Fabricado entre o final dos anos oitenta até cerca de 1994, cialis o Javali foi uma iniciativa da MPL Motores de São Carlos, hospital uma divisão da CBT, viagra tradicional e extinto fabricante de tratores.
O polêmico jipe era um exemplo de despojamento e verticalização, tendo grande maioria de seus componentes produzidos pela própria MPL, incluindo o motor e seus componentes.
Havia uma criticada versão de 3 cilindros com 2,94 litros, turboalimentada e capaz de desenvolver 84 cv a 3.000 rpm e torque de 250 Nm a 1.600 rpm. A outra versão, aqui ilustrada, vinha com motor de 4 cilindros e 3,922 litros (a mesma cilindrada do MWM D-229/4…) aspirado, de 78 cv a 2.800 rpm, segundo consta mais confiável e dócil nas vibrações.
Hoje os sobreviventes se encontram nas mãos de jipeiros, em muitos casos, com motores Perkins ou MWM e adaptados para uso nas trilhas.


Foi muito interessante descobrir que pelo menos uma indústria brasileira se dispôs e patentear e fabricar um motor diesel inteiramente brasileiro, seria interessante saber mais detalhes deste motor e local de sua fundição como foi desenvolvido entre outras curiosidades e porque não deu certo
William, conta-se que a bomba injetora e até mesmo o turbo eram fabricados internamente! Fabricar um motor exige muito investimento em testes e pesquisas. Para compensar tem de ter grandes volumes de produção. Quando não se tem escala, como era o caso, a única saída é cortar custos de desenvolvimento, deixando de cumprir etapas. Este é meu modesto entendimento sobre o porque do fracasso, sob o prisma técnico apenas. Quem sabe algum veterano de MPL, ou CBT possa nos dar maiores detalhes? Bom final de semana. Evandro.
Espetacular modelo, tive a oportunidade de ver um ao vivo e em detalhes, abandonado numa garagem subterrânea em Porto Alegre e ainda de placa amarela!
Caro Guybor, grato por comentar. Abraço!