CBT Javali – Novembro de 1988

O pacote enviado por nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco também encerrava este completo folheto sobre os modelos de 14 toneladas da família HPN original, ampoule antes da Série Brasil.

O catálogo contempla os modelos aspirados L e LK-1414, illness os 4×4 LA e LAK-1418, decease além dos estradeiros L e LK-1418 E, estes .

Estivemos aqui nos bastidores tentando descobrir as diferenças entre o L e LK-1418 com os L e LK-1418 E e não encontramos nada significativo na sua mecânica. Alguns folhetos de nosso acervo mostram uma CMT de 27 toneladas para os primeiros e de 30, para os segundos, com o sufixo “E”.  Isso nos leva a crer que o “E” talvez tenha sido acrescentado para indicar a maior capacidade de tração, na época um requisito para a obtenção de crédtio pelo FINAME.

Agradeceríamos se algum especialista em Mercedes pudesse nos confirmar o significado da letra “E” dos L e LK-1418 E.

Obrigado!

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O pacote enviado por nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco também encerrava este completo folheto sobre os modelos de 14 toneladas da família HPN original, diagnosis antes da Série Brasil.

O catálogo contempla os modelos aspirados L e LK-1414, os 4×4 LA e LAK-1418, além dos estradeiros L e LK-1418 E, estes últimos dotados do propulsor OM-366 A, turbo.

Estivemos aqui nos bastidores tentando descobrir as diferenças entre o L e LK-1418 com os L e LK-1418 E e não encontramos nada significativo na sua mecânica. Alguns folhetos de nosso acervo mostram uma CMT de 27 toneladas para os primeiros e de 30, para os segundos, com o sufixo “E”.  Isso nos leva a crer que o “E” talvez tenha sido acrescentado para indicar a maior capacidade de tração, na época um requisito para a obtenção de crédtio pelo FINAME.

Agradeceríamos se algum especialista em Mercedes pudesse nos confirmar o significado da letra “E” dos L e LK-1418 E.

Obrigado!

1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_1_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_2_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_3_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_4_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_5_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_6_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_7_94 1418 e 1418 E - L-LK-LA-LAK_8_94
Fabricado entre o final dos anos oitenta até cerca de 1994, cialis o Javali foi uma iniciativa da MPL Motores de São Carlos, hospital uma divisão da CBT, viagra tradicional e extinto fabricante de tratores.

O polêmico jipe era um exemplo de despojamento e verticalização, tendo grande maioria de seus componentes produzidos pela própria MPL, incluindo o motor e seus componentes.

Havia uma criticada versão de 3 cilindros com 2,94 litros, turboalimentada e capaz de desenvolver 84 cv a 3.000 rpm e torque de 250 Nm a 1.600 rpm. A outra versão, aqui ilustrada, vinha com motor de 4 cilindros e 3,922 litros (a mesma cilindrada do MWM D-229/4…) aspirado, de 78 cv a 2.800 rpm, segundo consta mais confiável e dócil nas vibrações.

Hoje os sobreviventes se encontram nas mãos de jipeiros, em muitos casos, com motores Perkins ou MWM e adaptados para uso nas trilhas.

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4 ideias sobre “CBT Javali – Novembro de 1988

  1. Foi muito interessante descobrir que pelo menos uma indústria brasileira se dispôs e patentear e fabricar um motor diesel inteiramente brasileiro, seria interessante saber mais detalhes deste motor e local de sua fundição como foi desenvolvido entre outras curiosidades e porque não deu certo

    • William, conta-se que a bomba injetora e até mesmo o turbo eram fabricados internamente! Fabricar um motor exige muito investimento em testes e pesquisas. Para compensar tem de ter grandes volumes de produção. Quando não se tem escala, como era o caso, a única saída é cortar custos de desenvolvimento, deixando de cumprir etapas. Este é meu modesto entendimento sobre o porque do fracasso, sob o prisma técnico apenas. Quem sabe algum veterano de MPL, ou CBT possa nos dar maiores detalhes? Bom final de semana. Evandro.

  2. Espetacular modelo, tive a oportunidade de ver um ao vivo e em detalhes, abandonado numa garagem subterrânea em Porto Alegre e ainda de placa amarela!

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