veículos comerciais de forma mais ampla, incluindo ônibus, implementos e utilitários. Da mesma forma, dada a carência de informações gratuitas na rede, decidimos adicionar tratores, máquinas de construção e até aviões.

Para quem gosta de estatísticas, nosso amigo Google Analytics informa que tivemos 438 mil visitas acumuladas, 296 mil usuários e 1,92 milhões de visualizações de páginas desde 2012. Nos últimos tempos, as visitas estão na faixa de 24 a 25 mil por mês, ou 700 a 900 por dia. 68% de nosso público está acessando o espaço pela primeira vez. Nosso acervo conta com 1.134 posts, os quais produziram 5.361 comentários.

Hoje, passados três anos do pontapé inicial, acumulamos uma grande rede de colaboradores que contribuem com um valioso acervo de literaturas e, mais que isso, com conhecimento e ajuda mútua, sempre de forma gratuita, altruísta e despretensiosa.

Nosso projeto de obter um patrocínio e com isso alavancar postagens de alta qualidade, mais disciplinadas e frequentes, ainda não se materializou, mas temos certeza de que será questão de tempo.

Neste período de existência do site, tivemos muitas gratas surpresas. Por meio dele, reencontramos velhos amigos perdidos no tempo, aprendemos muito, conseguimos esclarecer dúvidas complexas e mistérios que nos permitiram corrigir e enriquecer nosso projeto do livro sobre os caminhões brasileiros, encontramos raridades ocultas, recebemos bateladas de doações e, mais importante, conhecemos novas pessoas, tanto no Brasil como em nações distantes como Espanha, Bélgica e até no Cazaquistão, muitos dos quais se tornaram verdadeiros amigos virtuais!

Portanto, só temos a agradecer a você, amigo leitor, a razão principal de nossa existência.

Um forte abraço e que venham os próximos anos!

 

Manual de Apresentação – Mercedes HPN Pesados – 1990 – Parte 3

Segue mais uma parte da contribuição do amigo Reginaldo Bernardi.

HPN44 HPN45 HPN47 HPN48 HPN49 HPN50 HPN51 HPN52 HPN53 HPN54 HPN55 HPN56 HPN57 HPN58 HPN59 HPN60 HPN61

 

Manual de Apresentação – Mercedes HPN Pesados – 1990 – Parte 2

ask ‘sans-serif’;”>O motor MWM D-229 nas suas versões de 3, 4 e 6 cilindros é um velho conhecido dos brasileiros tanto nas estradas como longe delas.

Além de caminhões e ônibus Agrale, Ford e Volkswagen, também equipou (e continua fazê-lo) uma enorme variedade de tratores, máquinas de construção, motobombas, grupos geradores, embarcações, entre outros.

Algumas de suas características construtivas mais relevantes eram o confiável sistema de injeção direta Bosch, os cabeçotes individuais e as camisas de cilindro úmidas e removíveis. Ao contrário de alguns motores de sua categoria, o D-229 também exibia bloco que se estendia bem abaixo da linha de centro do virabrequim, proporcionando rigidez estrutural extra.

Este anúncio de 1987 nos foi remetido pelo amigo Alfredo Rodrigues, em mais uma de suas inúmeras colaborações.

Motor MWM D229 TM setembro 1987 2

 

 
Seguimos hoje com a postagem da segunda parte do referido manual, page
uma excelente literatura enviada pelo amigo Reginaldo Bernardi.

Além de se tratar material útil aos proprietários dos caminhões desta série, este manual também é muito didático para quem deseja aprender mais sobre estes bem sucedidos pesados da Mercedes.

HPN21 HPN22 HPN25 HPN26 HPN27 HPN28 HPN29 HPN30 HPN31 HPN35 HPN36 HPN37 HPN38 HPN40 HPN41 HPN42 HPN43

Manual de Apresentação – Mercedes HPN Pesados – 1990 – Parte 1

Graças ao altruísmo de nosso amigo Jacob Lindener, troche cialis do Rio Grande do Sul, hoje podemos compartilhar com você este excelente exemplar da Revista Rei da Estrada da Scania que traz, entre outros, detalhes sobre a então nova linha de caminhões e ônibus 1993.

Dentre os destaques, pode-se observar o pioneirismo da Scania com a oferta de freios ABS opcionais, a suspensão pneumática para a cabina R, o novo entre-eixos para o bicudo T, e as melhorias agregadas aos motores. Estes pormenores – que já foram alvo de muitas indagações de nossos leitores – agora podem ser devidamente esclarecidos.

 

 

RE 1092 1 RE 1092 2 RE 1092 3 RE 1092 4 RE 1092 5 RE 1092 6 RE 1092 7 RE 1092 8 RE 1092 9 RE 1092 10 RE 1092 11 RE 1092 12 RE 1092 13 RE 1092 14 RE 1092 20 RE 1092 15 RE 1092 16 RE 1092 17 RE 1092 18 RE 1092 19 RE 1092 21 RE 1092 22 RE 1092 23 RE 1092 24

 
Graças ao altruísmo de nosso amigo Jacob Lindener, ask do Rio Grande do Sul, shop hoje podemos compartilhar com você este excelente exemplar da Revista Rei da Estrada da Scania que traz, cialis entre outros, detalhes sobre a então nova linha de caminhões e ônibus 1993.

Dentre os destaques, pode-se observar o pioneirismo da Scania com a oferta de freios ABS opcionais, a suspensão pneumática para a cabina R, o novo entre-eixos para o bicudo T, e as melhorias agregadas aos motores. Estes pormenores – que já foram alvo de muitas indagações de nossos leitores – agora podem ser devidamente esclarecidos.

RE 1092 1 RE 1092 2 RE 1092 3 RE 1092 4 RE 1092 5 RE 1092 6 RE 1092 7 RE 1092 8 RE 1092 9 RE 1092 10 RE 1092 11 RE 1092 12 RE 1092 13 RE 1092 14 RE 1092 20 RE 1092 15 RE 1092 16 RE 1092 17 RE 1092 18 RE 1092 19 RE 1092 21 RE 1092 22 RE 1092 23 RE 1092 24

 

Nosso amigo Roberto há algum tempo nos enviou mais um de seus criativos contos, recipe
conforme explica a seguir.
Boa leitura!
“Evandro, medical
bom dia.
Envio a ultima estória da estrada que faz parte da trilogia e também a ultima de 2014.
Grande abraço.
Roberto Dias Alvares.”
DE AVÔ PARA O NETO

Cavalo Mecânico Mercedes Benz LPS 331 6×2
Uma fina e persistente garoa,
cai, deixando o asfalto liso.
Um Mercedes Benz pela pista voa.
Chegar logo ao destino é preciso.
Puxando semi reboque de dois eixos
Tanque de alumínio reluzente.
Encara todos os tipos de trechos.
Transporte de óleo diesel somente.
Rodando veloz como uma bala
O Mercedes, na pista voa baixo
Dirigido por este que vos fala.
Motorista bom e cabra macho.
Parece saído da concessionária
mas com mais de sessenta anos.
Aparência e desenvoltura extraordinária.
Subindo, descendo ou em trechos planos.
Trinta anos, não estou acreditando,
que recebi o bruto de presente.
De meu querido avô lembrando
encarando a estrada, sigo em frente.
Recebi o cavalo de doação.
No início feliz e empolgado.
Ao me deixá-lo, vovô deu-me a missão,
e para cumpri-la continuo empenhado.
As primeiras viagens que fiz
sofri pela minha inexperiência.
Rodando com o bruto feliz
explorando com calma a potência.
Cada curva era um desafio
que vencia com todo cuidado.
Subindo montanha, cruzando rio
fui de Estado em Estado.
Minha filha deu-me um neto
e em minha mente já imagino:
Quando meu ciclo da vida estiver completo
darei o caminhão para este menino.
Sinto já bater o cansaço
em mim e em meu caminhão.
Sei que para o cavalo de aço
Existem peças de reposição.
O meu corpo ressentido
pelo tempo que segue impiedoso.
De nada sinto-me arrependido.
Deus foi para mim generoso.
Existe apenas uma diferença
entre eu e meu caminhão.
O tempo não há quem vença.
Para mim não há peças de reposição.
Quando chegar minha hora
Partirei com a certeza do dever cumprido.
Em um bruto celestial irei embora
e pelo próprio Jesus será dirigido.
Enquanto este dia não chega
Na estrada faço meu trabalho.
Mais uma carga para longe pêga.
Do trecho conheço cada atalho.
Enquanto minha mente divaga
Chuva fina vai molhando o chão.
Com vovô minha dívida está paga,
pois de carreteiro honro a tradição.
Em mês de férias da escola
meu neto viajou comigo.
Não quis ficar jogando bola.
No trecho aventura e perigo.
Era uma viagem rotineira
e ele curioso com tudo.
Como dirigir máquina estradeira?
Não ficava um só minuto mudo.
Com dezesseis anos de idade
Trata-se de um bom menino.
Cresceu valorizando a verdade.
Quer escrever seu próprio destino.
Nesta viagem que fizemos
meu neto, a tudo ouvia atento.
Bons momentos na boleia tivemos.
Aproveitamos cada momento.
Ao levar um carregamento
até uma cidade isolada
disse a meu neto: “Assuma o assento”.
Sua primeira incursão pela estrada.
Ele já dirigira antes
apenas o cavalo desatrelado.
A tensão dele era bastante.
Via-se que estava emocionado.
Com calma trocando marcha.
Visão á frente muito atenta.
Mil e duzentas rotações, na faixa.
Andando na marca dos oitenta.
Após alguns quilômetros rodados
ele já dirigia com toda a calma.
No comando do Mercedes trucado.
Vocação estava em sua alma.
Tinha ciência da responsabilidade
pois a carga era muito perigosa.
Apesar da pouca idade
dirigia de maneira cuidadosa.
No volante, prestando atenção
enquanto eu o aconselho.
Mãos firmes na direção,
ouvindo orientações deste velho.
Eu o ensino a fazer manobra
e ele me acha um mágico.
Esterço e como canivete dobra.
Para mim é muito prático.
Sei que ele aprenderá
pois para dirigir tem o dom.
Na lida da estrada me sucederá
e no volante será muito bom.
Mostro a ele que é importante
cuidar bem do caminhão.
Ser cuidadoso no volante
e não descuidar da manutenção.
Após quinze dias na estrada
retornaríamos para casa.
Uma situação inusitada.
nosso retorno então atrasa.
Meu neto ia na condução
e eu no banco do carona.
Um Scania em rápida evolução
passa em velocidade, detona.
Lá na frente, atravessa
tentando impedir a passagem.
Como sairíamos dessa?
Precisávamos seguir viagem.
Pedi que apertasse o acelerador
e que se parássemos seria o fim.
Fez subir o giro do motor.
Meu neto confiava em mim.
Os criminosos não acreditaram
quando nos viram em rota de colisão.
Para o impacto se prepararam.
A poucos metros segurei a direção.
Virei bruscamente o volante
passando a centímetros do cavalo.
Meu neto reassumiu no mesmo instante.
Na direção conseguiu endireitá-lo.
Com o conjunto em movimento
eu e ele trocamos de lugar.
Tomaria decisão de momento.
Não sei se conseguiríamos escapar.
Nunca andei armado.
Então como me defenderia?
Usaria meu potente trucado
e com ele escaparia.
Scania 111 em nova investida
recompôs-se da ação inesperada.
veio para o ataque decidida.
Tentariam me tirar da estrada.
Com armas de grosso calibre
não iriam desistir facilmente.
Um verdadeiro Deus-nos-livre.
Bandidos vinham com faca nos dentes.
Minha maior preocupação
era meu neto se machucar.
Isso aumentava minha disposição
e eu não deixaria nos pegar.
Com a polícia nenhum contato.
O celular fora da área de ação.
Teria de me virar isso era fato.
Estava difícil nossa situação.
O cavalo a cem por hora.
Muito para o velho estradeiro.
Pé em baixo, a turbina chora.
Bandido faz disparo certeiro.
Tiro atingiu chapa de metal.
Felizmente não houve perfuração.
Caso contrário para nós seria fatal.
Poderia causar grande explosão.
Vi que só teríamos uma saída.
Vendo carro de apoio aos criminosos.
Iniciou-se trecho de leve subida.
Trajeto dos mais perigosos.
O carro em rápida chegada
homens vinham atirando.
A carreta em marcha moderada.
Com rapidez se aproximando.
Enquanto faziam ultrapassagem
atirariam estando lado a lado.
Segurei o bruto, fiz a frenagem.
Escopeta, um tiro disparado.
O bandido errou o tiro
que passou a frente da cabina.
Acelerei o bruto, aumentei o giro.
Fiz chorar á turbina.
A duzentos metros manobrou
para posicionar-se de frente.
Um dos bandidos se preparou.
Com carabina, atiraria na gente.
Enquanto a ação se desenvolvia
tudo isso em questão de minutos.
Atingir o carro eu tentaria.
Os bandidos eram astutos.
O bandido fez o disparo.
Projétil atingiu grade frontal.
Em um resistente anteparo
No bruto não causou nenhum mal.
Quando preparou-se para atirar
estava já do carro bem perto.
Foi o tempo do grupo se dispersar.
O impacto foi no ponto certo.
O carro deu dois rodopios
e contra uma árvore se chocou.
Meu neto quando aquilo viu
levantou o punho e vibrou.
O Scania se aproximando
tentando nos jogar para fora.
O acelerador até o fim apertando.
Meu bruto aos quilômetros devora.
A subida ficou mais acentuada
e logo estaríamos ao alcance.
Difícil a decisão por mim tomada
mas para nós era a única chance,
A cem metros atrás de mim
O cavalo Scania vinha com apetite.
Se nos alcançasse seria nosso fim.
Esse era o meu palpite.
Em atitude desesperada e suprema
desengatei semi reboque de diesel.
Disse a meu neto: “Não tema”.
Perder a carga á vida é preferível.
Meu neto não estava assustado
mantendo a calma e o sangue frio.
O semi reboque desengatado.
Alguns metros ainda subiu.
Atravessou na pista
com vinte mil litros de combustível.
Cena poucas vezes vista.
O desfecho foi terrível.
O semi reboque virou
e pela pista desceu rolando.
O cavalo Scania freou.
Enquanto descia, óleo vazando.
O semi reboque explodiu.
Uma bola de fogo rolando para baixo.
Ao cavalo Scania atingiu.
Meu neto mostrou coragem, foi macho.
O semi reboque e o cavalo
formavam disforme massa.
O fogo ardia a devorá-los.
Subindo, imensa coluna de fumaça.
Com o cavalo desatrelado
andei em boa velocidade.
A beira da pista policial avistado.
Expliquei-lhe toda a verdade.
Avisei a transportadora
que a carga fora perdida.
Escapei de situação perturbadora
mas era a única saída.
Depois dessa aventura
achei que meu neto desistiria.
Respondeu-me àquela altura
que ser carreteiro queria.
Quando retornamos ao lar,
ao ser perguntado da viagem.
Meu neto empolgado a falar
que queria viver na rodagem.
O que está no sangue não se apaga.
Meu avô deve ter vibrado lá do céu.
Depois de mim, no trecho continuaria a saga,
com meu neto também chamado Rafael.
Nosso amigo Roberto há algum tempo nos enviou mais um de seus criativos contos, try conforme explica a seguir.
Boa leitura!
“Evandro, search bom dia.
Envio a ultima estória da estrada que faz parte da trilogia e também a ultima de 2014.
Grande abraço.
Roberto Dias Alvares.”
DE AVÔ PARA O NETO

Cavalo Mecânico Mercedes Benz LPS 331 6×2
Uma fina e persistente garoa,
cai, deixando o asfalto liso.
Um Mercedes Benz pela pista voa.
Chegar logo ao destino é preciso.
Puxando semi reboque de dois eixos
Tanque de alumínio reluzente.
Encara todos os tipos de trechos.
Transporte de óleo diesel somente.
Rodando veloz como uma bala
O Mercedes, na pista voa baixo
Dirigido por este que vos fala.
Motorista bom e cabra macho.
Parece saído da concessionária
mas com mais de sessenta anos.
Aparência e desenvoltura extraordinária.
Subindo, descendo ou em trechos planos.
Trinta anos, não estou acreditando,
que recebi o bruto de presente.
De meu querido avô lembrando
encarando a estrada, sigo em frente.
Recebi o cavalo de doação.
No início feliz e empolgado.
Ao me deixá-lo, vovô deu-me a missão,
e para cumpri-la continuo empenhado.
As primeiras viagens que fiz
sofri pela minha inexperiência.
Rodando com o bruto feliz
explorando com calma a potência.
Cada curva era um desafio
que vencia com todo cuidado.
Subindo montanha, cruzando rio
fui de Estado em Estado.
Minha filha deu-me um neto
e em minha mente já imagino:
Quando meu ciclo da vida estiver completo
darei o caminhão para este menino.
Sinto já bater o cansaço
em mim e em meu caminhão.
Sei que para o cavalo de aço
Existem peças de reposição.
O meu corpo ressentido
pelo tempo que segue impiedoso.
De nada sinto-me arrependido.
Deus foi para mim generoso.
Existe apenas uma diferença
entre eu e meu caminhão.
O tempo não há quem vença.
Para mim não há peças de reposição.
Quando chegar minha hora
Partirei com a certeza do dever cumprido.
Em um bruto celestial irei embora
e pelo próprio Jesus será dirigido.
Enquanto este dia não chega
Na estrada faço meu trabalho.
Mais uma carga para longe pêga.
Do trecho conheço cada atalho.
Enquanto minha mente divaga
Chuva fina vai molhando o chão.
Com vovô minha dívida está paga,
pois de carreteiro honro a tradição.
Em mês de férias da escola
meu neto viajou comigo.
Não quis ficar jogando bola.
No trecho aventura e perigo.
Era uma viagem rotineira
e ele curioso com tudo.
Como dirigir máquina estradeira?
Não ficava um só minuto mudo.
Com dezesseis anos de idade
Trata-se de um bom menino.
Cresceu valorizando a verdade.
Quer escrever seu próprio destino.
Nesta viagem que fizemos
meu neto, a tudo ouvia atento.
Bons momentos na boleia tivemos.
Aproveitamos cada momento.
Ao levar um carregamento
até uma cidade isolada
disse a meu neto: “Assuma o assento”.
Sua primeira incursão pela estrada.
Ele já dirigira antes
apenas o cavalo desatrelado.
A tensão dele era bastante.
Via-se que estava emocionado.
Com calma trocando marcha.
Visão á frente muito atenta.
Mil e duzentas rotações, na faixa.
Andando na marca dos oitenta.
Após alguns quilômetros rodados
ele já dirigia com toda a calma.
No comando do Mercedes trucado.
Vocação estava em sua alma.
Tinha ciência da responsabilidade
pois a carga era muito perigosa.
Apesar da pouca idade
dirigia de maneira cuidadosa.
No volante, prestando atenção
enquanto eu o aconselho.
Mãos firmes na direção,
ouvindo orientações deste velho.
Eu o ensino a fazer manobra
e ele me acha um mágico.
Esterço e como canivete dobra.
Para mim é muito prático.
Sei que ele aprenderá
pois para dirigir tem o dom.
Na lida da estrada me sucederá
e no volante será muito bom.
Mostro a ele que é importante
cuidar bem do caminhão.
Ser cuidadoso no volante
e não descuidar da manutenção.
Após quinze dias na estrada
retornaríamos para casa.
Uma situação inusitada.
nosso retorno então atrasa.
Meu neto ia na condução
e eu no banco do carona.
Um Scania em rápida evolução
passa em velocidade, detona.
Lá na frente, atravessa
tentando impedir a passagem.
Como sairíamos dessa?
Precisávamos seguir viagem.
Pedi que apertasse o acelerador
e que se parássemos seria o fim.
Fez subir o giro do motor.
Meu neto confiava em mim.
Os criminosos não acreditaram
quando nos viram em rota de colisão.
Para o impacto se prepararam.
A poucos metros segurei a direção.
Virei bruscamente o volante
passando a centímetros do cavalo.
Meu neto reassumiu no mesmo instante.
Na direção conseguiu endireitá-lo.
Com o conjunto em movimento
eu e ele trocamos de lugar.
Tomaria decisão de momento.
Não sei se conseguiríamos escapar.
Nunca andei armado.
Então como me defenderia?
Usaria meu potente trucado
e com ele escaparia.
Scania 111 em nova investida
recompôs-se da ação inesperada.
veio para o ataque decidida.
Tentariam me tirar da estrada.
Com armas de grosso calibre
não iriam desistir facilmente.
Um verdadeiro Deus-nos-livre.
Bandidos vinham com faca nos dentes.
Minha maior preocupação
era meu neto se machucar.
Isso aumentava minha disposição
e eu não deixaria nos pegar.
Com a polícia nenhum contato.
O celular fora da área de ação.
Teria de me virar isso era fato.
Estava difícil nossa situação.
O cavalo a cem por hora.
Muito para o velho estradeiro.
Pé em baixo, a turbina chora.
Bandido faz disparo certeiro.
Tiro atingiu chapa de metal.
Felizmente não houve perfuração.
Caso contrário para nós seria fatal.
Poderia causar grande explosão.
Vi que só teríamos uma saída.
Vendo carro de apoio aos criminosos.
Iniciou-se trecho de leve subida.
Trajeto dos mais perigosos.
O carro em rápida chegada
homens vinham atirando.
A carreta em marcha moderada.
Com rapidez se aproximando.
Enquanto faziam ultrapassagem
atirariam estando lado a lado.
Segurei o bruto, fiz a frenagem.
Escopeta, um tiro disparado.
O bandido errou o tiro
que passou a frente da cabina.
Acelerei o bruto, aumentei o giro.
Fiz chorar á turbina.
A duzentos metros manobrou
para posicionar-se de frente.
Um dos bandidos se preparou.
Com carabina, atiraria na gente.
Enquanto a ação se desenvolvia
tudo isso em questão de minutos.
Atingir o carro eu tentaria.
Os bandidos eram astutos.
O bandido fez o disparo.
Projétil atingiu grade frontal.
Em um resistente anteparo
No bruto não causou nenhum mal.
Quando preparou-se para atirar
estava já do carro bem perto.
Foi o tempo do grupo se dispersar.
O impacto foi no ponto certo.
O carro deu dois rodopios
e contra uma árvore se chocou.
Meu neto quando aquilo viu
levantou o punho e vibrou.
O Scania se aproximando
tentando nos jogar para fora.
O acelerador até o fim apertando.
Meu bruto aos quilômetros devora.
A subida ficou mais acentuada
e logo estaríamos ao alcance.
Difícil a decisão por mim tomada
mas para nós era a única chance,
A cem metros atrás de mim
O cavalo Scania vinha com apetite.
Se nos alcançasse seria nosso fim.
Esse era o meu palpite.
Em atitude desesperada e suprema
desengatei semi reboque de diesel.
Disse a meu neto: “Não tema”.
Perder a carga á vida é preferível.
Meu neto não estava assustado
mantendo a calma e o sangue frio.
O semi reboque desengatado.
Alguns metros ainda subiu.
Atravessou na pista
com vinte mil litros de combustível.
Cena poucas vezes vista.
O desfecho foi terrível.
O semi reboque virou
e pela pista desceu rolando.
O cavalo Scania freou.
Enquanto descia, óleo vazando.
O semi reboque explodiu.
Uma bola de fogo rolando para baixo.
Ao cavalo Scania atingiu.
Meu neto mostrou coragem, foi macho.
O semi reboque e o cavalo
formavam disforme massa.
O fogo ardia a devorá-los.
Subindo, imensa coluna de fumaça.
Com o cavalo desatrelado
andei em boa velocidade.
A beira da pista policial avistado.
Expliquei-lhe toda a verdade.
Avisei a transportadora
que a carga fora perdida.
Escapei de situação perturbadora
mas era a única saída.
Depois dessa aventura
achei que meu neto desistiria.
Respondeu-me àquela altura
que ser carreteiro queria.
Quando retornamos ao lar,
ao ser perguntado da viagem.
Meu neto empolgado a falar
que queria viver na rodagem.
O que está no sangue não se apaga.
Meu avô deve ter vibrado lá do céu.
Depois de mim, no trecho continuaria a saga,
com meu neto também chamado Rafael.

Há muito que estamos devendo a você amigo leitor a postagem deste excelente e completo manual da linha Mercedes-Benz HPN pesada, troche que inclui os modelos L-1625, pills LS-1625, LS-1630, LS-1935 e LS-1941, alguns dos quais considerados entre os melhores caminhões da marca já fabricados no país.

Este material nos foi gentilmente enviado pelo amigo e colaborador de sempre Reginaldo Bernardi.

HPN 1 HPN 2 HPN3 HPN4 HPN5 HPN6 HPN7 HPN8 HPN9 HPN10 HPN11 HPN12 HPN13 HPN14 HPN15 HPN16 HPN17 HPN18

 

 

Chevrolet C-60 e D-60 – 1969/1970 – Manual do Proprietário – Parte 1

 

Nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo, decease cialis de Garça, click capsule SP, nos fez mais uma gentileza: desta vez ele nos enviou fotos de outro Massey 85X, aquele inusitado modelo  com motor MWM, que chegou para quebrar a hegemonia dos Perkins.
10-07-2014 C-60 1970 JORDAN FELIPE

Nosso amigo Jordan Felipe Peters Paes, cialis do Paraná, nos deu uma valiosa contribuição na forma do manual de um dos caminhões mais populares de seu tempo, conforme explica:

“Encaminho minha maior raridade: um manual do Chevrolet C-60 ano 1969/1970. Ele pertenceu ao caminhão do meu avô (conforme a foto em anexo). Vale a pena postar.

Atenciosamente,

Jordan Felipe Peters Paes.”

Scanned Document MANUAL C60 1969-1970-2 MANUAL C60 1969-1970-3 MANUAL C60 1969-1970-4 MANUAL C60 1969-1970-5 MANUAL C60 1969-1970-6 MANUAL C60 1969-1970-7 MANUAL C60 1969-1970-8 MANUAL C60 1969-1970-9 MANUAL C60 1969-1970-10 MANUAL C60 1969-1970-11 Scanned Document Scanned Document Scanned Document Scanned Document Scanned Document Scanned Document Scanned Document

 

Missão, Visão e Valores – Caminhões Antigos Brasileiros

 

Atendendo à solicitação de alguns amigos leitores, try estamos adicionando o folheto do trator agrícola Ford 6610, que era uma evolução do 6600.
6610 1 6610 2

Atendendo à solicitação de alguns amigos leitores, help drugstore estamos adicionando o folheto do trator agrícola Ford 6610, que era uma evolução do 6600.
Logo-Caminhão-Antigo-Brasil

Há muito estamos planejando divulgar um “par de linhas” para nortear a operação deste espaço digital e para deixar claras as “regras do jogo”. Embora informais e flexíveis como devem ser, try stuff muitas vezes estas regras – claras em nossa mente – não eram tão evidentes assim na ótica do leitor, sale hospital gerando questionamentos e comentários nem sempre em linha com nossas expectativas, rx até então ocultas.

Esperamos que nossa Missão, Visão e Valores tornem os propósitos deste espaço cada vez mais transparentes e que você, amigo(a) leitor(a) continue nos prestigiando com seus comentários, doações e visitas, enquanto aproveita um conteúdo cada vez mais útil e agradável.

Como sempre, fique à vontade para “dar seu pitaco”. Teremos prazer em revisar o conteúdo abaixo quantas vezes forem necessárias para atender às suas expectativas, a razão de nossa existência na Internet.

 

MISSÃO

Resgatar a história dos veículos comerciais brasileiros, sobretudo dos caminhões, mas também incluindo, entre outros, ônibus, carroçarias, implementos, utilitários, picapes, veículos de serviço, máquinas agrícolas, de construção e de mineração, aviões, navios, material ferroviário, grupos geradores, moto-bombas e motores.

VISÃO

Ser uma referência na Internet em termos de informações gratuitas sobre veículos comerciais brasileiros antigos, com o propósito de disseminar o conhecimento entre as pessoas interessadas no assunto, através da publicação catálogos, folhetos, manuais, fotos, crônicas, textos, desenhos, croquis, miniaturas e todas as formas de documentação histórica digitalizada, bem como do intercâmbio entre o moderador e os leitores, por meio da troca de comentários e do debate de ideias e conceitos.

VALORES

Respeitar pessoas, fabricantes, marcas e instituições, demonstrado através da argumentação e no debate construtivo, baseado na verdade.

Respeitar os direitos autorais.

Respeitar o meio-ambiente.

Respeitar a legislação vigente.

Agir sempre com ética e neutralidade, sem tomar partido, nem enaltecer uma marca ou produto em detrimento de outro(a), por melhor que seja.

Manter foco exclusivo nos veículos e máquinas nacionais fora-de-linha, abstendo-se da postagem de material sobre produtos em fabricação corrente e/ou disponível nos websites dos fabricantes.

Abster-se de postagens, discussões ou comentários ofensivos e/ou de caráter político, religioso, sexual, erótico, pedófilo, ou étnico.

Concentrar-se nas postagens, comentários técnicos, históricos, saudosistas, enaltecendo o que cada produto ou empresa tem de melhor, sempre que possível.

Prover resposta a todas as solicitações, de forma altruísta, sempre que possível.

Responder a todos os comentários enviados pelos leitores.

Postar todo o material doado pelos leitores, em ordem cronológica de recebimento, sempre que possível, e que esteja em linha com o conteúdo proposto para este site, citando a fonte e dando o justo crédito.

Dar preferência sempre ao material impresso em português, salvo nos casos em que só exista em outro idioma e que esteja no estreito interesse da preservação da memória de veículos e máquinas brasileiras.

Adicionar, ocasionalmente, material sobre veículos e máquinas estrangeiras de países vizinhos, ou oriundos de seus países de origem, sempre que os mesmos estejam em sintonia ou inseridos em algum contexto relativos aos similares ou concorrentes nacionais.

Aceitar doações de leitores preocupados em ajudar com os custos de manutenção do site e com a preservação histórica da memória dos veículos comerciais brasileiros, sempre os reconhecendo publicamente.

Estabelecer parcerias ou patrocínios que ajudem na consecução dos propósitos acima listados.

Motores Mercedes-Benz a álcool – 1989

DODGES_79

Para acalmar o público alvoroçado, thumb a conversa era sempre a mesma, quando uma montadora comprava outra. Foi assim quando a VW comprou a Vemag, ou quando a Ford comprou a poderosa Willys-Overland. E não podia ser diferente no final dos anos 70, quando a VW assumiu o controle da combalida Chrysler, com vistas exclusivas a dar seu passo inicial no apetitoso mercado de caminhões.

A promessa de continuidade da linha comprada era elemento comum em todas as ocasiões citadas e igualmente não cumprida. Salvo a linha Jeep, Rural e F-75, no caso da Ford, nem os Aero-Willys, nem os DKW, tampouco os Dodge permaneceram vivos por muito tempo sob a égide dos novos donos, interessados em se livrar logo deles. No caso destes últimos eram de fato “pedra americana em sapato alemão”, como dizia meu grande amigo Roberto Queiroz, editor do portal Transpoonline e um dos mais sábios jornalistas especializados deste país.

Esta preciosa peça publicitária de grande valor histórico nos chega como cortesia do amigo Lucas Vieira, de nossaMinas Gerais
DODGES_79

Para acalmar o público alvoroçado, buy viagra a conversa era sempre a mesma, health quando uma montadora comprava outra. Foi assim quando a VW comprou a Vemag, capsule  ou quando a Ford comprou a poderosa Willys-Overland. E não podia ser diferente no final dos anos 70, quando a VW assumiu o controle da combalida Chrysler, com vistas exclusivas a dar seu passo inicial no apetitoso mercado de caminhões.

A promessa de continuidade da linha comprada era elemento comum em todas as ocasiões citadas e igualmente não cumprida. Salvo a linha Jeep, Rural e F-75, no caso da Ford, nem os Aero-Willys, nem os DKW, tampouco os Dodge permaneceram vivos por muito tempo sob a égide dos novos donos, interessados em se livrar logo deles. No caso destes últimos eram de fato “pedra americana em sapato alemão”, como dizia meu grande amigo Roberto Queiroz, editor do portal Transpoonline e um dos mais sábios jornalistas especializados deste país.

Esta preciosa peça publicitária de grande valor histórico nos chega como cortesia do amigo Lucas Vieira, de Minas Gerais.
Motores Mercedes Álcool 1 Motores Mercedes Álcool 2 Motores Mercedes Álcool 3

Nosso amigo e colaborador de sempre, viagra o Reginaldo Bernardi, order
encontrou mais um capítulo importante da história que tentamos reconstituir neste espaço. Desta vez tratam-se dos dados técnicos dos motores Mercedes a álcool hidratado e aditivado, que equiparam os caminhões voltados ao mercado sucroalcooleiro, nos tempos do Pró-Álcool.

O material enviado pelo Reginaldo engloba os motores M-314 O, M-352 O, ciclo Otto movidos a etanol hidratado, bem como os OM-352 O e OM-355/5 O, estes últimos operando no ciclo Diesel, queimando etanol aditivado.

Acompanhando o material, o Reginaldo nos enviou a seguinte mensagem explicativa:

HÁ ALGUM TEMPO ATRÁS, O AMIGO MANDOU UM E-MAIL PROCURANDO ALGO SOBRE OS MOTORES MERCEDES QUE RODARAM  COM ÁLCOOL. NAQUELE MOMENTO TINHA POUCO SOBRE O MOTOR, NO ENTANTO, AGORA ACHO QUE OBTIVE UM POUCO MAIS SOBRE O MESMO. CONSEGUI UM MANUAL DE OFICINA, COM EDIÇÃO DE 05/89, DOS MOTORES OM-314 / 352 / 355, QUE TROUXE ALGUNS DADOS INTERESSANTES.

FOLHEANDO O MANUAL, JÁ COM O INTUITO DE ACHAR ALGO INTERESSANTE PARA TRAZER AQUI PARA O AMIGO, ACHEI UMA FICHA DE DADOS ,ONDE APARECE ALGO SOBRE OS MOTORES QUE RODARAM COM ÁLCOOL HIDRATADO, E UM QUE ACABEI POR DESCOBRIR QUE RODOU NO 2213, UM MOTOR MOVIDO A ÁLCOOL ADITIVADO NUM MOTOR CICLO DIESEL, O OM-352 O, E DO 2219, OM-355/5 O.
PROCUREI UM POUCO SOBRE A INFORMAÇÃO, DESCOBRI QUE, QUANDO APARECE ESSA LETRA “O” DEPOIS DO GRUPO NUMERICO, SIGNIFICA QUE O MOTOR É UM CICLO DIESEL ,COMO SE VÊ PELA SIGLA “OM”, O GRUPO NUMÉRICO (352 / 355 COMO NO CASO) E “O” DEPOIS DO GRUPO NUMÉRICO, MOSTRANDO QUE O MOTOR UTILIZA ÁLCOOL ADITIVADO COMO COMBUSTÍVEL.
COM ISSO, SEPAREI ALGUMAS PÁGINAS ONDE TEMOS ALGUNS DADOS DOS MOTORES USADOS NA ÉPOCA. POR ENQUANTO, ENVIO ESSES AO AMIGO, ASSIM QUE POSSÍVEL ENVIAREI MAIS ALGUMA COISA… UM ABRAÇO.”
Outro tópico, cortesia destas tabelas… Observe na página 15, entre outros detalhes interessantes, a co-existência de duas variantes do motor diesel OM-352 A, uma de 145 cv NBR e outra de 170 cv NBR, esta última destinada a equipar os modelos anti-Cargo, com nomenclatura final “18”. Estes motores de 170 cv incorporavam aprimoramentos e detalhes construtivos advindos da experiência obtida com os novos OM-366, na época ainda em estágio final de gestação nos bancos de provas da montadora.